Amigo Fura-Olho

14 de Abril de 2014 Del Contos Eróticos 9569

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Conteúdo originalmente publicado no site Contos Eróticos Aleatórios.

A personagem principal deste conto é, atualmente, uma esposa de respeito e uma mãe exemplar. Seu companheiro? Um grande amigo meu. De pele branquinha, longos cabelos pretos com franja sobre a testa, cerca de 1.78 m de altura e uns 68 kg, essa deliciosa magrela tem como único defeito o fato de ser comprometida com meu amigo. Dona de um belíssimo rosto, sua pequena e alva bunda podia não despertar olhares quando oculta por uma calça jeans, mas quando trajava um shortinho colado ou biquini, era mais eficiente do que catuaba com amendoim e ovo de codorna. Com 25 anos na época em que esse conto ocorreu, a tal delícia ainda ostentava pequenos e belos seios naturalmente empinados, que hoje ganharam reforço de 400 ml de silicone pós-gravidez. A chamarei de “Violino”, descubra o motivo no Google.

OBS: Esse post é muito longo MESMO. As partes que você talvez esteja procurando começam nas próximas frases em negrito.

Em uma época na qual fiquei solteiro, passei a ser convidado por esse casal de amigos para algumas baladas ou bares. A ideia era que o pobre Del desencalhasse alguma das amigas estranhas da Violino. Para mim, missão dada é missão cumprida, logo, fiz questão de desencalhar com gosto cada uma das tais meninas. Não foram muitas, mas me lembro das mais interessantes, caso da mulata “desmaio” (desmaiava ao gozar) e da gordinha insaciável (foi quase impossível fazer ela gozar), e principalmente da melhor de todas, uma bela baixinha loira de aparelho nos dentes, engenheira química de 26 anos de idade, mas que aparentava, no mínimo, uns 10 anos a menos.

Deixemos as amigas de lado (pelo menos neste conto), e vamos nos concentrar na Violino. Fato é que, de tanto o Del michê satisfazer as moças encalhadas, o interesse da Violino por minha pessoa começou a crescer. Primeiro com manifestações discretas, como falar comigo mordendo o lábio, passar o dedo na borda do copo ou esfregar o pé em minha perna por debaixo da mesa. Como não reagi a tais manifestações, a coisa começou a esquentar, como dançar funk a centímetros do meu pau na balada, se jogar em meus braços a qualquer momento (quando bêbada) e até mesmo apertar descaradamente a minha bunda. Toda hora.

Diante destas investidas, tive receio que meu amigo reagisse mal a tudo isso. Mas ele levava na brincadeira, o que me deixava mais preocupado, e ao mesmo tempo dava liberdade para Violino intensificar seus ataques. Eu tentava fugir dessas situações recusando os convites para sair, mas o casal era insistente, e por várias vezes foram me buscar em casa, situações aonde as roupas provocantes de Violino me faziam mudar de ideia. Então, como me vi sem saída, passei a entrar no jogo, e sempre que Violino investia em mim, eu investia de volta. Se ela apertasse minha bunda, eu apertava a dela. Se ela se jogasse nos meus braços, eu a envolvia. Se ela dançasse funk com a bunda a centímetros de mim, eu pegava em seu quadril e eliminava essa distância. E meu amigo, quando falava alguma coisa, chamava ela de “puta” e me chamava de “fura-olho”, mas deixava evidente o tom jocoso de seus xingamentos.

Um certo dia, fui com meu amigo a um bar próximo ao trabalho, para assistir um jogo de futebol do nosso time. Lá pela quinta garrafa de cerveja que dividíamos, Violino ligou para meu camarada, perguntando se ela podia nos encontrar. Era um jog importante, e o bar estava lotado de torcedores bêbados. Além disso, nosso time estava perdendo, e aquele era um péssimo lugar para levar sua namorada, a menos que ela fosse fedida e desdentada. Fato é que Violino estava longe de ser assim, e apareceu deslumbrante com cabelo preso em rabo-de-cavalo, trajando um vestido de tecido suave, que delineava as formas de seu corpo. O decote era vigoroso, e quase indecente devido aos seios duríssimos da moça, ainda que pequenos. A julgar pela reação dos presentes no bar, era como se houvessem jogado um pedaço de carne em uma jaula de tigres esfomeados.

