O Parceiro Certo - Capítulo 4

30 de Abril de 2014 Noel Contos Eróticos 3388

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


– Pai, porque você está me pedindo isso? – Perguntei



– Sou o seu pai, e quero o melhor para você. – Respondeu.



– Me afastando das pessoas? Pai, eu já tenho 16 anos, posso descobrir sozinha quem é a pessoa errada e quem pode ser a certa para mim.



– Filha, me escuta... – Pressiona o meu pai.



– Não, não quero mais! E por favor, saia do meu quarto. – Insisto.



– Está bem, filha, não vou mais incomodá-la. – Disse meu pai, acariciando minha perna, e já saindo do meu quarto.



Será que ele não me entendia? O Henrique já faz parte da minha vida, não sou obrigada obedecer a um mero capricho do meu pai, quando sei que o Henrique não teve culpa de nada que aconteceu. Alguns minutos depois meu pai grita:



– Filha, desce, já está na hora do almoço.



– E como você quer que eu desça? Feita um Saci? - Pergunto ironicamente.



– Tudo bem, já entendi e já estou subindo... – Disse meu pai.



– Ótimo – Respondi.



Ele me ajudou a descer as escadas, o gato horroroso, me olhava, o ignorei cutucando o meu pai.



– Pai, eu quero me desculpar, pela a minha rebeldia anteriormente. – Falei, pedindo desculpas, com as minhas férias já estão terminando, tenho que ser mais generosa com o meu pai. Aliás, ele é o meu pai.



– Não tem que se desculpar, mas, esqueça isso, te conheço o suficiente para saber que você não vai me ouvir. – E nisso, ele estava certo.



– Não tem que me proteger, até por que, você não poderá me proteger para sempre...



– Só quero que você nunca se decepcione com pessoas que você julga serem especiais. – Respondeu meu pai, que parecia até, que estava lendo, os meus pensamentos. Ele me deixa sentada no sofá e vai para cozinha. – Vou terminar de preparar o almoço.



- Pai, você não toma jeito mesmo, né? Olha o estado dessa casa. – Questiono



- E o que, que tem?



- Não vou conseguir almoçar com a casa nesse estado. - Afirmo. – Onde é que está a vassoura?



- Não vou deixar você fazer faxina, aliás, você torceu o pé, então fique aí e descansa.



- Mas de jeito nenhum, e não precisa me responder, já sei onde está a vassoura. – Insisto na ideia da faxina, e me levanto do sofá para pegar a vassoura, me escorando nos móveis da sala, até que alguém entra, dentro da minha casa, com o susto me desequilibro e caio no chão de bruços, me apoiando com os meus braços e as minhas pernas. Olho por debaixo delas, para ver quem chegou e Henrique fica parado bem na minha frente, de cabeça para baixo, com uma expressão, de quem está gostando do que está vendo, no rosto.



- Joana, o que aconteceu? – Ele pergunta.



- Me desequilibrei e...



- Joana eu escutei um barulho... – Meu pai chega à sala e olha para Henrique – O que você está fazendo aqui?



- Vim correndo para contar uma coisa a Joana, mas... – Consigo me levantar e vejo que ele está segurando nas mãos alguns papéis.



- Não está vendo que nós iremos almoçar...



- Me desculpe Senhor, mas eu estava vendo algo mais interessante... – Começo a rir da situação, Henrique percebe o olhar furioso do meu pai e logo, muda a expressão do rosto.



- Fora da minha casa. – Diz meu pai, expulsando o Henrique.



- Pai... – Digo o repreendendo.



- Joana, fique quieta!



- Como quiser, tchau Joana e... Tchau Senhor... Desculpa pelo o mau jeito.



- Tudo bem, então... – Diz meu pai.



- Tchau Henrique. – Digo acenando para ele. Ele retribui com um sorriso no rosto e sai da minha casa fechando a porta.



- É cada coisa que eu tenho que ouvir, ó pai. – Meu pai, levanta as mãos e olha para cima, logo, vai para a cozinha. – Joana, venha, lave as mãos e vamos almoçar. Esqueça essa história de faxina.



Com tudo isso que acabei de passar, esqueci mesmo. Chegamos à cozinha, e o meu apetite só aumentou, meu pai arrastou a cadeira, e me ajudou a sentar. Até que o cheiro da comida estava bom, quando olhei para o fogão, e vi uma cuscuzeira, percebi do que se tratava esse cheiro tão bom.



– Pai, você fez cuscuz para o almoço? – Perguntei faminta.



– Recheado de ovo e mortadela. – Respondeu-me.



– Pelo cheiro... Hum... Já me deu água na boca. – Falei.



