Ninfeta Sulista

25 de Março de 2014 Del Contos Eróticos 4797

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Conteúdo originalmente publicado na "Arte da Pimpagem", meu finado blog. Para ler Contos Eróticos (quase sempre) menos longos e mais diretos do que esse, visite Contos Eróticos Aleatórios.

Aí meus amigos me perguntam: "Porra Del, como você consegue dar essa sorte com mulheres?"

Minha resposta é sempre a mesma. Faço questão de deixar claro para eles que a sorte é uma mulher caprichosa, que escolhe cuidadosamente aqueles que gozarão da sua companhia. É uma daquelas mulheres que, por ser tão desejada e cobiçada, assusta muitos e só favorece os destemidos que se aproximam dela. E mulher é comigo, logo, a sorte está do meu lado.

Óbvio que meus amigos respondem dizendo que o excesso de vodka fode meu cérebro. Que seja, mas eu tenho sorte.

Por exemplo, um dia desses eu estava caminhando pelo centro da cidade na hora do almoço, com aqueles milhares de pessoas e carros disputando espaço na metrópole. Em uma das travessias de pedestre em que a sinalização é meio ingrata, padrão do RJ, vejo que uma ninfeta branquíssima incauta com cabelos castanhos lisos e naturais se destacou do bando de ninfetas em que caminhava, ficando do meu lado da calçada enquanto as outras atravessaram.

Por isso, na primeira oportunidade que o trânsito deu, a jovem ninfeta delícia colocou o pé para atravessar, sem se lembrar de que carros poderiam vir na transversal, com velocidade suficiente para fazer panqueca daquela branquinha de pele macia e bundinha deliciosa.

Del: "Melhor não fazer isso, aqui vira carro."

A ninfeta já estava quase indo e se assustou quando um ônibus criminoso quase a atingiu. Eu a segurei delicadamente pela mão, dando um leve puxão para trás.

Ninfeta: "Ai moço, você salvou minha vida."

Del: "Pode retribuir com um sorriso."

A ninfeta abriu um sorriso metálico, emoldurado por lábios rosados. Quem acompanha o blog sabe da minha tara por mulheres com aparelho nos dentes, logo, ao ver aquilo, o little Del fez-se presente. E mais, a ninfetinha tinha um sotaque típico do sul, o segundo em minha preferência, só perdendo para as ninfetinhas paulistas que falam "peirrrna", "poirrrta", etc. É de gozar ouvir uma ninfetinha paulista falando.

Del: "Você não é daqui, correto?" - disse eu, puxando papo com a ninfeta.

Ninfeta: "Não. Como descobriu? Pelo sotaque?"

Del: "O sotaque ajuda, mas antes de falar contigo eu já sabia."

Ninfeta: "Sério?"

Del: "Claro, já viu alguma mulher tão deliciosa por aqui?"

Ninfeta: "Nossa, você é direto. Bem que me falaram..."

Del: "Te falaram o quê? Que todo carioca é safado?"

Ninfeta: "Isso mesmo. E além de safado você é adivinho."

Del: "Um pouco de tudo. Bem, então se eu adivinhar o seu nome, você me dá seu telefone?"

Ninfeta: "Essa é boa, dou o que você quiser."

Abriu o sinal e fomos caminhando. Passamos pelas amigas dela que começaram a comentar o fato dela estar acompanhada por um moreno tão delicioso como eu, Del.

Del: "Dá o que eu quiser? Olha que sou exigente." - disse olhando ela de cima a baixo.

Ninfeta: "Aiiiii...me expressei mal. Dou o telefone. Gente, você é muito safado."

Del: "Ok, seu nome é Natália."

Ninfeta (Natália): "Como pode isso?"

Porra leitor, essa foi muito fácil. Antes de chegar ao cruzamento, eu estava bem próximo às ninfetas e ouvi a conversa delas em partes. E mais, quando elas se separaram na hora de atravessar a rua, as que ficaram do outro lado chamaram pelo nome da Natália. Claro que ela sabia disso, pois ela me deu algumas olhadas enquanto eu estava ao seu lado para atravessar, logo, a intenção dela era realmente me dar o telefone.

Del: "Minha recompensa?"

Natália: "Anota aí."

D: "Obrigado." - anotei no celular e liguei pra ela, na intenção de ver se o número era verdadeiro.

N: "Agora também tenho o seu número mas não sei o seu nome."

D: "Pode me chamar de sr. Safado."

N: "Nossa gente, você é doido."

D: "É o que dizem no dia seguinte."

N: "Cruzes. Ok sr. Safado, vou pegar o metrô aqui. Me liga."

