O Parceiro Certo - Capítulo 2

24 de Abril de 2014 Noel Contos Eróticos 2428

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Vou confessar uma coisa, aquele rostinho angelical era irresistível, seu cabelo preto, seus olhos verdes, me deixou um pouco balançada com tanta beleza numa pessoa, que eu nunca havia visto antes em homem nenhum. Não vou negar que me deu uma vontade imensa de agarrar aquele rapaz e beijar aquela boca tão carnuda.



– Olha a bomba do meu pai para pneus, deve ficar na caixa de ferramentas dele. – Disse a ele. – Eu vou procurar.



– Tudo bem, obrigado, mas se você não acha-la, não se preocupe comigo, peço a outro vizinho. – Respondeu Henrique.



Desligando o Home Theater do meu pai, balancei a minha cabeça em concordância, ofereci o assento do sofá da sala com o propósito dele querer se sentar, aliás, eu não sabia há quanto tempo ele estava pedalando em sua bicicleta.



– Quer alguma coisa para beber? Uma Água? Ou um Suco? – Perguntei.



– Não, obrigado, estou satisfeito. – Respondeu.



– Tudo bem, vou procurar a bomba. – Falei.



Andando em direção ao pequeno depósito onde meu pai guardava as coisas dele, percebi que só havia poeira, abri a porta, e ela só aumentava. Sua caixa de ferramentas estava em cima do armário de madeira, onde se encontrava todo coberto por cupins. “Eca”, só era o que eu pensava. Como o armário era bem grande, tive de pegar uma cadeira, mas, esta também, estava bem velha. Sem me importar com isso, subi em cima dela, mas fracassei e acabei caindo. E para completar o meu azar, o armário e a caixa de ferramentas, vieram com tudo para cima de mim.



– AI! – Gritei.



– Oi? Tá tudo bem aí? Você disse alguma coisa? –Henrique perguntava confuso.



Infelizmente não estava então, só pude pensar em uma única coisa, pedi-lo ajuda.



– NÃO! Tem como me dar uma forcinha aqui? – Berrei



– Claro, mas onde você está? – Henrique me perguntou com preocupação.



– Suba as escadas, na terceira porta, perto do banheiro, no fim do corredor. – Exclamei.



– Já estou indo... – Respondeu ele, depressa.



Henrique chegou onde eu estava, e logo se deparou com aquela cena, uma garota coberta por poeira, segurando um armário com as mãos e com um pavor nos olhos.



– Me ajuda, por favor. – Pedi a ele.



– Calma, sem problemas, eu vou te ajudar, sempre irei te ajudar. – Respondeu-me.



Henrique correu em minha direção e agarrou o armário com bastante força para trás, graças a Deus, a caixa de ferramentas não caiu. Levantei-me, e ao fazer isso, percebi que os meus dois cotovelos estavam sangrando muito.



– Olha só, o estado do seu braço. - Henrique disse.



– Não, se preocupe com isso, obrigada. – Exclamei.



– Não posso te deixar assim, espere eu vou te ajudar. – Respondeu.



Ao dizer isso, ele desabotoou a sua camisa, depois a rasgou ao meio, e enrolou como faixas sobre os cotovelos no meu braço.



– Já está melhor, obrigada. – Respondi educadamente, mordendo os meus lábios ao olhar fixamente para o peitoral dele, ele devia ser atleta, ou estava malhando na academia, pois o seu “tanquinho” era encantador.



– De nada, olha só o que eu fiz, fui eu o responsável, por metê-la nessa encrenca. – Exclamou.



– Não ligue para isso, a culpa foi minha de não ter percebido que a cadeira era velha. – Afirmei.



Ficamos a sós nos entreolhando por um bom tempo, quando a figura escura de alguém apareceu bem na porta. Era o meu pai, pela expressão em seu rosto, não devia estar gostando nada daquilo que estava diante os seus olhos.



– MAS O QUE É QUE ESTÁ ACONTECENDO AQUI AFINAL? QUEM VAI SER O PRIMEIRO A EXPLICAR? – Gritou o meu pai, já estressado.



– Calmo pai, me deixa explicar! Aconteceu o seguinte, eh... – Falei.



– A culpa foi toda minha! – Henrique disse olhando para o meu pai, me interrompendo.



– Hora, hora, hora! Parece que já temos um culpado, afinal. – Disse meu pai.



– Relaxa pai, está tudo bem... – Me intrometi respondendo.



