Os Três.

01 de Março de 2014 Renning Contos Eróticos 7183

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Adolescência é a fase da vida em que mais acumulamos histórias. Essa é só uma das minhas… Era 1998, Novembro, faltava pouquíssimos dias para as férias, porém, devido ao bom aluno que era, estava de recuperação. Naquela época, eu tinha dois grandes amigos, Otávio e Sérgio. Eu e Otávio estudávamos juntos desde a 5º série, Sérgio havia se juntando a nós naquele ano, mas rapidamente nos tornamos grandes amigos. O que nos interessou em Sérgio foi sua aparência. Veja bem, eu e Otávio sempre fomos ‘héteros’, se é que pode-se dizer isso, mas, vez ou outra, fazíamos o que naquela época era chamado de ‘meinha’ - sexo as escondidas. Em uma conversa que havíamos tido sobre isso, chegamos a conclusão de que era só aquilo, só sexo e que não havia problema, que no nosso caso era diferente e tudo mais - talvez temendo admitir o óbvio. 

Sérgio uniu-se a nós com certa facilidade, quase que por acaso. Não tínhamos qualquer intensão de compartilharmos nosso segredo com qualquer outra pessoa, mas aconteceu. Havíamos nos reunido, em um determinado dia, para estudarmos na minha casa. Obviamente, não conseguimos estudar. Eu havia pego uma garrafa de vinho escondido da adega do meu avô, éramos fracos pra álcool, mas estávamos naquela fase de experimentação - inclusive Otávio fingia saber fumar. Ao invés de estudarmos, ficamos de farra jogando conversa fora e vendo revistas pornôs. Sempre que Sérgio dava mole, eu e Otávio fazíamos algo - como nos roçarmos, segurar no pau um do outro ou coisa do gênero - sem que ele notasse. Porém, conforme o vinho ia, o nível alcoolico subia e as liberdades também. Até que Otávio, do nada, dispara; ” - Ei, Sérgio… Quer ver uma coisa? ” Bêbado que estava, primeiramente Sérgio riu sem qualquer motivo e depois respondeu que sim, questionando o que era. Eu e Otávio estávamos sentados no chão, apoiados na cama, próximos um ao outro enquanto Sérgio estava a frente de nós, na cadeira da minha mesa de estudo, sentado ao contrário, de pernas abertas e apoiando os braços sobre o encosto. Quando Sérgio respondeu, Otávio me olhou e riu. Eu não entendi nada e ri também, até que ele foi deslizando pra baixo, em minha direção, baixou a calça de moletom que eu vestia, minha cueca e me chupou por alguns segundos. Fiquei sem qualquer reação, totalmente surpreso e apenas o deixei, até que olhei para a cara de Sérgio que observava tudo espantado, incrédulo. Otávio então se ergueu, deixando meu pau do lado de fora, e riu, como se aquilo tivesse sido nada de mais. Eu e Sérgio, atônitos, ficamos apenas nos encarando. 

Até que conseguiu falar alguma coisa que, não surpreendentemente, foi um palavrão pausado; ” - Ca-ra-lho… ” Otávio ainda ria, era o mais chapado e eu preferi não falar nada. ” - Vocês são viados, cara? ” Sérgio questionou, mas não de uma maneira ofensiva. ” - Não, porra… ” Otávio parou de rir no ato e respondeu prontamente. ” - A gente apenas se diverte. É bom, quer experimentar? ” Voltando a rir logo em seguida. Notei quando Sérgio começou a apertar o próprio pênis, antes mesmo de fazer a pergunta, enquanto ainda olhava atônito para nós dois. Eu sentia um misto de vergonha e graça, talvez por conta do álcool. ” - Quero. ” Sérgio disse, me surpreendendo. Ele já apertava seu pênis com tanta força que era possível enxergar o volúme no short que usava. Realmente enorme. E aquilo me excitou de uma forma inexplicável. Otávio pôs se a rir ainda mais, deixando a todos nós um tanto desconcertados. Até que se manifestou; ” - Você precisa provar a mamada do Pedro, cara… Sério, é uma delícia… ” Sérgio me encarou na hora, já com a mão dentro do próprio short, fazendo movimentos leves. 

