3 dias. Capítulo 5

06 de Maio de 2014 renata Contos Eróticos 1639

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Bruna estava trêmula e sentiu uma lágrima molhar a face, dessa vez não
de tristeza, mas sim de emoção. Pegou o telefone ainda trêmula e discou o
número de Milena.

_Oi minha pequena.
_Mi? Eu aceito ser sua namorada, sua mulher. Eu quero ficar ao seu lado, Milena. Sempre quis.

Milena também estava tremendo, não tinha  palavras para descrever tamanha emoção ao ouvir aquela palavras.

_Bruna, eu quero te ver. Eu quero te ver pessoalmente. Quero poder tocar sua pele, sentir seu cheiro...
_Mas Milena, como a gente vai fazer isso? Você está no Rio e eu em São Paulo.
_Eu não sei, meu amor. Eu vou dar um jeito, minha pequena..

Desde então Bruna e Milena começaram um relacionamento a distância. Tinha dias que ela ligavam a Web e ficavam acariciando a tela como se aquilo fosse o rosto uma da outra. Em meio de promessas como "Um dia eu vou poder te ver pessoalmente, meu amor". Ficavam assim até pegar no sono.
Passaram-se três meses e Bruna e Milena continuavam naquele
relacionamento louco à distância. Críticas foi o que não faltou e Milena
e Bruna eram obrigadas a ouvir coisas do tipo: "Nossa! Mas você
namora com uma menina que mora em outro estado?" "Ah você é maluca, eu
não teria coragem de namorar com alguém que mora em outro estado" "Como
você pode ter certeza de que ela não te trai?"

Estava sendo difícil para as  duas levar esse namoro adiante, mais difícil ainda para Bruna, levando em consideração que os irmãos dela não estava a par de sua condição sexual.

_Oi meu amor.
_Oi pequena. Tudo bem?
_Tudo bem sim. Mi, eu estive pensando... estive pensando muito pra falar a verdade.
_O que você esteve pensando.
_Eu quero muito te ver. Estive pensando em fugir.
_Fugir? Você tá falando sério?
_Eu nunca falei tão sério em toda a minha vida.
_Mas Bruna, em vez de fugir você não acha melhor contar para seus irmão o
que está acontecendo. E além do mais, como você vai pagar sua passagem
de vinda para o Rio?
_Quanto à passagem fique despreocupada. Antes dos meus pais morrerem, eles abriram uma poupança pra mim. Todo mês eles colocavam uma certa quantia, eles diziam que eu poderia pegar o dinheiro
quando eu fizesse 18 anos. E quanto a contar para meus irmãos... eu não
sei não... O Eduardo eu sei que aceitaria de boa o fato de eu gostar de
mulheres. Já quanto à Joana... sei que ela me recriminaria até o fim.
Ela é muito preconceituosa.
_Pequena, se sua irmã te amar de verdade, ela vai ter que se acostumar
com a ideia. Ela pode te criticar a princípio, mas depois ela vai ver
que você não é mais uma criança. Você cresceu. Se tornou uma mulher. Uma
mulher com ideais que tem
o direito de lutar para realizá-los. O fato de você gostar de uma
mulher não te faz menos humana. Você tem o direito de ser feliz, como
qualquer outra pessoa. Seja com um homem ou não. Pense nisso, pequena.
_Vou pensar sim. Agora tenho que desligar, meu amor. Boa noite. Durma bem.
_Boa noite, pequena.

Bruna pensou tanto nas palavras de Milenas durante a noite
que acordou decidida a contar tudo para os irmãos. Eduardo foi passivo e
aceitou de boa a condição. Mas o problema todo foi com Joana.

_Você precisa de tratamento, Bruna - Dizia Joana, alterada.
_Tratamento? Homossexualidade não é doença, Joana!
_A mamãe nem o papai iriam gostar de te ver assim.
_Você fala como se isso fosse algum crime,
Joana. A mamãe e o papai queriam me ver feliz e é isso que eu tô sendo,
Feliz! E quer saber de uma coisa? Eu amo a Milena, e  eu vou ficar com
ela.
_Você não pode viajar, Bruna. Você é uma criança. E além do mais, com que dinheiro vai pagar sua passagem?
_Aí que você se engana, Joana. Eu sou maior de idade. Perante a lei, sou responsável pelos meus atos. E quanto ao dinheiro, não se preocupe. Mamãe e papai
deixaram dinheiro na poupança, disseram que quando eu completasse maior
idade eu poderia pegar. E esse dia chegou, Joana. Eu vou pegar o
dinheiro e viajar para o Rio. E dou esse assunto por encerrado.

