Cauã.

14 de Março de 2014 Renning Contos Eróticos 3944

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Tudo começou numa noite de sábado, em uma baladinha a não mais do que vinte minutos de onde eu moro. Eu vivo na zona oeste do Rio de Janeiro, em um bairro onde pra quem costuma sair, as pessoas são figurinhas repetidas onde quer que vá. Eu e uns amigos havíamos saído, como de costume nos fins de semana, e um deles havia convidado um outro amigo, Cauã. Eu já o havia visto no caminho que fazia pro curso, sabia que ele estudava em um colégio particular próximo ao shopping e ele sempre me chamava atenção. Moreno, corpo atlético, cabelo castanho naqueles cortes comuns em surfistas, meio longo e ondulado. Ah, vale dizer que o moleque tinha um sorriso lindo. Os dentes perfeitamente alinhados e os lábios rosados. Enfim…

Naquela noite, quando finalmente vim a conhecê-lo de fato, a atenção que ele sempre me chamava automaticamente virou interesse. É difícil conviver carregando um segredo que faz parte de quem você é; poucos amigos meus sabem da minha condição de bissexual, aquela coisa meio de lua - há dias que só quero saber de mulher, há dias que só quero um homem. E esses amigos, dessa noite em especial, não eram um desses que sabiam. As coisas seriam difíceis, impossíveis talvez então eu não estava disposto a fazer mais do que admirar. Cauã exacerbava simpatia e fez questão de demonstrar que tinha ido com minha cara, o que achei agradável, porém normal visto que o via como um desses ‘boa-praças’. Chegamos na balada, estávamos em cinco e logo todos começaram a beber. Os papos eram os de sempre, aquela chacota geral de amigos e os comentários sobre as meninas do local - que naquele dia não me interessavam em nada. Pra bem da verdade, eu estava entediado demais. Cerveja vai, cerveja vem, me bateu uma vontade de mijar, rapidamente usada como desculpa pra eu me afastar dali um pouco. Pra minha surpresa, quando anunciei que iria ao banheiro, Cauã disse que também queria mijar. E após uma breve zoação por parte dos demais dizendo que ele queria ‘manjar minha rola’ e que ‘ir ao banheiro juntos era coisa de mulher’, nos retiramos. Por um breve momento eu até me alegrei com a ideia de que aquela zoação poderia ter fundamento, mas logo ignorei o pensamento.

Uma das coisas que me faziam gostar daquela boate era a quantidade de banheiros que ela tinha, o que fazia com que dificilmente você tivesse de esperar pra poder usar e, as vezes, até os encontrava vazios. Essa foi uma das ocasiões. Haviam oito mictórios acoplados à parede, um ao lado do outro. Me posicionei em frente a um e, pra minha surpresa, Cauã escolheu um ao lado. Enquanto mijavámos, descaradamente ele inclinou-se sobre a divisória, olhou pro meu pênis e disse;  

- Bonita a benga. Deve fazer as minas gamarem fácil.  

Automáticamente o sangue correu mais forte, meu pau esquentou e senti ele crescer. Cauã o encarou por alguns segundos, até eu finalizar o mijo, tempo suficiente para notar a mudança e sorriu. Eu simplesmente não podia acreditar naquilo e fiquei sem reação, só segurando meu pau na mão. Notei ele sacudindo o dele e o guardando, indo então lavar as mãos. Fiz o mesmo logo em seguida e prossegui com o assunto, me enchendo com um pouco de coragem e esperando que todos aqueles sinais não fossem só obra da minha imaginação.

- Não só as ‘minas’, espero.

E sorri, forçando certa descontração. Ele olhou pra minha cara, me encarando meio sério e em seguida olhou pra trás, onde ficavam algumas cabines, todas de portas aberta e vazias. Sem dizer nada, se dirigiu pra dentro de uma. Tentando interpretar tudo aquilo, demorei alguns segundos e o segui e, quando chegava a porta, ele me puxou pelo braço e encostou a porta. O que se deu a seguir me surpreendeu; Ele agarrou minha nuca e me puxou pra um beijo, se apoderando de mim com as mãos grandes e com certa força, me pondo contra a parede. Envolto pelo ritmo, o agarrei pelo cabelo o beijando com a mesma voracidade, descendo para o pescoço enquanto apertava os glúteos dele e sentia a sua pica inchada dentro da calça se roçar contra minha. Eu mal podia acreditar que aquilo estava acontecendo. Virei o jogo, pondo agora ele de costas pra parede enquanto beijava aqueles lábios rosados e macios. A suavidade da pele dele contrastava com a virilidade com a qual ele havia me agarrado.

Ele desceu as mãos até a fivela do meu cinto e o abriu, baixando minha bermuda enquanto eu mordiscava seu pescoço e roçava meu corpo no dele. Rapidamente minha bermuda caiu me deixando só com a cueca box. Ele escorregou pela divisória de mármore descendo após me afastar um pouco e baixou minha cueca. Meu pai mostrou-se num pulo, vermelho de tão duro. Sem titubear, abocanhou minha pica enquanto me empurrava pro outro lado da cabine, me pondo de costas pra divisória de novo, enquanto ficava de joelhos me mamando. O rapaz era bom no que fazia, engolia meu pau quase até o talo e tinha um manejo com a língua que era impecável. Me esforcei para não gemer alto, tentando nos manter imperceptiveis ali caso alguém entrasse, mas o tesão era demais. A essa altura eu já o segurava pelos cabelos ditando o ritmo no qual eu queria ser chupado e ele obedecia como uma puta. Corria a língua pelo meu mastro olhando para a minha cara, o que me deixava com ainda mais tesão e vontade de beijar aquela boca.

