A briga na porta da escola

05 de Abril de 2014 Sibila Contos Eróticos 21963

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Como valeu a pena apanhar feito cachorra naquele dia!! 

De manhã na escola em plena segunda-feira, passei pelo corredor em direção a minha sala de aula, turma 1202M, segundo ano de magistério, só umas 35 meninas, zero meninos. Demorei pra perceber os olhares. Entrei na sala e sentei no lugar de costume, na segunda carteira do lado da parede de onde era possível ter uma visão total da sala, Lara minha amiga e cunhadinha linda, sentava-se atrás de mim. Ao sentar me virei pra Lara e disse:
- Lara! To bolada, geral me olhando e dando risadinhas...

Lara: - nada a ver, tá bolada a toa

Eu:- sei...to ligada que tu tá sabendo ae...pode falando, desembucha logo, vai fala...

Lara :- Ah, tu vai saber mesmo, então vou falar logo, sábado no Ibiza (bar/ boate) Dudu, o seu namoradinho, pegou a Jéssica...

Eu: - filho da puta!! Então foi isso?! e todos já sabiam e eu fui a última a saber neh...

Diante da revelação de Lara, até virei pra frente, Poxa!! Meu primeiro chifre, fiquei quietinha na sala, eu que falava pelos cotovelos, ria de tudo, estava na “deprê”. Lara percebeu minha tristeza e disse:

- num vai chorar aí não sua otária, olha Jéssica ali toda se achando, vai dar esse gostinho pra ela?

Apenas virei pra trás pra conferir, a vadia sentava-se no fundo da sala, tinha que ver, estava toda se achando mesmo, falando com as meninas do seu lado, rindo...a babaca estava contando sobre a madrugada com Dudu e fazia questão de falar bem alto pra que eu pudesse saber do assunto, contava do jeito que ele a pegou o que fizeram, pra aonde foram e tals...ai que ódio!!

Nessa hora a professora de Geografia entrou na sala e entregou uma folha com umas mil questões pra responder, peguei a minha, coloquei no meio do caderno aberto, fingi que estava fazendo e parei pra refletir, minhas lágrimas de raiva e tristeza caiam no papel. Sabia que meu namoro não ia bem, Dudu tinha muitas tarefas, trabalhava, fazia faculdade, malhava, jogava bola e ainda encontrava tempo pra me namorar.

Meu namorado era maravilhoso, porém, com todas as suas atribulações, ficava exausto demais e nosso namoro foi se deteriorando e uma menina nessa idade é cheia de vontades e sonhos eu queria sair, dançar, curtir um motel e tals, mas o cansaço dele impedia. Só pra lembrar, que a namorada do Dudu, no caso eu, era uma gostosinha, morena clara, (dizem que branquinha, mas eu não concordo...rsrs), cabelos claros, longos e lisos, cintura fina, quadril largo, bunda empinada e
redondinha, barriga reta e coxas grossas, isso tudo no alto dos meus tenros 16 anos.

Nosso namoro se resumia a uns amassos no sofá da sala, pouca conversa e Dudu dormindo
no meu colo, era sempre assim e para piorar um belo dia fomos pegos pela minha mãe, aí que a coisa ficou ruim mesmo, porque depois disso ficamos traumatizados, mas olha só o azar: 

Estávamos namorando, Dudu sentado, eu deitada no seu colo com as pernas dobradas e um pouco abertas pra cima do sofá, eu de saia sem calcinha, meu gostoso me masturbava deliciosamente, nos beijávamos muito, quando desesperado de tesão pediu que eu sentasse em seu
pênis, então me levantei, ele abriu sua bermuda e expôs seu belo pênis rijo, e disse:

- Sibila, senta e quica gostoso vai...Obedeci e de frente pra meu gato, sentei naquele pau duro e quiquei

Ele dizia:- quica Sibila, quica... não para, não, senta com vontade, mete gostoso minha puta safada

Eu metia, rebolava, mexia meus quadris, dancei naquele pau sem parar, esfregando nele o meu grelo, até gozar...ai meu deus!!...Que delicia de gozada!!!  E meu Dudu lindo, tinha começado a gozar também, quando minha mãe inesperadamente chegou, nós a escutamos passando pelo corredor e imediatamente dei um pulo, fiquei de pé e de frente pro meu gato ali e puxei a saia jeans pra baixo rapidinho, minha mãe chegou na porta da sala e nos cumprimentou me vendo de pé normalmente, mas o pobre do Dudu...pqp!!

O meu lindo estava gozando, o infeliz tentou inutilmente tampar seu mastro, colocando a mão por cima, porém jorrava leitinho entre seus dedos, parecia um chuveirinho esguichando muita porra pra todo lado...tinha que ver a carinha do meu mozão...tadinho!!! minha mãe se viu, fez que não viu...
Caraca!!! isso realmente brocha qualquer um...que mico!! Minha mãe...pqp!!

