Patricinha Ousada

08 de Maio de 2014 Del Contos Eróticos 10125

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Conteúdo originalmente publicado no site Contos Eróticos Aleatórios.

A personagem principal desde post é, como diz o título, uma “patricinha” em sua mais pura essência. Loira de farmácia, cerca de 1.75 m de altura, não mais do que 60 kg, corpo longilíneo, bundinha arrebitada e trabalhada tanto por personal trainer quanto por cirurgião plástico, seios naturalmente siliconados e apontando para o céu, barriga lisinha e cintura bem definida, ou seja, mulher estilo reality show ou bailarina de programa decadente dominical. Sua idade é desconhecida, mas eu chutaria algo entre 20 e 24 anos. O belo rosto esculpido por pupilos do Dr. Ray era bem chamativo, com traços marcantes, lábios carnudos e maquiagem pesada. Uma legítima buceta de ouro.

OBS: Para ir diretamente até a parte mais interessante, continue a leitura a partir do próximo trecho em negrito.

Era apenas um dia normal de trabalho para mim, e como parte dos meus dias normais de trabalho, costumo fazer minha refeição noturna sempre naquela mesma lanchonete famosa à beira da estrada. Enquanto eu concluía meu pedido e retribuía o sorriso da bela mulatinha atrás do balcão, três garotas visívelmente bêbadas entraram de forma barulhenta no recinto, acompanhadas por um legítimo cafetão de puta pobre (embora pobreza não fizesse parte da realidade daquela turma). Devido à hora avançada, eu era o único cliente, e além do meu carro no estacionamento, havia também aquele imponente SUV alemão, de onde supus que tinha saído aquela turma arruaceira.

Pelo aroma do perfume importado misturado ao hálito etílico das moças, percebi que se tratavam de bucetas douradas, algo que não estou acostumado a lidar, visto que tenho uma profunda admiração e ligeira preferência por meninas mais desfavorecidas financeiramente, especialmente funkeiras e afins. Patricinhas sempre deixaram marcas negativas em meu currículo até aquela noite e, embora eu jamais as evitasse (“cachorro que rejeita osso, pau nele”), também não as procurava.

Caminhei com a bandeja diante das moças, e a ousadia de uma delas me provocou um estímulo peniano imediato. Era a loira descrita aqui no primeiro parágrafo, que trajava um vestido azul coladíssimo, decotado, e tão curto quanto o de suas companheiras. Na mão ela carregava uma bolsinha piriguete que custava duas vezes o meu salário, e sua única diferença para as amigas de cabelo loiro, liso e maquiagem pesada, era a forma como ela prendia parte do cabelo com um tic-tac no alto da cabeça. Quem me conhece sabe o tesão que esse penteado causa em mim, logo aquela patricinha loira estava correndo sério risco ao me provocar daquela forma.

O grupo se sentou na mesa próxima à minha, e a loirinha puxou papo de forma provocante, elogiando tanto o meu físico quanto a minha indumentária, dizendo que “morria de tesão por homens da minha profissão”. Convidei-a para a minha mesa e sugeri que me mostrasse o quão grande era o seu tesão, percorrendo com minhas mãos as suas coxas lisas e firmes, tocando imediatamente sua calcinha e sentindo a maciez úmida de sua prexeca chique. Ela soltou um gemido discreto e beijou meu pescoço, marcando-me com seu batom francês enquanto retribuía minha gentileza, levando suas mãos pequenas e magras até meu instrumento. Não, não meu instrumento sexual e sim meu instrumento de trabalho, o que me deixou alerta, fazendo-me conter o ímpeto da mocinha ousada com vigor.

Perguntei se ela estava procurando diversão ou problema, e ela respondeu que adoraria sofrer uma repressão por sua atitude errada. Relaxei e voltei a pressionar o interior de sua coxa e a superfície ainda mais úmida de sua calcinha, enquanto beijava aquela boca experiente e tentava desvendar quais bebidas aquela moça havia entornado antes daquele nosso momento. A loira agora estava pegando no instrumento certo, e se derretia em elogios baratos quanto às dimensões do little Del. Só que, novamente, a deliciosa transgressora da lei voltou a tocar aonde não devia, me obrigando a pegar em sua mão e virar seu braço para trás, dizendo que agora ela realmente seria punida. Então ela assentiu, pois era justamente aquilo que ela queria.

Levei a transgressora para fora do restaurante, sob o olhar silencioso de seus amigos bêbados e o olhar invejoso da atendente, que no fundo desejava estar no lugar da loira. Caminhei segurando os braços da moça para trás enquanto ela repetidamente dizia o que eu deveria fazer com ela, praticamente tentando me ensinar como abordar uma mulher ousada e colocá-la em seu devido lugar, ou seja, extasiada. Cansado de ouvir aquela voz meio embaralhada pela bebida, proferi apenas uma frase:

“Cale a boca, vadia!”

Entramos no banheiro feminino que ficava na área externa da lanchonete, meio sujo e apertado para uma foda completa, mas suficientemente grande para o que eu pretendia fazer com a loirinha. Mandei que ela espalmasse a parede, e ela atendeu com um “sim senhor”, já empinando a bunda suculenta na minha direção. Levantei seu vestido curto revelando a calcinha rosa, fio-dental, minúscula, que dividia deliciosamente as duas protuberâncias daquela bundinha branca excepcional, ainda mais branca devido à luz fria do banheiro fétido.

Dei dois tapas fortes no rabo da paty, que se empinou ainda mais, agora implorando verbalmente para ser violada pelo meu membro veiudo. Afastei um pouco sua calcinha para o lado, arreganhei sua bunda revelando sua intimidade rósea, e dedilhei aquela prexequinha totalmente depilada e babada, deixando meu dedo totalmente revestido pelo néctar da moça. Não havia espaço para chupar aquela buceta como ela merecia, mas penetrei sem dificuldade seu orifício fervilhante e trouxe os dedos encharcados até a boca, deixando o sabor adocicado e ácido daquele mel vaginal dominar totalmente a minha língua.

A loira estava impaciente, me xingava e dizia que queria ser fodida logo, pois já estava quase gozando só com o toque do meu dedo...

Quer continuar lendo este delicioso conto? Descubra como esta patricinha safada foi deliciosamente violada por minha trosoba intrépida, apenas em Contos Eróticos Aleatórios.


Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria

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