Menina Delicada ao Extremo

04 de Março de 2014 Del Contos Eróticos 8599

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Conteúdo originalmente publicado no site Contos Eróticos Aleatórios.

No restaurante que eu almoçava todos os dias, conheci uma mulher que era exatamente meu número. Apesar do nome de safada, todos os seus aspectos eram a delicadeza extrema em corpo de mulher. Totalmente branquinha, cabelos pretos naturalmente lisos até o meio das costas, grandes olhos castanhos, rosto bem desenhado e boca bem pequena, lábios carnudos no ponto exato. Não tinha mais do que 1.52 m de altura e pesava pouco mais de 40 kg, distribuídos em um corpo pequeno e magro, com seios grandes para o corpo da moça, coxas bem desenhadas que nunca viram academia e bundinha pequena, perfeitamente redonda, com quadris medianos e cintura fina. Era uma deliciosa e delicada estagiária de direito, uma safra envelhecida em 20 anos do mais puro néctar feminino.

Nossos encontros se tornaram constantes, e passamos a dividir a mesma mesa com frequência. Eu sempre com meu estilo confortável e despojado, ela sempre vestida em seu terninho e carregando sua bolsa Victor Hugo a tiracolo. As únicas variações eram as cores da calça, que sempre ficava larga e pouco torneava sua bundinha sedutora, por culpa de seu corpo diminuto. Mas eu adorava suas blusinhas, nem sempre tão decotadas, mas sempre suspensas em direção ao teto, graças àqueles seios ímpares, perfeitamente esculpidos por um cirurgião plástico de qualidade quando ela tinha 16 anos. “Eu tinha peitos de homem”, ela dizia.

Claro e evidente que eu não deixaria nossa relação tender a um viés de friend zone, então minhas investidas sempre foram bem diretas desde o primeiro olhar, aonde ela afirmava que meus olhos a tinham “despido e violado” sem qualquer sombra de piedade. Em poucos dias trocamos o primeiro beijo, e em poucas semanas dividíamos a mesma cama, fosse no motel ou no meu apartamento. Essa delicinha de porcelana era delicada ao extremo, só aceitava que eu metesse devagar, aguentava pouco tempo de estocadas, era pouco adepta de novas posições, não deixava gozar na boca e sequer cogitava a possibilidade de dar a bundinha. Mas e daí? Do jeito dela, ela fazia um boquete que poucas conseguem igualar, seu corpo lindo a deixava sedutora em qualquer posição e ela adorava experimentar lugares diferenciados para transar.

E lhes contarei hoje sobre um desses lugares diferenciados, que não é tão diferente assim, afinal você leitor já deve ter passado por uma experiência parecida em sua vida. Estávamos jantando normalmente na praça de alimentação de um shopping em uma segunda-feira quando ela me deu um olhar perverso, aquele tipo de olhar que precedia sua intenção de sugerir alguma brincadeira sapeca. Seu piercing delicado no nariz parecia brilhar mais forte quando a delicinha estava com idéias malignas, mero delírio da descarga de adrenalina em meu corpo diante da sugestão dela: transar no cinema. O dia era pouco propício para salas cheias, mas tivemos o cuidado de pesquisar pelo celular qual filme tinha mais cadeiras vazias disponíveis, então escolhemos um filme de terror decadente, em sua última semana de exibição.

Minha delicinha estava vestida com seu costumeiro traje social, apenas sem o blazer que havia ficado no carro. Sua saia chegava próxima à altura do joelho, ela usava um salto que a deixava na altura do meu ombro e blusa social branca de botões, ligeiramente transparente, que denunciava a existência de um belo soutien de renda na proteção daqueles deliciosos seios. Munidos de duas barras de chocolate aerado, entramos na sala que se encontrava totalmente vazia, poucos instantes antes do início do filme, e nos sentamos no local mais discreto possível, aonde geralmente estão sentados os casais que não querem ser perturbados no cair da luz.

Foi engraçado a forma que torcemos para que ninguém aparecesse para o tal filme, tanto que comemoramos quando a luz se apagou e realmente ninguém apareceu. Antes que o trailer começasse a ser exibido, eu já tinha aberto metade dos botões da blusa da moça delicadinha, enquanto ela me beijava deliciosamente com sua boca macia e língua habilidosa. Com a mão esquerda já tirando o soutien do caminho, senti a textura daqueles seios duros, com pequenos pelinhos dourados e pele suave como pêssego. O biquinho róseo já estava rígido e era embalado pelos movimentos do meu dedo indicador, ao mesmo tempo em que eu beijava e lambia o pescoço da delicinha, que me seduzia com gemidos musicais de sua voz de menina.

