Rápido e sem Pensar

23 de Março de 2014 Mago da Ilha Contos Eróticos 6880

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Dia quente, meio de tarde. Precisava pegar um de nossos carros que havia ficado na revisão. Assim que ligaram da concessionária, pedi para a Juliana chamar um táxi e desci para a portaria do prédio. Quinze, vinte minutos, e nada. Interfonei para a Juliana, e da central informaram que ainda não conseguiram mandar um táxi. Florianópolis é assim, esperar um táxi é um martírio. Para não perder tempo decidi ir de ônibus. Sorte ter conseguido sentar.

Mas, dois pontos adiante, e o ônibus já estava lotado. E com aquele calor, tudo piorava. Tentei segurar o mau humor. Estava sentado do meio para trás, no corredor. Foi quando vi uma morena que realmente me chamou atenção. Cabelos cacheados e com um brilho único, uma boca daquelas em que é impossível não imaginar em ação. A pele, douradíssima. Blusa leve e quase transparente saia. Um lindo colo, com uma marquinha de fazer qualquer imaginação ir longe. Seios grandes, coxas grossas. Fone no ouvido, óculos escuros.

Se fosse proposital, não seria assim. O ônibus enchia, ela se aproximava mais. Vi que a bolsa parecia pesada, e junto, uma sacola. Duas coisas que não admito em ônibus: falta de educação e de respeito. Naquele momento, tentei não pensar na delícia que via, e um lampejo de educação tomou conta. Despretensiosamente perguntei se queria que segurasse suas coisas. De imediato, abriu um sorriso e me entregou sua bolsa e sacola, e um "obrigada" e um sorriso estonteante. Aproximou-se. Achei que tudo acabaria ali. Engano.

Não apenas aproximava-se de um jeito cada vez mais malicioso, como não parava de me olhar. Não acreditei. Ficamos naquela situação silenciosa, até que o lugar ao meu lado desocupou. Fui para a janela, lhe entreguei suas coisas. Achei que tudo acabava por ali, novamente. Novo engano. Ela se vira, agradece novamente, e pergunta: "Casado?".

Sou muito seguro, mas a pergunta me pegou desprevenido. Completamente. Tentei disfarçar: "Sim, e você?". "Também", foi a resposta. A voz, a boca, cada vez mais próxima. Por baixo de nossos óculos, olhares safados. O cheiro, pra mim, diz tudo. E o tesão foi imediato. Ela apertava sua coxa com a minha. O quadril, largo, nos deixou bem juntos no banco. Continuou a perguntar... "fiel?". Pronto! Vi que era inevitável. Esqueci até o que estava indo fazer, tinha segundos para pensar em algo, enquanto já emendava a resposta: "Tanto quanto você!".

Sorriu. Parecia que esperava - ou gostaria - desta resposta. Neste momento, percebi que meus planos feitos segundos atrás seriam viáveis, lhe falei: "desço dois pontos a frente, e estou indo pegar meu carro, vamos?" Mal terminei, apertou minha coxa com a mão - linda, e eu sempre observando boca e mãos, inevitável. Levantou e se dirigiu para a porta. Fui atrás. Antes do ônibus parar, ela já dava um jeito de quase se esfregar. Ficamos nesse toca não toca, até descermos. Ela me olhou e continuou andando. Fomos em silêncio até a concessionária, ela seguiu a uma lanchonete e disse que me esperava. Os 15 minutos mais longos na espera do carro. Entrei no carro e pensei: será que ela esperou?

A resposta foi sim. Parei o carro em frente, ela entrou. Seguimos para o motel mais próximo, sem trocar palavras. Aquela situação ficava cada vez mais excitante. No caminho, ela ainda sorria, dedinho na boca. Trânsito. E ela roçando sua mão na perna. Aquela coxa grossa, aqueles pelinhos... me olhou, e veio com a mão em minha perna, poucos segundos, em meu pau. Estava duríssimo, a calça atrapalhava. Ela logo providenciou sua liberdade. Ali, em meio ao engarrafamento. Olhava sempre sorrindo, acariciava e apertava. Primeira parada do carro, me beijou. Beijo intenso, molhado. Aquela boca realmente cumpriria o que prometia.

