Chupando no trabalho

24 de Abril de 2014 Narceja Contos Eróticos 32525

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Viciada no leite do colega de trabalho.

Série de 5 contos onde mostro como me tornei viciada em leite de macho e humilhada por toda uma Empresa.

Parte I : Fui para casa com a boceta larga e a barriga cheia de porra.

No ano de 2012 vivi uma experiência no mínimo visceral depois de haver rastejado por um homem. Sim meus caros leitores, confesso que perdi toda e qualquer respeito por mim mesma como mulher, sobretudo como ser humano.

Me curvei diante de um mastro largo, longo, pesado , selvagem e torto.

Fui humilhada e subjulgada por uma porra de uma pica a ser puta de um homem só.

...

Ele era uns anos mais velho que eu, um homem de posses e desejos doentios por escravidão sexual. E foi nessa que me vicie em foder como uma porca suja e beber sua porra diariamente depois do expediente de trabalho.

Seu nome era Pegani e o conheci no trabalho, ele era meu superior.

Algumas circunstâncias singulares em sua história pessoal o haviam convertido em um cafajeste. Desses que comem mulheres todos os dias, as usam, gozam na cara, fodem o cu e as largam na cama, gozada, humilhada..porém realizadas.

Esse tipo de espécie masculina é um perigo para fêmeas safadas que sabem e colhem o primitismo do coito. E logo na empresa ele se tornou objeto de atenção de todas as funcionárias.

- Que nojo desse homem...ontem ele passou uma cantada na Cintia, que é casada...

( Disse minha colega de trabalho. )

- Homem safado..se acha! ( Garantiu a colega da frente da minha mesa )

Na pausa do trabalho ele era o assunto das rodinhas. Claro todas o odiavam e repudiavam. – Deve foder como um porco. ( Pensei ).

Eh...e assim com poucas semanas de trabalho me rendi a sua escrotidão lasciva.

O cara era um imundo, esses seres bem asquerosos de calça larga e camisa quadriculada comprada em liquidação. Um espaço entre suas pernas se formava dentro daquele jeans folgado e pobre. Espaço porém preenchido visivelmente por carne gorda. Ovão!

- Narceja me vê aqueles relatórios do empresa x. ( Disse olhando minhas tetas )

- Estou trabalhando neles há dois dias.

- Estão pressionado a gente...temos que dar uma olhada hoje a tarde como sem falta. Passa na minha sala depois do almoço.

- Sim senhor! ( Esse vai ter o que mereçe!!! Pensei )

Pronto era o que faltava para as colegas falarem...desdenharem e invejarem.

- Nada mal para uma novata no trabalho heim Narceja ( Brincou uma amiga)

- Até hoje o senhor Pegani nunca olhou para mim e sempre me respeitou...não deve mexer comigo ....( Puro engano meu).

Meus modos reservados e minhas ocasionais amostras de elegância se findavam com uma boa foda violenta. Anos de cu e buceta frouxos.

Um ferro socando no reto me acometia e me levava a uma alienação sexual mental.

- toc toc Bati na porta.

- Entra ae...! ( Gritou o imundo)

Assim que entrei seus olhos desviaram-se sem pudores para minhas pernas e tetas. Me recuso a dizer seios. Tetas são feitas para serem chupadas.

- Aqui está o relatório seu Pegani...

- Senta ai Narceja e vamos rever página por página.

E foi ai que descobri seu segredo. Um sorriso sacana e envolvente, um papo descontraido, elogios e brincadeiras travessas.

- Poxa, para apenas algumas semanas você está sabendo mais do que eu, linda. Vai já tomar meu cargo.

Agradeci a gentileza e levantei para ir embora. Ao cumprimentá-lo Pegani fixou sua mão forte na minha cintura e me deu um beijo no rosto. Foi o suficiente minha gente...por mim já tinha arregaçado ali mesmo!

Os dias foram passando e nossa proximidade so aumentando...já passava pelas brincadeiras e cantadas com um sorriso nos lábios e o desdenhava nas conversinhas paralelas das colegas.