Violino sentou no colo do meu amigo e pediu uma caipirinha, visto que não havia qualquer cadeira livre. Ofereci meu lugar e me propus a ir para o balcão, mais perto da TV e mais longe daquela tentação, mas a moça recusou. Sentada no colo do meu camarada, ela chupava o canudinho da caipirinha olhando diretamente nos meus olhos. O jogo não era mais importante pra mim, e Violino, percebendo que tinha a minha atenção, começou a simular um boquete no pequeno canudo, sem parar de me olhar. Minha trosoba a esse momento já havia se transformado em uma tora, e começou a pulsar quando Violino se empolgou, pulando e rebolando no colo do meu amigo, enquanto ria e simulava se interessar pelo jogo.

Gol. Não, não gozei, foi gol mesmo, e do time adversário. Todos ficaram putos, exceto eu, que continuava em pleno êxtase diante daquela cara de safada que Violino fazia para mim. Foi quando meu amigo, em uma atitude de extrema babaquice, expulsou a namorada de seu colo.

Amigo: “Porra Violino, você veio azarar nosso time, sai do meu colo, fica em pé aí que eu estou tenso.”

Violino: “Mas eu quero sentar, estou cansada.”

Del: “Senta aqui.” – Levantei e ofereci a cadeira.

V: “Não Del, fica aí, não quero te incomodar.”

A: “Senta no colo do Del então, vai que dá sorte.”

Gelei. Violino triplicou a safadeza em seu olhar, e não pensou duas vezes antes de acatar a ordem de seu amado, não sem antes confirmar se ele estava falando sério. Sim, ele estava. Eu não conseguia acreditar naquilo, até sentir o calor do corpo magro de Violino sobre meu colo. E meu pau estava duro, aliás, duro ele fica em situações normais de tesão, mas naquele cenário, ele estava prestes a explodir. E a moça sentou exatamente sobre ele, sentindo que sua brincadeira com o canudinho tinha surtido efeito. Ela pediu para si duas caipirinhas, e uma dose de vodka.

Não satisfeita em ficar apenas sentada sobre meu cacete hirto enquanto degustava suas bebidas, Violino malvada passou a saltitar, e rebolar. A magrinha encostou suas costas em meu corpo, rebolou mais, depois se apoiou na mesa, abriu as pernas, e passou a quicar mais intensamente em meu colo. Eu segurei em seu quadril, mais para conter seus movimentos incompatíveis com um lugar público e com a presença do seu namorado, mas ela entendeu como se eu estivesse incentivando sua loucura. E meu amigo ali, diante de nós dois, alheio ao show de Violino e hipnotizado pelo jogo de futebol.

Outro gol. Dessa vez do nosso time. Os presentes no bar explodiram em comemoração, meu amigo se levantou e abraçou marmanjos suados e bêbados, enquanto sua namorada pulava com mais intensidade no meu colo, maltratando minha trosoba que quase furava a cueca e a calça social. Violino estava fora de controle, aproveitou aquele momento de excitação geral para se levantar, puxar o vestido para cima mostrando sua bundinha branca de relance, e depois sentar no meu colo de novo, dessa vez na pele, com o vestido caindo para os lados. Senti mais intensamente o calor do seu corpo em meu colo, estava impossível controlar meu mastro.

“Assim não dá Violino, tá foda, eu vou gozar.” – Falei bem próximo ao ouvido dela.

Era para fazer ela parar, mas só piorou a situação, pois ela começou a roçar sua buceta com força no meu mastro oculto pela calça. Seu movimento estava totalmente sexual, e mesmo com todo o bar cantando e vibrando com o empate de nosso time, era perfeitamente possível que alguém percebesse o que acontecia ali.

“Violino!” – Disse meu amigo, com voz autoritária.

Fiquei bolado. Porra, fudeu, sabia que iria dar merda, aquela safada não podia ficar fazendo movimentos tão sensuais no meu colo, e eu não podia ter aceitado aquela situação. Meu amigo estava bêbado, com certeza iria me enfiar a porrada, talvez quebrar uma garrafa na minha cabeça e depois tentar me matar com o gargalo quebrado. E com razão. Me preparei para o pior, quando ele abriu um sorriso e disse:

“Não saia do colo desse filho da puta, vamos ganhar esse jogo!”

Violino respondeu balançando a cabeça.

Um alívio correu pelo meu corpo, mas imediatamente fiquei tenso quando ele, logo em seguida, me chamou pelo nome. Mas outro sorriso se formou em seu rosto antes que ele proferisse a seguinte ameaça:

“Se ficar de pau duro embaixo da Violino, eu te mato, seu merda.”

