Paguei o Motel para o Motoqueiro me comer

28 de Abril de 2014 Narceja Contos Eróticos 17415

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


O Motoqueiro
Por ?????? NARCEJA® ??????


O Motoqueiro arrastou a cadeira e sentou-se de frente para mim. Era meio dia , hora do almoço naquele movimentado shopping do centro da cidade. Confesso que neste dia não tinha segundas intenções como de costume.
Impossível para mim no entanto, não reparar naquele homem comum, de jeans preto e camisa de vendedor de uma famosa loja de eletrodomésticos. Tem horas que penso que sou louca ou viciada por homem... E são nessas horas que perco a compostura e me transformo numa putinha de rua sem me importar com mais nada ao redor. Mesmo estando consciente do arrependimento decorrente desses atos insanos, algo dentro de mim me dominava a tal ponto de não conseguir mais raciocinar.
Sorri assim que o vi se aproximar com o capacete na mão. Meu corpo estremeceu por inteiro quando ele correspondeu meu olhar com outro sorriso. Já o estava observando desde quando ele estacionou a moto na calçada do restaurante. Um homem relativamente baixo, de quadril largo e um barriguinha saliente, o que me deixava alucinada. Sabia bem que um quadril avantajado escondia uma piroca grande e peluda. Era sempre a mesma ladainha que se formava em meus pensamentos. - Pica grande e peluda! Não sabia me molhar de outra maneira.
Este estranho, tinha um certo ar de “ Povão “, no maior dos preconceitos da classe A onde havia nascido. Esse tipo de homem era o que mais me chamava a atenção, bem diferente dos “playboyzinhos “ a que estava acostumada a lidar. Gostava do estilo solto e descompromissado, das cantadas vulgares , do sexo chulo e pornográfico.
- Oi, tem lugar livre aqui. Disse me referido ao assento do meu lado.
- Opa! Que sorte a minha! Declarou sentando- se.
- Então, pausa para o almoço?
- É sim! Olhou para meus seios sem qualquer constrangimento de ambas as partes.
Naquele dia vestia um vestidinho leve de alcinha com um decote generoso e um salto delicado de dedos livres. Uma calcinha melindrosa de babados discretos. Estava melada.
- Me chamo Pedro, prazer!
- Eu sou Narceja, o prazer é todo meu! - Cantada popular para ter acesso rápido à cama de um motel e a uma pica dura.
Eu já sabia meus caros leitores. Sou macaca velha, rodada e com esse tipo de cara não poderia ser profunda demais e nem insinuar minhas intenções ou acabaria sozinha numa mesa tomando um cafezinho depois do almoço.
- Já pediu? Disse com olhar faminto. Confesso que nesse momento não identifiquei se era por mim ou pela comida.
Pedimos o maldito almoço naquele restaurante popular e após o “pedaço de carne” encher a pança, fui direta ao ponto antes que acabasse apenas com um telefone em mãos. Eu queria abrir as pernas logo para ele e não poderia esperar para um outro dia. Respeitava o meu tesão como prioridade em minha vida. A vontade de levar pau era concreta e imediata.
- Se você tiver tempo podemos esticar em algum lugar mais confortável e nos conhecermos melhor. Soltei decidida.
- Opa gata, vamos sim! Vamos nos encontrar a noite e... ( Não o deixei terminar a frase !)
- Bem, ( Interrompi ) Eu quero agora! E se não for agora deixa para lá....Retruquei visivelmente chateada.
O Motoqueiro deu-se conta de que estava de frente para uma mulher linda de seios fartos e decidida a dar a boceta o mais rápido possível. Olhou-me da cabeça aos pés como que devorando-me com o olhar e falou baixinho se aproximando de mim :
- Vamos já para um Motel aqui pertinho... Você paga!
Levantei sem dizer uma palavra e sai acompanhada do estranho. Estava de vestido e disse a ele para ir na frente de moto que o seguiria de carro. E assim chegamos ao motel que ficava realmente bem próximo do local que nos encontramos.
Bem, não era eu...era uma outra mulher ali guiando aquele carro seguindo um estranho com o singular objetivo de saciar minhas ânsias vaginais. E avistando o motel passei na frente, deixando-o para trás e sem olhar para a moça do caixa, dei uma nota de 100 reais e dizendo : - Fique com o troco!
O motel era realmente uma porcilga, muro amarelo, nome do lugar pintado numa placa suja e uma garagem simples com portas de madeira e uma janelinha pobre. Abrir a porta do veículo vendo-o estacionar ao lado do meu carro:
- Estou louco por você ! Vamos logo que tenho pouco tempo....
Mesmo não gostando de sua pressa continuava excitada e obsecada para gozar alto com meu corpo...Neste ponto, confesso não ter mais controle sobre meus atos...ali era so corpo e alma adormecida. Desejo, carne ..eu queria piroca!
Entramos impacientes e me deparei com uma cama de madeira e um colchão fino que rangeu ao caímos na cama afobados um pelo outro. Era fome de sexo!
O rapaz desabotou meu vestido e liberou meus seios grande de bicos aprumados e eu mesma tirei a calcinha na briga de mãos que se formava sobre meu corpo.
Nesse enrosco de desejos o vi tirar a camisa e abrir o zíper da calça que abaixou apenas até a altura dos joelhos. Eu mesma abaixei a cueca e me soltando de suas mãos cai de boca no seu falo duro. Uma Piroca morena de cabeça roxa e circuncizada. Pelos voaram na minha cara assim que senti a chapeleta tocar o fundo da minha boca. Minha língua acaríciou o corpo daquele objeto desejado e passei a pegar suas bolas e massagear. Senti suas mãos tocarem meus seios com força e em um breve suspiro para pegar fôlego, comuniquei:
- Quero ser putinha de rua... Dei logo o sinal para que ele soubesse como me tratar! Apenas assim gozaria, precisava ouvir palavras chulas e constatar minha submissão em oposição à sua dominância.
- Vai ser putinha sim! Putinha safada, estava ali atrás de uma foda heim!? Adoro pegas essas “dondoquinhas” e maltratar na pica!
Ao ouvir tais palavras senti um brisa suave entrar em meu corpo para em questão de segundos, queimar como um incêndio longo e gemi alto : - Come essa boceta! Caralho. E gozei... e gozei derretendo-me toda na cama sem ao menos receber uma metida e apenas saboreando um pênis estranho e um palavriado que me denegria como mulher.
- Mas já gozou?! Espantou-se.
Nem me preocupei em responder... Queria ainda ser fodida e ter outros orgasmos e tirando o pau da boca provoquei :
- Come aqui...come! Falei mostrando com o queixo minha xotinha.
Rosnou feito um animal e colocou-se por entre minhas pernas sem qualquer delicadeza e meteu rápido em minha boceta desejosa. Um metro sem freios entrando dentro de um túnel estreito demais para seu tamanho me levou a gritar sem pudores ou significados.
- Ai...fundo nessa xota. Fundo...aqui!
E enfiou seu ferro duro boceta abaixo enquanto contorcia meus quadris buscando desesperadamente mais um orgasmo.
Egoísta, metia fundo e depois tirava conforme seu prazer e desejo ao mesmo tempo que também o fodia, de certa forma, com a dança das minhas ancas. Buscando meu próprio prazer. Eu era igualmente uma egoísta.
- Vai..mete fundo! Pedia descontrolada.
- Quer mais ? Quer mais fundo? Toma aqui vadia de rua! E socou até doer e me desesperar de luxúria.
Éramos naquela cena apenas dois corpos buscando miseravelmente um prazer sem alma, ilusório. Corpos no seu estado primitivo de degradação humana. Sexo por sexo.
Sei reconhecer quando um segundo orgamos não vinga e apesar dessa conclusão inesperada, ainda me restou o prazer da humilhação e implórei :
- Quero beber porra quente...
O estranho enraivecido pelas socadas profundas tirou seu pênis de dentro de minha grutinha e posicionou-se de pé em cima da cama, já completamente nu mirando em minha boca. Olhei de lado e vi o perfil de seus pés largos e para cima suas bolas roxas e sua piroca erguida acima de meu rosto.
- Abre a boca puta de rua! Ordenou.
Abri, pois nesse momento não há o que questionar ou cismar...Abri largamente e expus minha língua para fora e abrindo as pernas escancaradamente para o ar, percebi as gotas grossas do sémen da vida caírem como uma chuva grossa e densa em meu rosto sujando-o deliciosamente de submissão.
Pedro se abaixou e colocou sua piroca suja de porra dentro de minha boca. E pude mamar por mais uns segundos .Fodeu umas quatro vezes e caiu na cama exausto.
Começou! Eu era novamente uma puta de rua, boqueiteira de estranhos, mulher sem qualquer pudor..Uma vadia que mama e engole porra de qualquer um.
Suspirei fundo ao seu lado e sorri levemente um sorriso de vitória e satisfação por ser assim... :
Mulher, dona de minhas vontades.