Oito horas de trabalho e muitos fluídos vaginais coletivos. Sei que era assim...Havia me tornado mais uma..igual à minhas colegas. Só falava nele o dia todo, chegava em casa e uma boa dedada para gozar. Depois o asco e a negação à natureza humana: O coito.

Insinuei meu desejo e depois o expressei abertamente para o escroto: sua resposta, ainda que eu tivesse a certeza de uma cantada mais incisiva, me deu todo o prazer de uma surpresa: Ele passou a me evitar e parou com as brincadeiras.

Sem resposta para tal atitude, murchei drasticamente e entristeci com os dias.

Me limitava a apenas fazer meu trabalho e ir para casa. Parei com as conversinhas mediocres do trabalho e do senso comum.

Pedida..me senti rejeitada e confusa. As tentativas de aproximação com Pegani esvairam-se pouco a pouco e meu cu ficou bem pequenininho.

Roda moinho...Roda Pião...Era a festa do aniversário da empresa num buffet alugado especialmente para o evento.

Sentada à mesa ouvia uma MPB burguesa tocada ao piano e trocava palavras com os colegas quando senti 3 dedos tocarem meu ombro.

- Narceja, esta tão bela hoje. Nossa..o que se esconde atrás daquela roupa do escritório heim ?! ( Concluiu Pegani com aquele delicioso sorriso malicioso nos lábios.)

Sem palavras....

- Espera que vou buscar um Drink . Disse perdendo-se entre as pessoas da festa.

Sem reação....

Enquanto isso, ele regressou com a vinho branco.

Conversamos como dois amigos. Timida com seus elogios deixei transparecer uma certa Narceja, que revelo apenas aos escolhidos.

Descontraídos saímos conversando daquela mesa com sua mão apertando minha cintura enquanto andavamos cumprimentando os colegas de tabalho e trocando piadinhas torpes.

Subitamente, Pegani arriscou um sussurro e perguntou em meu ouvido se poderia deixá-lo em casa, pois havia bebido demais. Era Rola minha gente!!!! Destino certo !

Quando chegou a hora de irmos. Pegani guardou silêncio por um momento. Parecia pôr ordem em seus pensamentos antes de se esforçar para falar.

- Sai primeiro, para evitar falação e eu saio em cinco minutos, te encontro no teu carro.

Nesta situação, busquei controlar meus pensamentos depreciativos em concluir que ele tinha uma amante ali dentro da Firma e por esta razão esse atrevimento.

Já sentei no carro arrependida de tal situação... Pensamentos revirados...-Ser usada, mal falada e depois jogada fora..igual uma putinha de rua...

Envolvida por tais pensamentos asneiros ele abriu a porta do carro.

Disse seu endereço já tocando na minha perna enquanto eu girava a chave na ignição do carro.

Caralho, aquele homem sabia me envolver. Mudou meus pensamentos anteriores em segundos com a malícia de suas palavras.

E lá estava eu já com destino certo: Fodida por um colega de trabalho que no outro dia nem olharia para minha cara eque depois saíria por ai contando vantagem até que a firma inteira soubesse da trepada... ledo engano, ali começava a parte mais degradante e prazeirosa dessa viagem.

No local já aceito o corriqueiro convite para beber algo em seu apartamento que por sinal muito sofisticado e limpo, para um cara que usava roupas baratas… O aguardei em seu sofá enquanto girava os olhos percorrendo seus cômodos.

Pegani acompanhado de vinho tinto sentou a meu lado de pernas abertas e feições desconhecidas...

- Conseguiu o que queria heim…danada! Agora chupa.

As palavras me faltaram…levantei apreensiva e Pegano segurou com força meu braço me puxando de volta ao sofá.

- Deixa de besteira e mama aqui. Disse enquanto colocava seu mastro grosso e peludo para fora.

Melei na hora…tremeu a buceta e minhas tetas denunciaram o que já era impossível esconder.

Sem pensar em nada… e olhando-o o saco enrugado e esparramado abaixei a cabeça quase que instintivamente.

Senti o cheiro de saco suado e entorpecida atolei tudo na boca de uma vez só!

