Dividindo a Novinha Ruiva com a Cherry

09 de Maio de 2014 Del Contos Eróticos 4787

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Conteúdo originalmente publicado em Contos Eróticos Aleatórios.

OBS: Este post é a conclusão de um conto iniciado pela Cherry. Clique aqui para a primeira parte, e aqui para a segunda.

Quando aparece o número da Cherry no meu telefone, meu pau já fica duro. Mesmo quando ela liga para me dar esporro por qualquer motivo, sua voz deliciosa aciona o dispositivo que intumesce-me a trosoba. Apenas para lembrar leitor, Cherry é uma universitária de 19 anos, pele bronzeada, 1.60 m de altura e 54 kg distribuídos em um corpo incrível, cujos seios contam as estrelas do céu e a bunda parece ter saído do atelier do mais renomado escultor. Seu corpo está sempre bronzeado, e as marquinhas de biquini que ela ostenta são o toque de mestre em seu conjunto arrebatador. Seu codinome vem da tatuagem estrategicamente posicionada em seu belo corpo, mas tenho certeza que sinto um aroma de cereja, sempre que minha língua explora qualquer atributo desta doce morena.

OBS: Todo o post é interessante, logo não haverão outras frase em negrito.

Cherry foi imperativa, passou-me um endereço e mandou eu me apresentar no local indicado o mais rápido possível, cheiroso e excitado, como de costume. Não me lembro de ter tomado banho e me arrumado em tão pouco tempo, mas quando Cherry ligou novamente, poucos minutos depois, eu já cruzava a cidade como um louco. Durante nossa conversa, a doce cereja disse que me enviaria uma foto do que eu encontraria quando chegasse e, querido leitor, um conselho do seu amigo Del: não leia mensagens com fotos quando estiver dirigindo, especialmente quando o recheio da foto se tratar de duas deliciosas ninfetas desnudas sobre uma cama desarrumada, quase me fazendo atropelar um carrinho de pipoca. Cherry tinha uma amiguinha nova, e queria me apresentar.

Quando cheguei no endereço descrito, estacionei atrás do carro da cereja, identificado por um adesivo discreto da sua fruta preferida. Mandei um SMS dizendo que já estava no local e Cherry pediu para eu aguardar na porta, que eu logo seria atendido. Ao abrir a porta, a morena abriu seu belo sorriso incomparável, e não pude deixar de reparar que ela estava descalça, descabelada e trajando um vestido estampado bem curto, que valorizava seu corpo delicioso. Fui convidado para entrar, então peguei na cintura de Cherry e desferi um beijo intenso em seus lábios adocicados, trazendo a morena de encontro à minha masculinidade hirta, embora oculta pela calça jeans.

Deslizei a mão para a bundinha empinada da cereja e ela me conteve, dizendo que precisava me apresentar a alguém. Uma voz suave veio pelo corredor e disse que ela própria faria as honras. Era Carmen, uma ruiva deliciosamente linda, de rosto delicado, com altura e composição física bem semelhantes ao da doce Cherry. Ela trazia uma garrafa de vinho na mão, duas taças na outra, e trajava uma camiseta branca masculina que pouco escondia sua intimidade, além de revelar peitos pequenos e empinados, cujos mamilos se esforçavam para furar o tecido.

Carmen se aproximou, deixando no ar um perfume de ninfeta. Antes de receber meus cumprimentos, deu um longo beijo de língua na Cherry, a poucos centímetros da minha face, deixando-me inebriado com aquela visão do paraíso. Logo em seguida deu um selinho discreto em minha boca, e me falou para ficar à vontade. Cherry me conduziu até o sofá enquanto Carmen nos servia uma dose de vinho. Observei então a retaguarda da ruiva, com cabelos lisos naturalmente “beijados pelo fogo”, tatuagem floral nas costas e uma saborosa bunda empinada e volumosa, cujas polpas estavam visíveis por baixo da camiseta. Minha trosoba se debatia dentro da roupa como uma fera enjaulada, e Cherry contribuiu para me deixar ainda mais excitado, colocando “Sylvia” (Elvis) para tocar na dock, iniciando passos de dança deliciosamente sensuais.