Ali, entre os carros, começou a me chupar. Sugava forte, molhado, e me olhava. Comecei a me desconcentrar: como ela adivinhou que isso me deixaria ainda mais louco? E esse motel que não chegava nunca? Ela parava de chupar quando o trânsito parava, mas não tirava a mão. Nos beijávamos. Entrei numa rua, procurei um caminho alternativo, e finalmente chegamos ao motel. Pulamos do carro, entramos no quarto naquele amasso. Tiramos a roupa, e vi aqueles seios maravilhosos saltarem. Eram grandes, enormes. Estavam com as marcas do verão, fiquei admirando, e chupei ali mesmo, em pé, suguei. Com força, chupava, apertava e ouvia os gemidos daquela voz deliciosa. me empurrou na cama, e voou em cima de mim. Veio com aquela cara safada para me chupar, mas já foi se virando. Começamos um 69 delicioso. Molhadíssima, não hesitei em enfiar a língua, morder seu grelinho. Ela engolia meu pau com muita vontade. Estávamos os dois famintos. Me controlava, mas ela não. Gozou uma, duas vezes, ainda na minha boca. Resolveu cavalgar. Virou-se, colocou o preservativo na boca. E me surpreendia cada vez mais. Aliás, quase não parava de chupar. Ainda riu e falou: "adoro chupar, não dá vontade de parar". Riu, como uma menina que fazia pela primeira vez. Mas sentou. E sentou gostoso.

Aquela morena tinha um rebolado maravilhoso. Os seios balançavam, perfeitos para serem apertados, mordiscados. Ficamos nessa, alternando chupadas, mordiscadas, e o rebolado de uma buceta muito molhada. Acelerou, e gozamos, juntos. Rimos, suados, e ligamos o ar condicionado. Nem tínhamos percebido que agora não era um ônibus desconfortável. Fomos para a banheira, passar o calor. E tudo recomeçou. Logo estávamos prontos, saímos da banheira, e a coloquei de costas, quase de quatro, apoiando na borda, pelo lado de fora. Era o que eu queria ver: costas largar, muito bem torneadas, coxas abertas, na ponta do pé, e uma marquinha, contrastando a pele bronzeada, linda e molhada. Meti, com força. Virou sacanagem, xingávamos um ao outro, ela pedia mais, até que ela mesma começou a tocar seu cuzinho e enfiar a ponta do dedinho. Olhava a cena e metia ainda mais, que delícia... até que ela pediu: "me come por trás".

Nem pensei duas vezes, e mal tirei da buceta encostei no cuzinho. "Não deixo nem meu marido tocar, vai devagar". Ah, as safadas... as melhores! Comecei a meter no cuzinho, ela rebolava e gritava, urrava. Devagar, sentia rasgando. Ela xingava, pedia mais. Aceleramos, apertava forte sua cintura. Ela começou a se masturbar, sentia botar e tirar o dedo da buceta, e eu acelerava. De repente, ela gozou, intensamente, e tive se segurá-la. Achei que ia cair. Tive que sair e ela sentou ali mesmo, no chão. Rimos. Ela ainda xingava. Liguei o chuveiro, voltamos para a banheira. Ela me olhou, e disse: "Não é justo". Tomei uma ducha e entrei na banheira, entendi o recado. Aquela boca rapidamente começou a trabalhar. Chupava e se tocava. A cena era linda. Tirava o pau da boca, batia na língua, na cara, e voltava a chupar. Não segurei, e avisei que iria gozar, estava louco para encher aqueles seios de porra, mas ela não tirou a boca, ao contrário, engoliu mais ainda. Esporrei, ela engasgou. E os jatos continuaram nos lábios, no rosto.

E o dia seguiu, para cada um, não sem antes combinarmos o próximo encontro. Ainda melhor!


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