Aposta

01 de Maio de 2014 GatsBaby Contos Eróticos 12597

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria




Pois é! Todo mundo tem um ponto
fraco, algo que sempre trás certo azar ou, às vezes, sorte, sendo o último
citado muito, mais muito raro mesmo.



Gosto bastante de esportes, mas
só considero-me boa mesmo em vôlei, pois sei sacar bem, fora isso, sou um
terror ambulante em quadra.



Dentre os vários esportes que amo
e sou péssima, está o futebol. Sei que nem todos gostam e respeito isso, mas se
eu fosse contar o tanto de vezes que já perdi namorado por futebol... (umas
três). Parece besteira e realmente acho. Todos nós temos uma paixão e se por
acaso uma das minhas é sentar em frente da televisão no dia de jogo do meu time
(prefiro não falar qual) é crime, prendam-me. O fato que assusta muita gente
são os berros que dou quando sai um gol, seja de ambas as partes, bom ou ruim.



Agora em si, contarei onde esse
vício de torcedora já me levou a fazer. Tudo começou com uma simples decisão de
ir assistir o jogo no estádio.



Louca para sentir mais uma vez
toda a emoção e calor da torcida que há muito tempo não sentia, comprei meu
ingresso assim que começaram as vendas. Fiz exatamente tudo. Falei com minha
mãe, desmarquei o chope com os amigos, tudo para ver a vitória certa do meu
time ao vivo e a cores.



Confiança nunca me faltou, porém
o dia do jogo começou mal, muito mal mesmo. Para começar, acordei quase meio
dia. Tomei café da manhã e estava tranqüila até minha mãe chegar em casa do
trabalho para o almoço e descubro a hora exata, uma da tarde.



O desespero bateu, corri para me
arrumar. Coloquei uma calça jeans, tênis, manto sagrado (camisa) e fui. Demorou
quase meia hora para o primeiro (de dois) ônibus chegar e moro bem longe do estádio.
Minha sorte foi que logo que entrei, este não parou mais em ponto algum.



Cheguei na rodoviária toda amassa
com a lotação, além de ter que correr para não perder o próximo ônibus que já
estava para sair. Neste, por incrível que pareça, conseguir pegar um banco
perto a janela sem ninguém ao lado até chegar uns velhos conhecidos. Fernando,
Otávio e Nero, amigos do meu vizinho. Eles também estavam indo para o jogo,
porém do time rival e só de imaginar ter que agüentá-los na ida e volta do estádio
zoando meu time ia ser um saco.



Não demorou muito e começaram as
provocações: “timinho de bosta, perdedor”... entre outras. Levando na
brincadeira, também devolvia redondinha cada piadinha e no fim fizemos uma
aposta (vinda da minha parte aliás): se meu time ganhasse, eles teriam que vir
nus até a casa do minha casa onde os devolveria as roupas para irem embora.
Caso contrário, os três me comeriam depois do jogo. Tenso, contudo aceitei.
Estava certa da vitória.



Chegamos ao estádio, maior
multidão, torcidas gritantes e confiantes. Fui para meu lugar, sentei e
esperei. Não demorou muito e começou o jogo. Nada para nenhum dos times.
Tentativas e mais tentativas nenhum gol feito. Passou-se o primeiro tempo,
resultado 0 a 0. Fiquei calada. Estava tudo até ali.



Fado. Quando chegou aos trinta e
sete do segundo tempo meu time fez gol. Só alegria, que durou pouquíssimo. Em
menos de dez minutos depois veio o empate, seguido da derrota.



Fiquei na merda. Meu senso
competitivo e confiança tinham me dado um chute nos fundilhos. Não me restou
alternativa. Sai do estádio com várias ideias para poder quebrar a aposta, mas
logo que entre no ônibus, encontrei os três. Gritando, pulando e se exibindo.
Tentei aplicar minhas táticas, mas sem sucesso. Porém, honrada, resolvi
cumpri-los ao invés de fugir quando tive chance.



Não demorou muito, descemos na rodoviária
e seguimos a pé por um beco. No final dele tinha uma casa, que por sinal era
muito mal cuidada por fora. Logo que entrei, surpreendi-me. Bem arrumadinha e
espaçosa. Era de Nero que logo abriu a porta e todos nós entramos.



Otávio foi direto a cozinha,
pegou umas cervejas e trouxe para nós. Ficamos ali, batendo um papo. Logo
depois veio Fernando, sentou do meu lado, tirou minha blusa e sutiã, começando
a brincar com meus peitinhos. Otávio colocou o pau para fora e começou a bater
uma punheta, enquanto Nero só observava.



Em seguida veio Otávio já com o
pau duro e colocou na minha boca. Fernando se retirou para bater uma e Nero
veio, colocou-me de quatro, abaixou minhas calças e começou a masturbar-me com
os dedos. Enfiava um, dois, três dedos de uma vez e eu quietinha só no ofício
de boqueteira.



Passou um tempinho, Fernando
trocou de lugar com Otávio e Nero pôs seu pau duríssimo para fora e começou a
enfiar na minha bucetinha, que quente, já estava apelando por pica.



Ele socava forte, mal conseguia
me segurar, então Fernando saiu para visualizar. Nero, selvagem, deu-me vários
tapas na bunda deixando-a vermelha.  Em
seguida foi Fernando me penetrando e eu na boca me revezando entre Otávio e
Nero que também estavam a mil.



Levei muito tapa na cara de Otávio
que gozou rapidamente melando todo meu rosto. Não pude nem me limpar. Fernando
saiu e Otávio ainda com pau duro, colocou-me de sentada em cima de seu pau e eu
comecei a quicar, enquanto ocupava-me em cima com os outros dois.



Ficamos ali, sem mais gozo por um
bom tempo, até que Otávio pediu para eu meu levantar. Eles me levaram para o
quarto e me mandaram deitar. Logo veio Nero e penetrou-me num papai e mamãe,
rolando em seguida e me colocando de bruços. Em seguida veio Fernando
posicionando seu pau na portinha do meu cuzinho ainda virgem. Quando perceber o
que estava para acontecer falei que nunca tinha dado o cu e em troca
responderam que daria agora. Segurei-me, com dificuldade pela posição e as tentativas
de penetração por trás, mas ambas acabaram dando certo.



A dor inicial foi bem grande, mas
seguida pelas idas e vindas daquela pica, começaram a se tornar um tanto
gostosas. Não demorou muito e ambos gozaram quase que em sintonia. Os lugares
se trocaram como um rodízio e eu sendo a única pizza. Doeu um pouco, tentaram
fazer dupla penetração vaginal, mas essa eu não deixei. Já estava bom demais para
um dia.



Ficamos ali na sacanagem por
quase cinco horas até que tomei banho com todos eles, pagando um boquete em
cada um durante este, jantando com eles e indo embora quase onze da noite em
direção a minha casa.



Foi prazeroso, curioso. Tinha
sido minha primeira dupla penetração e foi um tanto dolorido inicialmente, mas
lembrar dos gozos, tanto meu quanto deles, faz crer que valeu a pena. O mau de
tudo foi sentir por quase uma semana como se os dois paus ainda estivessem me socando
por dentro.




Reportagem especial (UOL)
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