Rafaela - Uma nova mulher em Paquetá.

07 de Março de 2014 rafinhada Contos Eróticos 5130

Reportagem especial (UOL)
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Depois da minha primeira experiência sexual, fiquei totalmente traumatizada, só saia de casa para ir a escola e não fazia amigos. Meu ultimo ano ginasial passou e eu não senti nada. Eu tinha medo dos homens, sempre lembrava o que tinha me acontecido e era obvia a preocupação da minha mãe, a solução foi me levar para passar as ferias na casa da minha tia em Paquetá pra ver se eu melhorava de espirito.

   Eu sempre odiei Paquetá, uma ilha que não tinha nada de atrativo, tinha uma padaria, um mercado, uma praça importante, uma viatura de policia e cheiro de peixe. A única vantagem era que eu poderia sair de casa qualquer hora que nada iria acontecer comigo, no máximo tropeçar e cair ou roubarem minha bicicleta e assim eu teria que ir andando pra casa, a liberdade que eu podia ter naquela ilha sem nada e chata era infinita. Então todo dia eu acordava, ajudava minha tia com as tarefas de casa, regava as plantas do quintal, almoçava e ia passear de bicicleta. Em 1 hora eu tinha dado uma volta inteira na ilha, via as pessoas andando com as crianças, cavalos, pescadores fazendo rede e passava em frente ao parque da cidade, eu sempre parava no lá e aproveitava pra nadar em um pequena praia, era bem relaxante ter o parque praticamente só pra mim e pro cachorros (rsrs).

   Quando o ano letivo tinha finalmente acabado, eu tinha sido liberada mais cedo da escola então aproveitei mais, pois era uma "aluna exemplar", a ilha ficou cheia, crianças e jovens voltava da cidade para passar as ferias em casa e nisso minha tranquilidade acabou. Tinha crianças por todo o lado, o parque tranquilo e vazio agora era cheio, eu não tinha mais meu lugar tranquilo para relaxar, ler e nadar. Com aquele inferno na ilha, eu voltei a procurar um refugio e encontrei, na parte mais deserta da ilha na costa eu achei uma pequena trilha com escadas feitas de terra batida e descendo tinha uma linda prainha totalmente coberta por arvores. Todos os dias eu ia para a prainha, era divertido ficar e brincar sozinha na areia, até que um dia um grupo apareceu, nesse grupo tinha uns três meninos e duas meninas, eles eram mais velhos que eu e ficaram tão surpresos quando eu em nos encontrarmos ali.

   Enquanto eu pensava que tinha perdido mais um refugio, um dos caras veio falar comigo. O nome dele era Douglas e tinha 20 anos, me apresentei tentando não ficar nervosa e descobri que quem fez a trilha para aquele lugar foi ele e os amigos, e apesar de secreto, eu encontrei, portanto também tinha direito de ficar. Ele era muito sorridente, sempre soltava uma piada no meio de cada frase, o que tornava muito agradável ficar ao lado dele. No grupo estava Douglas, O gigante comediante; Roberto (21), Moreno desbocado; Ana Carolina (18) A gostosa; Caio (19), o afeminado; Danilo (22) o certinho; e Gabriela (20) a tímida. Era um grupo bem distinto, era amigos há muito tempo moravam todos na mesma vila desde que nasceram, e me colocaram no grupo mesmo sem eu querer. Todo dia depois do almoço Douglas ia me buscar e íamos juntos para a prainha encontrar com o resto do povo. Era muito divertido passar à tarde com eles, as meninas levavam lanches e os caras bebidas, sim, eu bebi, eles faziam drinques bem fraquinhos pra mim só pra eu não me sentir deslocada. Nós conversávamos e brincávamos o dia todo, e assim eu comecei a reparar mais no Douglas, ele era divertido, mas também bonito, alto, tinha o corpo bem definido por causa das artes maciais que praticava, eu nunca achei que seria capaz de reparar em um homem depois de toda a experiência traumática que tinha passado, mas ele era especial, me tratava com gentileza e flertava comigo através de piadas inteligentes. No grupo as meninas saiam com todos eles, Danilo e Caio que descobri serem bissexuais se beijavam casualmente, mas apesar da bebida nada "saia do controle".

