Segredos de uma mulher casada III

06 de Maio de 2014 Aline Contos Eróticos 20333

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Eu estava realizando novas descobertas e a minha vida
começava a ter novos contornos.  Passei a
desejar mais sexo,  o que não era necessariamente
a vontade de Claudio,  passei a olhar os
homens com mais desejo e passei a freqüentar a casa de Aline muito mais.



Temia que Claudio pudesse desconfiar de alguma coisa,  porisso não queria envolvimentos com
ninguém,  se as coisas acontecessem,  aconteceriam e ponto final,  não tinha pretensão de repetir o mesmo prato.



A verdade é que essas duas infidelidades me mostraram um
contexto que eu não conhecia.  Eu não
tinha noção do potencial do meu corpo. 
Não conhecia o quanto de prazer poderia ser obtido numa relação sexual
intensa.  As experiências me mostraram
que se eu caso não fosse atendida mais intensamente pelo Claudio,  teria que procurar outras formas de buscar
prazer.



E foi assim que em um certo dia,  ao sair para almoçar com o meu marido,  conheci o seu chefe que estava de passagem
por nossa cidade.  Ele um homem
maduro,  culto,  beirando os 60 anos, mas ainda bonito,  corpo atlético do tipo que adora fazer
exercícios.



Em nossa conversa ele veio a saber que eu trabalhava em uma
agencia de viagens e que em algumas circunstancias especiais,  era requisitada para ser a cicerone de alguns
grupos de turistas que desejavam conhecer a nossa cidade.  A impressão que o chefe de meu marido,  Alberto teve de nossa cidade foi muito boa e
gostaria de poder conhecê-la melhor quando voltasse para cá no próximo
mês.  Na brincadeira meu marido querendo
fazer média disse a ele que se quisesse, 
eu poderia acompanhá-lo mostrando o que desejasse conhecer em nossa
cidade.



Confesso que fiquei preocupada.  Eu era cicerone de grupos de terceira idade
onde o nível de exigência é menor.  Daí
apresentar a cidade a alguém com a importância que Alberto tinha,  não seria fácil.  De qualquer forma com certeza Claudio nos
acompanharia o que me daria mais tranqüilidade.



E o mês passou e Alberto voltou.  Marcado o dia para o tour,  eis que sou surpreendida pela noticia de que
meu marido teria que ir à Matriz participar de um processo que poderia
proporcionar uma ascensão profissional. 
O convite de Alberto deixou meu marido felicíssimo,  mas eu fiquei muito preocupada pela
responsabilidade que passaria a ter.



Mas,  como era
inevitável,  nos sentamos para compor o
roteiro do tour.  Alberto pergunta a
Claudio se ele teria alguma restrição em eu apresentar também, locais noturnos
para jantar e dançar.  Inebriado pelo
convite de viagem à matriz e pela perspectiva de promoção, Claudio não fez
nenhuma restrição.



Sexta feira pela manhã, 
um taxi me apanha em casa às 10h da manhã.  Era Alberto que conforme programado,  iria iniciar o tour pela cidade.  Levei-o a diversos locais;  no mirante onde se descortinava uma linda
vista das montanhas,  nas ruínas do
mausoléu,  em acervos históricos,  em áreas tombadas,  enfim, 
andamos pela manhã inteira. 
Alberto se comportou como uma criança, 
ficava atento as explicações que eu dava e acho que
instintivamente,  demonstrando
alegria,  me tocava, ora no braço,  ora no ombro, 
ora na barriga,  ora na
bunda,  sempre de forma muito
ocasional.  Paramos para almoçar.  Foi nesse instante que ele começou a demonstrar
que não iria ficar apenas na apresentação de locais,  eu certamente fazia parte dos locais que ele
gostaria de descobrir...  Pensei comigo;  como poderia transar com o chefe de meu
marido??  Como ficaríamos depois???  Por outro lado,  se ele forçasse comigo e eu não
aceitasse,  será que a promoção de meu
marido sairia ainda assim?



E nessa duvida encerramos a primeira parte do nosso tour ele
me deixou em casa para me trocar para podermos ir jantar e conhecer alguns
lugares noturnos.



Chegando em casa meu marido me liga dizendo que já estava na
matriz e que o dia tinha sido muito produtivo, 
e que no dia seguinte iniciaria a primeira fase dos testes.  Testes que terminariam apenas no domingo.



