Namorada Loira: Primeira Vez por Trás

05 de Março de 2014 Del Contos Eróticos 13788

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Conteúdo originalmente publicado no site Contos Eróticos Aleatórios. Visite também o Tumblr da Cherry para uma experiência mais visual (conteúdo explícito).

OBS: Conteúdo fictício. Qualquer nome, local ou situação presente neste texto não possui qualquer relação com a realidade.

Lá para os meus 18 anos, eu comecei a namorar uma loirinha de 16, com belos olhos verdes, 1.52 m de altura, uns 40 kg de falsa magreza, com uma bundinha pequena mas arrebitada e bem desenhada, barriguinha de mulher (leia-se: delicada e macia), peitos medianos super empinados e duros, cabelos lisos na altura dos ombros e uma vontade louca de experimentar tudo quanto era brincadeira a dois depois que se viu livre do cabacinho. Uma delicinha! Dentre nossas inúmeras aventuras sexuais ao longo de dois anos de namoro, vou contar-lhes como foi a primeira vez em que pude conhecer o interior daquele furico rosado

OBS: Como de costume, para ir direto até a parte de sexo, procure a próxima palavra em negrito no texto.

Eu estava tranquilamente enrolando na faculdade quando um SMS brota no meu celular com a seguinte mensagem: “Amor, minha amiga disse que deu o cu pro namorado e foi legal”. Interessante, afinal não importava quais técnicas de convencimento eu tentasse, até agora eu não havia conseguido sequer chegar com minha trosoba perto daquele cuzinho róseo emoldurado por esparsos fiapos de cabelo loiro. O máximo que eu conseguia era lamber, chupar ou colocar a ponta de um dedo ou outro de vez em quando, mas não passava disso. Logo, aquele SMS já me deixou paudurescido com a probabilidade de finalmente tentar a brincadeira no próximo encontro.

Chegou então outro SMS: “Eu quero experimentar, agora”. Porra, “agora”? Caralho leitor, imagine um moleque espinhento e punheteiro sendo intimado pela namorada tesudinha a finalmente retrocopular-lhe a bundinha, depois de longos meses de espera e tentativas frustradas. Minha trosoba ficou tão ardente dentro da cueca que quase pude ver alguma fumacinha subindo pelo zíper da calça. Taquei um “foda-se” para a aula, corri para o meu carro e em poucos minutos venci os 20 km que me separavam da loirinha, ignorando o risco de levar algumas multas por direção perigosa.

Enquanto eu buzinava em frente à casa dela, minha barraca teimava em continuar armada abaixo da calça. Ela abriu a porta e surgiu suculenta em um vestidinho verde-limão colado ao corpo, cabelo preso em rabo-de-cavalo e aquele sorrisinho sapeca que ela fazia quando estava diante de alguma peripécia. Ela veio saltitando até meu carro e, quando entrou, perguntei se seria na casa dela ou no motel, e ela disse para eu ter calma, pois ela tinha que buscar a irmã no colégio antes de sair para qualquer lugar. Era por volta de 15:30 e a irmã só saía por volta de 17:00. Sem problemas, pensei, afinal daria para comer o cuzinho dela por uma hora e meia antes de buscar a irmã, e mais tarde comeria mais aquela rabetinha no motel até meu pau cair. Isso se aquela prima testemunha de Jeová não estivesse fazendo uma visita inesperada (leia-se: evangelização) naquele momento. Porra de vadia do caralho, com o tesão que eu estava comeria até aquela bundinha crente de funil e sairia contente.

Que merda foi ficar ouvindo aquele papo de igreja durante aquela hora e meia que pareceram durar uma eternidade. Enquanto minha namoradinha ora sentava do meu lado, ora levantava e desfilava aquela bundinha até a cozinha para buscar refrigerante e olhar o bolo no forno, eu só conseguia me imaginar enrabando aquela loirinha e fazendo ela gritar tão alto que escandalizaria o bairro inteiro. Por inúmeras ocasiões tive que dar um pulo no banheiro para tocar uma bronha e me aliviar, mas sem gozar, meus bravos gametas tinham como destino o intestino grosso da minha namoradinha naquele dia.

Finalmente chegou a hora de buscar a irmãzinha pentelha no colégio e despachar a prima chata pacaralho, que, para honrar sua chatice mórbida, aceitou uma carona até parte do caminho. Depois de alguns minutos de engarrafamento aturando aquela voz irritante, finalmente largamos a prima em um ponto de ônibus qualquer e rumamos para o colégio. Enquanto esperávamos a irmãzinha sair era notório o ar de safadeza, curiosidade e medo no olhar esmeralda da minha namoradinha, e ela fazia questão de me provocar tocando meu pau por cima da calça enquanto me beijava, e eu já tinha percorrido todo o caminho da coxa por dentro do vestidinho, com meus dedos trabalhando para molhar aquela calcinha de algodão.

