O Parceiro Certo - Capítulo 6

10 de Maio de 2014 Noel Contos Eróticos 1906

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


- Joana, você quer ir lá fora, para me mostrar o bairro? – Perguntou Suzana.



- Tudo bem, vamos!



- Isso filha, saia um pouco, precisa pegar um pouco de ar. – Ordenou minha mãe.



- Tá bom mãe! Já estou saindo, quer dizer, estamos saindo. – Obedeci.



- Vão fazer compras? – Perguntou João Emanuel.



- Ah pai! Eu queria, mas estou saindo e nem estou levando dinheiro... – Lamentou Suzana.



- Não tem problema. Leve 100 reais. – Ele pegou o dinheiro no bolso.



- Tudo isso? Ah pai, você é o melhor. – Suzana abraça o seu pai.



- Seja educada comigo e com os que estão ao seu redor. – Diz ele acariciando os cabelos de Suzana.



- Ótimo, se der eu compro algo bem bonito para você...



-Não precisa...



- Claro que sim, vamos Joana!



  Ela e eu saímos de casa, e começamos a andar pelas ruas, vou lhe, explicando quem são os nossos vizinhos. Quando estamos bem longe de casa, e entramos numa  rua que  está quase “deserta”, Suzana me bloqueia, proibindo-me de continuar.



- Vamos parar de fingir que somos amiguinhas... Isso já está me dando nos nervos. – Diz Suzana.



- Do que você está falando? – Pergunto confusa.



- Não se faça de ingênua, garota. Eu já vi esse número antes...



- Que isso garota quem foi que te deu liberdade para falar assim comigo?



- Vai mostrar suas garras agora, é?



- Não, e irei perguntar mais uma vez. Do que é que você está falando? – Ao dizer isso, Suzana pressiona minha garganta e os meus braços, com as suas mãos, e me arrasta até a parede.



- Presta atenção garota, tá vendo isso aqui – Ela levanta a nota de 100 reais.



- Sim, e daí? – Digo, tentando me esquivar das mãos dela.



- Para de se mexer, lacraia! Onde eu estava? Ah sim. Isso aqui vai me servir para comprar cigarros e muita bebida!



- Mas, você disse isso para o seu pai?



- Claro que não. Aliás, aquele velho babaca nunca irá saber. Você não vai contar mesmo...



- Como você pode ter certeza?



- Vai à frente, tenta sorte... Você não vai fazer isso mesmo, senão...



- Senão o que? – Suzana, pega no seu bolso, algum tipo de lâmina, quando ela levanta, eu sei o que é, é um canivete. E a ponta estava bem afiada, por sinal. – Que isso garota? Você está louca, trazendo isso junto de você?



- Do que foi que você me chamou? – Ela leva o canivete até o meu pescoço. – Gostou? Eu tenho várias dessas, mas, por enquanto, você deve só se preocupar com essa aqui...



- Tira essa coisa do meu pescoço, e pode ficar tranquila, não irei contar nada a ninguém.



- É assim que eu gosto de ver. – Ela guarda o seu canivete, no mesmo lugar que estava antes, e olha agora para mim, rindo e me soltando. – E então irmãzinha, vamos para onde agora?



- Vamos para um bar, que tem aqui por perto. – Suzana me abraça.



- Você é um amor de pessoa, entende tudo bem rapidinho, por isso você é minha irmã querida.



- Tudo bem, vamos logo! – Engulo aquilo tudo em seco, de onde veio essa garota? Acaba de me conhecer e já quer me ameaçar. – É por aqui...



  Continuamos andando pelas ruas, olho de canto a outro, para ver se tem algum rosto conhecido me olhando.



- É muito longe?



- Não, já estamos chegando...



- Temos que ir depressa, meu paizinho deve estar me esperando, você sabe né?



- O que é que eu tenho que saber?



- Que eu amo muito o meu pai, para mim ele é o melhor.



-Faça como você quiser, veja, chegamos.



- Ótimo, tome. – Ela me entrega o dinheiro.



- Pra que você me entregou isto?



- Ué? Você vai comprar as bebidas e o cigarro, então, vai precisar de dinheiro para pagar...



- Eu não vou fazer isso...



- Ah! Você vai sim. – Suzana me fuzila com o seu olhar e me empurra para dentro do bar.



- Bom dia! Pois não, o que deseja? –Pergunta um senhor bem velhinho e com os cabelos grisalhos.



- Quero algumas... – engulo em seco e gaguejo - bebidas e cigarro.



- Certo! E para quem é?



- Para minha mãe...



- Ótimo, vou pegar a bebida, e o cigarro, você pode pegar na prateleira. – O dono do bar me olha com um jeito de desconfiança.



- Obrigada pela gentileza. – Olho para Suzana e ela faz um movimento para eu fazer compras bem rápidas – Já vou... – Exclamo.



- Aqui estão as suas bebidas – O dono do bar me entrega as cervejas e eu lhe dou o dinheiro, ele fica observando a nota de cem reais por um bom tempo. – Tome o seu troco... – Ao dizer isso, ele estende o seu braço, me dando umas notas no valor de setenta reais.



- Que isso em novinha, quer tomar alguma coisa conosco? Oh lá em casa... – Diz um velho moreno, com os cabelos grisalhos e uma barba grande.



Fingindo que não ouvi, corro para sair daquele local com cheiro horrível.