Então, meu amigo, minha sentença já estava dada, era só me executar. Minha piroca estava não apenas dura, mas pulsante e em chamas. Se não fosse arrisacado demais, eu a colocaria para fora e invadiria Violino ali mesmo. Mas aí era abusar da sorte e da boa vontade de meu amigo cuckolder. Enquanto isso, a branquinha tesuda parecia não se importar com meu conflito interno, e teimava em rebolar gostoso no meu colo.

Poucos instantes depois saiu mais um gol, novamente todos se abraçaram no bar, pois estávamos ganhando. Meu amigo sumiu no meio de vários marmanjos cantantes e saltitantes, cerveja voava pelos ares, garçonetes eram apalpadas por torcedores felizes, e Violino aproveitou tal oportunidade para enfiar a mão por baixo de sua bunda e agarrar meu pau. Respondi deslizando a mão por sua coxa e tocando firme com o dedo indicador sobre sua calcinha, que estava totalmente babada.

Violino: “Me come Del.” – Disse ela, virando-se para mim.

Del: “Se eu pudesse te enrabava agora em cima dessa mesa, mas não posso fazer isso com meu amigo.”

V: “O maior sonho dele [meu amigo] é saber que você me comeu, ele vai querer saber de todos os detalhes.” – Disse ela, virando para mim, e quase me beijando.

D: “Então isso tem que partir da boca dele.”

V: “Se ele pedir você me come?”

D: “Na hora.” - Pressionei mais forte o local aonde sua calcinha protegia o túnel do prazer.

V: “Enquanto ele não pede, vou ao banheiro me recompor. Mas se quiser realizar agora o sonho do seu amigo, siga os meus passos…”

D: “Olha que eu vou…” – E mordisquei sua orelha.

Violino se levantou e ajeitou o vestido em seu corpo suado. Ela estava muito bêbada, quase não conseguia se equilibrar no salto de altura mediana. Quando passou por mim, percorreu com a ponta dos dedos a distância entre meu ombro e meu pescoço, beliscando minha orelha. Olhei para ela e ela sorriu, antes de seguir rebolando para o banheiro. Olhei para baixo e minha calça estava marcada com o mel que vazou por aquela calcinha, o cheiro suave da buceta de Violino estava em mim, aquilo me deu mais tesão, só que tratei de ocultar minha barraca armada quando meu amigo retornou para a mesa. Era o fim do jogo, hora de pedir a saideira.

Claro e evidente que não fui atrás da branquinha, e ela retornou alguns minutos depois, me dando língua e dizendo no meu ouvido que eu tinha perdido a chance da minha vida. Não me abalei, e Violino sentou no colo do meu amigo dessa vez, enquanto tomávamos a saideira. Ela iniciou uma sessão de beijos intensos com seu amado, na minha frente, com a clara intenção de me provocar. Entre um duelo de línguas e outro, ela olhava para mim, para ter certeza de que eu estava olhando. Eu não estava olhando diretamente, apenas fingia que olhava e dava a entender que estar no lugar do meu amigo seria bem interessante.

Pagamos a conta, e caminhamos todos juntos até aonde Violino tinha estacionado o carro. Foi então que meu amigo, quase em coma alcoólico, perguntou se eu não queria ir até a casa deles para experimentar uma dose do whisky novo que ele ganhou de presente do sogro. Eu recusei educadamente dizendo que já havia bebido além da conta, mas Violino foi bem convincente me dando a chave do carro, dizendo que eu era o bêbado com mais condições de dirigir ali. Ok, assumi o volante do carro e disse que apenas os deixaria em casa, e depois iria de táxi para a minha residência.

A doce Violino estava sentada com seu amado no banco traseiro, enquanto eu conduzia sem dificuldades o belo carro do casal. Como de costume ao beber demais, meu amigo caiu no sono, e a moça deu um jeito de pular para o banco dianteiro, quase me fazendo atropelar um motoqueiro quando seu vestido ficou preso entre os bancos, deixando à mostra sua bela calcinha rosa de malha, suas coxas deliciosamente brancas e sua barriguinha deliciosamente suave, com lindos pelinhos dourados. Ela riu da minha reação, e riu mais ainda ao perceber que minha trosoba acordou diante do seu descuido.