D: "Não vou ligar, você também tem meu número."

N: "E você espera que eu te ligue?"

D: "Claro, eu sou o homem mais gostoso e safado que você já conheceu na vida. Sabe que vai ficar pensando em mim o resto do dia e por muito tempo. E ainda vai se arrepender caso não me ligue. Logo, eu sei que você vai me ligar."

N: "Gente, cadê a modéstia?"

D: "Aguardo sua ligação." - fiz gesto de falar ao telefone.

N: "Ei Sr. Safado." - disse ela me segurando pela mão.

D: "Sim delicinha."

N: "Vou embora quarta-feira."

D: "Para onde?"

N: "Novo Hamburgo."

D: "Longe. Ainda mais longe quando se vive arrependida por perder uma oportunidade única."

N: "Tchau sr. Safado e convencido, tenho que ir, minhas amigas já desceram pro metrô."

D: "Dá logo então."

N: "O quê???"

D: "Dá logo um beijo na minha boca, é o seu desejo."

N: "Vai perder seus clientes se errar as adivinhações sr. Safado vidente."

Puxei Natália pelo braço e beijei sua boca, segurando-a pela cintura com a outra mão. Natália não ofereceu resistência e retribuiu o ímpeto com o qual a ataquei. Adoro beijo de menina sulista, é sempre diferente, com um algo a mais. Uma de suas amigas havia voltado para chamar a ninfeta e atrapalhou nosso beijo.

N: "Tchau, eu te ligo, mas me diz seu nome."

D: "Del."

N: "Del? Del-ícia?"

D: "Essa é a idéia."

Observei aquela ninfeta deliciosa caminhar rebolando até a escadaria do metrô. Com certeza ela nunca foi abordada de maneira tão violenta e ao mesmo tempo de maneira tão certeira na vida. A sorte de ter conquistado o beijo daquela menina deveu-se ao fato de eu ser destemido, focado e sagaz. Afinal, eu só tinha a ganhar.

Mas eu queria mais. Eu queria comer aquela ninfeta e eu sabia que era questão de tempo até conseguir. Voltei pro escritório e acabei focando em outros assuntos, depois fui pra casa. Por volta de 19:30 tocou meu celular, Natália.

Natália: "Oi Del."

Del: "Olá delicinha, então quer dizer que minha carreira de vidente está à salvo?"

N: "Certamente." - a risadinha dela ao telefone era deliciosa.

D: "E então?"

N: "Del, vou embora daqui a dois dias após passar tantos dias nessa cidade. E nesse tempo todo não me diverti o que me diverti em 10 minutos com você."

D: "A vida é assim mesmo, as coisas boas duram pouco. O dia tem 24 horas, mas poucas pessoas aguentam mais de 2 horas de sexo sem parar."

N: "Safado."

D: "É o meu nome, lembra?"

N: "E tudo pra você é ou lembra sexo?"

D: "Relacionado a você, claro."

N: "Ai ai. Enfim, estou faminta, você sabe aonde tem uma boa pizzaria?"

D: "Depende de quanto tempo você quer estar ao meu lado no carro."

N: "Quem disse que iremos eu e você?"

D: "Quem disse que não?"

N: "Você é incrível Del."

D: "Deixa pra dizer isso amanhã de manhã."

N: "Gente, você é safado ao extremo, tenho medo de você."

D: "Diga-me, aonde você está hospedada?"

N: "Eu e minhas amigas alugamos um apartamento em Copacabana, mas elas não vão deixar eu sair com você se você vier me buscar aqui."

D: "Fato. Me diga a rua e eu te digo aonde você me encontra."

Ela me disse aonde estava e eu marquei com ela em uma loja de conveniência de um posto de gasolina. Se as amigas dela sentissem fome, com certeza não iriam jantar em uma loja de conveniência.

Fiz o trajeto Barra-Copacabana em tempo recorde com meu intrépido Audi. Foram apenas 32 minutos por volta das 20hs. Quem mora no Rio sabe que isso é um record absoluto e eu desafio qualquer um a tentar. Cheguei ao posto e lá estava a ninfeta me esperando enquanto olhava as revistas dentro da loja. Ela estava trajando um vestido amarelo largo, mas que delineava perfeitamente suas formas conforme a perspectiva em que se observava.

A cumprimentei com outro beijo na boca antes de qualquer troca de palavras. Durou alguns minutos.

Natália: "Boa noite pra você também."

Del: "Agora sim é uma boa noite, mas pode melhorar."

N: "Engraçadinho...e você é pontual né?"