- Ai Putinha safada…sabia que era vadia dessa categoria.

Me limitei a dançar minha língua ao redor da chapeleta roxa.

- Mama Piranha, mama tudo que hoje voçê vai aprender quem manda.!

Me ajoelhei e passei q tirar a roupa enquanto sentia suas mãos em meus cabelos sem cerimônias.

Pegani passou a empurrar minha cabeça em direção a sua piroca enquanto passeava sua mão na mina bunda.

Tirei a roupa e mostrei as tetas e a buceta raspada, queria elogios.

- Putinha…. vem preparada para foder! Sabia que iria te comer na hora que quisesse. Mama que hoje voçê vai beber muito leite de macho.

- Quero demais…deixei escapar.

Era uma overdose mamar naquele pau suado e peludo, sentia a largura do troço alargar minhas bochechas, sentia o vai e vem da pica entrando e saindo, usando minha boca como uma buceta, queria leite, queria ser vadia sua vadia..queria que falassem mesmo no escritório, que soubessem que havia bebido sua porra, que soubessem que tinha sido fodida, eu queria ali naquele momento que toda a firma soubessa que estava mamando na rola do Asqueiroso da firma.

- Levanta safada e senta com a buceta aqui.Disse mostrand a rola com os olhos.

- Sim…agora mesmo!

- Caralhuda, vou foder sua buceta como um cavalo para aprender a deixar de ser vadia!

Levantei apressada já nua de tetas de fora e acomodei-me em seu colo. Fui descendo devagar quando senti suas mãos na cintura que me forçaram de uma vez só para baixo só parando ao sentir o saco na virilha.

Gritei com tal violência alto e levei um tapa na cara que fiquei perdida.

- Cala a boca puta que tenho vizinhos!

Gemi baixo e deixei-me ser violentada daquela forma dolorida e cruel e senti mesmo naquela brutalidade prazer em estocadas dolorosas e profundas. Gemi alto para levar outro tapa na cara.

Mexi os quadris sofregadamente enquanto peguei sua mão e ensaiei um tapinha na minha bunda.

- Quer apanhar na bunda enquanto te atolo puta? Puta gosta de apanhar? Agora aguenta!

E levei socadas firmes enquanto sentia as palmadas arderem e as tetas balançarem para cima e para baixo.

Pegani me jogou no sofá e caiu em cima de mim como um animal. Levei muita rola e tapa na cara, gozei gemendo alto sem qualquer timidez:

- Vou gozar na sua piroca, toma meu gozo nessa pica! Gritei.

E levei outra tapa na cara e uma estocada forte e logo Pegani saiu de cima de mim e se colocou em cima do sofá de pernas apertas e com a pica na frente da minha cara.

- Abre a boca que puta minha bebe porra! Daqui minhas vadias só saem de barriga cheia.

Abri bem a boca e acomodei aquela estaca no meio da língua. Seu pênis repousou folgado dentro da minha boca e senti aquele leite jorrar inundando-a toda.

Engoli sem vergonha, limpei tudo, mamei até deixá-lo limpinho. Suguei a porra nos cabelos do saco, suguei os fios melados de leite viscoso e branco e mostrei a língua para ele. ( olha aqui, bebi tudinho, olha…tenha orgulho de mim!)

Pegani pegou sua pica e sentou-se no sofá levando sua rola inchada e riu uma risada de deboche.

- Sabia que voçê era safada. Vi nos seus olhos. Afirmou!rindo.

Já de volta ao meu estado natural desviei os olhos envergonhada e arrependida.

- Vem cá! Me chamou já me puxando para seus braços e me beijando nos lábios.

O abraçei como que querendo abrigo… não ousei beijá-lo com seu gosto na boca.

Pegani me encostou em seu ombro e senti um certo carinho por mim e susurrou em meu ouvido:

- Voçê é minha!

E foi assim que me tornei sua putinha oficial por 1 ano…bebi muita porra, apanhei muito na bunda, fui humilhada e cheguei ao ponto de implorer por leite de pica! O amei…

Hoje ainda tenho a honra ter sido, com o mais profundo respeito, sua cadela.

Continua....

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