Novinha do Carnaval

05 de Março de 2014 Del Contos Eróticos 9687

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Conteúdo originalmente publicado no site Contos Eróticos Aleatórios. Não se esqueça de visitar também o Tumblr da Cherry, para uma experiência mais visual.

Ela estava lá, do outro lado da rua, esbanjando graciosidade do alto de seus 1.60 m e uns 58 kg, com um piercing de argola no nariz arrebitado, olhos mestiços penetrantes e um rosto bem juvenil, que me despertava curiosidade a respeito de sua idade. Seu traje era discreto para o Carnaval, apenas uma camiseta de um personagem qualquer de desenhos infantis, além de um short jeans curtíssimo que revelava suas belas e grossas coxas. Morena média, seus cabelos pretos e ondulados contrastavam com o vermelho de seu belo sorriso, com lábios pouco carnudos, porém sensuais.

OBS: Como de costume, para ir direto ao que interessa, role até a próxima frase em negrito.

Sua amiga era uma perfeita succubus, morena clara, trajando um vestido curtíssimo e chifrinhos piscantes ornamentando seus longos cabelos lisos. Pouca coisa mais alta que a outra moreninha, seria minha escolha para o ataque, não fosse por um detalhe: a bunda do meu alvo inicial era incrível, quase tão exuberante e bem desenhado quanto o rabo hors concours da mãe de todas as bundas. Aquele atributo visual foi o convite para o ataque, embora a idade daquela delícia pudesse ser um empecilho para a minha empreitada.

Da aproximação ao contato de nossas bocas não levou mais do que alguns instantes, mas nossa conversa serviu para esclarecer alguns pontos: descobri seu nome, sua idade (18 anos, felizmente) e mais alguns detalhes interessantes, como seu avançado estado etílico e a idade chave-de-cadeia da succubus, tenros 15 anos, algo que me fez agradecer ao destino por ter me dado a escolha correta. Ainda para a minha felicidade, a doce diabinha, que era prima da morena bunduda, decidiu nos deixar a sós, tirando totalmente da minha cabeça qualquer ideia pecaminosa (e incorreta aos olhos da lei) de combinar as duas primas em uma tórrida atividade sexual carnavalesca.

Não trocamos nem meia dúzia de beijos e carícias até que a moreninha me conduziu pela mão até um beco próximo, local mais apropriado para que eu pudesse conhecer melhor os detalhes da boca e do corpo daquela foliã novinha. Não perdi tempo em sentir com vontade a textura macia daqueles lindos montes nadegais, protegidos pelo short jeans cravado de forma suculenta naquele rabo, formando um lindo cânion do prazer. Vendo que o nível de resistência daquela menina aos meus ataques era zero, tirei sua blusa do caminho e liberei um dos pequenos seios para o meu deleite. Seu mamilo saltado de cor marrom clara se eriçou deliciosamente ao toque dos meus lábios, fazendo a menina suspirar em meu ouvido e apalpar minha trosoba por cima da bermuda.

Vendo que o clima entre nós esquentava em progressão geométrica e o beco ficava cada vez mais populoso, perguntei se ela conhecia algum lugar aonde pudéssemos nos divertir, ou se ela tinha alguma objeção em entrar no meu carro e ir para o hotel aonde eu me hospedara. Ela rejeitou a ideia do carro/hotel, mas pegou minha mão e disse para eu ir com ela, seguindo um caminho oposto ao que entramos no beco, indo para longe da muvuca da rua principal.

Quando planejei passar o Carnaval naquela cidade litorânea do interior, sabia que possíveis delícias me esperavam, mas não imaginava que uma novinha tão suculenta surgisse em meus caminhos logo no primeiro dia. Observar aquela esplêndida bunda remexendo com os passos rápidos da moça só me faziam desejar jogá-la no chão de terra de qualquer uma daquelas ruas escuras, penetrar-lhe o cu vigorosamente e depois jorrar minha masculinidade em sua cara de ninfeta. Eu até mesmo aceitaria levá-la comigo para a minha casa, desde que ela me proporcionasse uma visão diária daquele rabo engolindo uma minúscula calcinha de algodão, todos os dias.

