Cherry e a Novinha Ruiva (Conto Lésbico - Parte 2)

20 de Março de 2014 Del Contos Eróticos 5726

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Conteúdo originalmente publicado em Contos Eróticos Aleatórios. Visite o Tumblr da Cherry para uma experiência mais visual (conteúdo explícito).

Passei a noite em claro, imaginando como seria a carne da ruivinha. Seus olhos não saiam na minha cabeça, eles me seguiram pela casa inteira, no banho, jantando e até conversando com um amigo que ligou já de noite (difícil lembrar quem ligou). Meu banho se resumiu a esperar a banheira encher, relaxar um pouco e gozar pensando naquela boca pequena percorrendo todo o meu corpo. Havia de ser um encontro bem romântico, isso era fato. Mas o que fazer para tornar um simples encontro pra trepar em algo especial? Afinal Carmen não era qualquer uma, não se encontra mais meninas como ela por ai (ainda mais ruiva).

Depois de gozar pela segunda vez, decidi por me arrumar, servir alguma coisa pra ela beber e decidir com ela se ficaríamos ali mesmo ou se sairíamos pra algum outro lugar (torcendo pra que ela escolhesse ficar em casa). Mas, de banho terminado e enrolada ainda na toalha, escuto o celular tocar com um número desconhecido na tela da frente.

- Oi moça, é a Carmen, a menina do Justine. Queria saber se você não está afim de fazer algo hoje. Meus pais foram viajar, estarei sozinha o final de semana inteiro, estou meio depressiva. Que tal?

Que tal? Nem precisava perguntar, claro que eu iria aceitar. Marcamos um cinema e, em 5 minutos eu já estava no carro, rumo ao nosso ponto de encontro.

Carmen entrou no carro com um vestido azul claro de tecido bem leve, na altura dos joelhos e um pouco decotado. Não pude conter meu olhar, eu praticamente a comi com os olhos quando ela se sentou ao meu lado e me deu um beijo no canto da boca.

- Veio bem rápido, espero que não tenha levado uma multa. – disse ela, rindo da minha cara de safada e abrindo um sorriso que me deixou molhada.

- A fila do cinema deve estar grande, precisamos chegar cedo… – eu disse, tentando conter o tesão em meu olhar.

- Ahhh, vamos meeeeesmo ao cinema? – sua voz era irresistível.

Ao terminar a frase, Carmen pousou sua mão em minha coxa direita, me fazendo frear em cima do carro da frente, arrancando uma risada da linda ruiva. Ah, antes que eu me esqueça, eu também trajava um vestido, o meu era estampado, um pouco mais curto que o de Carmen, mas igualmente decotado e “lolitamente” provocante.  E quando paramos no sinal vermelho, nossos olhares se cruzaram, não tive como ocultar minha mordida no lábio característica de quando estou com tesão, e Carmem me beijou. Sua mão pegou firme em minha coxa, enquanto eu sugava loucamente o aroma de sua boca. Larguei o volante e pousei a mão também em sua coxa, mas fui mais ousada, subindo até tocar em sua calcinha e sentir o calor de seu sexo. Só paramos de nos beijar quando fomos interrompidas pela buzina frenética do carro atrás de nós.

Fiquei em dúvida se levava Carmen para um motel ou para a minha casa, mas pensei na possibilidade de passar o final de semana inteiro com aquela ruiva em minha cama, então defini rapidamente nosso destino. Aquela gostosa não tirava a mão de minha coxa direita, e de vez em quando se aventurava mais pra cima, chegando bem perto da minha buceta, que àquele momento estava completamente melada.

- Aonde vamos? – disse Carmen.

- Caladinha, apenas aproveite o passeio. – respondi, pousando o indicador sobre seus lábios.

- Devo dar queixa para a polícia por ter sido sequestrada por uma bela morena? – disse ela, logo após segurar minha mão e chupar todo o meu dedo indicador.

- Deixe para dar queixa depois do estrago que farei com você, querida. – dei mais um dedo para ela chupar, e ela entendeu o recado.

Carmen não falou mais nada após largar meus dedos, apenas emitiu um breve ruído de aprovação. Logo ela viria a tornar-se mais ousada com a mão, invadindo meu vestido e minha calcinha, mergulhando seus pequenos dedos no lago que se formava em minha buceta. Eu estava completamente louca com aquilo, mas não achava nenhum lugar deserto para encostar o carro e me atracar imediatamente com aquela ruiva safada.

- Lembra que te falei sobre minha casa estar vazia, então… – Carmen puxou o vestido todo, revelando sua calcinha rosa melada. – …que tal jantar comigo?

Acho que nunca dirigi tão rápido na minha vida, em poucos instantes já estávamos estacionando em frente à sua casa. Era uma casinha antiga, daquelas aonde casais de velhinhos curtem a aposentadoria regada a doses de vinho chileno e comprimidos azuis. Carmen desceu do carro e correu para abrir a porta. Eu fui atrás dela e, pela primeira vez, reparei em dois detalhes: primeiro a tatuagem com várias flores em suas costas e, logo em seguida, sua bunda enorme, grande demais para as proporções de seu corpo delicado. Logo que entramos, me aproximei e segurei aquela bela ninfeta (falo como se eu fosse muito velha) pelos quadris, colando sua bunda em mim. Carmen tentou escapar, mas logo se entregou às minhas unhas cravadas em sua pele.

- Aonde você pensa que vai depois de me provocar assim, sua putinha? – dei um tapa bem ruidoso em sua bunda.

Carmen não disse nada, apenas se virou para mim e beijou minha boca com vontade, tanto desejo fluía entre nós duas que era difícil saber quem estava com mais tesão. Mas isso não importava, o que queríamos mesmo era desvendar os mistérios de nossos corpos, conhecer cada recanto escondido de nossas geografias, elevar a níveis desconhecidos as nossas sensações orgásmicas.

A boca da ruiva era espetacular, e seu ímpeto era frenético. Eu costumo tomar a iniciativa quando estou diante de outra mulher, mas Carmen mostrou logo de cara quem estava no controle ali. Ela me atraiu para o seu território, me prendeu em sua jaula, e agora eu era a sua presa, seu alimento, sua…ahhhh, que delícia foi sentir Carmen me surpreender e enterrar um dedo na minha buceta sem eu esperar. E antes que eu percebesse, já haviam mais dois dedos lá, que ruiva cruel, eu precisava revidar, mas quando comecei a me concentrar, minha “amiga” tratou de abaixar minha calcinha de renda até minhas coxas, me deixando desguarnecida.

- Vamos para aquele sofá ali Carmen, minhas pernas estão trêmulas. – apontei para um sofá de dois lugares no canto da sala, perto de uma estante com livros e próximo a uma mesinha de centro.

Mal eu terminei minha frase e os dedos da ruiva já estavam entrelaçados em meus cabelos, me puxando como uma puta para o sofá. Ela não teve pena de mim, me arremessou no sofá e eu, sem querer, caí com as pernas bem abertas. Carmen mandou que eu tirasse o meu vestido, eu respondi que se ela queria, devia ela mesma tirar. Pra quê? Levei um tapa na cara. Fiz pirraça, cruzei os braços e disse que não iria tirar. Quando ela se aproximou, a puxei pelos cabelos ruivos e a joguei no sofá do meu lado. My turn, bitch!

Veja, somente em Contos Eróticos Aleatórios, a continuação desta deliciosa brincadeira entre Cherry e sua amiguinha Carmen.


Reportagem especial (UOL)
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