A Rolezeira na Escadaria do Shopping

18 de Março de 2014 Del Contos Eróticos 4714

Reportagem especial (UOL)
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Conteúdo originalmente publicado no site Contos Eróticos Aleatórios.

Minha delícia deste conto é, como diz o título, uma rolezeira, ou seja, uma dessas meninas que participam de "rolezinhos", usam roupas padronizadas, cabelos quase sempre totalmente escovados e, em algumas situações, gozam de pouco juízo. A protagonista do conto é uma rolezeira morena clara, de cabelos alisados e bem pretos, cerca de 1.60 m de altura e não mais do que 55 kg. Ela trajava uma short jeans bem curto e de cintura baixíssima, blusa preta de alça colada no corpo que não cobria sua barriga linda e seu piercing no umbigo, aparelho com elástico azul nos dentes e sandália laranja alta nos pés, que a fazia crescer uns 10 cm. Suas coxas grossas eram o seu principal atrativo, seguidas de perto pela bunda de dimensões consideráveis e os seios bem empinados. Seu rosto era até bonito e delicado, mas pecava pelo excesso de maquiagem colorida.

Nos conhecemos de uma forma curiosa. Enquanto eu adentrava uma loja de roupas no Shopping Center em outra unidade da federação que adoro visitar, o recinto foi tomado por um "rolezinho". Enquanto as pessoas corriam e se escondiam em pânico, e os seguranças baixavam a porrada naqueles moleques vestidos com roupas coloridas e estranhas, eu apenas observava tudo parado na porta da loja, que aproveitei como refúgio durante a confusão. O tal "rolezinho" era um belo desfile de delícias. Haviam mulheres de todos os tipos, novas, velhas, altas, baixas, gordas, magras, loiras, morenas, negras, um espetáculo. E algo em comum entre elas era a roupa curtíssima, pernas e mais pernas para o deleite de um tarado como Delicious M. Sweetness.

O clima estava esquentando entre a galera e os seguranças, então fui solenemente expulso da loja, que fechou as portas e me deixou entregue ao meu próprio destino naquele palco de gritos, correria e caos. Resolvi seguir o fluxo da multidão, rumo à saída de emergência, local aonde conheci a doce rolezeira, que já tinha desistido da brincadeira e agora procurava também um jeito de dar o fora dali. Enquanto procurávamos uma rota de fuga, nos apresentamos e notamos um interesse mútuo de ambas as partes, eu seduzido por sua pouca roupa, ela seduzida pela minha masculinidade viril (ou talvez por minha vestimenta de grife).

Entramos na escadaria do Shopping, que para baixo daria no estacionamento e para cima daria no alto da torre comercial, ainda em obras, uns 10 andares acima de nossas cabeças. Como era um feriado, a probabilidade de encontrar pedreiros trabalhando naquele local era baixa, então maliciosamente sugeri que subíssemos alguns lances de escada, apenas para trocar uma idéia longe de toda aquela confusão. Diante do aceite de minha recém-conhecida, subimos com pressa uns 7 andares acima de onde estávamos, o máximo possível, pois acima disso havia um bloqueio por causa das obras. O acesso ao andar também não era possível, então aquele parecia ser o dead end da escadaria, o local perfeito para nossa apresentação mais detalhada.

A única coisa que ela disse, antes de me beijar com seu batom ultra vermelho, foi que ela se sentia uma louca por estar ali comigo. Respondi apenas que ela não era louca, mas ficaria louca. Os beijos da menina eram selvagens, sua língua quase tocava na campainha da minha garganta e seu aparelho nos dentes tentava de todas as formas dilacerar meus lábios, mas eu retribuía a intensidade apertando firme sua cintura desnuda e sua deliciosa bunda de carne bem macia. Puxei seu cabelo, fazendo-a jogar a cabeça para trás e liberando o acesso ao seu longo pescoço, que exalava um perfume da moda. Assim que sentiu o toque dos meus lábios em sua pele suave, a pequena rolezeira mostrou que não estava de brincadeira, agarrando minha trosoba por cima da bermuda e dizendo que ali havia "um monstro" (sic).

Aquela ousadia da mocinha me fez colocar a trosoba monstruosa para fora, fazendo-a admirar o bicho veiudo por alguns instantes, antes de mandar eu enjaular a Anaconda. Cobri a mandioca apenas com a cueca e a puxei para perto de mim novamente, iniciando outra sessão de beijos vorazes e apertões intensos naquele corpo juvenil. A safadinha interrompeu o beijo para tirar minha camisa, rendendo outro momento de admiração silenciosa, enquanto eu despia meus músculos trabalhados à base de academia, peito de frango, batata-doce e trembo. Sem resistir à tentação, a gostosinha começou a beijar meu peitoral e meus mamilos, descendo até minha barriga e beijando-me os gomos do abdômen com afinco. Segurei discretamente em sua cabeça e a empurrei gentilmente para baixo, até sentir que a boquinha da rolezeira já estava beijando a cabeça do monstro veiudo, que não se continha em seu lugar e exibia metade de seu corpo por cima do elástico da cueca boxer.

Tinha certeza que um boquete começaria naquela hora, mas ela novamente subiu e voltou a beijar minha boca, dessa vez levantando a perna direita e esfregando seu corpo com vontade contra o meu, mais específicamente fazendo minha jeba roçar em sua pepeca, protegida pelo short jeans. Enquanto eu deslizava a mão das suas costas até a polpa da bunda, usei meus dedos espiões para desocobrir que ela usava calcinha de algodão bem enterrada entre suas nádegas. Sem resistência da parte dela, a virei de costas pra mim, fazendo-a espalmar a parede e empinar aquele rabinho delicioso na minha direção. Com minha piroca totalmente pra fora da cueca, colei meu corpo no dela, puxei seu cabelo para beijar seu pescoço e masturbei sua bucetinha por cima da roupa, sentindo a umidade daquela pepeca mesmo sob o isolamento do jeans.

Ela rebolava gostoso e gemia baixinho conforme eu aumentava o ritmo da masturbação, e era delicioso olhar pra sua carinha e ver como ela mordia o lábio inferior com seu batom borrado. Aproveitei o clima para abrir os botões de seu shortinho, novamente sem qualquer resistência da delícia, que continuava rebolando e esfolando-me o couro da piroca contra sua roupa. Toquei sua buceta por cima da calcinha, e a umidade relativa do local era de 100%, confirmando minhas suspeitas. Aprofundei (literalmente) os movimentos dos meus dedos e a safadinha aumentou o volume dos gemidos, me obrigando a cobrir sua boca com a outra mão, fazendo com que isso resultasse em deliciosos sons abafados no timbre daquela voz macia e sensual da rolezeira.

Meu pau não aguentava mais aquele "lepo lepo" a seco na superfície áspera do jeans, então usei as duas mãos para arriar o short da moreninha e liberar a visão plena daquela bundinha. Que bunda linda, desenhada com perfeição e do tamanho da palma da minha mão, pena que eu não podia dar um mega tapa estalado naquele rabo, sob pena do ruído atrair atenções indesejadas. Suas nádegas mordiam majestosamente sua calcinha branca de algodão, uma visão tão bela que faria qualquer mulher desejar ser lésbica...

Quer saber o que aconteceu em seguida? Acesse Contos Eróticos Aleatórios. Visite também o Tumblr da Cherry para uma deliciosa experiência visual.


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