Exibindo para a Professorinha

29 de Março de 2014 Mago da Ilha Contos Eróticos 11096

Reportagem especial (UOL)
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Quando escrevi o conto do "pós-carnaval", contei da amiga de minha esposa, a professorinha. Deliciosamente provocante, foi testemunha de nossa transa no estacionamento. Depois daqueles dias, não a vi mais, e nem minha esposa também comentou algo sobre tê-la encontrado. Achei que ela deveria ter ficado com vergonha, por eu ter percebido que ela nos observava, e deixei para lá. Enquanto isso, outras coisas aconteceram (também já relatei) e acabei por esquecê-la: até ontem!

Sexta-feira, fim de tarde, escritório com pouco movimento, eu e a Juliana conversávamos sobre os planos do fim de semana, ambos cheio de más intenções. Ela, com o novo namorado, eu, com a minha esposa, e o papo rolou sobre tudo, e claro, o clima era aquele de tesão, ambos querendo já começar a festa. Mas, tínhamos de nos comportar no trabalho. Logo seu namorado chegou, ela veio se despedir na minha sala, ainda passou a mão no meu pau e disse: "economiza, que na segunda é meu". Nada como uma mulher safada para lhe excitar. O problema é que eu ainda iria ao supermercado, e depois para casa, para só aí aliviar o tesão.

Trânsito, supermercado cheio, tentava não ficar de mau humor, pensando no que poderia fazer no fim de semana. Distraído, fui enchendo o carrinho quase que automaticamente, quando reconheço, à minha frente, aquela morena que, indecisa, escolhia entre as muitas marcas de Azeite de Oliva. Cheguei lentamente, e falei: "este é melhor", apontando para uma das marcas que segurava, quando ela me olhou assustada, mas logo sorriu. Nos cumprimentamos, e começamos a bater um papo ali mesmo, e ela logo falou: "nossa, tua esposa acabou de me ligar, não morres mais!" Fiquei surpreso, e ao mesmo tempo feliz com a notícia, ao que a professora continuou: "ela perguntou, se eu queria ir na praia amanhã com vocês, mas confesso que fiquei com vergonha, por causa de..." - já interrompi, e disse que não havia que se envergonhar. Como voyeur assumido, sei como é complicado quando o observado é um amigo nosso. Tentei explicar isso de maneira a amenizar a situação. Propus que terminássemos as compras juntos, e tomássemos um café em seguida, e foi o que fizemos.

Conversamos sobre todo tipo de amenidades, e no meio do café, o meu telefone tocou. Era minha esposa, e falei que tinha encontrado sua amiga no supermercado, que tomávamos um café... e ela: "ah, chama ela pra jantar com a gente!". Aquela fora a pior ideia que minha mulher poderia ter. Eu já ali, cheio de más intenções, ainda levar para casa? Desliguei o telefone, e fiz o convite. Ela manteve-se envergonhada, e era exatamente o que eu queria, quando perguntei: "Gosta de observar mesmo, ou foi a primeira vez?". Tentou se esquivar, quase não me olhava no olho, mas sabia que aquilo a excitava, pelo modo como falava. Eu sei como é, só de lembrar da situação me excitava também. Ela comentou que havia sido a primeira vez que olhava um ato, mas já se pegou observando casais, e que isso a deixava com tesão. Levei o papo adiante, e ela me confessava mais. Vídeos na internet, sites, câmeras ao vivo. Percebi que ela realmente ficava louca com aquilo. Os seios queriam furar sua roupa, seu rosto havia mudado. Era o momento certo, pensei, e falei: "Olha, minha esposa, você sabe, é muito certinha. Mas, eu não, e você também percebeu. Vamos jantar conosco, certamente tomaremos um vinho, e lhe prometo que você terá mais uma chance de ver." Lhe expliquei como era nossa casa, onde seria, e onde e como ela poderia ver, o que poderia fazer. Ela ficou tentada, suava. Disse-lhe que eu iria para casa, ela devia fazer o mesmo, deixar as compras, e se ainda quisesse, ligasse para a minha esposa, e fosse jantar. Eu providenciaria o resto.

Fui para casa, ainda com muito tesão. Era o segundo "quase" do dia, uma tentação enorme. Pensava na Juliana, que a essa hora já devia estar transando loucamente com o namorado. Pensava na professorinha, lembrava daquela cintura, daquela bunda maravilhosa. A cara safada, tudo. Cheguei em casa, e mal subi com as compras, agarrei minha esposa. Transamos na cozinha, no balcão de mármore. Aquelas transas rápidas, quentes, suadas, e fomos em seguida tomar banho. Ela foi preparar o jantar, até então para nós, e eu fui ver um pouco de TV. Servi um whisky, e um pouco decepcionado por sua amiga não ter ligado, mas também bastante relaxado pela a transa em casa. Achei que tudo acabaria no jantar, talvez mais uma sessão com a esposa, e cama. Foi quando ela entra na sala, e me fala: "abre um vinho para as meninas, ela está chegando!"

