Alice

08 de Março de 2014 Renning Contos Eróticos 3242

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


No início, a solidão era algo que me perturbava. Uma constante que não me abandonava. E quando eu era menor, quando minha compreensão de mim mesmo inexistia, isso até me preocupava. Mas o tempo passa e a gente aprende, e hoje sou só um desse moleques com ar silencioso, meias palavras e, como Alice disse, 'cheio de mistérios'. Quem é Alice, você se pergunta? Bem, essa história é sobre ela, ao menos parcialmente, e especificamente sobre quando a conheci. Alice é uma daquelas meninas revolucionárias donas de si mesmo e... desafiadoramente lindas.

Era tarde e, insône que sou, resolvi sair pra andar e fumar um cigarro ou outro. Moro a cerca de 7 minutos de uma praia de beleza desperdiçada graças a poluição, mas à noite, como não dá pra ver toda a merda boiando, até que é um lugar bonito. Estava frio no dia, então o número de pessoas na rua diminuía drasticamente. Frio é algo ao qual nós, cariocas, não estamos acostumados. Vestindo meu casaco moletom surrado e com fones de ouvidos, caminhei pelo calçadão da orla até um extremo, quando decidi sentar pra apreciar a paisagem e fumar mais um cigarro. Fiquei ali alguns minutos até que notei alguém se aproximando. Nunca a tinha visto. Pele branca do tipo que parece não conhecer o sol, cabelo meio desgranhado, meio ondulado, mas bonito, com uma mecha azul do lado direito. Mesmo no semi-breu que estava, deu pra notar o quanto o sorriso dela era lindo e seus lábios eram avermelhados. Fiquei quieto, só a vendo se aproximar. 

" - Ei, garoto! Me arruma um cigarro? "

Demorei uns segundos pra processar e depois, meio atrapalhado, saquei o maço do bolso e retirei um cigarro, oferecendo-a. " - Ah, claro, toma. Pode pegar. " Ela sorriu e agradeceu, acendendo o cigarro dela na ponta do meu. Achei que depois de conseguir o cigarro ela fosse sair mas, ao contrário disso, ela contornou o banco e sentou-se do meu lado. " - Tá frio, né? " Falava, sorrindo, como se aquela situação fosse plenamente normal. Na minha mente inúmeras hipóteses que pudessem justificar aquilo já vinham sendo maquinadas. Claro, a mais simples, não era a opção que detinha meu maior punhado de fé. Afinal de contas, uma menina daquela, linda, não chegaria em alguém como eu numa quinta-feira à noite fria de uma praia poluída sem mais nem menos. Era mais provável que ela fosse o chamariz de uma gangue que sequestra pessoas pra roubar seus rins e eu estava prestes a morrer. " - Ah, esqueci de me apresentar... Alice! " Ela disse, cortando meus pensamentos paranoicos e estendendo a mão pra mim. Retribuí o gesto, me apresentando também; " - Prazer, Yohan. " Então ela riu, de forma meio traquina. " - Não Yohan, o prazer não é agora ainda... " E me olhou com um olhar inquisidor meio debochado. Fiquei meio sem palavras, até que ela tragou o cigarro e voltou a se pronunciar, cruzando as pernas. " - Você mora por aqui? " Ainda tentava captar o que ela tinha dito antes, mas decidi também tentar me focar e, após balançar a cabeça pra ajeitar as ideias, a respondi; " - Ah, sim, sim. Aqui perto. E você? "  e traguei o cigarro enquanto a observava. " - Não, eu não... Vim passar uns dias na casa de uma amiga. Mas sabe, ela agora tá lá com o namoradinho dela e a casa é meio pequena e tal... " Ri de forma condescendente, respondendo em seguida; " - É, eles é que tem sorte. " voltando a observar o horizonte. 

