Amiga Loira

01 de Abril de 2014 Del Contos Eróticos 8633

Reportagem especial (UOL)
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Conteúdo originalmente publicado no site Contos Eróticos Aleatórios.

Tenho um tesão particular pela personagem principal deste conto, que chamarei de “amiga loira”. Desde que nos conhecemos, ficou claro que tínhamos um desejo mútuo de ambas as partes, mas que não daríamos certo em um relacionamento. Isto posto, nos tornamos amigos-coloridos, ou fuck buddies, como o estimado leitor preferir. E compartilhamos de uma longa história juntos, logo, a amiga loira poderá voltar por aqui em outras ocasiões, mas neste conto farei o relato de nossa primeira transa.

A amiga loira sempre foi o meu número, uma delicinha em sua pura essência; 1,57 m de altura, uns 58 kg, pele branca, com longos e lisos cabelos loiros não-naturais. Seu corpo e seu rosto eram fruto das maravilhas da miscigenação, filha de mãe negra com pai branco, essa deliciosa baixinha goza de lábios carnudos e rosados, de circunferência generosa. Seus olhos castanhos são naturalmente sedutores, e sua beleza de traços discretos é fascinante. Sua composição corporal condiz com tudo aquilo que mais me encanta em espécimes femininas: coxas grossas, bunda generosamente grande e redonda, seios volumosos e mãos pequenas. Viciante!

OBS: Para ir diretamente até a parte mais interessante, continue a leitura a partir do próximo trecho em negrito.

Ela tinha 18 anos quando nos conhecemos, e este conto relata uma situação ocorrida poucos meses depois de nosso primeiro contato. Mas antes de ir ao que interessa, vou resumir brevemente os fatos anteriores, apenas para ilustrar a vossa imaginação.

Nos conhecemos em um bar, eu era cliente e ela a doce garçonete que atendera a mim e meus amigos bêbados naquela noite. Um deles, por sinal, confidenciou aos seus companheiros de mesa o seu desejo incontrolável de copular com aquela atendente loira. Mas como seu nível etílico era elevado demais para puxar conversa com a menina, delegou-me a tarefa de conseguir nome e telefone da delicinha. Até ali eu estava indiferente à pequena garçonete, e fui ao seu encontro no meio do salão, em busca de preparar terreno para o meu amigo. Meu sentimento mudou quando ela pegou em minha mão, olhou diretamente nos meus olhos, e escreveu seu telefone à caneta em minha pele, dizendo para que eu a ligasse antes de lavar as mãos novamente. Fiquei louco.

Claro e evidente que eu não poderia passar a frente de meu amigo daquela forma, então dei prioridade a ele para contactar a menina, sempre acompanhando de perto o caso. Após uma semana, ele ainda não havia ligado para a moça, levando-me a considerar que o caminho estava livre para a minha investida. E assim o fiz.

Da ligação a um encontro marcado foi um pulo. E do encontro para uma sessão de beijos tórridos em meu carro, outro pulo. E assim vieram outros encontros, cada vez mais ardentes, mas nunca avançando o sinal vermelho (ela sequer deixava eu tocar o interior de sua coxa), embora eu pudesse sentir o nível de seu tesão mediante suas reações aos beijos em seu pescoço. Tudo parecia evoluir para um relacionamento saudável, não fosse o fato de ela ter um namorado, de longa data, e isso explicava a sensação de culpa que ela exalava após cada um de nossos encontros. Eu não me importava de ser “o outro”, muito pelo contrário, até gostava, mas a menina parecia incomodada com a situação, e nossos momentos juntos foram se tornando cada vez mais escassos, até que paramos de nos encontrar.

Cerca de 40 dias se passaram, até que meu telefone tocou no meio da noite, e o número eu conhecia muito bem. Era a minha delicinha, que havia brigado feio com a mãe e terminado com o namorado, ficando, por isso, sem saber para onde ir, e precisava de um ombro amigo para desabafar. Suspeitei do fato de ter sido escolhido, em detrimento a uma de suas amigas, mas mesmo assim cruzei a cidade para buscá-la no local que marcamos. Ela trajava uma de suas curtíssimas saias jeans, além de uma blusa simples e decotada, sandálias de borracha nos pés e estava com os cabelos presos em rabo-de-cavalo. Era a primeira vez que eu a via sem maquiagem, e seu rosto inchado evidenciava que realmente sua situação não era das melhores. Além disso, havia um leve aroma etílico em seu hálito.

Logo que me viu, abraçou-me bem forte, pousou a cabeça em meu ombro, e desatou a chorar. Perguntei aonde ela queria ir, e ela perguntou se podia ficar na minha casa naquela noite, mesmo que fosse em um cantinho no sofá, pois ela era pequena e cabia em qualquer lugar (sic). Sem qualquer maldade na cabeça, conduzi a delicinha triste e levemente alcoolizada para a minha casa, enquanto a ouvia desabafar sobre o motivo das tais brigas. Depois de absorver pacientemente cada detalhe, preferi provocar risos na pequena ao invés de tentar propor soluções para seu caso. O resultado foi satisfatório, e ver o sorriso da mocinha chorona foi uma satisfação enorme.