Me assustei quando ela me alertou sobre a presença de um casal que estava procurando um lugar mais embaixo na mesma sala. Torcemos para que não fosse um casal de idosos puritanos ou evangélicos empatadores de foda, mas reparando melhor, vimos que não era um casal convencional e sim duas meninas estilo “emo” com saias bem curtas, uma de cabelo bem curto e jeito masculino de andar e a outra mais feminina, com cabelo de alguma coloração estranha e correntes penduradas ao longo da roupa. As duas se sentaram longe de onde estávamos e, antes que déssemos por perdida a chance de foder naquele cinema, as moças já estavam com um movimento louco de mãos e cabeças, sem demonstrar qualquer inibição diante da nossa presença.

Antes que o fogo da bonequinha de porcelana se apagasse, eu me inspirei nas vizinhas de foda e escorreguei a mão ao longo da coxa da menina, que soltou um gemido em meu ouvido ao sentir meu dedo tocar em sua calcinha, que parecia ser rendada, fazendo par com o soutien. Como eu adoraria ter a visão daquela menina linda trajando esse conjunto de roupa íntima à minha frente naquele momento, mas ficaria para outra oportunidade, afinal ficar parcialmente nu em um local público, ainda que ermo e pouco iluminado, é abusar da sorte.

Enquanto eu dedilhava seu sexo por cima da calcinha, minha doce branquinha abria cada vez mais suas pernas e se contorcia na cadeira, ao mesmo tempo em que mordiscava e lambia minha orelha. Seus gemidos eram bem baixinhos, mas despertavam um desejo descomunal em mim, uma vontade selvagem de rasgar aquela calcinha e violar a mocinha como um urso selvagem devora sua presa. Ela já estava sentada com os joelhos dobrados pra cima e os pés em cima da cadeira, deixando a saia bem levantada e aquela protuberância vaginal à mostra, com sua calcinha rendada recobrindo a visão do paraíso. Eu a masturbava devagar, conforme seu gosto, e ela agora aliviava o tesão reprimido, com beijos em meu pescoço.

A prexequinha da menina começava a expelir cada vez mais mel, convidando meus lábios para uma sessão infinita de cunniliguns, porém tive meu ímpeto refreado pela moça, que não me deixou ajoelhar-se à sua frente para ficar diante daquela perfeição. Ela me confessou que seu receio era não conseguir conter os gemidos mais intensos, uma vez que ela sempre ficava louca com meu trabalho lingual. Sem problemas, abri meu zíper e dei liberdade para a trosoba fumegante, que se encontrava em pleno riste. Ela entendeu minha idéia e colocou dois tabletes de chocolate na boca enquanto me tocava uma punheta relaxante com sua pequena mão. Quando o chocolate se encontrou derretido em sua boca, ela se abaixou e colocou minha piroca em sua boquinha, fazendo-me enlouquecer ao sentir o toque de sua língua macia e achocolatada.

Confira apenas no site Contos Eróticos Aleatórios qual foi o saldo dessa brincadeira no Cinema. Quem não gosta de brincar no escurinho?

Ei, já visitou o Tumblr da Cherry hoje?


Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria

Esse texto está protegido por direitos autorais.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem permissão do autor.

Leia também
Sempre fui putinha e de papai tb sexo incesto há 12 horas

O que vou contar aconteceu quando eu tinha 18 anos.Sou filha única,minha m...
laureen Incesto 273


De moça virgem a garota de programa luxuoso há 12 horas

conto de uma gde amiga Maria box box box.............. É um segredo qu...
laureen Virgindade 131


Agarrei a bunda gostosa da coroa ruiva no ônibus. há 1 dia

Olá, me chamo Marcos e amo uma boa oportunidade de tocar em bundas, mas va...
ylovearrimon Aventura 297


Nanda - Bombadas no Ano Novo há 1 dia

Nanda – Bombadas no Ano Novo (Conto Real) Uma amiga em comum nos apres...
kasa Heterosexual 143


Meu natal com a Fer, a ultima foda antes da viagem há 2 dias

Olá galera esse será o último conto antes da viagem,,,,,,,,, o meu Nata...
bodiar Exibicionismo 180


DE VOLTA À PIZZARIA - Capítulo 12 há 2 dias

DE VOLTA À PIZZARIA CAPÍTULO 12 ATENÇÃO ESSE É O DÉCIMO SEGUNDO ...
carlaomg Aventura 106