Dez horas Alberto passa para me apanhar num lindo carro.  Ele alugara um carro para nos dar mais
liberdade.  Ao entrar ele me olha como
que hipnotizado e vendo minhas pernas roliças mal cobertas por uma saia curta,  diz; 
meu Deus,  como você é linda!  Eu quero fazer desta noite uma noite
inesquecível para nós dois,  e falando
isso, lançou-se em minha direção e antes que eu esboçasse qualquer reação,
segurou meu rosto e me deu um beijo intenso, 
me fez abrir a boca e senti sua língua descontrolada dentro de
mim...  pronto,  lá estava eu novamente,  sem defesa, 
à mercê de um novo homem, 
cheiroso,  que começava a me
proporcionar um prazer só conhecido recentemente.



Nosso tour noturno se resumiu a uma boate onde dançamos
agarradinhos e aproveitando a escuridão do lugar nos beijamos o tempo
todo.  Suas mãos alisavam minha bunda e
forçavam-me a apertar os seu pinto duríssimo. 
Decidimos sair dali e rumamos para um motel.



Mas nem acabei de entrar no quarto quando fui agarrada e
jogada na cama com alguma violência.  Me
assustei mas Alberto em seguida se aninhou em meus seios chupando-os com
volúpia e reduzindo as minhas forças.  De
repente ele me dá um tapa no rosto que me fez dar um grito de dor,  em seguida tampou minha boca com sua mão e me
disse que eu iria ter com ele um prazer que nunca havia tido com homem algum.  Queria correr,  estava morrendo de medo,  mas também me dei conta que a violência que
estava recebendo estava me dando um tesão inacreditável.  Ele então tirando-me toda a roupa,  pediu-me que colocasse uma venda em meu
rosto.  De novo fiquei assustada,  mas ele calmamente me tranqüilizou,  disse que nada faria que eu não
quisesse.  Aceitei,  coloquei a venda e deitei-me nua de barriga
para baixo naquela cama macia.  Os meus
sentidos eram todos alertas.  Tentava
imaginar o que estava acontecendo e nesse exato momento,  senti uma palmada em minha bunda.  A primeira doeu muito,  a segunda um pouco menos a terceira menos e a
partir da quarta eu já senti que estava gozando sem ter qualquer contato com o
seu pinto,  gozava das palmadas que
recebia.  Em seguida senti sua língua
penetrando meu cú,  ela entrava e saia me
causando um frisson maravilhoso,  após
alguns instantes sinto Alberto em cima de mim, 
seu pinto em meu rego,  ele
ajeita, Poe a cabeça no meu cu e força, 
seu pau é grosso e longo,  sinto
as pregas se romperem e o pau começa a deslizar para dentro,  acho que o Motel inteiro ouviu meus
gritos,  gritos que foram dando vez a
urros,  urros de prazer,  Alberto bombou meu cú por quase meia
hora,  gozei inúmeras vezes e acabei
desfalecendo na cama.



Acordei com ele chupando minha buceta,  ele tinha uma língua fantástica,  prendia meu clitóris com os dentes,  soltava-o e penetrava a língua,  gozei de novo.



Ele então coloca seu pinto na entradinha da minha buceta e
força,  também aqui seu pinto me arrombava,  num 
impulso, seu pinto entrou todinho, 
senti as bolas de seu saco na minha pele,  ele então ficou imóvel dentro de mim.  Em meu ouvido ele disse que iria tirar a
camisinha porque queria gozar dentro de mim. 
Tudo foi muito rápido,  quando
percebi ele já estava sem camisinha bombando minha buceta,  e cá entre nós,  é muito mais gostoso você sentir um pinto
escorregando pelas paredes de sua buceta sem camisinha não é mesmo?



Alberto me comeu por quase uma hora.  Eu não agüentava mais gozar.



Levantamos,  tomamos
um banho, pegamos o carro e ele me levou em casa.  Chegando me pediu para entrar.  Disse-lhe que ficaria mal,  os vizinhos poderiam ver e as conversas
poderiam surgir.  Ele sugeriu então
deitar-se no banco traseiro do carro e eu entraria com ele na garagem,  lá dentro ninguém nos notaria.



Eu estava afim de transar a noite inteira com aquele
macho,  além do mais,  minha filha e meu filho não estavam em
casa,  assim, tudo estava favorável.



E foi desse jeito. 
Entramos em casa e você nem imagina; 
Alberto me pegou no colo e tal qual casadinhos de novo fui levada ao meu
quarto onde ele delicadamente me depositou na cama.



Claudio parecia nos observar do porta retrato no
criado-mudo.


Continua




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