3 dias capítulo 6 (Final)

10 de Maio de 2014 renata Contos Eróticos 1613

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


3° dia - Domingo

_Bom dia, pequena.
_Bom dia. Nossa! Que horas tem?
_10:00 h dorminhoca - Milena estava na cozinha preparando o café da manhã.
_Acho que dormi de mais. - riu
_Não. Você dormiu tempo o suficiente para descansar. Hoje o dia será longo.
_E o que temos pra hoje? - Perguntou Bruna já se animando.
_Vem cá que eu te mostro.- Milena pegou na mão de Bruna e a conduziu até a janela - Temos ele! - disse apontando para o Corcovado.
_Milena, você vai me levar no Cristo Redentor? Eu vou conhecer o Cristo Redentor?
_Sim e na minha companhia. Quer coisa melhor que isso?
_Convencida! - alcançou a boca de Milena para um selinho.

Tomaram café e partiram para o Cristo de lá foram num restaurante ali por perto:

_Milena, tô adorando estar aqui com você.
_E eu tô adorando que você esteja aqui comigo... - pegou na mão de Bruna -
Sabe Bruna nesses meses que a gente ficou juntas, um relacionamento
estranho, se comunicando só por telefone... muitas vezes eu achava que
tudo não passava de um sonho. Muitas vezes eu achei que não daria para
continuar...
_Nem termine, Mi. Eu estou aqui não estou? Estamos juntas..
_É... você está aqui... eu posso te tocar... você é real.
_Real e completamente sua - Bruna balbuciou entre os dentes para que as
pessoas à volta não ouvissem. Milena deu um sorriso amarelo o que deixou
Bruna mais encantada.

Enquanto o almoço não chegava as duas se divertiam uma com a outra. Novas descobertas e a cada segundo uma se encantava mais ainda com a outra.
Já estava quase escurecendo quando elas resolveram voltar para casa. O ar estava esfriando e o tempo começou a dar sinais que mais tarde iria chover.

_Mi?
_Oi.
_Eu quero pipoca! - disse com cara de pidona.
_Pequena.. pipoca uma hora dessa? A gente já está quase chegando em casa, se aquieta aí.
_Ai, mas esse trânsito tá um saco. Eu tô vendo uma barraquinha de pipoca daqui. Posso ir lá comprar?
_Mas Bruna, já está escuro. Não quero deixar você andar sozinha aqui...
_Ai, Mi. Deixa vai. Juro que volto rapidinho.
_Quer que eu vá com você?
_Claro que não né, Milena. Fica aí no carro. Se o trânsito andar eu te
alcanço. Já volto. - saiu do carro batendo a porta. Milena tentou se
distrair, tirar da mente que algo de ruim poderia acontecer com Bruna
naqueles poucos instantes.

Mas nunca há certeza de nada. Quando tudo parece estra bem, vem a maré e
desmorona tudo o que construímos com sacrifício. Milena deu play em uma
música para tentar relaxar no trânsito, se ela soubesse que aquele simples ato de dar
play em uma música, se ela soubesse que o simples ato de tentar relaxar
mudaria os segundos seguintes..aah... ficaria mais atenta. Mais não há
culpados. As coisas acontecem

sem

aviso prévio e quando percebemos não há mais como voltar no passado e mudar o rumo da história.
Milena ouviu uns gritos, olhou para o retrovisor e viu Bruna sendo
 abordada por um moleque. Usava trapos, roupas sujas, um boné de uma marca qualquer.
A situação parecia desesperadora para Bruna e para Milena mais ainda.
Milena saiu do carro correndo em direção à Bruna, mas já era tarde
demais, o tal moleque havia fugido levando a bolsa de Bruna.

_Meu amor... ele te machucou? - abraçou Bruna
_Não.. não.. ele só levou algumas coisas... - chorava
_Ah meu amor... quando eu disse pra você ficar no carro... eu devia ter vindo com você
_ Não se culpe, Milena. Não se culpe. Provavelmente aquele menino é um pobre coitado e tem que roubar para sobreviver.
_Mas isso não pode ficar assim. Vou na delegacia com você, vamos dar queixar desse pivete.
_Ai Mi... eu sei que o certo seria isso... mas eu estou tão cansada... me leva pra casa.. tô assustada... - falava com a voz visivelmente cansada.
_Entendo... entendo - abraçou Bruna - Vem comigo. Vou te levar pra casa.

