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06 de Abril de 2014 GatsBaby Contos Eróticos 3314

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Sou uma mulher que luta pelo que quer, principalmente para uma formação profissional. Faço no momento faculdade de administração, cansativo, complexo, estratégico, porém bom ao meu entender. Já pensei em fazer diversos tipos de faculdades, mas no momento impulsivo e meio sem pensar escolhi administração mesmo, porém ainda tenho desejo de fazer sexologia. Nada a ver um com o outro, mas o fato do ramo não ser muito explorado me atrai.
Há alguns dias, quando passeava com Alexia, uma amiga minha, no shopping, conheci Christian, um ótimo rapaz, tanto em corpo como em personalidade. Muito respeitoso e distinto, escolheu essa faculdade (sexologia) para estudar. Meu interesse aumentou. Trocamos números de celulares e fomos embora.
Começamos a trocar mensagens, bem direcionadas, de início, sem segundas intenções. Falamos sobre nós, nossos interesses, virtudes, personalidades, entre outras coisas, até que combinamos de nos encontrar.
Assim foi feito! Encontrei-o no cinema do shopping no qual nos conhecemos, assistimos ao filme, passeamos um pouco pelo shopping, depois saímos. Trocamos ideias, objetivos, falamos um sobre o outro e foi inevitável tocar no assunto sexologia. De início, logo que falei, ele riu e teve um tanto de receio em conversar sobre o assunto, pois como ele mesmo disse, as mulheres o acham estranho ou safado por optar em estudar essa área, o que não era o meu caso.
Depois de certo tempo, o assunto começou a ficar mais despojado e ele falava livremente sobre este, pois via meu interesse real na situação. Não estava ali para contrariá-lo ou qualquer outra coisa e sim para trocar ideias sobre um ramo que me atraia bastante.
O tempo passou e o encontro acabou, porém o assunto estava tão bom que já estávamos combinando o próximo para continuar a distinta conversa.
Na outra sexta, sem mais delongas, encontramo-nos numa praça, próxima a faculdade onde estudo, conversamos naturalmente. Quem passava por nós e ficava a escutar nossa conversa devia nos achar loucos, simplesmente malucos e tarados, mas já deixei de dar importância para que os outros pensam sobre mim a muito tempo.
Tomamos uma cervejinha numa barzinho que havia ali por perto, mas bem pouca mesmo, pois não sou muito de beber. Passeamos bastante. Parecíamos amigos de longa jornada juntos a trilhar nosso destino por aquele piso decorativo da praça, na qual tinha um parque onde crianças de divertiam no balanço, sem notar que ali estava a infância que já nos deixou a muito tempo e encarando a vida como é por si só, sem medo, discutindo a realidade sem medo de viver.
Tudo ali, no momento sem segundas intenções, fardo e fato que um dia viria a caber na situação. Passadas as semanas, encontros vinham e iam junto com conversas e destas brotou sem perceber nem poder evitar uma atração. Não pelo físico somente, mesmo Christian sendo um rapaz alto e bonito, o que me atraia nele era sua inteligência e sua engraçada timidez.
O desejo aumentou e sempre que dava, conversávamos o máximo que podíamos, encontrávamos e assim seguiu a amizade que agora, posso denominar como colorida.
Certo dia, conversávamos na praça, local onde mais nos encontramos e começou a chuviscar. Gentil como é, Christian que estava de carro, ofereceu-se para me dar uma carona até em casa e como a chuva já era certa e provavelmente forte pela escuridão do céu, restou-me aceitar rapidamente.
Corremos em direção ao carro que estava estacionado um tanto longe da praça, para não atrapalhar o trânsito. Demorou um pouco para chegarmos até ele, não pelo fato de estar longe e sim porque, de salto alto, virei o pé e mal estava conseguindo me manter em pé.
Christian foi muito cuidadoso, ajudou-me a entrar no carro e me colocou no banco de trás. Entrou também e examinou meu pé. Estava inchado, mas não era nada de muito grave. Descanso seria um ótimo remédio. Cativada com tanto carinho, não resisti e beijei-o, com receio e medo de talvez acabar com uma bela amizade que se construía, mas com os interesses de uma apaixonada por um grande companheiro.
Ele ficou também receoso, mas entregou-se aos extintos carnais e me beijou com tanta vontade como eu a ele. Ficamos ali, beijando-nos sem parar, como dois namoradinhos. Cuidadoso, Christian desceu por minhas pernas e me fez ficar toda úmida e calorenta por baixo, um fogo que me invadia sem hora para partir. Tocava na minha bucentinha por cima do short jeans que eu usava. Eu o abaixei (o short ta?!) para que ele continuasse. Christian prestou bem atenção nas aulas de sexologia mesmo. Massageava minha xana com carinhoso e afeição por tal que a pouco tempo seria desconhecida para ele com um ar de satisfação em me ver delirar. Com somente as duas mãos me fez gozar umas três vezes ali, dentro do carro, de tal forma que esqueci completamente da dor de antes tomava conta da minha perna.De repente, Christian falou que era melhor irmos. A chuva já estava passando e ele me levou para casa. Ao chegar, sai do carro, com um tanto de dificuldade em andar, mas entrei em casa, tomei um belo banho e longo banho e deitei-me para dormir.