Bruna saiu da casa de Joana com a irmã, porém sentia-se aliviada, como se tivesse tirado um peso enorme das costa. Chegou na casa de Eduardo e o abraçou.

_A Joana acha que sou doente, Dudu! - disse chorando.
_Oh Bruninha, se acalma. Com o tempo ela vai aceitar que você cresceu.
Você não é nenhuma doente, é a pessoa mais doce e delicada que eu já vi.
- dizia enquanto abraçava a irmã - Escuta, eu só me preocupo com uma
coisa.
_O quê?
_Essa Milena... ela é gente de bem? Eu acho arriscado você sair do seu
Estado para conhecer uma pessoa que você só conversou pela internet  e telefone.
_Fique despreocupado, Dudu. A Milena é a melhor pessoas que eu já vi.
_Melhor pessoa que já viu é? E quanto ao seu irmão aqui? Vou ficar com ciúmes.
_Seu bobo. Você e ela são as melhores pessoas que eu já vi.
_Ahh... agora melhorou.
_Dudu, obrigada por tudo. Agora preciso ir para o quarto, tenho que contar a novidade para Milena.
_Vai lá, minha princesa.

Bruna saiu da sala saltando de alegria e correu para o telefone.

_Milena?
_Oi pequena?
_Está decidido, eu vou para para o Rio, meu amor. Vou te ver.
_Jura? Eu não acredito! Ah, eu tô tão feliz.

As duas estavam em êxtase. Tão animadas que não conseguiam se conter.

_E quando você vem?
_Uma semana no máximo. Só preciso organizar o passaporte e comprou a passagem.
_Pequena? E quanto aos seus irmãos? O que eles disseram?
_Ah, o Eduardo concordou. Mas a Joana acha que sou doente. Acredita? Para ela, eu preciso de tratamentos.
_Oh, minha pequena. Com o tempo ela vai aceitar.Uma semana se passou e lá estava Bruna, no aeroporto, acompanhada do seu irmão Eduardo.

_Bruna, eu sei que você é maior de idade e dona da sua vida. Mas eu me
preocupo com você. Toma cuidado e qualquer  coisa, me liga.
_Eu sei, Dudu. Agora me abraça vai.

Quando Bruna estava quase partindo, Joana aparece no aeroporto.

_Joana? O que você tá fazendo aqui? - disse meio atônita

Joana estava chorando e abraçou a irmã o mais apertado que pôde.

_Desculpa. Me desculpa. Você não é nenhuma doente. - beijava a irmã
compulsivamente - Eu só quero o melhor para você. Acho que chegou a hora
que você cresce, e eu não estava preparada para isso.
_Eu te desculpo, Joana. Agora tenho que ir, se não eu perco o voo.
_Bruna, espera! Você vai morar lá? Você vai largar a gente para morar com ela? - Bruna riu
_Claro que não, Joana. Vou ficar no máximo três dias. Depois eu volto. Prometo.
_Bom, então... só me resta dizer "Boa viajem"
-Obrigada, Joana.
_Bruna?
-Sim.
_Aonde você estiver, não se esqueça que amamos você.
_Eu sei, Joana. Também amo vocês.

Bruna mais uma vez a abraçou e partiu.

Rio de Janeiro - Aeroporto Santos Dumont

_Ai meu Deus, e esse avião que não chega? Calma Milena, se não você vai ter um troço. Mas como eu posso ficar calma? Eu vou ver minha pequena - Milena andava de um lado para o outro no pátio do aeroporto, conversando com si mesma.

