Convite Inesperado - Parte 2

28 de Fevereiro de 2014 Mago da Ilha Contos Eróticos 3515

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Como na primeira parte do conto, mal sabia o que o fim de semana me guardava. Acordei no domingo ainda atordoado com tudo que havia acontecido no sábado, e me perguntei se seria um dia comum. Ri sozinho, dei um beijo na minha esposa (Fer) e fui tomar banho. Precisava sair cedo, pois naquele dia tinha um importante cliente chegando.

Ainda no chuveiro, me peguei completamente com tesão. Fazia anos que não me sentia assim. Mesmo com todas as aventuras, "escapadas" do casamento, ou o início do namoro com minha esposa, acho que estava me sentindo o jovem irresponsável que fui. Em breve relato algumas das loucuras que já passei nesta vida, coisas que pouco converso até com amigos. Costumo dizer que nunca precisei ter fantasias, já vi e vivi muito, desde muito novo, e confesso que foi muito bom. Acho que o casamento me deixou menos ousado. Comecei a me lembrar do dia anterior, e me peguei lembrando da cena na cozinha, com minha cunhada (Rafa) roçando o corpo em mim, e depois descobrindo a Juliana (minha secretária) com um sorrisinho safado do outro lado da cozinha. Comecei a me masturbar, e me vi ali, como um adolescente, tocando uma punheta e pensando na cunhada, mais até do que na transa que havia visto. Gozei. Dei muita risada, me troquei rapidamente, e vi que a Fer não estava mais no quarto.

Minha intenção era somente tirar um café da máquina, e correr para o trabalho, mas encontrar a Rafa, a Ana e a Fer me fez ficar novamente cheio de más intenções. Fingi que nada havia acontecido, elas também, fiz meu café e batemos um papo rápido, comigo abraçado a Fer. Todos fingindo, descaradamente, e se olhando, e claro eu ficando excitado. Me despedi, e quando fui sair minha esposa comenta baixinho: adorei que você tá todo animadinho o fim de semana. Riu, e segui pro trabalho.

Tentei deixar tudo de lado, era o cliente mais importante - e caro - do fim de semana. Recebemos a ele e sua família, ainda no aeroporto, levamos para o imóvel locado, e todos felizes com o serviço, e a sensação de missão cumprida. Voltamos ao escritório para fechar a papelada e os compromissos do dia. Estava em minha sala, a Juliana entrou e disse que tinha terminado tudo, e fomos fechar a agenda da semana. Nisso, começamos a conversar sobre o dia anterior, deixei que ela conduzisse o papo para ver até onde ia. Falou como eram todos divertidos, mas logo soltou: "nossa, eu tava com medo de uma confusão, o fortinho lá não parava de me olhar".

Contei pra ela do que aconteceu depois, do papo com a namorada dele, de como ela falou que ele ficou excitado com a Juliana. Rimos da sacanagem, mas aí ela soltou: "olha, vou confessar que fiquei louca quando vi a tua cunhada se esfregando em você". Fiz cara de desentendido, mas logo entreguei o jogo: "é, aquilo me deixou louco também..." Ela imediatamente respondeu: "eu vi, de longe, mas vi, e fiquei mais louca ainda. E só de lembrar, olha como estou..." Falou empurrando a cadeira pra trás, e por cima da mesa, olhei ela puxar a saia pra cima, e apertar a calcinha, que logo deixou de lado. Começou a se tocar, ali mesmo, e eu não perdi tempo: me levantei, dei a volta na mesa, ajoelhei e chupei. Estava muito, muito molhada. A levantei, coloquei em cima da mesa, e lambia, mordia, tocava, até ela gozar. Não podia deixar passar, coloquei-a de pé, virei, deitei-a sobre a mesa e quando ia penetrá-la, celular...esposa...consciência? Não. Fiz sinal para que ficasse quieta, e, penetrando, falei normalmente ao telefone. Sentia a Juliana contrair sua buceta loucamente com a situação. Desliguei, e aí sim, fodemos como loucos ali naquele escritório. Esperava gozar naquela boca há tempos, e não teve um fim diferente e mais conveniente que este. Nos recompomos, arrumamos e limpamos tudo, rimos de novo e eu ainda disse: "sabe o telefonema? estão nos esperando em casa, já chegaram da praia!"

Fomos pra casa. Tudo como no dia anterior: todos na piscina bebendo e comendo, rindo. Cumprimentamos a todos, a Fer já levou a Juliana pra se trocar e se fecharam no quarto. Fui então preparar o meu Whisky, como de costume, e a Rafa chega do meu lado e fala baixinho: "só pra te dizer que a Fer é a certinha da família, tá? Eu respeito muito ela, mas hoje você não me escapa". Pronto, os meus planos de que a sacanagem pararia pela manhã no escritório tinham ido por água abaixo. Tentei me controlar, pra não sair da cozinha ainda de pau duro. Quando vi a Fer e a Juliana saindo do quarto, rindo, pensei novamente o que já havia pensado várias vezes: "Ah, se a Fer topasse...". Fui me trocar, e me juntei a todos na piscina.