Chegaram em casa, tomaram banho e foram se deitar.
A famosa chuva de verão
começou a cair insistentemente lá fora, com direito à raios e
trovoadas. Milena sentiu que Bruna estava um pouco trêmula e encolhida.

_Bruna.. tá tudo bem? - apoiou a cabeça em uma das mãos
_Tô sim, Mi.
_Não é o que me parece.
_Se eu falar você vai rir de mim?
_Juro que não.
_Tudo bem.. é que... é que.. eu sempre tive medo de tempestades - disse
rápido e cobriu o rosto como uma criança faz quando tem vergonha.

Milena caiu na gargalhada.

_Você prometeu não rir. - disse fazendo bico.
_Desculpa. É  que você falou de um modo tão engraçado.. Escuta, não
precisa ter medo. Eu estou aqui. Quer que eu te abrace até a tempestade
passar?
_Então me abraça forte e diz mais uma vez que já estamos distantes de
tudo...-relembrou uma canção de Renato Russo. Aproximou seu corpo junto
ao de Milena. Milena por sua vez também se aproximou e entrelaçou os
braços no corpo de Bruna, ficando em posição de conchinha.
_Já estamos distantes de tudo, pequena - falou baixinho no ouvido de Bruna.

Ter Bruna tão perto assim, aguçava todos os sentido lésbicos de Milena.
Milena roçou os lábios na nuca de Bruna e Bruna se arrepiou. Sinal
verde? Não, ainda não. Milena sentia que não podia avançar o sinal com
Bruna assim, tão de pressa. Passou a acariciar os cabelos de Bruna,
sentiu a respiração de Bruna acelerar. Beijou o pescoço, Bruna gemeu baixinho. Sinal verdíssimo!
A virou de frente, a olhou nos olhos e permaneceu por um bom tempo beijando sua boca. Bruna mordiscava os lábios de Milena de leve, carícia que só deixava Milena com mais
vontade. Milena descia e subia as mãos nas costas de Bruna, arranhando
de leve. Bruna deixava escapar gemidos contidos. Milena mordiscou a
orelha de Bruna e sussurrou:

_Minha pequena!

Bruna respondeu também sussurrando:

_Eu te quero!

Agora Milena tinha total liberdade. O beijo foi ficando mais intenso, as mãos mais ágeis, respirações a cada segundo
mais ofegantes. Milena foi tirando a camisola de Bruna devagarinho,
enquanto beijava seu pescoço e era hipnotizada a cada gemido mais alto
de Bruna. Quando por fim tirou a roupa de Bruna por completo, se sentou
na cama, trazendo Bruna Junto. Bruna estava sentada de frente no colo
de Milena, quando também começou a arrancar as roupas de Milena. Agora
as duas estava despidas, totalmente entregue aos seus desejos.
Milena acariciava os seios de Bruna com uma mão e com a boca sugava o
outro. Bruna era só gemidos e palavras desconexas. Milena desceu suas
mãos, enquanto Bruna beijava o pescoço de Milena. A língua de Milena foi
percorrendo cada centímetro do corpo de Bruna... pescoço...
seios...coxas  e por fim sexo. Nesse momento os gemidos de bruna ficaram
mais altos. As mãos de Bruna agora estavam pressionando a cabeça de de
Milena contra seu sexo quente e úmido. A língua de Milena se tornava
cada vez mais ágil. Pressionava sua língua contra o sexo de Bruna..
pressionou uma... duas... três vezes. Na quarta vez penetrou um dedo,
depois dois. Nesse momento nada mais ao redor das duas existia. O mundo
era feito de prazer, todas as noites eram de céu estrelado e todos os dias
de céu ensolarado. Eram apenas dois corpos que podiam substituir
qualquer multidão que existisse. Milena deslizava os dedos pelo sexo de
Bruna cada vez mais rápido. Bruna balbuciava palavras desconexas. Uma
coisa nas entranhas de Bruna ansiava por abandoná-la. E a abandonou.
L-e-n-t-a-m-e-n-t-e... era como ir ao céu em 10 segundos e cair
delirantemente. Uma queda que apagava da memória todo desprazer.
Milena subiu o corpo de encontro ao de Bruna, deitou a cabeça de Bruna
sobre seu peito e deixou que Bruna descansasse em seu colo.

