Segredos de uma mulher casada V

08 de Maio de 2014 Aline Contos Eróticos 9698

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Segredos de uma mulher casada V


E estava eu ali, sentada ao lado de minha filha Fátima,  ela deitada com as pernas para fora da
cama,  de olhos fechados e saboreando as
sensações que um homem pode proporcionar quando acarinha a nossa buceta  Ela esta tendo a sua primeira experiência e
as sensações até então desconhecidas a faziam gemer,  ronronar, 
soluçar.  Eu nunca me imaginei
numa situação destas,  por mais liberal
que me considerava ser,  imaginar que um
dia estaria ao lado de minha filha assistindo a sua transformação para mulher
certamente não tinha essa consciência, 
mas,  eis-me ali.



Um sentimento materno se apoderou de mim e me senti no dever de
transformar aquele momento no melhor momento da minha filha,  e, inebriada pelo clima e pelo odor de sexo
que exalava fortemente,  me senti no
desejo de acariciá-la também.  Segurei
seus pequeninos seios e os beijei um a um demoradamente.  Alberto continuava a se deliciar com a
grutinha virgem de minha filha,  seus
lábios colados nos lábios vaginais exprimiam 
“snecks”  de puro prazer.  Fátima se contorcia,  tremia muito ao anunciar um gozo próximo,  e ao te-lo, 
desfalecia.  Eu estava muito
encorajada pela situação,  beijava os
seus seios,  beijava os seus lábios,  trocávamos saliva febrilmente,  insanamente.



E foram longos os minutos,  as
horas que precederam o grande momento de minha filha.  Estávamos preparando-a para seu desvirginamento.  Lembrei-me do meu.  Foi 
ruim.  Não tinha foi um momento
de amor,  de carinho,  de afeto, 
meu namoradinho afoito,  deitou-me
no piso frio de seu quarto e sem nenhuma preparação,  enterrou seu pinto em minha bucetinha,  lembro-me que doeu muito,  sangrou muito e por muito tempo não quis ter
nenhuma nova relação sexual.  O trauma
foi intenso.  Muito tempo depois,  muitos namorados depois,  surgiu um que conseguiu derrubar as minhas
defesas e me fez muito feliz,  foi um
momento de resgate da verdadeira razão de uma relação com afeto,  por isso, 
eu ali naquele momento,  ainda que
transigindo as regras sociais,  entendi
que participando ativamente do processo, 
poderia desde já proporcionar a minha filha o verdadeiro prazer do sexo
sem culpa, sem dor e sem medo.



Ela então pega nas mãos de Alberto e o puxa para cima de si desejando a
penetração.  Alberto consciente da importância
daquele momento deita-se de costas e pede que Fátima venha por cima,  ela poderia assim controlar melhor a
penetração e a dor que pudesse sentir. 
Antes, Alberto pede-me que o chupe, 
preparando-o para o grande momento. 
Faço minha filha ficar ao seu lado e debruçando sobre aquele enorme
penis,  faço-o sumir inteiramente em
minha boca.  Sinto que esta na garganta
dificultando a respiração,  tiro, respiro
e novamente eu o introduzi inteiramente, 
meus lábios estão colados aos pentelhos de Alberto,  faço movimentos circulares elevando seus
gemidos.  Fátima ao meu lado apenas
observa mas vejo em seus olhos vontade de também chupar aquele pau.  Convido-a para experimentar e vejo então
aquela boquinha suave,  lábios róseos
abrirem-se descomunalmente para dar entrada daquele pinto grosso e longo que
Alberto tinha.



Deixei-a ficar por alguns minutos e extremamente excitada,  já totalmente molhada, conduzo-a com suas
perninhas abertas em direção ao pinto que reclamava sexo.  Ajudei-a a colocar na entrada e sugeri que
fizesse balanços laterais e também para cima e para baixo suavemente.  A expectativa da penetração era tão grande,
tão intensa que Fátima não agüentou muito tempo,  deu um grito agudo e forçou abruptamente seu
corpo para baixo rompendo de vez o selo que a separava do mundo carnal.



Foram muitas estocadas,  ela
sentia e manifestava o sentimento do prazer que experimentava,  gritava, 
chorava,  rangia os dentes e por
muito tempo saboreou aquela pica até sua total extenuação.  Caiu de lado e adormeceu.  Alberto não tinha gozado e então tomei o
lugar de Fátima e tornei a experimentar as delicias daquele falo que me
completava inteiramente,  eu o sentia no
útero,  seu gozo poderia ser esguichado
diretamente para dentro de meus ovários o que aumentava meu tesão e minha
felicidade.



Gozei varias vezes,  Alberto
também gozou..  Saímos silenciosamente da
cama,  cobrimos Fátima e fomos para o
banheiro tomar uma boa ducha.



Na sala tomando uma cervejinha gelada, 
abraçada a ele,  me dei conta que
já não tinha mais a mesma vida que tinha antes de conhecer Aline.  Ela acabou sendo a pessoa que me facilitou
conhecer um mundo que até então não conhecia. 
Eu,  mulher casada,  com uma vida normal,  um marido amigo e bom amante,  filhos adolescentes mas ajuizados,  era naquele momento o estereótipo de uma
puta,  uma mulher que sem pudores,  se entregava a homens que soubessem seduzi-la
e Alberto era um deles.



Mais tarde Fátima acordou e veio ao nosso encontro,  aproximou-se de Alberto o abraçou e
beijou.  Olhou-me com uma carinha de
quero mais pegou suas mãos e o levou para seu quarto.  Experimentava ali uma sensação tremendamente
estranha.  Minha filha,  acabava de tomar meu amante de mim!  Ela logo volta e sem dizer nada me pega
pelas mãos e me leva também ao seu quarto. 
Entramos,  ela fecha a porta,  me conduz para a cama onde Alberto já está
nu.  Ela então assume o comando.  Tira minha roupa,  faz-me deitar ao lado de Alberto e mergulha
sua boquinha naquele pauzão, 
sorvendo-o.  Dava ali
demonstração que aprendera rapidamente como fazer um homem gemer sem sentir
dor...  Eu via tudo isso com muito tesão
e não quis ficar parada,  fui por detrás
dela e encostei meus lábios em sua buceta começando movimentos circulares que a
faziam gemer.  Para sentir melhor a sensação,  tocava meu grelo fazendo-me sentir os
prazeres que ambos estavam tendo.



Alberto levanta-se,  a deita
levanta suas pernas,  aponta seu cacete e
o enterra fortemente fazendo-a soluçar. 
Movimentos frenéticos de vai e vem a levam ao gozo diversas vezes.  Foram horas e horas de sexo intenso e
terminamos com Alberto comendo meu cuzinho e criando na Fátima o desejo de
também provar...



continua


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