Por essas e outras que nosso namoro não ia bem mesmo e no fatídico sábado pra variar brigamos porque o dorminhoco chegou na minha casa e dormiu no sofá das nove as onze direto, eu fui jogar vídeo game neh, meu segundo vício, o primeiro sempre foi gozar gostoso...hehehe...imagina se uma menina voluptuosa pode ficar com um homem gostoso dormindo no sofá?... pow! aí não, neh...
Paguei geral mesmo!  Dudu não aceitou as críticas e saiu de minha casa puto e não nos falamos no domingo.

E aquela segunda-feira na escola com certeza não iria acabar bem, os ânimos estavam exaltados, minhas amigas tomaram minhas dores, e as recalcadas do bonde da Jéssica, só tirando onda com a nossa cara, pra falar a verdade, eu sabia que aquela vaca gostava do meu namorado, não era de hoje que dava em cima dele, em todas as ocasiões que podia ela investia nele e o pior que a minha rival era um mulherão, alta, morena, cabelos cacheados, linda mesmo. Eu era mais...haha

Na hora do recreio, eu e minhas três amigas Lara, Paulinha e Flaviana estávamos no banheiro, uma prostituta amiguinha da Jéssica entrou e saiu, logo logo chegaram as recalcadas, foi tenso, muito tenso, começamos a discutir, Jéssica chegou bem perto de mim, com aqueles quase dois metros de altura, e olhando pra baixo, disse:

 - perdeu menó, perdeu...Duduzinho agora é meu, pega teu rumo e sai voada...falou isso com uma tesourinha na mão, eu morri por dentro com medo de perder meus lindos cabelos ali naquele banheiro, a periguete era bem forte e eu tremendo feito vara verde e disse:

- faça bom proveito minha filha!!!

Jéssica:- se chegar perto a coisa vai ficar feia pro teu lado...

Eu: - o quê?! Tá me ameaçando!? Tá achando que tenho medo de você?!, coitada!! Falei isso nas pontas, estufando o peito quase na cara dela...

Jéssica:- já dei meu recado...

Eu:- só te falo uma coisa, dou um dia pra ele me pedir de joelhos pra voltar...se cuida você, recalcada...

Jéssica: -sua piranha, vagabunda, de hoje você não passa...

E os gritos chamaram atenção de dois dos disciplinários da escola, que entraram no banheiro me salvaram do esquartejamento e fomos levadas pra direção.

Na escola, geral sabendo do rolo, todo mundo agitando a porrada pra hora da saída, eu e Jéssica
trocando olhares venenosos na sala da diretora, eu já sabendo do que viria pela frente, estava muito nervosa. Foram quase duas horas de tensão até a tão famigerada hora da saída. Quando o sinal tocou, Jéssica saiu primeiro, a diretora achava mesmo que vadia ia embora, se tivesse me liberado antes, talvez não passaria pelo que ia passar minutos depois, a burra liberou a menina errada...

Ai meu deus!! o que passei foi só vergonha, quando coloquei os pés do lado de fora da escola, estava junto com minhas amigas, mas o rolo era comigo, o apoio era moral mesmo e só, geral do lado de fora, ninguém arrastava o pé esperando o espetáculo da Pequena Sibila X Jéssica She Hulk. Eu com 1,55 m de altura e uns 50 k mais ou menos e a bruta monte tinha perto de 1,70 m, o peso só deus sabe, a piriguete era cheinha.

Eu saí pelo portão da escola caminhando no meio da galera que já gritava:

- “porrada, porrada” X (8)...

E mesmo morrendo de medo, enfrentei meu tão mal fadado destino. A She Hulk lá na esquina me esperando, quando cheguei perto dela, levei um empurrão, perdi o equilíbrio e cai pra trás, batendo com a bunda nas pedrinhas do chão, a louca pulou por cima de mim e me batia sem parar, não conseguia me defender, ela me puxava os cabelos, que saíam aos montes, me agarrou o seio esquerdo e não soltava, cravou as unhas nele, que dor!! Meu peitinho tão lindo, destroçado na mão da mulher hulk, até que alguém generoso tirou aquele boi tatá de cima de mim e eu pude me levantar toda ferrada, apanhei pra caralho. 

Aquela mão firme que me foi estendida, no qual agarrei sem olhar, foi tão delicada e me puxou contra um peito forte e eu apenas deitei minha cabeça e descansei, senti dois braços me envolvendo tão aconchegantes, me senti protegida e desmanchei em lágrimas, parecia que o mundo ia acabar em dilúvio, com minha choradeira. 

Sem olhar quem me conduzia eu apenas seguia, fui andando por aquelas ruas movimentadas aos prantos mas agarrada ao meu salvador, que me levou para o prédio onde morava e somente antes de subir, no portão de entrada olhei em seus olhos e vi que era o Gabriel da 1303F, que me salvou das garras demoníacas de Jéssica. O menino era do terceiro ano e vivia me cercando, parrudo, moreno, cabelo estilo moicano, uma graça de garoto, tinha 18 anos e me convidou pra entrar, eu sem pensar aceitei logo o convite.