Mais um dia. Apenas um dia. Era tudo o que Bruna e Milena teriam juntas.
_Bom dia, pequena- balbuciou bocejando.
_Bom dia, meu amor. - alcançou a boca de Milena para um selinho.
_Pequena, eu sei que amanhã bem cedo é o seu voo de volta para São Paulo. Então eu quero viver hoje como se fosse eterno.
_E como faremos isso?
_Bem, começamos com um banho. Porque para o dia começar bem, temos que
tomar um banho pela manhã. E é claro que não é um banho qualquer. É um banho com
beijinhos - beijou a boca de Bruna - com mordidas - mordiscou a orelha -
amassos e muitas outras coisas, como por exemplo - terminou a frase no
ouvido de Bruna.
_Huum, gostei dessa última parte.
_Então vem comigo que eu te mostro muito mais.

Milena abraçou Bruna por trás e a conduziu até o banheiro e tomaram banho juntas. Tomaram café e saíram.

Primeiro passearam na praia, depois da praia almoçaram em um restaurante. Após o almoço pedalaram em uma ciclovia e quando caiu a noite foram curtir uma espécie de discoteca.
Milena e Bruna estavam sentadas no balcão quando começou Lonely day-System of Down

_Mor, é nossa música! A do vídeo, tá ouvindo?
_Como eu poderia não estar ouvindo? Se foi eu quem pediu para tocarem. Dança comigo?

Bruna se levantou, puxando Milena pela mão.
A arrastou para o meio do salão, entrelaçou as mãos em seu pescoço,
colou o corpo junto ao de Milena e dançaram como se existisse apenas as
duas ali.

...And if you go. I wanna go with you...
...And if you die. I wanna die with you...

A cada nota da canção as duas ficavam mais próximas, seus corpos mais colados e cada vez mais quentes. Suas bocas tão próximas que era possível sentir a respiração uma da outra.

_Milena?
_Hum?
_Eu te quero. Quero teu corpo antes de ir. Quero te sentir pela última vez. - Bruna sussurrou no ouvido de Milena.
_Vem comigo!

Em mais ou menos meia hora
as duas estavam em casa.. Eram mãos, bocas e roupas sendo arrancadas e
jogadas por todos os lados. A pressa de sentir uma a outra, o desejo de
buscar mais e mais prazer aumentava a cada toque.
E Bruna e Milena se amaram, pela última vez...

4° dia - Segunda-feira

Não houve um quarto dia. Bruna havia saído bem cedo, deixado o colchão
de Milena vazio novamente. Para Milena era hora de voltar a realidade.
Era dia de trabalhar. Era dia de faculdade. Era hora de encarar a
realidade,

sem

Bruna.
Antes de sair Bruna tinha deixado um bilhete. Milena o pegou e leu:

"Milena,
 ontem pela manhã você me disse que queria viver
o ontem eternamente. Mas quer saber de uma coisa? Eu vivi eternamente
desde a hora em que pisei naquele aeroporto, desde a hora em que você
beijou minha boca pela primeira vez, desde que passamos nossa primeira
noite juntas, desde que fizemos amor pela primeira vez. Cada segundo ao
seu lado foi eterno, cada momento, cada beijo, cada toque. Porque pra
mim você se tornou eterna.

Quero que saiba que mesmo não estando ao seu lado fisicamente, eu
estarei em pensamento. Todas as noites de tempestades eu irei lembrar
dos seus braços me acolhendo, irei lembrar dos seus lábios roçando em
minha nuca.

A cada praia que eu for vou me lembrar de você, a cada coqueiro que
eu olhar vou me lembrar que você costuma recostar em um desses para
esquecer os problemas. Irei procurar de madrugada pelo seu perfume
e se eu não encontrar, vou me lembrar que você está longe de mais para
isso. Então enviarei um sms dizendo que estou com insônia porque estou
pensando em você.

Para amenizar a saudade irei te ligar e ficar ouvindo a sua voz até adormecer.
Mesmo longe você será sempre minha. Minha amor.
Te amo.

                                          De sua eterna pequena"

Fim!
                                                                                                                   


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