Tentei me concentrar em outra coisa que não fosse a mão dela em minha coxa, mas ela me provocava cada vez mais, acariciando e apertando meu membro por cima da roupa. E logo em seguida caprichou em sua ousadia, abrindo meu zíper, puxando minha cueca e fazendo minha piroca saltar vigorosa. Violino confessou que suas amigas lhe deram um caprichado feedback sobre a envergadura de minha tora vascularizada, mas estava achando o membro mais impressionante ao vivo. Por um momento esqueci do meu amigo adormecido no banco traseiro, e sem falar nada, puxei a cabeça da moça em direção ao membro hirto e pulsante. Ela abocanhou com vontade, engolindo meio mastro de uma vez, e emendando com uma bela mamada sem ajuda das mãos. Reduzi a velocidade do carro para não correr maiores riscos, e conduzi suavemente a cabeça da branquinha enquanto ela mamava meu pau com dedicação incrível.

Del: “Eu vou gozar Violino, que boca deliciosa.”

Violino: “Deliciosa? Você ainda não viu nada.” – Ela parou o boquete apenas para dizer isso, e abrir um belo sorriso.

A safada aumentou a velocidade do boquete, sugando minha piroca como se tentasse arrancar ela do meu corpo. O toque suava de sua língua e seus lábios era incrível, e eu definitivamente não conseguia mais dirigir, tive que encostar o carro para me concentrar exclusivamente na sensação daquela chupada. Assumindo o risco de acordar seu namorado, Violino ficou de quatro no banco do carona, virada para mim, enquanto me chupava com velocidade e precisão incríveis. Reclinei um pouco o banco e tapei minha própria boca para não gemer. Meu pau pulsava na boca da branquinha, que agora segurava meu mastro com uma das mãos e acariciava minhas bolas com a outra. Seu boquete era profissional, incrível, e ela alternava bocadas com lambidas em torno do mastro e algumas tentativas de garganta profunda. Totalmente fora de série.

O resultado não poderia ser outro. Gozei. Despejei intensos jatos de porra na boca daquela delícia, por meio de espasmos vigorosos da minha piroca, que mesmo expelindo tal quantidade de leite, não era abandonada pela boca da Violino. E ela bebeu tudo, aquela deliciosa safada engoliu cada gotícula de minha porra, e fez questão de mamar minha pica até que esta desfalecesse lentamente. Por mais que eu tentasse, não consegui conter todos os meus gemidos. No final, Violino olhou em meus olhos, lambeu os lábios e se disse surpresa com o fato da minha porra ser docinha. Que mulher fantástica.

Talvez acordado pelos ruídos, meu amigo se manifestou com um grunhido, e perguntou qual o motivo para estarmos parados. Fiquei meio tenso para responder, com receio que ele tivesse visto algo acontecer ali, então Violino respondeu que estávamos colocando gasolina. Ele então se levantou rapidamente e ficou sentado no banco, dizendo que não parecíamos estar em um posto. Desconversei, escondi a trosoba e coloquei o carro em movimento, enquanto isso Violino aumentou o rádio e pulou para o banco traseiro, agora deixando sua bunda à mostra por um instante, e revelando a bela calcinha, engolida por sua bunda pequena. Meu amigo não fez nenhum comentário, apenas comentou que podíamos comprar um lanche no caminho ou pedir uma pizza. Optei pela pizza, afinal meu sentimento de culpa havia crescido, e eu realmente não tinha a intenção de subir na casa deles, mesmo com aquele boquete excepcional antecipando uma noite que poderia ser incrível.

Mas não consegui escapar, meu amigo parecia totalmente recuperado do coma alcoólico e disse que não aceitaria minha desfeita. Segundo ele, eu poderia ir embora apenas depois de comer uma pizza e beber uma dose de seu whisky especial. Ok, minha mente bêbada não tinha condições de processar aquele drama, então aceitei. Violino manteve-se quieta no elevador, mas toda hora voltava um sorrisinho maroto na minha direção, enquanto meu amigo falava sem parar sobre o jogo, sobre seu whisky, sobre trabalho, etc. Quando chegamos no apartamento, Violino disse que precisava de um banho, enquanto eu e meu amigo nos sentamos no sofá e iniciamos a degustação do whisky, que realmente era de boa qualidade.

