Carnaval no sítio

31 de Março de 2014 GatsBaby Contos Eróticos 13399

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Lá estávamos. Mais um dia na faculdade e tendo que aturar o Marco Felipe, um professor ridículo que cismou que eu era igual a filha dele e queria que fosse melhor na matéria. Nada contra, mas matemática não é o meu forte!
Estava doida para que o carnaval chegasse logo, assim teria tempo para mim. Já tinha algum tempo que não saia, dava um role por ai, pois quando centralizo meu pensamento em algo, é aquilo e pronto.
Eu e uma amiga que tinha acabado de conhecer, Thatiane (fictício), que estava no mesmo barco que eu, mas se parecendo com a esposa do professor. Dá para imaginar? Eu não parecia com a filha dele, mas ela e a esposa... pareciam mãe e filha.
Naquela quarta-feira, saímos da faculdade e fomos tomar uma cerveja num barzinho que tinha ali por perto da faculdade mesmo. No mesmo momento ela ligou para os pais dela, ficou falando e falando por algum tempo e depois virou para mim e disse: Você vai vim, não é?
Eu seriamente e desconcertada não sabia o que dizer. Mas vou aonde? Em seguida ela me explicou. Os pais de Thatiane têm um sítio e no carnaval sempre ela e o irmão dela vão para lá. Esta tinha falado com os pais e pedido para eu ir e claro, que a resposta, foi sim.
Estava mesmo precisando esfriar a cabeça e não me contive, aceitei na hora. Cheguei em casa e falei com minha mãe. Já sou maior de idade, então só falei por falar mesmo e como minha mãe me apóia em tudo, disse que podia ir e que me divertisse bastante.
No dia seguinte, eram aproximadamente cinco da manhã e Thatiane e o irmão tinham ido me buscar. Entrei no carro, levei somente minha mochila com roupas, além do mais eram só três dias. Cumprimentei o irmão e Thatiane e por ela fomos apresentados. Aquele era Diego (fictício), irmão por parte de pai de Thatiane, mas criado pela mesma mãe.
Seguimos em viagem. Eu queria mesmo ver toda a paisagem durante o caminho, mas o sono, como sempre, foi mais forte que eu e acabei dormindo. Fui acordada pela buzina do carro em que estávamos anunciando a chegada. Olhei no relógio e já eram oito e meia da manhã.
Reparei bastante o local. Uma casa simples no campo, ar fresco e puro, galinhas correndo soltas pelo terreno, uma fofura de lugar, pacato e singelo. Fomos entrando, Diego estacionou o carro e pegou as malas. Sim, malas. Thatiane levou quatro bolsas de viagem abarrotadas de roupas só delas. Diego assim como eu, levara somente uma mochila.
Entramos na casa que aparentava ser minúscula por fora, mas bem maior por dentro. Tinha dois quartos, uma sala, uma cozinha e um banheiro, bem grandes por sinal.
Thatiane me levou para o quarto onde ficaríamos. Estava num tom roxo escuro com estrelas no teto, aquelas que brilham no escuro. Estava abafado, abri a janela e vi um tanto distante uma outra casinha. Não segurei a curiosidade e perguntei a Thatiane quem morava lá.
Aquela era a casa do seu André e dona Marta, o casal que cuidava do sítio na ausência dos donos. Arrumamos tudo e quando terminamos já estava na hora do almoço. Todos estavam a postos na grande mesa. Foi então que conheci dona Marta, seu André e seus filhos, Andrei e Antony. Almoçamos e muito bem. Dona Marta tinha um verdadeiro talento para cozinha e mimava a todos. Começou com uma bela feijoada e terminou com doce de abóbora e cuscuz.
Seu André logo deu a dica de irmos a um lago que tinha ali por perto. Assim foi feito. Arrumei-me e fui com a galera. Era um lago bem longe por sinal, perto de um nada, a não ser algumas árvores de pequeno porte que havia ali por perto. Aproveitamos bastante a tarde e em meio ao período percebi que Andrei me olhava diferente. Talvez algo errado comigo? Não entendia, nem como tinha trocado uma palavra, porém deixei quieto.
Ficamos horas e só pelas quatro voltamos. Cheguei já surpresa. Na sala, havia muitas pessoas, cerca de dezessete, rapazes e moças, que correram para abraçar Thatiane e Diego. Fiquei calada, não conhecia ninguém, mas tentava me enturmar.
Fui para o quarto, peguei minhas roupas, tomei um belo banho e quando sai, fui ao quintal. Estavam todos lá. Tocando violão em volta de uma fogueira. De inicio me assustei, mas aprecia tudo tão normal para eles que tentei agir normalmente também.
