O corno mais feliz do mundo

07 de Agosto de 2011 Ariano Contos Eróticos 2166

Reportagem especial (UOL)
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Peixoto, taxista boa-praça, era considerado um sujeito tranquilo e correto pelos colegas, clientes e parentes. Ávido fã de Fórmula 1, mesmo depois da morte do Senna: nunca perdeu uma corrida. Já passava um pouco dos 40 anos — alguns cabelos grisalhos, a pele morena mestiça com suas ranhuras — e três filhas da mesma última mulher, Ana, com quem era casado há 12 anos.

O problema de Peixoto não era dinheiro: tinha uma clientela grande, trabalhava num bairro abonado, ponto invejado por outros de sua profissão. As filhas não davam dor-de-cabeça — não muitas. Escola, diversão, remédios... Conseguiam pagar tudo. Ana ajudava muito em casa, e às vezes organizava festas para fazer uma graninha extra: era boa companheira, mãe e esposa. Tinham, em resumo, uma vida familiar tranquila — muitos diriam, "abençoada".

Só que Peixoto não dava no couro. Nos últimos 12 anos de sua vida, Ana — morena esbelta com fortes traços indígenas, hoje com 35 anos — não sabe mais o que é o cúmulo do prazer junto a um homem. Além disso, pouco vê de rigidez masculina: muito menos do que gostaria. Cultiva lembranças distantes e cada vez mais fugidias do breve tempo solteiro antes de Peixoto, em que deitou-se com muitos outros homens. E resgata essas duras memórias de momentos, nomes — e orgasmos — frequentemente em seus banhos solitários, sentada em um ônibus... Ou quando faz sexo com seu marido. Nessas ocasiões, permite-se sentir uma lasca de culpa — muito pequena perto da incandescência. Seu corpo de índia deitava-se com seu homem; mas, tão logo seus olhos se fechassem, sua mente viajava até outros — e incendiava a cama por aqueles, não por ele.

E assim seguia a vidinha do casal a caminho de mais um aniversário juntos: ela, lacrada em seus segredos, escancarava sua privacidade e presente a nomes e sensações do passado; ele, completamente alienado quanto a suas íntimas inaptidões — e como essas afetassem sua mulher —, levava a vida com um sorriso no rosto e a Ferrari na mente, protegido pela estranha piedade da ignorância.

Era talvez, em certo nível, o corno mais feliz do mundo.




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