Minutos depois Bruna estava desembarcando e Milena não se continha, o
coração palpitava, as mãos suavam, a língua travou e tudo o que Milena
teve vontade de fazer foi correr em direção a Bruna, tomá-la nos braços e
cobri-la de beijos ali mesmo.
Bruna estava Linda, mesmo vestida de forma simples, usava uma calça jeans justa, blusa preta também justa, óculos escuros e por fim converse
cano curto. Os cabelos levemente ondulados estavam presos em coque
bagunçado, enquanto uma mecha escorria pelo rosto. Milena estava
encantada com a beleza de Bruna, vê-la caminhando em sua direção com aquele sorriso estampado no rosto deixava Milena de pernas bambas.
Bruna caminhou em direção a Milena e a abraçou com força, Milena
correspondeu na mesma intensidade. Se afastou um pouco, olhou Bruna nos
olhos e beijou os lábios.

_Milena, as pessoas estão olhando.
_Pouco me importa as pessoas. Estou beijando a minha namorada, algum problema? Você não sabe o quanto esperei por esse momento.
_Tenho certeza que não mais que eu.

E voltaram a se beijar, dessa vez

sem

se importarem com os olhares preconceituosos à volta.

_Bruna, você tá  com fome? É bom que esteja, porque reservei uma mesa pra gente num restaurante aqui perto.
_Estou morta de fome. Mas também estou muito cansada. O  voo foi cansativo...
_Entendo! Então a gente faz assim, almoçamos agora e depois te levo pra casa e você descansa. O que acha?
_Acho ótimo.

Bruna e Milena partiram do aeroporto direto para o restaurante. Era perto da praia.
Bruna ficou encantada com o restaurante. O restaurante tinha todo um ar
tropical, com uma parede nos fundos decorada com coqueiros.
Simplesmente perfeito!

_Olha quando falavam que o Rio era a cidade maravilhosa, eu achava que
era exagero. Mas agora vejo que estava enganada - dizia caminhando na
beira do mar de mãos dadas com Milena.
_O Rio é lindo mesmo. É uma pena ter tanta criminalidade. Sabe que gosto
de vim aqui quando quero esquecer um pouco os problemas? Eu sento
embaixo de um coqueiro e fico observando o mar, deixo a brisa tocar meu rosto... faz tão  bem.
_Você é como aquele música do Renato Russo: "E quando vejo o mar, existe algo que diz que a vida continua e se entregar é uma bobagem"
_Exatamente! - disse sentando perto de um coqueiro e puxando Bruna para sentar também.

Já era quase 18:00 h e nesse horário o sol já estava se pondo, o que deixava o visual da praia ainda mais bonito.
Milena se sentou, recostou em um coqueiro e Bruna se sentou entre as
pernas de Milena. Milena por sua vez entrelaçou os braços em volta de
Bruna, a puxando para mais perto. As duas ficaram assim por um bom
tempo. Milena estava acariciando os cabelos de Bruna que estavam soltos,
caídos sobre os ombros, quando sentiu que Bruna amoleceu o corpo nos
seus braços. O sol já tinha se posto e o ar começou a esfriar. Bruna
tinha adormecido nos braços de Milena.

_Ei pequena, acorda! Você não pretende passar  a noite na praia né? - Bruna abriu os olhos lentamente
_Eu não acredito que dormi aqui. Mas se você deixar eu continuar recostada no seu colo, eu posso pensar na possibilidade de passar a noite aqui.
_Hum engraçadinha. Se você quiser ser assaltada...
_Tudo bem. Mas dirige bem devagar...
_Entendi. Pra você cochilar durante a viajem.
_Exatamente.

Bruna e Milena chegaram em casa. Apartamento de Milena: decoração simples, mas de muito bom gosto. O apartamento tinha uma sacada que a vista dava a vista para o Corcovado. Na sala, uma decoração de muito bom gosto, cadeiras de madeira e um filtro dos sonhos na parede que dava contraste com a parede toda em formato de ondinhas.

_Nossa Milena, parabéns. Você tem muito bom gosto. Seu apartamento é lindo.
_Obrigada.
_Ai desculpa a deselegância. Mas eu estou morta de cansada.
_Já entendi tudo. Vem comigo, eu te mostro o banheiro.

Milena conduziu Bruna até o banheiro. Bruna tomou banho e se deitou.
Logo em seguida foi a vez de Milena. Milena saiu do banheiro ainda de
toalha e percebeu que Bruna já havia adormecido. Se vestiu e se deitou ao lado de Bruna, em poucos minutos Milena também adormeceu.
Um dia... um dia elas haviam passado juntas, agora restavam apenas dois. Dois dias e Bruna partiria de volta para São Paulo.



Continua...


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