A situação estava engraçada, pois o Renato e o Caio pareciam ter levado uma dura das namoradas, e desviavam o olhar da Juliana, como se fosse o maior dos pecados. Mas isso até a bebida começar a pegar. Brincamos, rimos. Fim de tarde, estávamos admirando a vista ali de cima, eu abraçado por trás da Fer, encostamos na borda e a Rafa ao nosso lado: "nossa mana, é muito bonito aqui de cima". Enquanto elas admiravam a vista maravilhosa do mar, de canto de olho eu via, pelo fio da água, a vista maravilhosa da bunda da Rafa, e encoxava ainda mais minha esposa. Via ela ficando sem graça, mas também não mudava o assunto. Aquilo me deixou louco. A Rafa sabia que estava provocando. Fomos "salvos" pela trapalhada do Caio, que foi subir na borda, escorregou e fez aquele barulhão na água. Propus uma fuga, e escapei com a Fer pro quarto. Demos uma "rapidinha", mesmo, daquelas em que dois estão com muito tesão. Entramos no nosso banheiro, a coloquei de costas, abri as pernas e meti forte. Gozamos rápido, gostoso. E voltamos.

Voltamos pra piscina. Dá-lhe beber mais, falar bobagens. O Caio passando mal, vai pro quarto com a Rafa. A Ana e a Juliana conversavam como se fossem amigas de muito tempo, e eu entendi tudo: a Juliana estava tentando seduzir os dois. Já sabia o quanto ela era safada, mas não o quanto era ousada. Trocamos olhares, ela riu, eu também. Num momento em que fui na cozinha, esbarrei com ela, que me confirmou suas intenções. Ri, e disse para esperar que pelo jeito que ia, já já eu tiraria a Fer dali e o caminho ficaria livre para eles. Como sei que minha esposa é fraca para a bebida, assim como no dia anterior, ela dormiria cedo, e foi o que aconteceu. Fomos pro quarto, ela dormiu e eu fiquei assistindo um filme, peguei no sono. Não sei o que rolou na piscina, mas depois do cochilo, molhei o rosto e fui pra sala. Encontrei a Rafa comendo, e perguntei do Caio, e ela só respondeu: "apagou!". Perguntei dos outros, ela mexeu os ombros e disse: "também não vi, será que dormiram também?". Ri, pois imaginei o que estava acontecendo. Ela percebeu e perguntou: "ei cunhadinho, que risadinha safada é essa". Se eu queria provocar, essa era a hora. Falei de como estava a piscina antes de sair, e o que imaginava estar acontecendo. Ela imediatamente falou: "uhm que delícia, vamos ver?".

Aquele "vamos ver" foi a deixa, mostrei como chegar no corredor do lado e, com sorte, e uma porta aberta, teríamos uma ótima visão. Nada, porta fechada. Encostamos de leve na porta e ouvimos os gemidos e um "isso, chupa esse caralho"... os olhos da Rafa se arregalaram. Ela estava de biquini e com um shortinho. Dava pra ver os mamilos ficando tesos, eu já encostei junto dela também, já de pau duro pela situação. Ela me olhou, beijou. Com gosto. Beijo molhado, bem safado. Nos encoxamos, beijando, e logo ela começou a alisar meu pau. Estava de bermuda, camiseta, e nada por baixo. Foi fácil. Logo ela se ajoelhou e caiu de boca. Nossa, se eu soubesse que minha cunhada chupava tão bem, não teria esperado tanto. Devorava, forçava com a garganta. Quase gozei, mas ela parou, me puxou e entramos no lavabo. Tirou o short, a parte debaixo do biquini, encostou na parede, empinou e pediu: "me fode, vai, rápido"... Meti com força, com gosto, e sabia que não resistiria muito, ela também. Tocava o seu grelinho, duríssimo, e metia, mas em poucos minutos, mais uma surpresa: "come meu cu, gozo muito, come meu cu..." Não acreditava naquilo, mas nem pensei duas vezes: arqueei um pouco mais suas costas, tive aquela visão incrível e comi. Apertadíssimo, mas experiente. Tenho o pau um pouco grosso, confesso que não é comum receber esse pedido. Forcei, ela ajudou. Senti rasgando, ela urrava baixinho. Gozamos em pouco tempo, como loucos.

Nos vestimos, saímos quietinhos, fomos pra cozinha. Ainda tomamos algo, e ela ainda falou: "foi só a primeira, agora você é meu convidado especial lá em casa".

Voltamos cada um pro seu quarto. No outro dia, despedida, e todos foram embora. Restou dividir o relato com a Juliana, e agora, com vocês. Espero que tenham gostado, tanto quanto eu, que continuo esperando convencer a Fer de participar destes joguinhos.

*publicado pelo autor em outros sites de contos


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