Não notei que o que eu tinha dito poderia ser facilmente interpretável como cheio de segundas intenções, mas se eu puder agradecer a alguém por isso, fica aqui meu obrigado. Quando dei por mim ela estava me observando com os olhos cerrados como que tentando entrar na minha mente. Me senti meio incomodado, ainda mais observando aqueles olhos enormes e castanhos fitando diretamente os meus. Ela sorriu e aquele sorriso pareceu um convite ao inferno dos prazeres, mordendo os lábios no final. Engoli um seco e naquele momento meu coração acelerou, minha respiração parou e com toda a certeza do mundo meu pau rígido podia ser visto formando um desnível na bermuda. " - O que houve, Yohan? O gato comeu sua língua? " Acho que fiquei tempo demais absorto naquele delírio que ela provocou em mim, tempo suficiente pra ela perceber, por exemplo, meus olhos percorrendo o pescoço dela guarnecido pelos fios do seu cabelo até a altura do colo de seu peito à mostra, próximo a um decote que deixava bem visível onde minha boca gostaria de beijar caso meu rosto estivesse no meio dos peitos dela. " - Hã? Não. Oi? " Soei como um retardado e ela riu, quase gargalhou. " - Além de bonitinho, também é cômico. Tem namorada, Yohan? " Balancei a cabeça em negação sem verbalizar nada. Ela tragou o cigarro e disse; " - Hmmm... bom, bom. Mora aqui perto? " Eu ainda estava incrédulo, mas já não estava disposto a deixar escapar aquela chance, ainda que a chance daquilo ser o que eu pensava fosse mínima. " - Uns 7 minutos andando devagar. " ela fez um bico de lado na boca, pensativa. " - Você mora sozinho? Tem irmãos? Seus pais estão em casa? " inspirei o ar e joguei o cigarro fora, pausei alguns segundos tomando coragem pra dar a próxima resposta e me ergui; " - Se quiser ir lá pra casa, é só me acompanhar. Pode ficar o tempo que quiser. " Ela voltou a morder os lábios e se ergueu. " - Me arruma mais um cigarro pra eu fumar no caminho. "

Caminhamos até minha casa e ela falava sobre coisas diversas, quebrando parte do clima que tinha se instaurado. Ao chegarmos, eu já não sabia mais o que estava fazendo. Entramos e ela pôs a bolsa sobre a minha cama, perguntei se ela queria algo, e ela disse que aceitava um copo d'água caso não houvesse tequila. Infelizmente não tinha tequila, fui buscar a água. Quando voltei, entreguei o copo a ela e ela bebeu calmamente, secando os lábios com a ponta do dedo mindinho de uma forma sútil. Mas ao invés de me entregar o copo para que eu levasse, ela o pôs sobre a cabeceira da minha cama, virou-se e laçou os braços ao redor do meu pescoço, me beijando como nunca antes nenhuma outra garota o fez. Eu estava acostumado a ser o que guia os passos, não o que acompanha. Mas Alice era diferente de qualquer outra com quem eu já havia ficado. Seu beijo era cheio de paixão, como que fazendo-se dizer só no ato que ela era do tipo que sabia o que queria e conseguia. Ela abriu o zíper do meu casaco e o tirou, o joguei ao lado. Senti sua mão subir por debaixo da minha blusa, alisando meu abdome e indo até meu peito, puxando minha camisa e me fazendo tirá-la também. A segurei pela cintura e a puxei, e nesse compasso ela ficou na ponta do pé e alisou sua pélvis contra a minha enquanto mordiscava meus lábios. Meu pau já estava em ponto de bala. Agarrei sua coxa esquerda e a ergui levemente, me encaixando e roçando. Ela gemeu levemente e tirou a própria blusa, ficando somente um um sutiã preto que mostrava seus peitos perfeitos. Realizei meu desejo posterior e beijei o meio de seus seios, lambendo-os e puxando o sutiã pra baixo com o queixo e passando a língua no bico de seu peito, fazendo-a se arrepiar. 

