Pega de surpresa

25 de Março de 2014 Sibila Contos Eróticos 6234

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


...me virei e abri as pernas pra ela, a doçura se enfiou entre minhas coxas e...

Quando você pensa que não pode mais se surpreender com você mesma, aí vem a surpresa...

Sempre tive minha sexualidade muito aflorada e minha libido sempre me moveu desordenadamente, assim como um barquinho à deriva, sem rumo, sem norte, nunca tive nada que me prendesse, nem um amor verdadeiro, nem um falso, mas uns momentos de prazer eram suficientes pra me guiar, me levar assim, sem direção, sem noção e sem juízo... dona de mim, sempre fiz o que quis...

Hoje conto sobre uma aventura pra lá de gostosa, com uma amiga muito sem noção, meio
que assim como eu, Sibila, que nem tinha 18 ainda...

Andrea, minha vizinha do apartamento de frente no prédio onde morava, a menina tinha 23 anos e morava sozinha, branca, mais alta que eu, devia ter 1,60m de altura, mas como sou baixinha qualquer um que tenha 1cm a mais que eu já é altinho neh...minha amiga, gostosa, bundão, cabelos compridos, castanhos, cintura finíssima, coxas grossas, peitão, tudo” ão “, era cheia das carnes, rosto redondo, boca pequena, não era tão bonita quanto era gostosa de formas, inteligente...
Eu a adorava, éramos inseparáveis, a não ser quando estava no instituto de educação onde estudava no último ano de magistério.

Um dia, Andrea me esperava na janela e quando cheguei à noitinha, estava suada, doida pra tomar um banho e cansada depois de um dia inteirinho de estudos e estágios, ela me chamou pra sair, nem me deixou guardar mochila ou trocar uniforme (uma camiseta de malha azul marinho, calça jeans e tênis)... a vaca me fez entrar no carro, um corsa branco.
Andrea me levou pra um lugar na cidade vizinha, na chegada tinha uma subida muito íngreme e no alto da colina, uma boate: “O glorioso puteiro” e quando vi, disse:

-Andrea, você pirou?! tá ficando doida?! estou de uniforme e num tenho idade pra entrar nisso aí não...

 Andrea: - eu vou entrar, num vim aqui à toa não.

Eu:-mas o que você quer aqui menina?

Andrea:- só quero ver como é, ué, num posso?!!

Eu:- ninguém merece...Parou no estacionamento e foi fechando o carro.

Eu gelei, não sabia o que fazer, se ia com ela ou se ficava no carro, mas minha decisão foi entrar no recinto, meu lema era transgredir e eu com uma baita cara de pau de uniforme.
O cara da portaria só me deu uma olhada, nem se importou e cobrou entrada. Lá dentro, as camelinhas lindas, me encantei! Andrea e eu nos sentamos numa mesa próxima à pista de dança, o garçom parecia um mordomo culpado de filme inglês, tinha que ver a cara do cara! Me deu medo!!...pedimos um refrigerante, caro pra caralho!!! Ele trouxe, tinham algumas mesas ocupadas em frente ao pequeno palco, poucas meninas dançando só de calcinha, esfregando uma na outra, chupando os seios e se beijando, instigantes...

Ficamos o tempo suficiente pra beber o “refri” e eu ir ao banheiro...Ops!! Onde era o banheiro??...caraca!!
Tive que me levantar, atravessar a pista de dança e falar com uma camelinha linda, loira que estava encostada numa porta que dava num bar e Andrea me acompanhando com os olhos, rindo muito da minha cara, parecia que estávamos combinado uma trepada com aquela puta coxuda gostosa, toda de preto, com uma saia rodada e curta, um par de botas cano longo até nas coxas e bustiê mostrando o seios avantajados, maquiada, brincos candelabro, linda!...isso me deu uma sensação diferente, me senti flertando, me excitou, fiquei surpresa comigo mesma, acho que era o lugar sei lá...pois é neh, sempre gostei muito de um crakudinho.

Quando voltei Andrea já estava de pé, me esperando pra irmos embora, tinha resolvido seu problema de curiosidade em conhecer um prostíbulo, mas pra mim, foi mais que isso...
Fomos pra casa de minha migucha, ela passou direto pro banho e eu direto pra sua cama. Estava quase dormindo, quando ela chegou enrolada na toalha, mas a cena me chamou atenção, ela passando a toalha no corpo, ao mesmo tempo que conversava comigo, colocou um dos pés em cima da cama pra secar a perna e também a xoxota testuda, depilada, caraca!!...comecei a despertar, queria ver minha doce amiga, ela não tinha ideia de como estava sensual, ria e falava das peripécias da noite...