– Relaxar? Eu chego, em casa, cansado e me deparo com a minha filha com os dois braços enfaixados, junto com um garoto estranho sem blusa, ainda por cima, e você quer que eu fique calmo? Aliás, quem é você?



– Tudo bem, olha me chamo Henrique Oliveira, vim passar minhas férias aqui em Natal, e só estava andando de bicicleta pelo bairro, até que o pneu dela furou. Como eu estava sem nada para consertá-la, vim até aqui na sua casa para pedir ajuda... – Respondeu Henrique...



– É aí que eu entro, quis ajuda-lo já que eu sabia do que ele estava precisando, então vim aqui nesse quartinho, se assim posso chamá-lo, e quis pegar a sua bomba lá em cima do armário, mas não tive sorte e acabei caindo da cadeira, o armário veio com tudo para de cima de mim me arranhando, as faixas nos meus braços eram da camiseta do Henrique. – Terminei de contar a história, cortando Henrique.



–Tudo bem, darei um voto a vocês, se isso realmente aconteceu confio em vocês. Agora Henrique, pode pegar a sua bomba, e saia já da minha casa. – Disse meu pai, mal-educado.



– Mas pai, isso não é... – Rebati.



– Chega! E então Henrique, ouviu o que eu disse? – Perguntou meu pai.



– Sim senhor. – Respondeu Henrique.

Ele olhou para a bomba que estava no chão e meu pai fez que sim com a cabeça, autorizando–o para pegá-la. E saiu do quarto.



– E você mocinha, vá se trocar e vamos almoçar... Ah! E no meu quarto tenho alguns curativos para vocês cobrir os seus arranhões. – Advertiu meu pai.



– Sim, comandante. – Respondi com ironia. Mais uma vez, ele me olhou com reprovação, olhei do mesmo jeito para ele e fui para o banheiro. Ouvindo os sons dos sapatos do meu pai, descendo as escadas, eu o segui e me escondi na sala de estar, para ouvir a conversa dele com o Henrique. Não julgo que foi uma conversa longa, estava mais para pedido de desculpas. Quando o Henrique o entregou a bomba, e mais uma vez pediu desculpas, meu pai não esperou ele terminar de falar, e bateu a porta na cara dele.



“Coitado” Pensei. Quando meu pai viu onde eu estava, tomou um susto.



– Ah, você continua... – Exclamou.



– Ajudou muito sua atitude. – Rebati.



Subi as escadas não acreditando que meu pai fez aquilo, como pode ser tão injusto com Henrique, se ele só me ajudou?



Na hora do almoço, foi aquele mesmo silêncio de sempre, continuei fazendo o mesmo, terminando a refeição, tirando tudo de cima da mesa e lavando a louça. Meu pai continuou sentado me olhando, nem liguei e fui para o meu quarto. Se tem uma coisa que eu gosto do meu pai, é que ele não fica rondando tanto você. Deitada, na minha cama peguei o meu tablet dentro do armário e fiquei navegando na internet por horas. Quando anoiteceu, não quis jantar, só desci um pouco para dar uma satisfação para o meu pai que estava acordado vendo o Jornal Nacional, com o seu roupão.



–Boa noite, pai. Durma bem! – Exclamei.



– Boa noite, minha filha! Não se esqueça de que eu o seu pai te ama. – Respondeu. Forjei um sorriso no meu rosto para ele. Ao me virar, engoli aquilo em seco, e fui para o meu quarto. O gato horroroso do meu pai estava bem em frente na porta do meu quarto.



– Sai pra lá bichento feio. – Rebati, empurrando-o para o lado.



Tranquei a porta e fui me deitar. Assim que eu me deitei, adormeci. Mais tarde um pouco, sonhei com Henrique. Ele estava de braços abertos para mim, com um sorriso lindo e sedutor no seu rosto e aquele corpo envolvente, corri em direção a ele, mas era estranho, cada vez que eu corria até ele, ficava mais longe de mim. Quando de repente, um muro me bloqueou de correr, ele estava dividido em dois, e em cada lado, havia um rosto. Um deles, eu consegui identificar, era o Stefano, o outro, eu não sabia quem era mais dava a entender que era uma garota. Acordei e acendi o meu abajur, toda suada em cima da cama, com uma dúvida na cabeça. Pior duas. Uma delas era, porque eu tive esse sonho tão estranho? E a outra era quem devia ser essa garota?



Continua...



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