   Em uma sexta à noite Douglas veio perguntar a minha tinha se poderia me levar a um luau, e claro que feliz por eu ter feito amigos ela deixou de bom grado. Fomos pra prainha e de lanterna seguimos pela trilha, chegando lá o grupo estava completo, eles tinham feito uma fogueira, tinha uma mesinha de bambu com os comes e bebes e até musica. Caio, Ana e Danilo já estava dançando com garrafas na mão, Beto e Gabi sentados na beira da água conversando e quando cheguei com Douglas foi uma festa, saíram pulando ao nosso encontro,  me abraçaram, Ana bêbada, me deu um selinho que me deixou bem surpresa, me entregaram um copo de bebida e me levaram pra dançar junto a fogueira. Eu e Caio dançávamos no ritmo da musica, mesmo tímida eu dançava funk do meu jeito, ele falava que eu era linda, que tinha que me soltar mais, ser feliz e deixar a vida acontecer, até porque “se nada acontecer, nada vai acontecer". Douglas se juntou e começou a dançar comigo, ele estava com um cheiro maravilhoso, me tocando levemente, sempre me segurando quando eu me desequilibrava por causa da areia com mãos firmes, naquele momento eu me senti feliz e segura.

   Tomei a liberdade de beber mais, estava sempre com um copo na mão, mas parecia que o drinque estava cada vez mais fraco, cheguei ao Douglas e perguntei "Cara, você está fazendo meu drinque muito fraco, quase não estou sentindo o gosto da vodca", ele riu e respondeu "Claro, eu não quero que você perca o controle por causa da bebida", ele se aproximou mais e falou no meu ouvido "Quando você perder o controle quero que seja por minha causa", não sei o que me deu, pois eu olhei pra ele e disse "Então me faça perder o controle" e o beijei. Eu não sabia da onde eu tinha tirado essa ideia, poderia ser a bebida, o clima da festa ou o perfume inebriante que ele exalava, mas eu o beijei, foi incrível o calor do seu abraço enquanto me beijava, suas mãos firmes nas minhas costas. Os amigos ao redor gritaram coisas como “ATÉ QUE ENFIM" "ALELUIA" "ARRUME UM QUARTO", batiam palmas e comemoravam, mas eu só sentia aquele beijo suave dominando meus lábios como se eles sempre estivessem ali, nada iria me tirar aquele momento, ele colocava a língua na minha boca com delicadeza, eu me sentia viva de novo. 

   Quando nos "separamos", os outros já tinham voltado a se divertir e beber nos deixando no nosso mundo, ele riu me pegou pela mão e me chamou pra ir para a água, de biquíni e sunga entramos na água morna e convidativa, fomos até aonde a luz da fogueira alcançava e voltamos d'aonde tínhamos parado, ele me abraçou e me fazia carinho nos braços, nos ombros entre intervalos de beijos demorados no pescoço, não falávamos nada, o olhar era tudo, nos olhávamos com desejo, eu que até outro dia tinha medo, hoje estava aberta a uma nova experiência, ele era mais velho e eu sabia o que queria e permiti. Segurei suas mãos e as coloquei na minha bunda, bem nas polpas, apesar de ter bunda grande pra minha idade suas mãos grandes a envolveram quase por completo, ele me olhava a cada movimento, me aproximei o quanto era possível de seu corpo e o deixei livre pra fazer o que quisesse a partir daquele momento.

   Os beijos passaram de suaves para selvagens, sua língua agora me invadia, assim como suas mãos apertando meus peitos por cima do biquíni, seus dedos dedilhando meus mamilos duros de excitação, me apertava em seu corpo querendo traze-lo mais para perto de mim, eu estava nas nuvens, o calor que tinha desaparecida junto com o Filho do Jornaleiro, reapareceu e agora eu não queria parar nunca. Senti seu pau ficando duro contra minha barriga e não senti medo, deslizei minhas mãos até o seu cacete e o apertei, surpreso ele me olhou, e em um segundo tudo estava decidido, ele me apertou mais forte e eu continuei a toca-lo, suas mãos dançavam no meu corpo, meus peitos agora fora do biquíni já estavam em sua boca que trabalhava nos mamilos mordendo-os e chupando, as mãos na minha buceta eram uma injeção de prazer, massageando meu grelo com firmeza me fazia arranha-lo e trazia nossos corpos cada vez mais perto incentivando a luxuria e a única maneira de me expressar era gemando de prazer em seu ouvido. Seu cacete já estava fora da sunga e eu o punhetava cada fez mais rápido e forte.

   Em meio a gemidos, "Rafa, eu quero mais", era tudo que ele falou.