Quando chegamos em meu condomínio, ela se mostrou encantada com tudo o que estava vendo. Exceto pelo meu carro, sempre ocultei minhas condições financeiras da loirinha, pois não era minha intenção usar desse artifício para confundir a cabeça da menina comprometida. E quando chegamos ao meu apartamento, já não restava na moça qualquer vestígio de tristeza, o que considerei como positivo. Levei ela para conhecer cada cômodo, e os seus olhos brilhavam como os de uma criança diante de uma máquina de doces, especialmente quando fomos à minha suíte e à área externa da cobertura, que tinha uma vista interessante da praia, graças à lua cheia daquela noite.

“Deve ser incrível acordar aqui.” – disse ela, com um sorriso sapeca no rosto.

Aquele comentário deixou claro que ela não dormiria no sofá, e eu não acordaria sozinho naquela suíte. Mas eu seria o maior filho da puta do universo se me aproveitasse da situação para conhecer o interior da loirinha, embora minha cabeça menor já estivesse tentando tomar o controle das minhas decisões, desde momentos antes, quando a loira subiu alguns lances de escada com sua bundinha magnífica a centímetros do meu rosto. Mal sabia eu que não seria necessário fazer nada, o destino faria por mim.

Dei a ela liberdade para que ficasse à vontade, e ela disse que iria tomar um banho para dormir. Vi que ela não havia trazido roupas, então ofereci toalhas, um roupão que ficava curto em mim, e disse que ela poderia usar algumas roupas minhas caso desejasse. Ofereci também minha suíte, pois assim ela teria mais liberdade para se trocar com calma. Ela parecia não dar atenção a nada do que eu falava, apenas sentou-se no sofá e ficou me olhando com cara de menina levada, que era bem mais interessante do que sua cara inchada de antes. Finalizei dizendo que iria preparar alguma coisa para a gente comer e, antes que eu virasse as costas, ela tirou a blusa, revelando seus belos seios sustentados por um soutien com estampas fofinhas. Meu mastro creceu na hora.

Ela veio andando na minha direção, abriu os braços e me abraçou pelo pescoço, beijando minha boca lentamente, fazendo-me sentir, com boa intensidade, que ela realmente tinha bebido algo. Eu pensei em resistir, mas quando minhas mãos tocaram na pele macia das costas da loirinha, foi impossível resistir a mim mesmo. Continuamos nos beijando e o calor foi se intensificando entre nós, sendo que as mãos delas invadiram o interior da minha camisa, enquanto eu apertava pela primeira vez aquela bunda suculenta, ainda que fosse por cima da pequena saia jeans. A loirinha puxou minha camisa para cima, e nos afastamos de leve enquanto eu me livrava daquela peça de roupa. Nesse momento era impossível não notar o volume de minha trosoba dentro da bermuda, e era justamente nessa direção que minha amiga loira olhava.

Antes que eu fosse novamente em sua direção, ela disse que não era certo o que estávamos prestes a fazer. Concordei. Então ela me perguntou se podia usar a banheira, eu assenti com um gesto, e lhe dei as instruções sobre como regular a temperatura da água. Antes que eu saísse do banheiro, ela me puxou pelo braço, deu outro beijo em minha boca, e me pediu desculpas, dizendo que estava um pouco confusa. Acariciei seus cabelos e lhe beijei a testa, aquilo era o mínimo que eu poderia fazer para lidar com meu sentimento de culpa por ter me aproveitado daquela menina, ainda que o interesse levemente sexual fosse mútuo. Doravante eu tentaria me controlar melhor. E seria bom se eu tivesse conseguido.

Planejei cozinhar algo fácil, talvez uma massa, visto que esse era seu prato preferido. Coloquei para tocar um Billy Paul no rádio, e me servi uma dose de vodka pura, talvez duas, o suficiente para ficar mais animado que o normal enquanto preparava os ingredientes e cantarolava o refrão de “Me and Mrs. Jones”. Estava tão imerso na sensação de ser um cozinheiro de verdade, que não percebi de imediato aqueles olhos castanhos penetrantes me observando.

“Podemos ouvir uma música mais animada?” – disse minha amiga loira, aparecendo atrás de mim enrolada na toalha, descalça, com o cabelo preso em forma de coque e uma garrafa de vodka gelada com limão em suas mãos. Ousada a menina, assaltou meu frigobar!

Apontei para o rádio e fiz um gesto concedendo-lhe a honra de escolher uma música. Felizmente meu gosto eclético permite dispor de gêneros variados em minha jukebox; do Funk Carioca ao Jazz, passando por Mozart e Beethoven, ouço qualquer coisa, embora tenha predileção por um bom Rock and Roll. Mas a escolha da loira não poderia ter sido mais propícia: Cassie – Me and U (e essa música já deu o ritmo de outros contos meus).