Sua mão direita se engalfinhava entre meus cabelos e os puxava enquanto a esquerda abri o botão da minha bermuda, a fazendo cair nos meus tornozelos. Ela lambia meu rosto e minha orelha enquanto dava leve mordidas. Minha mão já apertava a bunda dela a puxando contra mim. A ergui no colo e a levei até minha cama, caindo por cima dela e fui abaixando, beijando seu corpo até a sua bermuda, a qual abri com a boca e puxei, jogando perto da porta. Ela vestia uma calcinha preta de renda, absurdamente sexy. Cheirei sua vulva, pondo minha cabeça entre suas pernas e alisei sua buceta com os dedos. Ela agarrava em meus cabelos e forçava meu rosto contra sua vagina, me fazendo sentir o quanto ela já estava molhada. Tirei sua calcinha e dei de cara com aquele pedaço do paraíso, totalmente depilada e rosada. Enfiei o dedo em sua buceta enquanto observava sua reação. Ela se dobrava enquanto eu brincava com os dedos. Os retirei e afastais seus lábios vaginais, enfiando meu rosto entre suas pernas e lambendo todo aquele suco que escorria. Ela gemeu roca, tendo um espamos. Subi com a língua até seu clitóris, com o qual brinquei por alguns segundos em um jogo de sadismo-prazeroso. Parei somente quanto ela me puxou pelo cabelo, me forçando a deitar novamente sobre o corpo dela e me beijando, enquanto eu sarrava em sua buceta com meu pau dentro da sunga box. " - Põe ele pra brincar também. " Ela disse, me empurrando e se erguendo. Me virou na cama e me empurrou, sentando por cima de mim e rebolando enquanto olhava pra minha cara. Eu sentia sua buceta derretendo em cima do meu pau, molhando toda a sunga. A glande já pulsava e ardia em brasas, implorando pra preenchê-la. Ela então saiu e ajoelhou em frente a cama, à minha frente, prendeu o cabelo em um coque e empunhou meu pau como uma espada, dobrando-se em cima de mim e o engolindo de forma esfomeada. Seus lábios macios percorreram todo o meu caralho como seda e o contato da saliva fresca com o calor do sangue correndo era delicioso. Pus a mão em sua cabeça e ela tirou meu pau da boca, dando um tapa na minha mão e fazendo sinal de negativo pra eu não fizesse aquilo. Voltou a me mamar e eu juro por Deus que nunca em minha vida alguém me chupou de forma mais gostosa. Era como se meu espírito estivesse em frisson. Sua língua deslizava do prepúcio aos meus ovos, sem qualquer pudor, e vez ou outra ela esfregava meu pau na cara. Brincava com a ponta da língua dando voltas na cabeça do meu pênis antes de engoli-lo até onde podia. 

Parou e se levantou, lambendo os lábios e olhando pra minha cara sorrindo cínica. " - Tá bom, né? Acho que já posso ir embora. O que você acha? " Saltei da cama na mesma hora a agarrando novamente. Ela riu e não resistiu, em conhecimento do poder que tinha ali. " - Ah, isso, vem... Me come... " Sua voz saiu sussurrante e traquina. A prendi contra meu corpo, beijando seu pescoço e agarrando em seu cabelo, enquanto roçava nela como um cachorro, o quanto podia. A pressionei contra o guarda-roupa e a rendi ali, levando os dedos até sua buceta e esfregando seu clitóris. Ela apoiou as mãos nos meus ombros e ficou, ali, parada enquanto eu a dava prazer. " - Oh, oh... Isso, bom menino... " Subitamente a virei de costa pra mim e agarrei por trás, afastando suas pernas e mordendo novamente seu pescoço. A bunda dela era perfeita, branquinha e empinada. Ela não resistiu. " - Uh, ferooooz... " Empinou a bunda enquanto eu deslizava meu caralho roçando em seu ânus. Ela trouxe a mão pra trás enquanto eu beijava seus ombros e segurou em minha nuca, empinando mais a bunda. Com a outra mão ela segurou em minha cintura e me puxava contra ela mesma. Agachei um pouco e, afastando as pernas dela, posicionei a cabeça do meu pau em frente a sua vagina, sentindo meu caralho entrar deslizando por todo seu interior quente e úmido. Meu pau era massageado pelos lábios internos da sua buceta enquanto eu movimentava minha pélvis penetrando ela cada vez mais rápido. 

Aquela posição não era favorável então a dirigi novamente até a cama, na qual a mesma ficou em quatro apoios de costas pra mim, esperando pra ser fodida. Agarrei em sua cintura com mais força do que um cão o faz em uma cadela, fincando meus dedos em sua pele enquanto eu estocava em sua buceta com um vigor que eu mesmo desconhecia que tinha. Sentia o suor escorrer pelo meu corpo e aquele calor tomar conta de mim. Sua voz em êxtase soava como sinfonia em meus ouvidos, me dando mais força pra continuar. Enfiava meu caralho até o talo, como que desejando entrar por completo dentro dela e experimentar o prazer divino. Meu corpo sentiu a estafa chegar antes de gozar e, numa pausa, ela se desvincilhou de minhas mãos. " - Tá cansadinho, é? " E riu, safada, se erguendo. Esfregou a mão pelo meu corpo e fez com que eu sentasse na cama, sentando-se no meu colo logo em seguida, de frente pra mim, me puxando pra um beijo enquanto segurava meu pau e o direcionava pra entrada de sua buceta. Logo ela terminou de sentar, lentamente, enquanto meu caralho escorria por sua vagina adentro. Ela pôs as mãos no meu peito, forçando que eu me deitasse e as manteve ali apoiadas. Rebolou em cima do meu cacete enquanto eu levava as mãos ao rosto, ainda sem acreditar naquilo. Sua cintura fina rebolava vagarosamente, de forma que eu podia sentir meu pau se inclinando e se esfregando mais atenuadamente em um dos lados de seu canal vaginal. Ela estava em torpor. Começou a quicar levemente, sem muita audácia, de forma devagar, ainda assim de forma deliciosa. E o ar parecia lhe faltar enquanto ela o fazia e ainda assim ela aumentava o ritmo, o fazendo cada vez mais rápido e forte. " - Seu pau é enorme, rapaizinho. É enorme. " Mordi os lábios e a agarrei pela cintura, vendo um sorriso se formar em seu rosto. A ajudava, forçando sua cintura pra baixo cada vez que ela quicava novamente, pra poder preencher cada vez mais e mais fundo. Meu caralho estava inchado de um modo que fazia parecer que ele tinha triplicado de grossura. Minha púbis estava toda molhada do suco vaginal dela que fazia um som peculiar cada vez que ela quicava. 

