O aproveitador da indefesa Sibila

29 de Março de 2014 Sibila Contos Eróticos 19764

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Morava havia pouco tempo no condomínio da Avenida Principal, tinha poucos amigos no bairro a não ser Lara que já estudava comigo no instituto onde cursava o segundo ano de formação de professores. 


Lara morava na rua de trás da minha, ia pouco lá, nos encontrávamos mesmo na escola, em sala de aula ou quando tínhamos provas ou trabalhos, ela ia pra minha casa ou eu ia pra dela. Num desses dias, em que estava estudando na casa de minha migucha, na mesa da copa, já era noite, não muito tarde, tínhamos revisado toda a matéria, estava juntando meu material pra ir embora, quando chega o irmão de Lara, o Dudu, que entrou pela cozinha e sentou numa cadeira ao lado da minha, trazia um caderno que jogou em cima das minhas poucas coisas que ainda estavam espalhadas na mesa, o cara tinha acabado de chegar da faculdade, fui até grosseira, nem dei ideia pra ele, apenas olhei e fiquei quieta, mas vi a folga do Dudu Tasse (tá se achando), que me deu uma olhada e reclamou da bagunça na mesa, que queria tomar um café, mas nem tinha espaço, por causa de nossos materiais. Levantei pra ir embora, mas com cara de poucos amigos para o “Dudu Tasse”.


 Ele era o tipo trabalhado na academia, 22 anos, um corpão sarado, gato, cabelo preto, moreno, mais ou menos 1,80 m de altura. Detesto menino que se acha, nem dei ideia mesmo. Mas não pude deixar de perceber a olhada fulminante do cara pra minha bunda empinada.


 Eu usava uma camiseta cavada de malha branca, com a porra do sultiã por baixo, o cabelo amarrado em um rabo de cavalo e um short jeans (tam 38) arrochado, tinha engordado um pouco, a bunda foi a primeira a crescer neh. 


Esperava Lara terminar uma ligação pra me despedir e sair, ela falava no celular com Júlio que nos convidou para irmos dia seguinte (sábado) na piscina do clubinho no Laranjal, que passaria na casa dela às nove da manhã. Imediatamente fiquei bolada porque ia pra piscina usando um biquini minúsculo, tinha engordado um pouco neh. Dudu também ia...eca!!! 


No dia seguinte, Julio, o peguete de Lara, foi pontual, eu já estava na casa dela. Com tudo pronto, entramos no carro e fomos pro clubinho. Lá, Dudu exibia seu corpo malhado, deu tiro pra todo lado e cantou todas as meninas que pode, fez de tudo pra chamar atenção e eu na minha cadeira, tomando meu suquinho, curtindo o sol que estava maravilhoso. 


Lara e Julio dentro da água, de olho no salva vidas, era proibido namoro na piscina e uma distração do cara, era um amasso dentro d’água, o casal cara de pau nem ligava para os olhares das tias na borda da piscina. Foi quando Lara me pediu pra buscar um “refri” pra ela na cantina, levantei e fui, caramba!! Num teve um que não me olhasse!! 


Dessa vez foi demais, todo mundo me olhando, era a tal da bunda, com o biquini enfiado no rabo, os peitos que faltavam escapar do pequeno pedaço de pano que tampava os mamilos, quando voltei Lara me chamou pra entrar na água, sentei na borda e escorreguei pra dentro d’água, tapando o nariz e afundando toda pra molhar os cabelos que estavam soltos, Dudu, que já estava dentro da piscina veio logo e me disse: 


- tá gostosa heim Sibila!! te pego 


-tá bom, "podexá"!! vai pega sim!...falei isso séria Julio e Lara ficaram agitando, mas eu não estava afim de ser mais uma pro “comedor” ali... estava afim mesmo de um carinha da escola e tinha esperança que ele aparecesse na piscina naquele dia. 


O dia passou assim, o menino que estava de olho não foi, brincamos na água, almoçamos, tomei sol o dia todo, imagina como fiquei flambada!! 


No final da tarde fomos embora, fui pra casa, tomei um banho bem relaxante no “chuveirinho” com uma gozada de lavar a alma (quer saber como foi?” leia o conto...hehehe) pensei naqueles músculos de Dudu que antes nem ligava, mas que na horinha fez uma diferença no meu banho gostoso... depois passei toneladas de hidratante. 


Coloquei uma camisola bem fina e fui dormir, mas aquele chato do Dudu estava na minha mente, as palhaçadas dele na piscina, se mostrando, me observando, procurando o meu olhar que eu fazia de conta que num via,  não gostei dos meus pensamentos viu. 


No dia seguinte, não foi nada bom, amanheci dodói, passei o dia todo na cama, vomitando, enjoada, uma fraqueza, minha mãe cuidou de mim o dia todo, com sopinha, chás disso e daquilo...”deu ruim pra mim tá!!” Era meu aniversário, completava 16 anos e eu daquele jeito, um almoço caprichado, meus amigos, minha família toda na minha casa e eu fudida...ninguém merece!! 


Chegou a noite, já estava bem melhor, meus parentes e amigos tinham ido embora e Lara voltou, queria saber como estava e tals, me convidou pra sair, disse que tinha uma galera na praça do final da rua de sua casa, que estavam tocando violão e tomando vinho, eu não bebia, aliás nunca fui de beber, mas o convite foi tentador, fui pra praça. 


Daí que eu te falo: “galinha que acompanha pato morre afogada” mesmo, pra quê que eu fui beber??! Já estava fraca, nunca tinha bebido e enchi a cara, me ferrei, fui a porre, estava de vestido, num sentava direito, geral vendo minha bunda, pois a calcinha estava enterrada no rabo, perdi a linha, dei PT (perda total). 