- Que demora garota! – Diz Suzana.



- Você pensa que eu sou o que? – Rebato.



- Anda, me dá o dinheiro preciso comprar algo para o velho.



- Aqui está. - Quando eu entrego o dinheiro a Suzana, alguém para na nossa frente.



- Olá meninas! – Quando eu viro o meu rosto, meus olhos ficam encarando os olhos do Stefano. – Pera aí, isso que vocês têm aí é... Bebida? Porque vocês compraram isso gente?



- Que gato é esse, Joana? Benza Deus, da onde surgiu esse homem gostoso? – Diz Suzana olhando para o Stefano, que agora está com o rosto todo vermelho e envergonhado. – Gente se esse gato me desse um mole, eu pegaria ele aqui mesmo.



- Suzana pare. - Digo, e Stefano se aproxima de Suzana.



- Você viu a bundinha sexy dele? – Suzana pergunta.



- Você deve ser a Suzana? – Suzana agora olha para ele envergonhada. – Prazer, eu me chamo Stefano. – Ele estende o braço para ela. Em seguida, ela faz o mesmo.



- Você me dá uma licencinha que eu preciso ir ao banheiro, para ter um ataque de vergonha. Já volto...



- Ah, mas não vai mesmo. – Agarro o braço dela e ela me fuzila com o olhar.



- E então, meninas. O que vocês têm a dizer?



- Calma Stefano, me deixa explicar...



- Escuta delícia, aconteceu o seguinte... Joana e eu íamos sair, mas um homem pediu que viéssemos aqui para comprar bebida. – Diz Suzana, mentindo.



- Ah tá! E a cartela de cigarro, também?



- Tudo para o homem.



- Com certeza! – Afirmo.



- Então... Vocês vão para casa, agora?



- Sim, vamos. Vai à frente, amigo, ainda tenho devolver isso, lembra?



- Tá.



- Me prometa que você não vai contar isso a ninguém, nem para a minha mãe... – Digo.



- Por quê?



- Se não, ela vai desconfiar...



- Tudo bem então... Pode deixar!



  Deixo Stefano andar bastante, preciso de tempo para esconder essas coisas.



- Acha que essa delícia vai abrir a boca?



- Não o chame assim. E não, pode ficar tranquila, ele não é fofoqueiro.



- É acho bom mesmo. Vamos, preciso algo para o coroa e pegar uma bolsa de alguma loja.



- Pra que?



- Para esconder isso tudo, sua tonta, vamos.



  Vamos até a loja da Leader e compramos um relógio bem bonito, dourado, que parece até ouro. Pegamos uma bolsa bem grande da loja e escondemos as bebidas e cigarros nela.



- Vamos. – Pressionei – Quero chegar a casa logo.



- Ui. Ela está com pressa, calma... Afobada!



- Vamos.



  Andamos até o fim da loja e pegamos um táxi, pois não aguento mais andar tanto. Chegamos a casa e Suzana, abraça o pai dela, nunca vi tanta falsidade numa pessoa só. Subo e vou para o meu quarto. Deito-me na cama e ligo para o Stefano.



- Não sabe o prazer que eu tenho de ver você me ligando. – Exclama.



  Ficamos conversando por horas, meu telefone já está quente, de repente sou interrompida, quando a minha irmã, chega ao quarto e fala que minha mãe já vai servir o jantar.



- Tudo bem, diga a ela que já estou descendo. – Digo. – Stefano, preciso desligar.



- Entendo. Está bem então, nos vemos segunda, beijos!



  Vou para o banheiro trocar de roupa e tomar banho, logo, me visto com a minha camisola. Pois, só penso em jantar e voltar ao meu quarto e dormir. E pensar que amanhã, ainda é domingo, por mim, queria que fosse segunda, para ver o Henrique.



- Filha, a comida vai esfriar! – Diz minha mãe.



- Para que gritar mãe, eu já estou aqui! – Todos olham para mim, e quando olho para o João Emanuel, ele fica olhando para as minhas pernas e mordendo os lábios dele.  Fico um pouco envergonhada.



- Tudo bem, olhe, seu prato já está pronto.



- Obrigada, já estava faminta. – Minha mãe é uma das melhores cozinheiras do mundo, mas o prato de hoje, não é o que eu estava esperando.



- Antes de jantarmos, queria fazer uma oração pela refeição e agradecer a Deus por estarmos todos juntos...



- Canja? – Pergunto, interrompendo minha mãe.



- Qual o problema garota? – Suzana, me fuzila com o olhar.



- Nenhum, querida, apenas não queria comer uma das suas parentas...



- Joana, isso é jeito de falar com a garota?



- Deixa tia, não tem problema. – Suzana se faz de ingênua.



- Excelente, por que pra mim, esse jantar acabou. Boa noite! – Saio da mesa, sem pedir permissão, vou para o banheiro, escovo os dentes e prendo meu cabelo, fazendo um rabo de cavalo. Logo, volto para o meu quarto, ligo o rádio do meu celular e sintonizo na MIX FM, deito-me na cama e fico alguns minutos olhando para o teto até que sou interrompida quando Clara entra no quarto. Mas ela nem ligou para mim, simplesmente deitou-se na cama dela e foi dormir.



- Boa noite, Joana. – Diz ela.



- Boa noite, Clara. – Respondo. – Durma bem, minha flor.


Continua...



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