[email protected]


Todos os direitos reservados. Proibida sua reprodução total ou parcial, bem como sua cessão a terceiros, desta obra sem a autorização da autora, segundo versa a Lei nº 9.610/1998. Violar os direitos do autor constitui crime e está sujeito as penalidades de acordo o art. 184 do Código Penal Brasileiro.


Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria

Esse texto está protegido por direitos autorais.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem permissão do autor.

Leia também
Eu tinha 13 aninhos e todos me fuderam no colégio há 5 dias

Eu tinha 13 aninhos e todos me fuderam no colégio Eu estudava numa escola...
laureen Virgindade 352


Perdendo a virgindade com a titia delicia buceta m há 5 dias

Perdendo a virgindade com a titia Paul, 18 anos,vou contar como perdi a...
laureen Virgindade 109


o pai da minha amiga comeu minha bucetinha gostoso há 6 dias

Aos 19 anos, após entrar na faculdade, conheci Karen, minha amiga que já ...
laureen Heterosexual 227


EU E A FER,,,,NOSSA COPA SÓ COMEÇOU,,,NOVOS AMIGOS há 6 dias

EU E A FER,,,,NOSSA COPA SÓ COMEÇOU,,,NOVOS AMIGOS,,,COMEÇO DE UMA NOVA ...
bodiar Traição/Corno 94


dando a bucetinha no trem sexo tesão há 6 dias

somos um casal normal, tarados por sexo e exibicionismo, essa ocorreu em ...
laureen Fantasias 166


melzinho da bucetinha para meu queiro papai há 6 dias

Abri a porta do quarto que só estava encostada e ao adentrar vi meu pai n...
laureen Incesto 264