Enquanto eu conversava com meu amigo, o sentimento de culpa crescia, e definitivamente eu pensava em fugir dali e não levar à frente aquela brincadeira. E eu devia estar na segunda dose quando Violino veio para a sala, com um vestido ainda mais curto, realmente vulgar, mas menos decotado que o anterior. O aroma de seu perfume invadiu a sala, seus cabelos estavam molhados e seu rosto estava livre de qualquer maquiagem, era lindíssima. Ela disse que já havia feito o pedido da pizza, então foi para a cozinha e voltou com uma garrafa de cerveja long neck na mão, dizendo que não era muito fã de whisky. Violino se sentou no sofá perpendicular ao que eu dividia com meu amigo, e fez questão de mostrar sua calcinha antes de cruzar as pernas.

Meu amigo então matou sua dose de whisky de uma vez, enchendo o copo com outra dose generosa, antes de convidar Violino para o nosso sofá, algo que a magrinha cumpriu depois de uma golada em sua cerveja, sentando-se entre nós dois. Então meu amigo fez sinal de negativo, e disse que não era para a moça sentar ali, e sim no meu colo. Comecei a ficar tenso com aquilo, mas Violino parecia não se importar, pelo contrário, estava se divertindo.

Amigo: “É assim que você gosta meu amor?” - Disse ele, pousando a mão na deliciosa coxa da namorada.

Violino confirmou com a cabeça. Eu estava gelado, o nervosismo tomava conta do meu corpo e eu já não sentia o efeito da bebida em meu cérebro, parecia que eu havia ficado sóbrio repentinamente, preparado para reagir bem a qualquer situação ruim, garantindo minha sobrevivência. Sob o comando de seu namorado, Violino rebolava no meu colo como havia feito no bar, e meu membro começava a endurecer loucamente, mesmo eu me lembrando daquelas palavras do meu amigo, que se eu ficasse de pau duro, ele me matava. Ok, que me matasse então, pois era impossível resistir aos encantos de Violino.

Amigo: “Me diga uma coisa Del, você é louco para comer a Violino, não é?”

Del: “Que porra é essa cara? Somos amigos, ela é sua mulher.” - Menti.

Amigo: “Deixe de ser mentiroso Del, porra, quero que seja sincero comigo.” – E bateu forte com o copo no apoio do sofá, ele parecia nervoso. – “Eu vejo como você olha para a minha vagabunda, e não é de hoje. Seu pau te denuncia Del, está quase rasgando a sua calça.”

Fiquei em silêncio. Acho que qualquer resposta que eu desse seria ruim para mim, ainda mais com aquela magrinha deliciosa saltitando em meu colo. Falei para ela sair do meu colo e se sentar ao lado, mas não fui obedecido. Então eu mesmo tratei de (gentilmente) empurrar ela para ao lado e fui me sentar no outro sofá, tentando disfarçar a barraca totalmente armada. Imaginei que Violino pudesse ficar bolada com o meu gesto, mas ela apenas alternava sorrisos com goladas em sua cerveja. Resolvi tentar resolver a situação.

Del: “Cara, você exagerou na bebida. Faz o seguinte, vou embora e a gente conversa amanhã, ok?”

Amigo: “Se você for embora, vou considerar você um grande filho da puta.”

D: “Por qual motivo, porra? Por eu não estar dizendo que não quero comer sua mulher? Por eu não querer te botar chifres?”

A: “Não Del.” – Deu uma golada no whisky, deixando um pouco escorrer pela lateral dos lábios. – “Se você for embora, eu não vou ter como apagar o fogo da minha putinha, e ela vai acabar dando pro vizinho. Prefiro ver ela no seu pau do que no pau do negão da porta ao lado.”

Meu amigo foi bem convincente, embora mentiroso. Violino, enquanto isso, fez sinal de positivo com a cabeça, e sua cara de safada bêbada estava deliciosamente provocante.

Amigo: “Meu amor, diga para o Del o que você quer que ele faça contigo.” – Disse ele, pousando o copo de whisky sobre a perna branca da namorada.

Violino: “Eu quero que o Del me faça de puta.”

A: “Puta de quem?”

V: “Puta dele! Puta do Delicious!” – A moça respondeu abrindo suas pernas.

A: “Aqui Del, essa putinha aqui quer ser sua. Vai dispensar uma bucetinha dessas? Estou achando que você deu a bunda e gostou. Virou viado cara?” – Enquanto falava, meu amigo chegou a calcinha da namorada para o lado, e masturbou discretamente sua buceta, que era linda e rosada, deliciosamente carnuda e totalmente depilada.

V: “Vem cá Del, vem retribuir o que fiz por você no carro, deixa eu gozar na sua boca também, mostra pra ele que você é macho.”