   Caminhamos para a praia, a fogueira estava meio apagada, e não foi surpresa a cena que vimos. Beto estava deitado com as mãos na cabeça, enquanto Gabi chupava seu pau e se masturbava a cada movimento. Ana estava de cavalgando no cacete de Danilo e chupava Caio ao mesmo tempo, que estava se estimulando, enfiando dois dedos do cú. Douglas me levou até um lado da fogueira onde tinha um lençol estendido e nos sentamos já aos beijos, as mãos se movimentavam com mais urgência, e a luxuria ao redor nos incentivávamos ao continuarmos até encontrar o ápice do gozo. Já nus, ele continuou a me masturbar, a cada movimento circular no meu grelo e para completar começou a me chupar mordiscando e sugando meu mel, eu sentia um espasmo de prazer percorrendo todo meu corpo, ele notou que eu estava a ponto do delírio e enfiou um dedo na minha buceta e eu fui ao céu. Eu nunca vou esquecer meu primeiro gozo, eu sai do meu corpo e dei caminho para uma nova mulher entrar, a partir dali me permiti a viver e deixar as coisas acontecerem.

   No momento em que eu me recuperava do meu delicioso orgasmo. Caio estava comendo Gabi de quatro na areia, que gritava em êxtase e Danilo estava beijando e acariciando o pescoço de Caio enquanto de masturbava.

   "Doug, deixa eu te chupar?", eu tinha me transformado, a menina tímida e traumatizada, tinha acabado de virar uma mulher que sabia muito bem o que queria. Comecei a punheta-lo de leve, nunca perdendo seu olhar, usava seu pau como um pirulito, saboreando a cabeça do seu pau e sugando de leve. Deixando bem molhadinho com minha saliva, bem devagarinho tentei colocar todo o seu cacete dentro da minha boca, não consegui era grande de mais para minha boquinha, mas fiz meu melhor, eu via seu prazer estampado no rosto. "Gata, sua boca é tão gostosa, nossa, tem certeza que é a usa primeira vez?", continuei a chupa-lo já em um ritmo acelerado, e saber que ele estava gostando me deixava completamente melada, seu prazer era meu prazer e eu queria mais. Peguei usa mão e a coloquei na minha cabeça, "Use minha boca como desejar" eu disse, eu continuei olhando pra ele, e assim puxando meus cachos ele começou a comandar o boquete, eu engolia o máximo que podia e mesmo com os movimentos fortes não forçou, mas eu queria mais. Eu apertei suas coxas e ele entendendo o recado começou a bombar mais forte, seu pau agora já entrava e saia da minha garganta sem problema e eu não me incomodava com a falta de ar, estava adorando que ele me possuísse daquela forma. 

   Já não aguentando e com receio de gozar, me puxou e voltou a me beijar, "Rafa eu quero tanto te comer, você é tão deliciosa e tem um gosto tão doce" enquanto ele falava eu subia em cima dele, ele colocou a camisinha e olhando nos seus olhos posicionei seu pau na entrada na minha buceta onde já escorria mel para as coxas, e em um único movimento sentei naquele pau que para minha buceta "virgem" era demais, me arreganhando de uma vez só eu gritei, a dor foi um prazer para mim, pois eu a queria e desejava senti-lo entrando em mim e eu o queria rápido, ficamos quietos por um tempo e notamos que Beto e Gabi já não estavam no nosso campo de visão (provavelmente na água), mas Caio e Danilo fazia uma dupla penetração com Ana que toda arreganhada em cima de Danilo gemia como uma louca. Aquele ménage me veio de inspiração e comecei a cavalgar devagar no pau do Douglas, o pau dele entrava e saia de mim sempre me preenchendo ao máximo, a pressão me deixava sem ar.

   - "Isso, Rafa você é tão quente, está apertando meu pau" Ele colocou as mãos na minha cintura e me ajudou a controlar o movimento acelerando cada vez mais, o som dos nossos corpos chocando um contra o outro cada vez mais forte era musica e o mundo tinha desaparecido ao nosso redor, assim eu gozei pela segundo vez. Eu cai no lençol e mesmo tentando me recuperar do clímax, ele me virou de bruços e começou a me penetrar, a pressão feita no meu interior me fez voltar da lua, mas meu orgasmo continuou, ele segurou minhas mãos em cima da cabeça e a cada estocada eu gritava de prazer, eu estava delirando e já não controlava meu corpo, eu estava gozando sem parar uma vez atrás da outra. Douglas urrou alto e era o anuncio que estava gozando, ele soltou minhas mãos apertou minha cintura e meteu forte dentro de mim gozando e me fazendo ao céu pela milésima vez.

  Caídos no lençol, suados e completamente satisfeitos, vimos o resto do grupo igualmente jogado na areia, dormindo, conversando ou se acariciando. E continuamos assim até amanhecer, arrumamos tudo e voltamos para casa. Aquele grupo já tinha vivido isso provavelmente muitas vezes, e a agora oficialmente para mi eu tinha perdido a virgindade, naquela noite eu tinha deixado de ser menina e a mulher tomou conta do meu ser. 

   Aquela noite foi só o inicio de uma vida cheia de gula pelo prazer. 

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Beijos e Prazer a todos.


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