Lara ficou doidinha lá, não podia voltar comigo pra casa ruim daquele jeito e queria ir pro motel com Julio, então a doida me liga pra minha mãe dizendo que eu ia dormir na casa dela, depois pediu pro Dudu me levar pra casa deles e me deitar na sua cama, que me deixasse dormindo lá e que quando ela voltasse cuidaria de mim... 


Pra você ver a amiga da onça, preferiu dá pro namorado do que cuidar da amiga toda ferrada e fez pior ainda, me entregou de bandeja pro irmão. Imagina eu vulnerável, nas mãos do Dudu, na casa dele na ausência dos pais...num ia prestar neh O bichinho saiu comigo no colo mais rápido que pode, me colocou no carro e levou pra casa, eu destruída, mas com uma certa noção de tudo, senti quando me tirou do carro e no colo me levou pra dentro, me deitou na cama dele e começou a tirar meu vestido, tirou minha calcinha, sultiã e me deixou nua, eu sem força pra resistir, me levou pro banheiro abriu o chuveiro, ficou comigo lá assim algum tempo, ele também entrou na água e estava nu, o safado. 


O aproveitador começou a me alisar, senti suas mãos passando pelo meu corpo, não conseguia detê-lo, estava completamente sem força, Dudu chupou meus peitos deliciosamente, depois me virou, me pegou por trás pra roçar o pau duro na minha bunda e massagear meus seios, eu sem reação aparente, estava com a buceta piscando, me deixou com um puta tesão aquilo...como pode isso? eu não queria, estava chapada e ele abusando de mim, mas eu queria o danado me acariciando daquele jeito tão bom, sei que ele desejava aquilo a algum tempo, eu que num dava chance. 


Dudu me levou de novo pro seu quarto, me deitou de barriga pra cima, eu o observei com os olhos quase fechados, isso quando conseguia abri-los, nossa!! Era lindo, que corpo lindo! que pinto lindo!! tudo lindo... 


O tarado ali, pra continuar o abuso, sentado na cama ao meu lado, me olhou por um tempo e depois passou a mão na minha xota depilada, alisou por fora e eu fingindo de morta, estava adorando a brincadeira, queria que fosse adiante, o bobo não tinha ideia da minha consciência, achava mesmo que estava apagada acho que teve um estalo de juízo e resolveu parar com as carícias ali, sei lá, fiquei meio puta, porque já estava no clima, então, dei uma gemida e mexi na cama, afastei uma perna só um pouco, expondo ainda mais minha prexeca, deu certo!! 


O aproveitador de mocinha indefesa me tocou de novo, mas dessa vez esfregou com vontade a mão na minha xereca e foi se enfiando em meio das minhas pernas abrindo-as ainda mais, me matou de tesão quando deu uma lambida nela de cima a baixo e enfiou um dedo na minha vagina, que latejava além de estar inundada, ele sentiu isso e sussurrou baixinho:


 - Sibila danadinha! tá molhada, tá gostando...eu fiquei imóvel, não queria que soubesse que estava desesperada por seu toque, por sua boca, língua, seu pênis me penetrando. 


O mau caráter, me deu uma chupada sem igual, que delicia de língua! Que boca macia, estava cada vez mais difícil ficar quieta, tinha que conter as estremecidas, os sussurros. Meu depravado oportunista, lambia meu clitóris, chupava, massageava minha buceta toda, foi quando enfiou um dedo aos poucos no cuzinho que me deu um tesão desgraçado, eu não estava aguentando, foi cruel, estava prestes a ter um orgasmo inédito, aquela chupada estava perfeita, mas queria senti-lo dentro de mim, estava ansiosa pelo pau todo enfiado na minha buceta inchada e parece que o safado queria acabar comigo mesmo, porque num demorou muito e ele veio com tudo, deitou-se por cima de mim, direcionou seu pênis e o introduziu na minha vagina molhada, forçou a entrada e aos poucos foi entrando tudo até o fundo, aí o bicho pegou, levei umas estocadas perfeitas, com vontade, com força e o orgasmo foi inevitável.

Agora imagina eu, uma tarada incontrolável suprimir as gemidas, as contorcidas e gozar no mais completo silêncio, estática, gozar em segredo, com ele ali, me fudendo freneticamente. 


Estava no limite do suportável, quando gozei, minha xoxota que amo de paixão me proporcionou mais uma vez aqueles espasmos perfeitos no clímax do meu prazer, pulsando sem o meu controle, esconder isso foi uma tarefa mais que impossível, o danado sentiu quando gozei, sentiu as trancadas involuntárias realizadas por minha buceta no pau dele que também não se conteve e gozou puxando seu mastro pra jorrar tudo em mim, na minha barriga, taí uma cena que amo ver, mas dessa vez, só senti esguichando uma quantidade enorme de seu gozo na minha barriga.


 Pode imaginar o que é isso pra mim?!...sabe quando se machuca, bate o dedo em algum lugar por exemplo??!! Dói e você grita, xinga, geme, essa reação alivia um pouco a dor neh, pois bem, gemer, contorcer, também alivia meu tesão, porém, não sucumbir a esses reflexos transcende o prazer em mim, é muito mais intensa e exagerada a sensação. 


É fabuloso. Nunca vivi nada parecido depois disso, fui abusada e abusei do menino quando não falei que estava consciente...será que merecia saber do orgasmo maravilhoso que tive com ele? Nunca falei, mesmo depois de tê-lo namorado por um ano... 



Reportagem especial (UOL)
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