A massagem que acabou em gozo

22 de Abril de 2014 will Contos Eróticos 59952

Reportagem especial (UOL)
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Assim que me mudei para a França, há mais ou menos 7 anos atrás, indo
direto do Brasil, fui morar com um casal de amigos que já moravam por
lá algum tempo. Desde que cheguei, minha vida foi movida por uma
tranqüilidade quase mórbida, porém, como não poderia deixar de ser, aos
poucos fui me sentindo solitário e veio também a vontade estar com
alguém na intimidade.


A cada dia que passava, eu ficava muito mais sensível, no tocante a
sexo e com o libido a mil. Começava a criar fantasias em minha cabeça, mesmo por
que eu gosto muito de sexo em sua plenitude, sem tabus.


A esposa do meu amigo que chamarei de Lílian (e meu amigo de Jamil),
era uma linda moreninha no ápice de seus 18 anos e meio, ainda era uma
menina, vamos dizer muito imatura em certos pontos, mas era também uma
mulher muito atraente e cheia de encantos. Ela tinha um corpo
maravilhoso, com seus cabelos longos e pretos. Fazia teatro, que na
maioria das vezes envolvia dança e por isso ela estava sempre muito bem
malhada e em boa forma física. Tinha coxas roliças e grossas, cintura
fina e seios médios. O desenho de seu rosto era quase perfeito, mas o
que ela quase não tinha, era malícia das coisas (pelo menos deixa
transparecer isto), e por vezes à mesa de café da manhã, ela vinha
somente de hobby e com uma calcinha minúscula por baixo, como a mesa era
exatamente a divisória de uma “cozinha americana” e ficava de frente
para um sofá que já fazia parte da sala, eu deliberadamente sempre me sentava nele, para desfrutar
da bela visão matutina, pois ela se esquecia, ou fazia de esquecida,
que sua vestimenta se abria ao sentar, o que dava uma maravilhosa visão
de seu corpo lindo e de suas calcinhas, que não cobriam quase nada. Por
duas vezes, eu vi que ela não usava absolutamente nada por baixo e eu
pude ver sua xaninha linda, o que me deixou mais tarado ainda.


O tempo foi passando, e eu comecei a desenvolver uma tara especial
por ela, mas devido a minha amizade com eles, continha-me de todas as
formas que podia, para não deixar sequer transparecer a minha vontade e
meu tesão. Até que um dia, estávamos sentados à sala e ela me perguntou
se eu sabia fazer massagem, eu respondi que sim, até mesmo por que eu já
havia feito muito em minha esposa que, por sua vez, sempre achava
maravilhoso. Então veio o inusitado pedido:


- Você poderia me fazer uma massagem dessas, pois estou toda tensa. -
Este pedido foi feito diante de seu marido e de mais dois amigos
belgas, que não entendiam nada de português, e que nos visitavam neste
dia, porém já eram muito íntimos da casa. Era de se estranhar de ela não
pedir ao marido, mas ele já havia comentado que não sabia mesmo fazer isso.
Então, como só eu sabia o que se passava em minha cabeça, falei que
faria sim e ainda falei que se mais alguém quisesse, eu estaria ao
dispor, pra não chamar a atenção para aquele fato, principalmente à do
meu amigo. Pensei que aquele pedido seria para dali a alguns dias ou
pelo menos para mais tarde, mas ela se levantou e se dirigiu ao quarto, e
quando voltou, veio vestindo uma camiseta regata e uma
toalha cobrindo a parte de baixo.


- Vamos então?


Procurei não parecer assustado com aquilo e me levantei, perguntando
onde seria a massagem, já que não havia ali, lugar adequado para tal.
Ela sugeriu o meu quarto, pois tinha uma cama de solteiro que era
relativamente alta, e daria pra substituir uma maca. O pessoal
permaneceu na sala conversando animadamente sem qualquer
constrangimento. Fomos ao meu quarto e quando ela tirou a toalha,
cheguei a engolir a seco, pois não esperava aquela visão. Não que já não
havia visto bem mais que aquilo, mas ela vestia um mini short e
notava-se que não existia calcinha por baixo, além do mais, agora eu
poderia tocar e olhar bem de pertinho.