D: "Você idem, eu disse 40 minutos, cheguei antes do tempo e você já estava aqui."

N: "Na verdade desci assim que desligamos o telefone."

D: "Já estava arrumada? Você roubou meus poderes de vidente com o beijo..."

N: "Parece que sim." - risadinha tesuda.

D: "Vamos?"

N: "Sim, aonde está seu carro? Tenho medo de alguém me ver."

D: "Não tenho carro, sou pobre. Se incomoda de pegar ônibus?"

N: "Ai, e esse meu salto?"

D: "Brincadeira, só estou testando você."

N: "Queria saber se sou maria gasolina?"

D: "Queria saber se você veio pensando em entrar no carro de um estranho em uma cidade que você não conhece."

N: "Nossa, você pensa em tudo."

D: "Gosto de mulheres destemidas."

Caminhamos até o Audi conversando sobre a vida dela. Aliás, só ela falava. No caminho para a pizzaria também só ela falava, e elogiava o carro conforme o passeio seguia.

Já no restaurante passamos a conversar sobre coisas mais picantes. Eu forcei o papo sobre sexo, regados a vinho e alimentados por pizza. Logo a ninfeta branquinha já estava ela falando mais que eu, contando de suas experiências, seus infortúnios, seu objetivo na cidade maravilhosa, capital da putaria...

Del: "Então quer dizer que um grupo de seis meninas de família saíram de Novo Hamburgo para conhecer a putaria carioca?"

Natália: "E eu fui a única que não se divertiu tanto até agora."

D: "Como assim? Não pegou vários?"

N: "Nada, acredita?"

D: "Não." - ri.

N: "Ninguém acredita quando eu conto, eu fui pro baile funk com elas, mas só pra dançar, adoro dançar funk."

D: "Assim como eu fui te encontrar hoje só pra comer pizza."

N: "Você não acredita em mim né?"

D: "E você sabe o que eu quero, né?" - disse isso pegando em sua mão com força, mostrando algo da minha pegada. Ao mesmo tempo, sentei na cadeira ao seu lado.

N: "Incrível Del. Mas você não vai me comer hoje."

D: "O que é incrível?" - disse eu enquanto a beijava o pescoço, sentindo o perfume delicioso daquela ninfeta. Minha mão estava em sua coxa, bem próxima da calcinha, apesar da ninfeta bloquear o caminho.

N: "Você, tudo isso."

Natália abriu as pernas, liberando o caminho da minha mão até sua calcinha já molhada. Beijei sua boca com vontade enquanto passava uma das mãos pelas suas costas. Com os dedos próximos do paraíso afastei o algodão de sua calcinha, sem resistência, e me deparei com uma prexequinha quente, com poucos pelinhos e um clitóris delicado, escondido entre o volume absurdo daquela prexeca gorducha.

Natália: "Del."

Del: "Eu sei, vamos embora daqui."

N: "Continue lendo meus pensamentos e talvez eu me apaixone por você."

Pedi a conta antes que o garçon chamasse a polícia para nos prender por atentado violento ao pudor. Caminhamos em direção ao carro nos beijando e nos acariciando. Minha vontade era arrancar o vestido daquela ninfeta e comer ela ali na rua, sem a menor cerimônia.

Já dentro do carro eu realizei essa vontade. Despi a menina, inclusive livrando-a da calcinha e também me despi, deixando meu little Del evidente, alvo das mãos pequenas da ninfetinha.

Natália pôs-se a chupar meu amigão, sem cerimônia, sem frescura, sem pedir pra colocar camisinha ou pra eu secar ele com papel higiênico. Simplesmente colocou ele em sua boquinha aveludada e chupou, me contorcendo com sua habilidade. Aquela ninfeta sabia o que estava fazendo, era experiente e eu fiquei feliz com isso. E parecia que ela me conhecia, pois alternava chupadas absurdas com sorrisos doces, mostrando aquele aparelho nos dentes que lhe dava um ar adolescente, apesar dos 20 anos de idade.

Eu já estava prestes a gozar e tentava afastar a cabeça dela para fazer alguma outra coisa ou tentar penetrá-la. Mas era como tentar tirar um pirulito de uma menininha, ela não largava. E continuava chupando meu pau como se fosse a última coisa que ela faria na vida, estava ficando impossível controlar o desejo de gozar, meu pau pulsava na boquinha dela e ela não parava.

Del: "Natália, eu vou gozar, isso está bom demais."

Natália: "Pode gozar, dá porra pra sua menininha, dá?"