– Fico feliz de que esteja gostando, e volte a beber a água da boca, para não se desidratar. Caçoou meu pai, de mim.



– Seu ridículo. – Rimos da situação, meu pai coloca o seu par de luvas, pega a cuscuzeira e põe em cima da mesa.



–Só toma cuidando para não... – Advertiu-me.



– Ai! – Gritei.



– se queimar... – Meu pai me olhou com preocupação. – Se machucou?



– Não pai! Só foi um gritinho de dor rápida, já passou.



– Ah sim! – Falou



Quando terminamos o almoço, lavamos juntos toda a louça suja e guardamos tudo nos seus devidos lugares. Ficamos só fazendo coisas juntas no resto do dia, eu me se sentia feliz por isso e acho que o meu pai ainda mais. Fazia tempo que não fazíamos coisas juntas. Quando anoiteceu ele me ajudou a arrumar as minhas coisas, e colocar as malas lá em baixo, perto da escada. Voltamos para o meu quarto.



– Olha pai, quero me desculpar, se eu fiz alguma coisa errada e agradecer por tudo o que tem feito por mim... – Exclamei.



– Não fala assim, filha, você não fez nada, quem fez foi o...



- Não vamos falar disso agora, está bem? – Combino.



- Tudo bem - Lágrimas saiam agora dos olhos do meu pai, uma atrás da outra. – Você não me perturbou em nada. Vou sentir saudades. – Falou.



– Eu é que vou sentir mais. Mas não se preocupe, nas minhas férias, eu volto para Natal, só para te ver de novo. – Respondi.



– Só me ver? Ou tem mais alguém incluído na sua lista?- Perguntou.



– Ei! Quem mais poderia estar nessa lista? – Perguntei, indignada.



– Você sabe quem. – Meu pai me puxou e me deu um abraço apertado, chorando – Divirta-se filha.



– Está tudo bem, pai. – Falei, me soltando daqueles braços quentes. – Você vai ficar bem?



– Vou sim. Pode confiar no seu coroa. – Começamos a rir. – Tudo bem, vá dormir, pois você tem que acordar cedo amanhã. E a sua perna?



– A dor já passou me sinto ótima, obrigada. Vai me levar ao aeroporto? – Perguntei.



– Não precisa nem perguntar! Sim. – Respondeu.



Meu pai saiu do quarto e eu fechei a porta. Arrumei a minha cama e fui me deitar. Nem demorei muito para pegar no sono. Aliás, não percebi que as horas tinham passado tão rápido.



– Filha, acorda você vai se atrasar. – Meu pai berra.



– Já estou indo pai. - Saio depressa da minha cama, escovo os dentes, me visto com o vestido lindo que eu comprei aqui em Natal, dou uma escovada nos meus cabelos e desço as escadas, meu pai já me espera na escada, segurando as minhas malas.



– Está aterrorizante nesse vestido. – Elogiou-me.



– Obrigada pai. – Exclamo. – Chamou um táxi?



– Sim ele já deve estar chegando. – Literalmente, pois o táxi acabou de chegar à rua, onde parou bem na frente da minha casa. – Corrigindo, já chegou. - Entramos e o motorista nos dá bom dia. Ao chegar ao aeroporto, meu pai me abraça e me pergunta:



– Trouxe todas as coisas bem direitinhas?



– Sim, organizei tudo ontem à noite.– Respondi.



– Tudo bem, vai lá, antes que eu me arrependa e você perca o seu voo. – Pede meu pai. Aproximo-me bem pertinho dele e dou-lhe um beijo no seu rosto.



– Papai ama você!



– Eu também te amo. – Falo, pegando o carrinho com as malas e os meus documentos, logo, subo aquelas imensidões de escadas e entro no avião. A aeromoça olha meus documentos e me avisa onde devo me sentar. Já me sentando e arrumando a minha bagagem, ouço alguém do meu lado,dizendo:



– Mais que surpresa agradável. –Conheço aquela voz de algum lugar, a voz que me seduz tanto, quando olho para ver quem é, exclamo:



–HENRIQUE! VOCÊ AQUI? – Falo bem alto, onde toda a atenção do avião está voltada para mim. – Você me disse que iria para o Rio de ônibus...



– Mudança de planos. Era para ter te contado ontem... Mas com toda aquela confusão... Enfim... E aí? Gostou da surpresa? – Henrique fala, sorrindo para mim.



– Se eu gostei? Eu adorei! – Respondi. O avião começa a decolar. - Está pronto?



– Estou pronto! E se me permite dizer, você está linda.



– Nossa, obrigada!


Continua...



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