Acordei do devaneio quando ela me apontou uma casa humilde, em uma rua sem saída na qual todas as casas estavam apagadas e/ou abandonadas. A menina disse que ela estava passando o Carnaval com a família naquela casa, o que me deixou satisfeito com a possibilidade de degustar aquele ânus em todos os cômodos da casa alheia. Questionada sobre a chave, ela disse que não estava em posse, mas disse que podíamos pular o muro baixo e brincar na garagem, longe dos olhos de vizinhos ocultos e bisbilhoteiros. Antes que eu aceitasse verbalmente a sugestão, ela pulou o muro e correu em direção à garagem, me obrigando a fazer o mesmo, embora meio desconfiado com a possibilidade de alguém ver a cena e chamar a polícia, ou mesmo os parentes da moça.

A garagem ficava atrás da casa, estava ocupada por um carro antigo, e não tinha porta, o que permitia uma parca iluminação proveniente dos postes da rua, bem como nos deixava praticamente invisíveis a possíveis observadores externos. Entrei pela garagem confiante que continuaríamos o ato aonde paramos lá no beco, mas a morena já estava abrindo sensualmente seu zíper, fazendo o short deslizar junto com sua calcinha por suas pernas grossas, revelando uma bela prexequinha depilada, que eu adoraria dispor de mais iluminação para ver melhor. A menina me chamou para junto de si e, assim que me aproximei, ela abriu minha bermuda, fazendo-a cair, bem como tirou minha cueca, deixando saltar meu mastro hirto diante se seus olhos.

Depois de uma série de (falsos) elogios às dimensões de minha piroca, a novinha segurou-me o mastro com sua mão de dedos curtos, tocando-me uma rápida e voraz punheta, ao mesmo tempo em que me oferecia seus lábios com aroma de morango novamente. Aproveitei o momento de masturbação para lhe oferecer o mesmo deleite, tocando-lhe o grelo com os dedos e sentindo o quão empapada estava aquela vulva. Com o salame pulsante, sugeri à minha companheira que me desse a honra de sentir sua boquinha em meu amigo veiudo.

A novinha simplesmente recusou meu pedido e perguntou se eu tinha uma camisinha. Saquei do bolso da bermuda caída uma cartela que eu havia ganho no pedágio. A menina abriu o pacote com dedicação, encapando-me o pau logo em seguida, antes de apoiar as costas na parede mais próxima, colocar o pé sobre uma lata de tinta e me convidar para adentrar aquela deliciosa vulva imediatamente.

Peguei a novinha por suas suculentas nádegas e levantei um pouco seu corpo, deixando-a na altura ideal para enfiar meu pau naquela prexequinha tão apertada quanto irrigada. Assim que sentiu minha trosoba em seu interior, a moça abraçou-me e soltou um gemido abafado bem próximo ao meu ouvido. Aquele gemido delicioso me incentivou a engatar um “créu velocidade cinco”, no qual eu meti o pau com velocidade e voracidade dentro daquela moreninha apaixonante, fazendo-a me abraçar mais forte pelo pescoço e fazer um grande esforço para não se exaltar nos gemidos. Troquei o ponto de apoio para os joelhos e a afastei da parede, arreganhando bem suas pernas e dando amplitude para movimentos ainda mais rápidos, causando delírio na ninfetinha safada.

Sua pepeca estava pingando de tesão quanto a coloquei deitada de costas sobre o capô do carro. Fechei suas pernas em um frango assado e pude observar o volume monumental daquela flor vaginal, que atraía minha língua para seu interior de forma magnética. Arreganhei as pernas da mocinha e enterrei a cara em sua buceta, pegando logo o grelo com os lábios e fazendo a novinha se estremecer ao sentir minha língua frenética em sua intimidade. Aproveitei também o mel que escorria daquela gruta para socar três dedos em sua vagina. Foi então que ela empurrou minha testa, olhou em meus olhos e disse: “Quero seu pau, não seus dedos.”

Ei, o resultado desta deliciosa aventura carnavalesca pode ser conferido, com exclusividade, no site Contos Eróticos Aleatórios.


Reportagem especial (UOL)
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