Agora fudeu, se o meu amigo não tinha visto ou percebido o boquete no carro, agora ele sabia. Mas, para a minha surpresa, ele acompanhou cada cena daquele boquete épico de sua namorada em mim.

Amigo: “Del ficou louco com a boquinha da minha doce Violino, não foi?”

Fiquei em silêncio.

Amigo: “Responde filho da puta! Fala a verdade pro seu amigo, seu merda, eu vi tudo! Diz que você gozou na boca da minha puta! Diz que você quer comer ela agora!”

Fui salvo pelo gongo, aliás, pelo interfone. Era a pizza, e também era a minha chance de escapar daquela situação. Por mais que Violino me desse um tesão danado, e por mais que ela já tivesse me pago um boquete absurdamente gostoso, meter minha pica na namorada deste meu grande amigo era algo que eu não conseguiria fazer, mesmo bêbado. E, por sinal, quando o efeito da bebida passasse no dia seguinte, quem garante que a nossa amizade continuaria a mesma? Bem provável que ele tentasse me matar, ou no mínimo cortar minha trosoba fumegante e jogar para algum cachorro vira-latas.

Atendi o interfone e abri o portão eletrônico para o motoboy. Porém, disse para meus anfitriões que o entregador não estava conseguindo entrar, então informei que desceria para ajudar, mesmo sob protesto de meu amigo.

Amigo: “Vai lá bicha louca, vai dar seu cu fedorento pro motoboy. Mas passa uma manteiga nessa bunda antes, seu merda, viado escroto! Enfia a cueca na bunda merdão!”

Tive que ignorar as ofensas etílicas do meu amigo, por mais que ele merecesse ser corno e ainda levar umas porradas. Saí rápido pela porta, e minha ideia era sumir dali. De fato eu já estava totalmente errado, me aproveitei de Violino quando ela estava no meu colo, bem como não ofereci resistência ao seu boquete incrível. Minha atitude mais honrada era desaparecer da vida daquele casal, mesmo que meu amigo nunca mais me perdoasse.

Foda é que a hora já estava bem avançada, e não passava um mísero táxi. Meu celular estava tocando, era o meu amigo, fui obrigado a desligar o aparelho. Foi quando ouvi uma voz feminina gritando meu nome, olhei e era a Violino, que havia descido atrás de mim, andando com seu vestido indecente pela rua, sob o olhar obsceno de alguns bêbados no bar da esquina.

Violino: “Del, volta, vamos conversar.”

Del: “Não tem o que conversar Violino, ele está bêbado. Você está bêbada. Todos nós estamos muito bêbados.”

V: “Del, você disse que realizaria o sonho do seu amigo, se partisse dele a iniciativa. Lembra?”

D: “…” – Fiquei em silêncio, ela tinha razão. E por um momento percebi que eu não estava me reconhecendo, afinal eu nunca havia negado uma buceta antes, não importando a situação. Acho que eu estava bêbado demais.

V: “Vem, vamos embora, comer um pouco e tomar cerveja…” – Violino me pegou pela mão, convincente.

D: “Violino, sendo sincero, eu estou com uma vontade incontrolável de te comer, algo que sempre tive. Mas tem que ser na frente dele?”

V: “Ele já estará dormindo quando a gente voltar.”

Violino sorriu de forma safada, se aproximou e beijou minha boca, já agarrando meu pau. Peguei firme seu quadril e depois apertei com vontade sua bunda, invadi seus lábios com minha língua e fiz ela sentir em um beijo o nível de tesão que eu estava sentindo. A magrela retribuiu passando a unha devagar pelas minhas costas, e esfregando sua coxa direita em minha perna. Minha trosoba estava novamente em riste, pronta para violar as profundezas mais remotas daquela deliciosa mulher, mas não poderia ser ali, afinal aqueles bêbados no bar já gritavam coisas de baixo calão para nós; os mais educados mandavam a gente ir procurar um motel, o que não seria uma má ideia.

Voltamos para o apartamento discretamente, por causa da vizinhança e do circuito interno de TV do condomínio. Fazer meu amigo de corno já era ruim, mas isso não precisava se tornar público. Entramos pela porta da cozinha e, quando chegamos na sala, meu amigo estava caído no chão, sendo que dessa vez eu fiz questão de conferir se ele estava dormindo realmente. Violino se aproximou e me trouxe uma cerveja, que aceitei por educação, já que eu não aguentava mais beber. Fiquei sentado no sofá, próximo ao meu amigo moribundo, pensando sobre o que eu estava prestes a fazer, enquanto minha anfitriã deixou o recinto.