Meu pênis não me deixava esconder minha excitação e, pra piorar, Otávio havia posto a mão dentro da minha calça e ficava apertando meu pau. ” - Vai lá Pedro, mostra ele. ” Me disse, rindo. Sérgio ficava apenas me observando, a espera de uma reação. Ainda que eu estivesse com vergonha, minha boca salivava de tanta vontade de fazer o que me pediam. Levantei decidido, enchi mais meio copo de vinho e virei. Enquanto caminhava até Sérgio, ele já colocava sua pica pra fora. Tinha uma grossura normal, porém era um pouco mais longa do que a minha e a de Otávio. Totalmente reta e com a glânde meio manchada, porém em sua maioria rosa. Ele se ajeitou na cadeira e pôs a mão na minha cabeça antes que eu fizesse qualquer coisa, mas não me puxou nem nada. O olhei nos olhos, segurei sua pica e deslizei os lábios, vagarosamente, molhando-a toda. Tive certa dificuldade e ir até o talo, mas me esforcei e, devido a experiências anteriores, consegui. A pica dele tinha um odor forte, porém afrodisíaco. Fui aumentando o ritmo enquanto ele me segurava pelos cabelos e gemia. Otávio havia se erguido e sentado ao nosso lado para ver a ação do melhor ângulo possível e às vezes me puxava para um beijo e chupava Sérgio um pouco, no meu lugar. Havíamos chegado a um outro nível de perversão, sentia como se fôssemos duas putas servindo ao recém agregado do nosso segredo e eu estava adorando aquilo. Otávio ergueu-se enquanto eu mantive-me a chupar Sérgio até que, quando olhei, os vi se beijando enquanto Sérgio segurava a pica de Otávio, masturbando-o. ” - Isso, tá aprendendo. ” Disse Otávio, rindo. Até que me puxou pelo cabelo e me fez chupá-lo também. Sérgio insistiu em manter seu pênis sobre os cuidados de minha boca e me vi tendo que engolir ambos. Era impossível fazer um oral naquelas condições, mas senti aquelas duas picas batendo na minha cara me excitavam ainda mais. 

" - Tá na hora da iniciação " Disse Otávio e, embora não tivesse certeza do que ele falava, pude pegar no ar do que se tratava. Sérgio, se quisesse participar, deveria ser um igual e fazer tudo que nós fazíamos. Eu sorri e me ergui, concordando e completei; " - É, tá na hora da iniciação, Sérgio… " Sérgio talvez não fosse dos mais inteligentes, academicamente falando, mas era safo e esperto. Porém, ao contrário do que se poderia imaginar, ele não foi contra a ideia. " - O que eu tenho que fazer? Só me falar que eu faço. " Otávio, pude notar, ficou tão surpreso quanto eu. Nada havia sido planejado, mas estávamos dispostos a agir com certo ‘profissionalismo’, digamos. Otávio pegou a mão de Sérgio e o levou até a cama, sentando-se e pedindo que ele ficasse de quatro em sua frente o chupasse, mas não sem antes baixar o short e empinar a bunda. Solicito, Sérgio obedeceu como uma puta em serviço. Começou a mamar Otávio com uma gana por aprender e fazer do melhor jeito, masturbando-o e olhando em sua cara em intervalos, como quem espera aprovação. Otávio apontou que eu me divertisse com o rabo do ilustre convidado e assim o fiz. No entanto, presumindo que ele era virgem, apenas brinquei de início. Cuspi em seu cuzinho e fiquei escorregando o dedo por suas pregas, ele correspondia as vezes piscando o cu e rebolando no meu dedo. Passei a enfiar os dedos, aumentando um a um e não o ouvia reclamar, pelo contrário. 