Quando chegamos no apartamento, não havia ninguém ,só eu e Gabriel,  fui logo me atirando no sofá, doía tudo em mim, corpo alma, Gabriel tão carinhoso, me levantou um braço pra ver as danos,
aí parei pra verificar meu prejuízo, pra começar, perdi um tufo dos meus cabelos, palma da mão, cotovelos e bunda ralados, estava ruim pra sentar, meu lábio inferior cortado e o pior, a megera arrancou pele com suas unhas afiadas do meu petinho lindo.

Pedi água e Gabriel que prontamente buscou, quando retornou eu já estava nua em pelo, o menino quando me viu ficou estático, parecia não acreditar no que via, aquela ninfa perfeitinha de corpo, ali diante dele, só pra ele. Eu já estava mal intencionada, minha fragilidade e a força que me protegia, estavam me despertando interesse, então quis tomar um banho e pedi pra Gabriel me levar pro banheiro e assim o fez. No banheiro fiz outro pedido:

- Biel, fica aí me olhando...abri o chuveiro entrei na água morna, ai como ardia!!! Olhei para aquele menino e disse:

- Ah...meu anjo, quero que você me dê o banho, pode fazer isso?

Além de minha vontade em ficar imóvel debaixo d’água, queria também sentir o carinho delicado das mãos do menino na minha pele, estava toda ardida, doída, e seu toque seria um alívio pra minha dor e ao mesmo tempo extremamente excitante. Na mesma hora ele aceitou meu pedido e tirou suas roupas, vê-lo se despindo me deixou louca, seu pênis ereto, liso, nem muito grande, nem muito grosso, gostoso, um pouco torto pra cima, marrom e cabeçudo, admirei o belo pênis que desejava
sentir dentro de mim, não conseguia controlar meu tesão não, tesuda demais, minha xoxota já latejava gostoso.

Gabriel entrou no box e me abraçou, depois me tocava e ia perguntando:- aqui dói? Recebia um beijinho no pescoço...-aqui também dói? um beijo demorado e gostoso na boca com muita delicadeza

Assim foi me beijando, brincando com a língua por ali perto dos ombros, pescoço, ouvido, depois ensaboou bem as mãos e alisou meu corpo, isso foi perfeito de tão bom, meu tesão aumentava a cada toque, a dor era um ingrediente a mais nas minhas sensações, então eu o virei de costas pra mim e com ele encostado nos meus seios,  peguei seu pênis e movimentei carinhosamente seu instrumento de prazer com pressão e velocidade bem gostosas, percebia no meu gostoso o prazer que sentiu com os movimentos que recebia de minhas pequenas mãos.

Já estava com muito tesão quando Gabriel me virou de costas pra ele, apoiei minhas mãos na parede, ele afastou minhas pernas e me pediu que empinasse a bunda, então me tocou por trás com as mãos na xoxota que latejava, esfregando meu clitóris e também meu anelzinho, uma delícia aquilo!! Que tesão louco!!

Minha vontade de sentir seu pênis dentro de mim aumentava a cada movimento nosso, não aguentei e pedi que me penetrasse ali mesmo, debaixo do chuveiro, ele então ajeitou sua altura a minha abrindo suas pernas, posicionou seu pênis duríssimo, e forçou a entrada na minha vagina inchada e toda babada de tanto prazer e ao sentir entrando, arrepiei inteira, minhas pernas quase me falharam, meu gostoso até me segurou, a delícia de ser penetrada é indescritível assim como a gozada deliciosa que estava por sentir, Gabriel metia a pica devagar sem parar eu esfregava meu grelo, ele me beijava a nuca, eu sussurrava, ele urrava quando me surpreendeu com um tapa bem dado e espalmado na bunda, eu :

-AI!!Hummm...dei um pulo, doeu!! que gostoso e louco aquilo!!

Uma loucura aquele banho, minha xoxota sinalizou o orgasmo eu comecei a estremecer e soltar uns gemidos mais altos, exaltados ele ritmou seus movimentos perfeitos e te juro...foi uma gozada espetacular, ai como eu amo minha xoxota!!!! Que delícia de gozada, as contrações alucinantes e cadenciadas de minha deliciosa vagina dava, apertando o pênis de Gabriel que imediatamente começou a gozar urrando feito um animal, se contorcendo atrás de mim e eu me virei e abaixei rapidamente pra receber na boca as esguichadas de seu sêmem e engolir cada gota jorrada.

Acabamos com aquele banho mais que extasiante e fomos pra cama de Gabriel e dormimos a
tarde toda agarradinhos. Quando olhei no meu celular tinha umas trocentas ligações perdidas de minha mãe, levantei e fui correndo pra casa.

Como valeu à pena apanhar feito cachorra naquele dia!! Que foda gostosa!!! Nem foi por causa do chumbo trocado não, mas pela delícia de ser bem comida... que gostoso era Gabriel!!
Lógico que, no mesmo dia, Dudu me procurou e pediu de joelhos perdão e tals, eu o aceitei por mais dois meses até firmar namoro com o delicioso Gabriel.

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