Puta que pariu leitor, ela disse isso fazendo uma carinha que me enlouqueceu. Gozei naquela boquinha, o primeiro jato ela engoliu e depois abriu a boca, deixando a porra espalhar pela sua bochecha e queixo, e também caiu no painel do carro e no banco. Ela não ficou satisfeita e continuou me chupando e tocando punheta pra mim, fazendo esforço para manter meu pau duro. E o esforço não foi em vão, reclinei o banco e a peguei, colocando a prexequinha dela na minha cara, em posição de 69.

Era hora de deixar a ninfetinha louca. Comecei a chupá-la da forma que só eu sei, e a ninfeta gemia e tremia, tentando afastar a minha cabeça com uma mão enquanto continuava me masturbando com a outra. Ela aguentou pouco e logo gozou, uma delícia sentir aumentar o fluxo de melzinho escorrendo por aquela bucetinha rosada.

Natália: "Del, eu não quero nunca mais ir embora."

Del: "Eu não vou te deixar ir."

Natália sentou-se no meu colo e ficou se esfregando, deixando meu pau roçar em sua prexeca gorducha. Então ela colocou na portinha e ficou rebolando, transformando meu pau em uma rocha vulcânica incandescente. Eu movi o quadril pra cima e senti o little Del ser engolido por aquela prexequinha apertada e quente. Impressionante. A segurei pela cintura e a empurrei contra o meu pau, sentindo todo ele dentro da menina, que deu um gemidinho e logo começou a rebolar. Natália mexia para cima e para baixo, para os lados, gritava, gemia, se contorcia, jogava os cabelos, me batia, arranhava minha perna. Então virou-se de frente pra mim deixando aqueles peitões redondos com mamilos rosados na minha cara, os quais eu chupava enquanto meu pau arregaçava sua bucetinha pequena e meu dedo brincava em seu cuzinho também rosado. Um espetáculo de mulher.

Natália: "Eu quero dar o cu pra você Del."

Del: "Só se for agora."

N: "Não!"

D: "Não?"

N: "Não, tem que sobrar algo pra você me desejar."

D: "Eu vou te desejar mais lembrando de ter comido você todinha."

Tirei meu pau da bucetinha dela e posicionei na portinha do cu. Aproveitei-me do fato do pau estar encharcado de mel e senti que entrou com certa facilidade. Uma delícia de cu. Tava foda, Natália gritava muito e batia na minha cara, eu estava vendo que logo alguém chegaria perto do carro pra ver o que estava acontecendo. Segurei firme na cintura da menina e mexi o quadril com violência, arrancando mais gritos e lágrimas da ninfetinha que, na primeira oportunidade, pulou do meu colo e deitou-se no banco traseiro, com cara de safada.

Natália: "Vem finalizar Del."

Del: "Vou te destruir agora."

Natália deitou-se de bruços com as pernas abertas, apoiada nos dois bancos dianteiros que estavam completamente deitados. Eu fui por cima e enterrei o little Del por completo no cuzinho dela. A branquinha se agarrou aonde pôde e mordeu uma das almofadas que deixo no banco de trás do carro. Enfiei com toda a violência que pude por alguns instantes e gozei um rio de porra naquele cuzinho delicioso. Mesmo após eu gozar e ficar parado, ela continuava rebolando.

Natália: "Dá mais duas metidas que eu gozo também."

Pedido realizado e a ninfeta gozou, se estremeceu toda e trancava o cuzinho com força, fazendo sair do meu pau o resto de porra que eu tinha. Tirei o pau já mole de dentro dela e ela só pediu para levá-la pra casa, as amigas já deviam estar preocupadas. Fiz o que ela pediu e, ao se despedir, Natália me deu um beijo demorado e disse várias vezes que me amava. Amor de pica, bate e fica.

No dia seguinte não nos encontramos, houve um imprevisto com o aluguel da casa e as ninfetas trocaram as passagens para ontem. Claro que não pude deixar de encontrá-la às escondidas no aeroporto, mas o máximo que consegui foi um boquete, sentados no canto do saguão, mediante olhar de desdém daqueles que suspeitavam do que acontecia.

Então a ninfeta foi embora e eu voltei pra casa, depois fui trabalhar normalmente no estabelecimento. À noite, recebi uma mensagem no celular, que dizia:

"Contei tudinho pras minhas amigas e a viagem foi animada. Te espero em Novo Hamburgo. Te amo, Natália."

Novo Hamburgo, aí vou eu.

OBS: Todo o conteúdo desde texto é de caráter fictício, sem qualquer relação com a realidade. Todos os nomes, lugares e situações aqui descritos não devem ser considerados para qualquer tipo de comprovação. Mas que ninfetas do sul são deliciosas, isso são.

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