Nem precisou dizer mais nada. Tudo correria como eu pensei. Vinho, comida, papo... Ela chegou, deslumbrante. Estava com um vestido curtíssimo. Pernas bronzeadas, cintura, decote. Jantamos, e seguimos para a área da piscina, para continuar o papo. Segunda garrafa de vinho, e elas bem soltas. O papo rolou sobre tudo, inclusive sexo, mas mantínhamos a classe. Olhei, e ela entendeu o olhar. Hora de fazer o combinado. Minha esposa estava alta, tomando o vinho rápido, como de costume, e sabia que ela, mesmo tímida, estava com tesão pelo papo. A professorinha foi no banheiro, era o sinal. Comecei a beijar minha esposa, com terceiras intenções, e a passar a mão, apertá-la. Gemidos baixinhos, e ela lembrou: "calma, tem gente em casa, comporte-se". Ah como eu queria dizer para ela continuar, e não ligar. Mas seria repreendido. Continue com o plano. Falei em seu ouvido: "ela tá voltando, eu vou no banheiro, dá um pulinho lá, que eu quero te comer, e vai ser agora, dá uma desculpa". Apesar de tímida, ela adora essas propostas, e sabia que não resistiria.

A professora voltou, e eu fui no banheiro. Era a segunda parte do plano, tudo certo. Logo minha esposa veio atrás. Chegou já me beijando, apertando seu corpo no meu. Como eu previ, não fechou a porta, nem do banheiro, nem do quarto. Falei: "ajoelha, me chupa". Ela logo colocou meu pau para fora, apertava, me olhava com a carinha de safada de sempre, e engoliu. Boca molhada, quente, e na posição perfeita para eu ver a professorinha passar para dentro do quarto e se sentar no canto que lhe falei. Segurava a cabeça, controlava a chupada. Via a professora tentando olha para ver, senti que ela queria estar ali pertinho. Tocava seu corpo, enquanto eu continuava a foder aquela boquinha. Tirei o pau, bastante molhado, e passava na cara da minha mulher. Esfregava, batia. A levantei segurando pelo pescoço, já virando rapidamente para que ela nem olhasse o quarto. Fiz com que ela fixasse do costas e abrisse as pernas. Curvei seu corpo, encostei meu pau, pincelava a buceta, o cuzinho, esperando que ela escolhesse. Empinou a bunda, e disse: "me fode, rápido, vai..."

Eu sabia o significado do rápido, e mal sabia ela que não precisava se preocupar. Não teve problema, atendi o seu pedido e soquei, forte. Metíamos rápido, ao estilo do casalzinho de namorados que fode escondido na casa do pai da namorada, com eles na sala. Sentia ela gozar e escorrer pelas pernas, me controlava, mas ela pedia. "Vai safado, me dá tua porra, vai...." Mas, queria que a professorinha visse, e quando estava gozando, tirei o pau, curvando-a ainda mais, lambuzando além de sua buceta, sua bunda, costas. Apertei seus peitos, e a puxei. Ainda de costas, virando a cabeça e beijando-a. Era parte do acordo, para que a professorinha saísse do quarto.

Minha esposa pediu que eu me vestisse e voltasse, e dissesse que ela já chegava. Tinha de tomar um banho, e eu inventaria uma desculpa. Nem sabia que eu não precisaria. Voltei, encontrei a professorinha sentada, abanando-se como se tivesse com calor. Ela me olhou, e rapidamente: "onde ela está?". Expliquei: "no banho... me conte, viu?" Ela olhou para um lado e outro, para ter certeza que não havia ninguém, pegou minha mão, levou a sua buceta. Não estava somente molhada, estava deliciosamente lambuzada. Tirou, chupou meu dedo e disse: dê um jeito, e amanhã quero sua porra!

Nos recompomos, minha esposa voltou. A professorinha não resistiu e provocou: "sinto cheiro de banho é? depois você vai me contar isso direito, e riu". Minha mulher, vermelha, riu também. Fingi que não sabia de nada, e aquilo ficava cada vez mais excitante. Mais uma garrafa de vinho, e convite da minha esposa: "dorme aqui, tem o quarto de hóspedes..."

O que aconteceu? Se quiserem, conto depois...


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