Alguns instantes depois, a doce Violino voltou para a sala com o mesmo vestido, e fez questão de se abaixar bem na minha frente, com a desculpa de que iria tirar um copo do chão. Olhei diretamente para aquela delícia, e vi que ela havia se livrado da calcinha. Sua bucetinha branca estava ali diante dos meus olhos, e era possível ver até seu cuzinho rosado, tamanha era a sua ousadia ao se abaixar diante de mim. Meu pau pulsava dentro da calça, e naquele momento meu receio e minha sensação de culpa desapareceram. Segurei Violino pela cintura e a puxei firme para o meu colo, perguntando se era aquilo que ela gostava de fazer. Seu vestido bem levantado não atrapalhou o acesso de meus dedos à sua bucetinha fervilhante e molhada, enquanto minha outra mão buscava seus seios. A safadinha se contorcia sobre mim, e aproveitei para lhe chupar o pescoço com vontade, forçando ela a dizer que queria ser minha puta, da forma que ela disse antes.

Eu a segurava firme, mas em um gesto rápido ela deslizou até perto dos meus joelhos, girou, e abriu com vontade minha calça, puxando-a junto com a cueca até minhas coxas, deixando minha trosoba ver o mundo exterior novamente. Após um delicioso elogio ao tamanho, Violino voltou para o meu colo, agora de frente pra mim, fazendo sua prexeca molhada tocar no corpo de minha piroca, me enlouquecendo com beijos intensos e gemidos de prazer, por sentir meu pau pulsando em contato com seu grelo. Eu pegava forte em suas coxas e ainda mais forte em sua bunda, desferindo alguns tapas, mesmo sob risco de acordar o bebum próximo de nós dois. Violino gemia mais gostoso e esfregava forte sua pepeca ainda mais molhada na minha pica. Eu precisava invadir aquela mulher, então tentei posicionar a ponta do membro na entrada de sua buceta, mas ela impediu, saltando com agilidade e ficando em pé, de frente pra mim.

“Você não vai comer minha buceta antes de retribuir o que fiz por você no carro.” – Ela disse, com a mão na cintura, e só faltava bater o pé.

Me levantei e planejei jogar ela com as pernas arreganhadas no sofá, para sentir a habilidade de minha língua intrusa. Só que ela se esquivou, e disse que não seria ali, me puxando pela mão enquanto andava pela sala. Fiquei com receio de que ela me levasse até o seu quarto, pois eu até poderia fazer meu amigo de corno, mas não faria isso na cama dele. Acho que ela também levou isso em consideração, e me conduziu até o quarto de hóspedes/escritório, que era bem pequeno e estava climatizado. Tinha uma estação de trabalho com dois laptops no canto, uma cama de solteiro bem pequena e um outro móvel com gavetas, além de uma TV de LCD na parede, que exibia um filme pornográfico, detalhe que talvez houvesse sido arquitetado por aquela safadinha magrela. Camisinhas e um tubo de lubrificante foram colocados sobre a escrivaninha.

Ela tirou o vestido e sentou-se na beirada da cama, mandando que eu tirasse também a minha roupa. Enquanto eu me despia, observei como aquela mulher era deliciosa. Embora fosse um pouco mais magra do que a minha preferência, sua pele branquíssima contrastava deliciosamente com seus cabelos pretos naturais, e seus seios eram uma obra de arte: medianos, empinadíssimos e duros, deliciosamente duros. Sentada de pernas abertas e tocando delicadamente em sua própria buceta, Violino revelava também a beleza de sua bucetinha, uma bela peça depilada, com interior róseo e grandes lábios bem carnudos para o seu tipo físico. Quando me livrei da última peça de roupa, Violino puxou-me em sua direção, já abocanhando com vontade meu salame carnudo.

Agora a cena era perfeita, eu estava de pé, vendo aquela mulher de rosto lindíssimo executando seu boquete ímpar em minha rola, que estava no seu auge de dureza. Violino, safadíssima, abusava dos momentos de garganta profunda, e fazia questão de se movimentar muito rápido quando mamava com mais intensidade. Em pouco tempo eu gozaria de novo naquela boca, então mandei que fizéssemos um 69, com ela por cima. Ela negou e disse que ficaria por baixo, deitando-se na cama com as pernas bem abertas, me chamando para a deliciosa posição norte-sul.