Enquanto o diabinho no meu ombro já imaginava as cenas que viriam adiante, o anjinho do outro lado torcia para ela não começar a dançar, embora aquela garrafinha de bebida alcoólica já estivesse operando milagres em seu cérebro de menina safada. Ela estava vestida para me matar, a toalha enrolada tinha o mesmo comprimento de um vestido bem curto, quase mostrando suas intimidades, e deixando totalmente visíveis suas belas e sedutoras pernas. Seus belos seios e sua bunda volumosa recheavam a toalha de forma fantástica, cada um em sua extremidade. E ela estava começando a dançar, utilizando minha cozinha como palco do seu ritual de acasalamento, que não teria como culminar em outra coisa que não fosse uma transa épica. Isso se eu não morresse (de tesão ou do coração) antes.

Acomodei-me na bancada com mais uma dose de vodka devidamente servida. Enquanto a voz aveludada de Cassie ecoava pelo apartamento, minha amiga loira criava sua própria (e deliciosa) coreografia para a música. Quando lhe convinha, ela se aproximava e roçava seu belo corpo branquíssimo no meu, mas qualquer tentativa minha de tocá-la era repelida. Até aqui, desnecessário dizer que meu pau fumegava dentro da cueca, e ela se aproveitava disso para me provocar ainda mais, empinando a bunda e rebolando bem próxima a mim, revelando que debaixo da toalha ainda havia uma calcinha de malha, devidamente mordida por suas belas nádegas.

O clímax se deu quando ela subiu na bancada e ficou de quatro, deliciosamente empinada e rebolando, olhando para mim com uma das melhores expressões de desejo sexual que já presenciei na vida. Ainda na posição do pecado, ela deu uma longa golada em minha vodka, e depois se aproximou de mim o suficiente para percorrer com a língua o caminho entre meu peitoral e minha orelha direita, finalizando com um beijo em minha boca. Falei para a loira que aquela situação estava me tirando do sério, e fiz com que ela olhasse a envergadura de minha trosoba, que formava um grande relevo em minha bermuda. A safadinha não apenas olhou, como puxou a bermuda para baixo, livrando minha anaconda de seu cativeiro.

Talvez meu mastro tenha despertado uma certa insanidade na mocinha, mas a hipótese mais provável é que a culpa tenha sido do resto de vodka que havia no copo, ingerido de uma só vez pela amiga loira. Tive aquela ligeira sensação de que “vai dar alguma merda” instantes antes da loira inebriada subir no balcão e jogar a toalha longe. Fiquei hipnotizado por seus seios incríveis e brancos, ainda mais volumosos do que pareciam dentro da roupa, pontudos e com mamilos apaixonantemente rosados. Mas tive pouco tempo para contemplar aquela visão do paraíso, pois logo em seguida a loira gritou e deu um salto na minha direção. Seu corpo caiu quase perfeitamente sobre o meu, e a peguei cravando meus dedos em sua bunda. O problema é que minha bermuda estava no meio da minha coxa e, na tentativa de dar um passo para trás, acabei caindo no chão junto com a moça, felizmente sem quebrar nossas cabeças.

Fiquei por baixo, deitado e tentando me recuperar da queda. A loira insana fez posição de cavalgada na minha barriga (meu pau pulsava em suas costas), enquanto gargalhava sem parar da situação e tentava imitar minha cara de susto. Calei a boca dela puxando-a pelo pescoço e dando-lhe um beijo em seguida. Seus deliciosos seios em contato com meu corpo criavam um cenário fora de série, e agora ela já estava melhor posicionada sobre mim, com meu pau pulsando frenético debaixo de sua prexeca volumosa, apenas com a calcinha servindo de elemento segregante entre nossos sexos. Percorri minha mão por sua pele suada, indo dos ombros até a polpa da bunda, arrancando gemidos da safadinha quando lhe apertava forte as nádegas. Ela, por sua vez, segurava minha cabeça, me beijava como louca e rebolava sem parar sobre mim.

Não era mais cogitável controlar o meu desejo, eu simplesmente queria destroçar aquela bucetinha rosada imediatamente. Levei uma das mãos até o meio de suas coxas, o portal de sua intimidade, e vorazmente afastei a calcinha para o lado. Ela não resistiu, apenas gemeu e rebolou mais intensamente, ao perceber que meus dedos sentiam o seu mel e a textura ímpar de sua bucetinha. Segurei a piroca e pincelei na portinha da pepeca, minha loirinha gemia com mais intensidade, mas cessou as reboladas. O mastro estava de frente para a entrada da caverna. Posicionei meu quadril de forma a permitir movimentos plenos, ela continuou imóvel, mas parou também o beijo e olhou em meus olhos, com cara de safada, e silenciosamente pedindo por minha pica.

“Devagar.” – ela disse, baixinho.

Continue lendo este texto e descubra como foi deliciosa esta minha transa com minha amiga loira. Aonde? Apenas no site Contos Eróticos Aleatórios.


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