Tenho sinusite e ali tinha tanta fumaça que comecei a passar mal. Fui caminhar um pouco e pensei em voltar ao lago, já que tinha me sentido tão bem lá.
Fui chegando já tirando a camisa, quando me assusto ao ver Andrei batendo uma bela punheta falando meu nome aos delírios. “Carla, Carlinha... Minha putinha gostosa...” e coisas do tipo. Gelei. Fiquei pasma. Não com ele e sim na situação em que me encontrava de estar quase sem camisa, só de sutiã. Envergonhada, vir-me-ei e sai correndo dali, sem sequer olhar para trás.
Voltei a casa, mas dona Marta me avisou que eles tinham ido numa “baladinha” que tinha ali por perto e que pensava que eu tinha ido junto. Respondi-lhe falando que estava com dor de cabeça e que iria dormir. Dona Marta toda carinhosa me ofereceu brigadeiro dizendo que era o melhor remédio para dores de mulheres e claro que aceitei.
Mais tarde, ouvi um barulho do quarto onde estava mexendo no meu notebook e decidi sair para averiguar. Um carro tinha acabado de chegar e se direcionado para perto da casa de Dona Marta.
Não me importei e voltei para o quarto. Acabei caindo no sono. Fui acordada as seis da manhã por Thatiane me chamando e criticando, dizendo que eu era anti-social por não ter ido com eles e que hoje iria. Cai nos risos, levantei e fui me arrumar. Ajudei dona Marta na cozinha, a preparar a sobremesa.
Estava de tarde, Thatiane e Diego estavam na casa com mais três garotos e uma garota. Sem saber o que estava fazendo ali, sai novamente. Caminhei para conhecer mais o sítio. Passei por perto da casa de dona Marta e como sempre curiosa, decidi chegar mais perto do carro preto que chegara na noite anterior e do qual não saiu ninguém.
Rodei o carro, vidro escuros, nada dava para ver de dentro quando vi que a porta estava aberta. Lógico que entrei. Pouco depois entra Andrei e fecha a porta. “Droga, essa minha curiosidade ainda me mata”, pensei.
Ele estava quieto, chegou mais perto e calmo começou a pedir desculpas. Achei fofo da parte dele. Estava envergonhado da cena da noite anterior e se desculpava. Disse que a muito tempo não namorava e que eu tinha lhe dado muito tesão. Não sabia o que responder, por isso fiquei calada. Depois de toda a conversa, sai do carro e voltei para casa.
Fiquei horas me perguntando e lembrando da cena. Saber que algum homem estava com tesão por minha causa me deixava tão excitada que não tem palavras para descrever. Pensava, relembrava, sonhava acordada com Andrei e decidi que eu também estava super excitada com ele.
Tomei banho, coloquei perfume, soltei o cabelos, vesti-me com saia e blusa, colocando uma calcinha fio dental (sei ser muito safadinha quando quero) e fui passear pelo sítio. Eram quase seis da tarde e logo quando passava pela casa de dona Marta, vi Andrei concertando o carro. Aproximei-me e comecei a falar séria, o assunto carros me atrai muito. Batemos o maior papo. De repente, passou um vento e levantou um pouco minha saia. Percebi que Andrei estava maluco. Foi quando entrou na casa. Fiquei ali fora, senti-me um tanto rejeitada, abri a porta do carro e me sentei no banco do motorista.
Não sei dirigir, isso é fato, mas sempre gostei de fingir. Pouco depois entrou Andrei no carro também. Brincou um pouco com a minha performance ao volante e disse que tinha muito para melhorar. Sentou no banco do passageiro e começou a me dar dicas para dirigir. Dicas vão, dicas vem e eu ali, morta de tesão. Vir-me-ei e agarrei-o com um beijo, coisa que ele aparentava só estar esperando.
Andrei me passou para o banco de trás do carro e fechou a porta do veículo. Tirei minha blusinha e já dei meios peitinhos para ele brincar (fato: todos os homens com quem me relacionam amar brincar com meus peitos). Estava doida e tirando o atraso de horas esperando aquele macho ser meu. Ele mordiscava meus seios, lambia, mamava, beijava me deixando ainda mais excitada.
Logo em seguida, tirei a camisa dele e voltei a beijá-lo. Foi um agarra-agarra dali e de cá. Ele abaixou as calças e me deixou ver seu documento. Não era muito grande, mas bem grosso e com veias exaltantes. Eu, boqueteira com muito prazer, cai de boca e alma naquela tora. Brinquei muito e o safado não gozou tão rápido quanto imaginei pelo estado em que estava.
Aquele era safado, mas também educado. Ora um, ora outro. Beijava-me como uma primeira namorada, mas me agarrava como um macho Alpha da situação.