Pedi que ela se deitasse, depois fui ao meu armário e busquei um óleo
e um creme hidratante que eu mesmo usava. Pedi que ficasse de bruços e
que procurasse relaxar. Coloquei uma música bem suave e comecei. Dei um
longo trato nos pés dela. Fui subindo e fazendo realmente uma bela
massagem por toda a extensão de suas pernas, tirando proveito daquela
visão maravilhosa que era sua avolumada bunda. Quando cheguei bem à
altura da bunda, ela deliberadamente tratou de enfiar o short no rego, e
como ele já era bem pequeno, passou a não cobrir quase nada, formando
uma espécie de asa delta, deixando mais visível ainda sua bela anatomia.Era como se pedisse uma atenção maior
naquela região. Não me fiz de rogado, espalhei bastante óleo e mais um
pouco de hidratante pelas mãos e comecei meu martírio. Alisei bastante
cada nádega dela, com firmeza e com sensibilidade. Meu pau já estava
quase para estourar minha bermuda. Como eu vivia sonhando em tocar e comer aquela linda morena e deixei meus instintos me levar mais
adiante. Enquanto massageava aquela beldade, deixei meus dedos
escorregarem para o lado interno das nádegas, quase tocando seu cuzinho,
mas não houve reação alguma de sua parte, então fui mais adiante, levei
minha mão para o lado interno de suas coxas e cheguei a tocar em seu
short na direção de sua xaninha, sem alguma reação ainda, só que quando
eu voltei a passar meus dedos pelo rego de sua bunda, notei que ela
arqueou o corpo um pouco e arrepiou-se. Acabei aquela parte e subi para
os ombros e nuca. Nem eu e nem ela, creio eu, estávamos mais
interessados que eu demorasse tanto tempo ali, por isso pedi que virasse
de barriga para cima, nisso o seu marido entrou e perguntou se o
profissional (em tom de deboche), era bom no negócio, sorrimos e ela
afirmou que estava melhor do que ela esperava. Senti que realmente
estava gostando do que estava acontecendo. Ele virou-se e saiu, então
senti que não voltaria tão cedo e eu poderia dar atenção maior a minha
“cliente”.


Ela deitou-se finalmente de frente para mim, e pude ver seu montinho
de Vênus, que era bem protuberante, parecendo o famoso, “capo de fusca”.
Voltei aos pés e fui subindo, já imaginando o que viria a seguir,
quando cheguei bem ao alto das coxas, ela entreabriu um pouco as pernas,
e como eu queria um espaço maior para agir com as mãos, peguei uma das
pernas e abri um pouco mais. Ela manteve-se com os olhos fechados.
Passei várias vezes minhas mãos seguidamente perto de sua xaninha e não
me aguentei e deixei que meus dedos tocassem em cheio o meu objeto de
desejo, ela suspirou fundo e se contorceu em cima da cama. Coloquei mais
óleo nas mãos, e passei a dar investidas maiores em direção à sua linda
bucetinha, chegando a enfiar os dedos pela borda do shortinho, tocando
escancaradamente a ponta dos dedos em sua rachinha que já estava ficando
molhadinha.


Não dizíamos nenhuma palavra, somente o ato em si, dizia o que
estávamos querendo. Ela levantou mais, as pernas e como o seu short era
de algodão, cheguei-o para o lado, revelando uma coisinha linda e lisa,
quase sem pêlo algum, perdi totalmente o medo e a noção do perigo e fui
com minha boca de encontro àquela “boquinha”, e passei a dar lambidas
vigorosas, fazendo ela se contorcer toda. Ela levou sua mão à frente e
tocou meu pau por cima da bermuda, mas tratou de enfiar sua mão por
dentro e pegar em cheio, meu pau que estava para estourar ainda preso,
cheguei meu corpo à frente em sua direção, e não sei como, mas ela
conseguiu libertar o meu pau e começou, meio sem espaço, a tentar fazer o
mesmo que eu fazia com ela. Como não podíamos fazer muito barulho,
fiquei com mais tesão ainda, devido o perigo que estávamos correndo. Ela
deitou-se a beira da cama de lado, acotovelando a cabeça, de forma que
ficava bem a altura de poder abocanhar meu pau. Pegou meu mastro,
passou a chupar maravilhosamente, me levando quase ao gozo, pedi então
que ela se levantasse e colocasse as pernas estendidas e apoiei seus pés
em meus ombros e fui enfiando lentamente meu pau em sua xaninha, ela
tapava a boca com uma das mãos para não gritar, e fui metendo cada vez
mais rápido, até que senti que seu corpo, em várias convulsões,
deixou-se cair na cama. Ela havia gozado linda e fartamente, mas eu
ainda não. Pedi que se virasse, ela entendeu a mensagem e ficou de
quatro, fui metendo novamente. Ela lançava seu corpo para traz num
movimento ritmado que, devido à ânsia, fez sair meu pau, e como estava
tudo muito molhado pelo seu gozo, quando voltei a fazer pressão, meu
pau foi em direção errada e forçou seu lindo cuzinho, ela soltou um
gemido e arrebitou o traseiro, senti que estava aberto o caminho e foi
dada a carta branca. Posicionei melhor e fui empurrando em seu cuzinho e
ela também fazia força para traz, e começamos um violento e silencioso
ritmo, o que não demorou e gozei muito em sua bundinha, mas ela sentindo
meu líquido quente em sua bunda, gozou mais uma vez, com a ajuda de
meus dedos em seu grelinho, só então me apercebi do grande risco que
estávamos correndo e tratei de sair rápido daquela posição, no que ela o
fez também.


Nem preciso dizer que não foi necessário terminar a massagem, pois
ela já havia relaxado mais do que esperava e eu por meu lado, me dei bem
também. Passado talvez uns dois minutos, que havíamos acabado e ela já
estava se preparando para retirar, seu marido entra mais uma vez e viu
que havia terminado tudo bem para ambos, sem imaginar o que realmente
havia acontecido. Não sei por que, ela evitava-me de todas as formas,
talvez para não cair na tentação de mais uma seção de massagem, até que
eu saí de sua casa e nunca mais a vi até hoje.


Deixo aqui o meu endereço eletrônico para eventuais contatos, troca de experiências, para amizade e ou, algo mais..


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