 Então, Andrea me disse:

-vai tomar banho não? Porcona!!! srsrs

Eu: - tô morta, mas já vou, termina ae...

Andrea:- terminar o quê?

Eu: - de se secar ué...

Andrea: ehh eu heim!!...precisa me esperar!?

Então fui pro banho, de lá gritei pra minha querida amiga me levar uma toalha, a porta já estava aberta e quando ela chegou me deu uma olhada daquelas e pendurou a toalha lá. Terminei o banho e fui pro quarto, enrolada na toalha e me joguei seu ao lado, fiquei de bruços como minha doce amiga, sem me secar mesmo, a preguiça era demais.

Andrea estava deitada com umas revistas pornô, eu não tinha hábito de ler esse tipo de revista, mas parei pra prestar atenção nas imagens, no começo nem liguei, mas fui aliciada com seus comentários, ela foi me envolvendo com aquilo e comecei a sentir tesão, achei estranho, mas a verdade é que estava com a buceta piscando, Andrea parecia que estava mesmo querendo me ver excitada, me atiçando...

Eu já estava, além de latejando, molhada, minha cruel amiga me torturava, me fazendo sentir tesão daquele jeito, ela percebeu e disse:

-Me deixe ver?

Eu:- ver o quê?

Andrea: a sua bucetinha...

Aquele momento realmente me chocou, me surpreendeu, minha querida amiga, que admirava,
que nem de longe pensava em algo mais, ali me pedindo, eu com a xereca latejando e ela me faz aquela pergunta...ahh quer saber?!...deixa arder!!

Só me virei e abri as pernas pra ela, a doçura se enfiou entre minhas coxas e com as duas mãos, usando dois dedos de cada uma, abriu os grandes lábios da minha xoxota com uma delicadeza sem igual, nossa!! Arrepiei até o último cabelinho!

Andrea só olhava, ficou assim olhando alguns minutos, examinando a belezinha da minha prexeca encharcada, eu imóvel, deixei que ela fizesse o que quisesse ali e me deixou mais excitada do que podia imaginar, só olhando, quando senti seu dedo tocando em mim, buscando toda a umidade da minha grutinha quente, depois espalhou o doce mel nela toda, do grelo ao cuzinho... nem te digo o quanto isso foi delicioso, porque foi a “oitava maravilha de Andrea”, a sutileza de seu toque, pincelando com os dedos...

Eu perdida de tesão, querendo mais dela, foi quando me surpreendeu novamente com uma lambida e mais uma novidade, minha linda me enfiou um dedo delicadamente no cuzinho, nunca tinha sentido um dedo enfiado nele, ela fez isso comigo, bem devagar, aos poucos foi enfiando o dedo todinho, me contorci e dessa vez, deixei escapar uns gemidos altos e Andrea começou a me chupar com uma voracidade, chupava, lambia, metia o dedo sem parar eu serpenteava, sibilava, até que o prazer foi tão intenso, que não aguentei, minha buceta começou a pulsar deliciosamente e gozei na boca da doçura, prendi sua cabeça com minhas coxas, dei uma sufocada nela, mas foi involuntário, simplesmente não suportei o tesão que foi demais.

Soltei Andrea de minha pernas, ela olhou pra mim, sorriu e me chamou de safada, disse que eu nunca havia percebido suas investidas, que tinha muita vontade de sentir o gosto de minha buceta e que pra me provocar me levou naquele puteiro e mostrou as revistas. A danadinha me seduziu...

Lógico que retribui com todo tesão aquela chupada maravilhosa que havia recebido, nunca tinha ficado com uma menina antes e comecei repetindo o que ela me fez, me enfiei entre as pernas dela, fui puxando sua calcinha até tirar, depois dei uma lambida de cima a baixo na prexeca fechada, que a bixa até  tremeu, gemia gostoso também, empurrei a língua pra dentro e senti o seu grelo e o gosto doce do melzinho que escorria, em seguida fiz uma chupada do jeito que amava receber, até sentir minha flor gozando loucamente na minha boca...

Claro, que depois disso nossa amizade continuou normalmente e tivemos só mais uma transa, só que dessa vez tínhamos um intruso

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