Agora era a vez de Sérgio bancar a puta e ele desepenhava o papel bem. Mamava Otávio com uma voracidade surpreendente. Eu mordiscava sua bunda e sentia meu pau pulsar, até que decidi que enfiaria. Avisei e ele parou de mamar Otávio, pedindo que eu fosse com calma e ficou a observar por de cima dos ombros, sem parar de masturbar a pica que vinha mamando até o momento. Posicionei a cabeça do meu pau naquele cu melado por cuspe e forcei, vagarosamente. Ele parecia se esforçar para que tudo ocorresse da melhor forma possível, empurrando seu quadril pra trás e tentando posicionar melhor seu ânus. Não foi difícil até que a glânde escorregasse e ouvissêmos ele gemer, sem ar, baixando a cabeça. Dei uma pausa até que voltei a enfiar, vagarosamente, até o talo. Sérgio gemia sentindo a pica dentro de seu rabo. Otávio esfregava as costas do rapaz, como que para ajudá-lo a relaxar enquanto eu mantinha os movimentos lentos. Movimentando seu quadril, o novato começou a rebolar, voltando a gemer de prazer. Otávio então o segurou pelos cabelos com certa brutalidade e enfiou sua pica novamente na boca de Sérgio, forçando-o a mamar violentamente. Agarrado a sua cintura, eu já aumentava a velocidade das estocadas sem qualquer problema. Meu pau deslizava pra dentro do ânus sendo recebido calorosamente. Sua coluna formava um concâvo devido a força que eu fazia, empurrando pra cima de Otávio, que atarrachava sua pica até a garganta do recém chegado que, pra nossa surpresa, lidava com tudo com excelência. 

Eu sentia o orgasmo chegando e tornei a bombar na bunda de Sérgio cada vez mais forte, chamando a atenção do mesmo que me olhava com uma face de súplica e agradecimento. Otávio já sabia o que viria e, aproveitando que Sérgio havia liberado sua pica da sua boca gulosa, masturbava-se com força para tentar chegar ao orgasmo junto comigo. Comecei a gemer alto, tentando prolongar aqueles segundos por mais tempo e nesse momento Sérgio foi puxado novamente, voltando a mamar Otávio, que empurrava a cabeça do rapaz contra seu pênis com violência. Esporrei tudo dentro do ânus não-mais-virgem de Sérgio, forçando minha pica mais afundo, entrando em torpor automático, perdendo todas as forças. 

Ainda com o pau de Otávio na boca, ouvi Sérgio gritar de prazer e dor, devido a força que usei nas estocadas finais e, logo em seguida, começou a tossir, engasgado, e a cuspir porra pelo chão do quarto enquanto tirava a pica de Otávio da boca. Otávio havia ejaculado direto em sua boca, engasgando-o, fazendo com que seus olhos lacrimejassem. No reflexo, Sérgio levantou o mais rápido que pode e pegou o restante do vinho para ‘descer’ a porra em sua garganta, sentando-se no chão ao se recompor. No susto, eu fiquei de pé observando, enquanto via Otávio com um sorriso maldoso e culpado observando a tudo.

Escorria porra pelas pernas de Sérgio e de seu queixo, enquanto ele tentava se limpar. ” - Foi uma delícia, cara… ” Disse Otávio, olhando nos. Eu ri, concordando enfaticamente. Sérgio permaneceu quieto por uns segundos, ainda se limpando e sem nos olhar na cara. ” - Não gostou? ” Perguntei, meio preocupado. Após alguns segundos em silêncio, ele se manifestou; ” - Só não esperava com a jatada na garganta… ” Tentei me segurar, mas não consegui e ri. Otávio foi mais escancarado e riu descaradamente, caindo pra cima de Sérgio, abraçando-o na camaradagem e se desculpando. Sérgio riu também, meio tímido. ” - Vocês fazem isso sempre? ” Perguntou depois e afirmamos que sim. Ele riu novamente, de forma safada, como quem dissesse que queria estar incluso em todas. ” - Quero comer o cu de um dos dois na próxima. ” Todos riram. ” - Vai ser um prazer… literalmente… ” Disse Otávio, aumentando ainda mais o tom da risada. Já era tarde e pouco havíamos feito do trabalho, até que tive uma ideia. ” - Por que vocês não dormem aqui hoje? ” Ambos me olharam, interessados. Precisaríamos falar com os pais de cada um, mas eles estavam certos de que os mesmos deixariam, se não fosse um incomodo pros donos da casa. Não seria, pra nossa sorte. Forramos dois colchonetes no chão, onde eles dormiriam naquela noite, depois de nos divertirmos mais.

Ficamos acordados até tarde em plena e pura orgia. Por vezes um cochilava, os outros continuavam e às vezes um acordava e já acordava o restante, com um boquete ou esfregando o pau na cara. Aquela foi a primeira noite de uma série de noites perfeitas. Experimentamos de tudo o possível e guardamos aquele segredo conosco, como o tesouro de um reino.


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