A ruiva me trouxe a taça de vinho e falou para tirar a camisa, pois, segundo ela, ficaria bem quente ali, e ela abriu um sorriso maroto ao dizer isso. Logo em seguida ela caminhou até a cereja morena, e juntas dançavam ao ritmo da música lenta de Elvis, trocando carícias e beijos, tudo diante de minha pessoa. Ameacei me levantar, mas Cherry me empurrou de volta para o sofá, dizendo para eu ficar quieto e assistir. Carmen passava suas mãos pequenas pelas coxas da morena, levantando seu vestido e apertando firme aquela bunda escultural. Cherry retribuiu baixando uma das alças da camiseta da ruiva, beijando o pescoço desta, alternando com mordidas leves em seu ombro. E enquanto faziam isso, elas rebolavam, de forma perfeita.

Virei a taça de vinho e comecei a abrir minha calça, pois precisava estimular o pobre little Del de alguma forma, mas Carmen usou de crueldade para me impedir. Ela colocou um dos pés no sofá, a milímetros de minhas bolas, e disse que se eu colocasse qualquer coisa para fora, da próxima vez ela pisaria no lugar certo. Eu poderia puxar aquela ruiva safada pela perna e lhe punir por me ameaçar daquele jeito, mas aquela noite era delas, eu era um mero convidado e talvez seria um mero expectador, talvez um consolo animado de carne e sangue, então me rendi ao papel de expectador e pedi desculpas à doce ruiva, dizendo que não repetiria minha audácia. “Bom menino”, ela disse, e Cherry apenas sorriu, de propósito, pois ela sabia que seu sorriso causava uma explosão de testosterona em meu corpo.

“Suspcious Mind” era a música da vez a ecoar pelos auto-falantes, e as meninas agora dançavam mais animadas, dividindo goladas de vinho direto da garrafa. Cherry tirou totalmente a camiseta da ruiva e derramou vinho diretamente de sua boca sobre os seios de Carmen, lambendo tudo em seguida. As gotas que escorreram pela barriga alva da menina também foram cuidadosamente removidas por Cherry, que usava de uma habilidade ímpar com a língua para explorar o corpo de sua amiga. Nem mesmo o monte de vênus depilado e volumoso da ruiva foi deixado de lado, e a morena agora estava de cócoras, lambendo discretamente a intimidade de Carmen, ambas ao alcance de minhas mãos, mas eu fora instruído apenas a olhar.

Quando os primeiros acordes de “Sweet Caroline” tomaram conta do ambiente, Carmen já havia incorporado seu estilo dominador, puxando Cherry para cima pelos cabelos, estapeando-a na face e beijando sua boca em seguida. A ruiva puxou com força o vestido de Cherry, tentando tirá-lo rápido, e se tivesse a minha força, teria rasgado aquele pano sem dó. Cherry ajudou a se livrar da roupa e logo já estava completamente nua, aquele corpo excepcional que eu tanto vi e sempre voltava à minha mente quando estávamos distantes, agora era objeto de prazer de outra ninfeta escultural, e aquela cena era algo incomparável.

Carmen era cruel, e puxou Cherry pelo cabelo até o sofá, jogando-a ao meu lado, com as pernas totalmente arreganhadas, e eu pude ver como aquela deliciosa prexeca pingava de tesão extremo. Da forma que Carmen mergulhou na intimidade da minha doce cereja, tive certeza que as duas já tinham certo grau de cumplicidade, e Cherry se estremecia e se debatia no sofá conforme a ruiva lhe invadia com a língua, ajoelhada no chão à nossa frente. Pausa na dinâmica do conto para observar tal perfeição: era uma ninfeta ruiva, de olhos claros e rosto tão delicado quanto lindo, mergulhada entre as pernas e com a boca totalmente oculta pela prexeca morena que é a minha referência de beleza vaginal. Os ruídos daquele trabalho oral eram conhecidos, similares aos que eu fazia, bem como os gemidos de Cherry se assemelhavam aos que eu extraía dela quando lhe chupava, mas aquela cena inédita para mim era um tesão diferente, extremo, espetacular.

Continue lendo este delicioso conto no site Contos Eróticos Aleatórios, e descubra como terminou essa deliciosa aventura em que eu, Del, me juntei a Cherry e sua deliciosa amiga ruiva em uma deliciosa sessão de sexo da melhor qualidade.


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