Tive o primeiro contato oral com aquela buceta, que expelia um mel agradabilíssimo, de sabor suave e textura fina, que já escorria para o lençol da cama. Enfiei a cara com gosto naquela prexequinha, praticamente me afogando em tanta lubrificação, e quando enfiei um dedo para buscar seu ponto G, me impressionei em como era apertada e aveludada. Fiz Violino gemer e rebolar gostoso quando soquei um dedo em sua bucetinha e outro no cuzinho, e aproveitei para enfiar forte a pica em sua boca, me divertindo quando ela engasgava e batia em minha coxa para conter meu ímpeto.

O tesão subia de forma impressionante, e em uma dessas estocadas com o pau no fundo de sua boca, gozei gostoso, jogando os jatos diretamente na garganta. Quase que ao mesmo tempo, Violino mergulhou em um orgasmo evidenciado por uma tremedeira deliciosa, e novamente continuou me chupando mesmo após eu gozar, só que dessa vez o mastro continuou vivo, pois eu queria muito conhecer o interior daquela mulher, imediatamente.

Levantei-me e Violino manteve sua posição, deitada com as pernas abertas. Masturbei minha piroca enquanto observava aquela mulher deliciosa deitada na cama, com cara de safada e ofegante, depois de uma gozada gostosa. Me preparei então para finalmente invadir aquela bucetinha, quando Violino fechou as pernas diante de mim.

Violino: “Não Del, no parque do seu amigo não.”

Del: “Como não? Vai ter que ser à força?”

V: “Não Del, nem à força, nem de jeito nenhum.” – Disse ela, fechando a cara e cruzando os braços.

D: “Porra, não é possível, estou desesperado aqui, preciso meter em você.”

V: “Pois não vai meter na minha buceta. Aqui é propriedade do seu amigo, só dele.”

D: “E eu fico na merda?”

V: “Claro que não.” – Disse Violino, se levantando da cama.

Foi aí que me lembrei de um diálogo que tive com meu amigo algum tempo atrás, sobre sexo anal. Ele dizia que sua namorada (Violino) era virgem do cuzinho, e sequer cogitava fazer sexo anal, mas um dia ela quis tentar, e eles fizeram, mas ele disse que a moça não parecia sentir tanto prazer, e logo pedia para voltar para a buceta. Eu até passei umas dicas para o cara tentar novamente, mas ele disse que apesar de violar o brioco da namorada com alguma frequência, a diversão dela era mínima.

Meu amigo não entendia era que Violino tinha uma vontade louca de dar o cu, mas com gosto, dar como uma puta. De fato Violino não utilizou claramente essas palavras, ela apenas disse que queria dar ele para mim, e falou que eu poderia pegar pesado. Definitivamente, naquela altura do campeonato, com a trosoba em riste pós-orgasmo, sob influência etílica e depois de tudo que ocorreu naquela noite, “pegar pesado” com aquela delícia era a única opção.

Quer saber o que aconteceu logo em seguida? Como será que Del supriu o desejo de Violino? Será que o amigo de Del acordará de seu sono profundo? Qual será a reação dele?

Descubra essas respostas no site Contos Eróticos Aleatórios.


Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria

Esse texto está protegido por direitos autorais.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem permissão do autor.

Leia também
Eu tinha 13 aninhos e todos me fuderam no colégio há 5 dias

Eu tinha 13 aninhos e todos me fuderam no colégio Eu estudava numa escola...
laureen Virgindade 341


Perdendo a virgindade com a titia delicia buceta m há 5 dias

Perdendo a virgindade com a titia Paul, 18 anos,vou contar como perdi a...
laureen Virgindade 106


o pai da minha amiga comeu minha bucetinha gostoso há 5 dias

Aos 19 anos, após entrar na faculdade, conheci Karen, minha amiga que já ...
laureen Heterosexual 223


EU E A FER,,,,NOSSA COPA SÓ COMEÇOU,,,NOVOS AMIGOS há 6 dias

EU E A FER,,,,NOSSA COPA SÓ COMEÇOU,,,NOVOS AMIGOS,,,COMEÇO DE UMA NOVA ...
bodiar Traição/Corno 92


dando a bucetinha no trem sexo tesão há 6 dias

somos um casal normal, tarados por sexo e exibicionismo, essa ocorreu em ...
laureen Fantasias 161


melzinho da bucetinha para meu queiro papai há 6 dias

Abri a porta do quarto que só estava encostada e ao adentrar vi meu pai n...
laureen Incesto 253