Não conseguia parar de pensar nele. Aquele rapaz de vinte anos, dois anos apenas mais velho que eu, tão educado, inteligente, misterioso, receoso e discreto que me fizera sentir-me bem, ou melhor, extremamente realizada momentaneamente com um sexo oral sem inicio e fim definido, realizado no carro e que não me fez desejar seu pênis me penetrando logo e sim que ele continuasse ali, fazendo o que quisesse de mim, pois já estava completamente entregue.
Quieta estava, quieta fiquei. Não comentei sobre aquilo com ninguém, ninguém mesmo, nem com Alexia, com quem compartilhava quase tudo que me ocorria. Fiquei aquela semana inteira sem falar com Christian, com vergonha talvez e ele também não se direcionou a mim.
Na sexta de noite, quando voltava da faculdade, encontrei Christian dentro de seu carro, estacionado em frente da minha casa, esperando-me. Disse oi, um tanto nervosa pelo que tinha acontecido no último encontro. Falamos tranqüilo, ele parecia nem se lembrar do que ocorrera e disse que queria me mostrar um lugar. Entrei no carro e fui com ele. Christian me levou para uma praia, nem longe dali nem perto, um meio termo. O céu não apresentava estrelas, mas o mar mandava brisas maravilhosamente frescas para nós. Saímos do carro, sentamos no capô e começamos a conversar. Durante a conversa, fui entendendo o seu receio. Muitas mulheres o achavam estranho por estudar sexologia, outras só se aproximavam com segundas intenções, querendo puro prazer e mais nada. Ele não se sentia livre para ser ele mesmo. Aquilo que me proporcionara no carro era tática de mais um estudo da faculdade, coisas que as mulheres gostavam, davam-nas prazer. Suas confissões eram novas e cheias de inseguranças. Porém, delas percebi seu desejo que foi deixado claramente pelo meu jeito de não querer só sexo e isso que o seduzira.
Estava estática. Sem muito que fazer, mas apaixonado pelo rapaz e com medo dele achar que era só pelo mesmo fator que outras e talvez, perdê-lo como amigo. Há bastante tempo não tinha um relacionamento sério e concreto que me desse segurança.
Idas e vindas de palavras sentimentais, Christian foi direto, disse realmente o que sentia e eu falei também.
Estávamos ali. Parados, um olhando ao outro e resolvemos tentar. Entramos no carro e seguimos para sua casa. Era um apartamento, não muito grande. Entramos e assim foi.
Fomos para o quarto, tiramos um a roupa do outro, beijávamos muito, suas mãos me acariciavam por todo meu corpo despido. Era tão delicado. Ele começou. Beijou todo o meu corpo de cima a baixo sem parar e em seguida começou a fazer o mesmo que tinha feito comigo no carro. Acariciava minha bucetinha sem enfiar os dedos me fazia gozar muito. Mas pedi para ele parar. Queria que ele fosse o que era, pois não era isso que ele queria?! Então assim fosse e era o que eu queria. Saber como ele era. Beijou-me a boca longamente e durante esse ajeitou seu membro, posicionou e me penetrou.
Era diferente. Ele não estava só interessado em sexo. Queria uma relação séria, com paixão. Sempre que podia me beijava. Ficamos ali, num papai e mamãe conciso e depois eu parti para uma cavalgada. Subia e descia em seu pau devagar, ia e vinha, rebolava e beijava-o muito. Não demorou muito e ele gozou. Seu pau amoleceu e ele voltou a me acariciar na buceta e o membro logo focou ereto novamente.
Ele me deixou louca, percebi pelo seu jeito que gostava de me ver sentindo prazer, gozando, gemendo... Eu também gostava, tanto de gozar e gemer quanto de vê-lo assim também. De vez em quanto, descia pelo seu corpo e beijava lentamente seu pau, enfiava-o na boca, brincava, lambia e ele o intrudizia novamente dentro e mim e voltava a me beijar louca e longamente.Ficamos ali por muito tempo. Mudamos algumas vezes de posição e quando acabou ficamos de conchinha por um bom tempo.
Lá pelas 23:00 horas, ele me levou para casa. Naquela noite, nem dormi direito, fiquei pensando e em tudo aquilo que aconteceu. O que aconteceria agora? Será que continuaríamos amigos? Amizade colorida talvez? Ou ele iria querer algo mais a sério? Não sei se estarei preparada, mas depois nós saberemos no que vai dar tudo isso.
Espero que vocês tenham gostado do conto.
Obs: meus contos são às vezes ficção pura, mas esse é uma mixagem de ficção e realidade. Os nomes escritos acima são fictícios, ok?! Beijos e até o próximo.


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