O puxei pelo cabelo, pondo-o novamente de pé e voltei a beija-lo, dessa vez repetindo o que ele havia feito comigo e abrindo a fivela de seu cinto. Empurrei para que sua calça skinny caisse, porém suas coxas eram grossas demais pro pano apertado e elas pararam um pouco acima do joelho, deixando de fora somente o que me interessava. Massageei a pica dele e também os seu saco, podia sentir um pouco do líquido que corria devido ao tesão grudar na minha mão. Mordisquei sua orelha e pedi que se virasse. Ele deu uma risadinha, mordeu meus lábios e então o fez, pondo as mãos na parede, me empurrando um pouco pra trás com a própria bunda e a empinando. Sua bunda era branca e limpa, bem-cuidada, definitivamente ele era um daqueles metrossexuais quase exagerados, mas eu adorei aquilo. Eu sou chato pra homens, prefiro o padrão meninos-vaidosos, com traços femininas - inclusive, embora deteste sua música, costumo me masturbar pensando no Justin Bieber; imagina quão rosado deve ser aquele cuzinho? - Pois bem, ele se prostrou com as mãos no mármore, afastou um pouco as pernas e empinou a bunda, sem olhar pra trás. Cuspi um pouco mirando o cu dele e ele riu.

- Não precisa disso, já lubrifiquei bastante sua pica.

E era verdade, meu pau estava totalmente babado. Encostei a cabeça do meu pau nas pregas do ânus dele e forcei um pouco. Sem qualquer impedimento, seu ânus cedeu como quem já esperasse ansiosamente por aquilo. Penetrei devagar, me deliciando com o prazer atenuado pelo gemido que ele deu. Senti meu pau ser engolido pela via intestinal do interior do ânus dele que parecia recepcionar meu mastro com veludo morno. O segurava pela cintura com uma força desnecessária, porém imparável. Estocava meu pau até o talo e sentia a urgência inexplicável de querer penetrar cada vez mais fundo. Ele, com a voz que se afinou quando comecei a metê-lo, pedia que eu continuasse, com palavras de incentivo, pedindo cada vez mais fundo. Sua bunda era tão macia quanto o interior de seu ânus. E com os movimentos da minha pélvis penetrando, sarrando meu corpo em seus glúteos, estes também ficavam quentes. Pude ver a marca da minha mão em sua pele quando levei uma das mãos até seu ombro, puxando-o mais pra mim.

Nem se quer havia terminado e já tinha a certeza que eu precisaria repetir aquilo mais vezes e em melhores condições. Eu já queria mais, mesmo ainda tendo-o. Ele tirou o apoio de uma das mãos e começou a se masturbar. Já era quase tempo, senti meu pau começar a pulsar mais forte anunciando que logo eu gozaria. Aumentei o ritmo, já ofegante enquanto tentava debruçar meu corpo sobre as costas dele, mordendo-o. A sensação de êxtase se aproximava aos poucos e notei que não só pra mim a medida que a respiração dele ficava ofegante e os gemidos mais longos e finos. Cedi e a quantidade de sêmem que tive a impressão de esporrar dentro do cu dele foi imensa, meu pau pulsou em mais jatadas do que pude notar. E, se bem pude notar pela sincronia, a sensação de receber a minha porra dentro dele foi o que fez com que ele próprio gozasse, o que logo foi confirmado pelas frases que ele soltou ofegante.

- Meu interior, minha barriga… essa porra quente deliciosa…

Não contive o riso e puxei meu pau, fazendo com que saísse um pouco de goza junto, escorrendo pela bunda e perna dele. Ambos estavámos sem força, me joguei de costas na outra parede da cabine e repousei ali um pouco, recuperando o fôlego. Ele virou-se devagar, também exausto e sorrindo, como uma criança que acaba de cometer uma traquinagem. Eu sabia o que ele sentia e também ri. Éramos cúmplices de um segredo e aquilo era excitante. Ele se limpou ali mesmo e ergueu a calça, fiz o mesmo. Nos agarramos uma última vez e saímos sorrateiramente, temendo sermos pegos.  Combinamos uma mentira, de que havíamos ficado com algumas meninas depois de decidirmos pegar uns drinks no bar e que por isso havíamos demorado. A contamos, porém os demais zoaram do mesmo jeito, insinuando que tínhamos feito ‘meinha’. Brincadeiras desse tipo eram corriqueiras e ninguém estava falando realmente sério, aliás já estavam meio bêbados. Cauã inclusive brincou mais além, dizendo que meu pênis era uma delícia e todos riram, interpretando como brincadeira. Mal sabiam que tudo havia de fato acontecido. Pegamos-nos outras vezes naquela noite e trocamos telefone. Eu não ia deixar aquilo morrer ali de forma nenhuma….


Reportagem especial (UOL)
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