Eu queria foder aquela buceta pra sempre. Todo dia. De manhã, de tarde e a noite. Eu queria gozar por todo seu corpo, a fazer beber, banhar seu corpo com toda minha porra. Eu queria fazê-la minha pro resto da minha vida. E enquanto a via quicar no meu colo, se deleitando com meu pênis, eu me senti o maior cara que já existiu. Tudo aquilo parecia ser em câmera lenta naquele momento. Seus peitos perfeitamente redondos, joviais como os de uma adolescente, pulando em ritmo descompassado ao do resto do corpo me faziam sentir orgulho de estar ali embaixo dela, a dando prazer. Suas unhas arranhavam meu peito mas não doía, apenas queimava com todo aquele calor. Senti meu pau pulsando anunciando a goza que viria, mas antes disso ela gritou. E senti suas forças se esvaírem, enquanto ela desabava sobre mim. Demorei pra entender, até que ela mesma disse; " - Fazia tempos que eu não tinha um orgasmo desse. " E ria, levando a mão à própria barriga. " - Tô formigando por dentro. " Senti orgulho, mas eu ainda não havia gozado - pela primeira vez na minha vida, eu não gozei antes. E ela notou. " - Pode continuar. Sou toda sua até você chegar lá. " E rebolou de forma leve, despretensiosa e sem forças. Agarrei sua bunda com ambas as mãos, sem sair debaixo dela, e continuei movimentando minha cintura, estocando naquela buceta. Ela gemeu, ponto a língua pra fora e esfregando a ponta nos dentes. Seu suor escorria e pingava em meu rosto, além de colar o cabelo dela em seus ombros. Ela voltou a movimentar a cintura pra me ajudar, indo e vindo vagarosamente. Não demorou muito pro orgasmo voltar e explodir dentro dela, como nunca antes o fiz com outra. Ela soltou um longo gemido ao sentir toda a minha porra a preenchendo. " - Ah, deliciosamente quenteee... " Não parou de se movimentar mesmo enquanto eu gozava. Esporrei inúmeras vezes, com um prazer prolongado. Ao fim, ela desabou de vez seu corpo sobre o meu, sem tirar meu pênis da própria buceta. Não falei nada, estava apenas extasiado. Até que ela se manifestou; " - Posso passar a noite aqui? Minhas pernas estão bambas, acho que não vou conseguir voltar pra casa. " E riu. " - Claro... quanto tempo quiser. " Respondi e ela se ergueu, me olhou nos olhos e me beijou, pondo a mão nos meus lábios em seguida, como quem pede silêncio e disse; " - Shiu, não se apaixone. Agora me diz onde é o banheiro. " Apontei e ela se ergueu, ajeitando o sutiã e levando a calcinha. Voltou alguns minutos depois, me empurrando da cama e puxando meu edredom, deitando-se. A observei e fui ao banheiro, voltando depois. Sentei na cama meio preocupado e me pus debaixo do edredom, quase que evitando contato, até que ela se virou e puxou meu braço, me virando pra ela de modo a ficarmos de conchinha. " - Bem melhor. Boa noite, gatinho. " E dormiu. Eu demorei um tempinho, mas logo caí no sono. Acordei diversas vezes, achando que tinha sido tudo um sonho, mas a via ali, nos meus braços. Na última vez que acordei, após o meio dia, me vi sozinho no quarto. Tudo que tinha restado dela era um bilhete com os dizeres; " Nos vemos qualquer hora. :* " Esperei ansioso por aquele momento.


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