Não liguei, continuei ali. Quase engasguei umas duas vezes, pois tentei enfiar o máximo do pau na minha boca. Fiquei ali por muito, mas muito tempo mesmo. Pouco depois eu deicidi que não dava mais para esperar. Tirei meu fio dental e esfreguei a mão dele bastante na minha bucetinha para ele ver como ela estava encharcada. Falou que agora sim eu seria mulher e meteu. Confesso que já não era mais virgem a muito tempo, mas também já não transava há uns dois meses (fim trágico de relacionamento) e quando ele meteu senti como se tivesse diminuído minha bucetinha e ele estivesse “alargando” ela de novo.
Ele não metia muito rápido, mas era bem prazeroso. Metia lento, por assim dizer, mas massageava minha bucetinha o que me fez gozar em pouco tempo.
Mudamos de posição várias vezes, ora ele por cima de mim e eu de bruços, ora eu cavalgava, ora boquete, ora brincadeira com meus peitos, ora um papai e mamãe... E assim seguiu.
Eram quase seis horas quando paramos. Ajeitamo-nos e saímos do carro. Fui para a casa e logo depois ele foi também. Tomei um banho, mesmo, não estando gozada, mas tava suada demais.
Quando sai, tudo parecia diferente. Thatiane, Diego e Antony já sabiam do que tinha acontecido. De inicio, fiquei envergonhada e irritada com Andrei por ter contado, mas depois, conversando com Thatiane, vi que aquilo era bem “normal” ali. Ela mesmo já tinha transado com Antony várias vezes. Não era um bom consolo, mas dava para o gasto.
Fiquei estranhando depois e me atormentando do porque Andrei não tinha gozado. Pode parecer besteira, mas aparentava estar tão excitado e não tinha saído um gozo daquele pau.
Porém era bola para frente. Passaram-se mais um dia e decidi ficar o restante do feriado no sítio. Tudo seguindo na mais perfeita paz. Fui a “baladinha” com o resto da galera, passemos pelas redondezas...
Fomos ao lago! Mergulhamos, zuamos bastante um ao outro... Thatiane e Diego loho foram embora. Ficaram somente eu e Antony. Este também foi embora logo depois e claro, deixou o território para Andrei. No começo, não quis muito papo. Estava puta ainda por ele ter espalhado da nossa transa no carro para a galera, mas ele logo me conquistou de novo. Não sou uma mulher fácil, mas têm caras que me conquistam tão rápido que só percebo quando estamos fodendo já.
Andrei me beijou, conversou e disse que achou que eu não me importaria com que ele falasse aquilo e que estava “arrependido”. Realmente, não estava para papo. Levantei e sai dali, deixando-o só.
Voltei para a casa. O dia seguiu e no domingo, último dia no sítio, dei de cara com Andrei no quarto onde eu e Thatiane estávamos. Era inevitável nossos encontros pela casa e naquele momento, Andrei me respeitava piamente, sem mais nem menos.
Arrumei minhas coisas, colocamos no carro para voltar. Fui novamente ao quarto, conferir se tinha esquecido algo. Nada mais, estava prontinha para ir. O almoço sairia e logo depois dele, partiríamos.
Antes do almoço, fui ao lago novamente, o lugar que mais me fascinou do sítio. Encontrei Andrei, como imaginava, e transamos de novo. Pode parecer estranho a ocasião, mas ainda tinha que fazer aquele cara gozar e até acontecer, remoia-me de excitação.
Não paguei boquete naquela hora beijei-o e abaixei minha bermuda e calcinha deixando minha bucetinha livre para ser penetrada. Ele começou a lambe-la. Lambia, enfiava um dedo de cada vez e engolindo meu melzinho. Brincou bastante, mas não meteu ali não. Foi só oral mesmo. Depois, paguei uma boquete para ele também, pois tinha gozado umas duas vezes enquanto ele me chupava por baixo. Senti-me no dever. Mal comecei a mamar e ele gozou. Não foi um gozo qualquer, foi O gozo. Nunca tinha entrado tanta porra na minha boca de uma vez, tanto que nem conseguia fechá-la sem que escorresse porra pelo meu pescoço. Foi bom, tinha conseguido, fazê-lo gozar e ele a mim como uma louca. Almoçamos e voltei para casa.
Fui mais duas vezes no sítio com a Thatiane e lógico que compareci para Andrei. Fiquei sabendo ultimamente que ele está de namorada nova. Parabéns par ele e que o casal seja feliz. Além do mais, nunca foi nada sério entre a gente e esses dias, conheci o Christian. Ainda não fodemos, mas quando acontecer, venho lhes contar a história. Beijos e até a próxima! Espero que tenham gostado.
Obs: os nomes do conto acima são todos fictícios, ok?!


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