A pivetinha chegou e interrompeu nosso beijo dizendo que iria contar tudo para o pai dela, garotinha chata na plena insolência que seus 11 anos de idade permitiam. Ela comunicou que queria comprar um livro que a professora recomendou e pediu para que levássemos ela ao shopping, mas tanto eu quanto a loirinha negamos, o que provocou a ira da pequena irritante, que por meio do seu celular recorreu à mãe para obrigar sua irmã mais velha querida a levá-la ao shopping. Caralho, viu? Só podia ser sacanagem uma porra dessas, nunca tive que aturar os caprichos da irmãzinha retardada e justamente no dia mais importante do relacionamento.

Mas eu sou persistente, aturei os longos minutos que a cunhadinha escrotinha levou para escolher e comprar seu livro com o dinheiro da irmã, apenas me concentrando no quão selvagem eu seria no trato com a bundinha loira do meu amor. Minha namoradinha safada sabia no que eu estava pensando e de vez em quando dava uma reboladinha pra mim, ou então se apoiava em alguma estante de livros com a bundinha empinada e me olhando, praticamente dizendo “me come”. Depois de cumprir a missão, deixamos a mini-cunhada irritante em casa e partimos em alta velocidade para o nosso motel de costume, escolhi o quarto mais caro na recepção (era um dia especial) e finalmente estávamos a sós.

Assim que estacionei o carro, notei o nervosismo no rosto da minha loirinha, mas o brilho em seus olhos verdes demonstravam seu encanto diante da novidade. Minha trosoba não aguentava mais ficar guardada dentro da cueca, então supri seu desejo colocando-a para fora, perguntando à minha namoradinha se ela já tinha me visto excitado daquela maneira. Ela ficou impressionada quando colocou meu amigo veiudo em sua pequena mão branquinha e me deu um beijo delicioso enquando eu já estava pegando aqueles peitinhos de mamilos róseos quase brancos, revelando à meia luz do interior do meu carro aqueles biquinhos que pareciam pequenas amoras vermelhas de tão ouriçados que estavam. Após me separar daqueles lábios doces, tais amoras foram o alvo da minha boca. Ah leitor, como eu adorava chupar aqueles peitos empinados e firmes.

Nosso tesão era grande demais para caber em um carro compacto, então eu saí com meu pirocóptero balançando e fui em direção à menina, que já se encontrava apoiada no carro com o vestido bem levantado, pronta para o pecado. A coloquei devidamente sentadinha no capô e alternei lambidas, beijos e pequenas mordidas ao longo de suas coxas, até chegar próximo da bucetinha rechonchuda que ainda estava guardada pela calcinha amarela de algodão. Após ver que o tecido da portaria do prazer já estava melado, aproximei meu rosto daquela gruta cheirosa e tasquei uma leve mordida naquele monte de vênus ainda oculto. Ela soltou um gemidinho e empurrou minha cabeça contra sua deliciosa prexeca, que eu revelei apenas chegando a calcinha para o lado.

Aquele belo exemplar de buceta tinha sido especialmente trabalhado para a ocasião especial, visto que não havia qualquer vestígio de pelos pubianos adornando tal portal do reino da putaria. Abri os grandes e pequenos lábios com meus polegares e enfiei minha língua bem no buraquinho, para sugar o mel direto de sua fonte. Era lindo como a loirinha se contorcia enquanto minha língua percorria sua prexeca suculenta, especialmente quando eu juntava os lábios em volta do clitóris e fazia uma leve pressão antes de chupá-lo vorazmente, fazendo com que minha namoradinha apertasse as pernas em torno da minha cabeça e implorasse por misericórdia.

Enquanto a doce menina do cabelo amarelo já implorava por meu vergalhão em seu interior, resolvi ser malvado e mandei que ela subisse para o quarto. Não leitor, não fiz isso para valorizar o alto preço daquela suíte master, foi apenas com a intenção de fazer algo bem interessante logo em seguida. Enquanto ela subia a escada com o vestido levantado para me provocar, deixando sua delicada bundinha à mostra, eu seguia com sua calcinha na boca, fazendo cara de cachorro vira-latas diante de um churrasco. Pouco antes de ela alcançar a porta, a segurei firme pela cintura e me mantive um degrau abaixo do dela, proporcionando a altura ideal para o Paulo Veiga (meu pau cheio de veia, piadinha de colégio) cutucar sua bundinha. Sentir o calor da minha piroca em suas nádegas fez a loira dar uma leve empinadinha na minha direção, antecipando o que aconteceria logo em seguida.

Coloquei a trosoba na porta daquela bucetinha, que rapidamente já estava ensopada de néctar do prazer novamente. Por mais que eu já tivesse comido minha delicinha ao longo do namoro, aquela grutinha nunca se acostumava à largura do meu membro, era sempre delicioso sentir como aquela super vulva resistia à invasão do meu pau. A cena era linda meu amigo leitor, aquela loirinha de bundinha empinada na escada, eu a segurando pela cintura e ela com as mãos dela sobre as minhas, gemendo deliciosamente enquanto inclinava a cabeça para trás e sentia as investidas do meu pau em seu interior. Meu tesão era extremo, ainda mais quando separei os dois lados daquela bundinha pequena e pude visualizar meu alvo principal naquela ocasião: o cuzinho rosado.

Continue a leitura deste texto no site Contos Eróticos Aleatórios e descubra como foi a experiência de violar a intimidade anal da minha namoradinha loira pela primeira vez.


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