Gatinho Sedução

10 de Maio de 2014 GatsBaby Contos Eróticos 4807

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Ele era novo na cidade, primeira
vez que vinha de férias acompanhado por um amigo já veterano e nascido ali.
Alto, mas não muito, era mais ou menos um metro e setenta de pura gostosura.
Doce, educado, dinâmico, encantador e mulherengo. Com olhos castanhos claros e
as famosas covinhas no rosto junto a um sorriso perfeito que levava sempre
consigo.



David era isso e um tanto
misterioso até. Cearense, vinha com Pietro, um amigo de colégio e com pai
militar que também morava em Fortaleza, e uma baú de histórias diversas, porém
ainda espaço para mais.



Pietro, por outro lado, já era
cartinha carimbada. Mulherengo como sempre foi, voltava para o RJ sempre que
podia para matar um pouco as saudades da mãe, divorciada do pai, da irmã e dos
tão famosos amigos e companheiros de encrenca.



Como eu me encaixo na história?
Conheço Pietro há muitos anos já e é exatamente por isso que sei como é a
criatura. A família dele era bem próxima a minha e estudamos o segundo ano do
ensino médio junto. Pense num cara charmoso e safado? É ele. Não parava com
mulher alguma e sempre gostava de fazer as meninas se apaixonarem antes para
ter alguma chance com ele.



Éramos companheiros de saídas.
Reuníamos sempre um grupinho (na maioria das vezes o mesmo) para sair e ir a
vários lugares. Logo fiquei sabendo que Pietro estava de volta à cidade por Ana
e não demorou muito para marcarem um churrasco, todos reunidos num sábado.



A maior parte da galera da
bagunça compareceu e não muito tempo depois chegou o grande causador de todo o
alvoroço e tão esperado Pietro acompanhado por seu amigo, ainda desconhecido
por todos.



Não demorou muito para sermos
apresentados. O churrasco começou, alegria e história para todos os lados,
sorrisos e abraços. Todos matávamos as saudades de Pietro e fazíamos amizade
com David.



Entretanto, algo me deixava
entusiasmada com David, sem contar os olhares e piscadas vindas a seguir.
Safadinha como sou e entrando na onda, resolvi agir na situação típica de
filme, o encantamento pelo roçar de pernas levemente causando calafrios.



De certa forma, aquele rapaz
mexeu comigo, tanto que sonhei com ele durante a noite e imaginando ele e eu
transando comecei a ficar com um tesão que acordei e tive de me masturbar só
pensando no mistério que aquele rapaz me trazia.



Contudo, a semana começou e de
certa forma, com toda a rotina agitada, acabei por me desligar um tanto do
assunto.



Na quinta, de madrugada, enquanto
estava assistindo um filme lá pelas duas horas (sempre durmo tarde), recebi um
sms de Pietro, marcando uma festinha, sábado, num barzinho a beira mar não
muito longe dali, onde há algum tempo nos reuníamos para fazer aquelas
brincadeirinhas de mão gosto, sabe?!



A sexta-feira se passou como um
ano, sentimento comum quando estamos ansiosos para algo, no meu caso, encontrar
alguém.



O sábado de manhã começou bem,
com uma ilha de louças para lavar e o banheiro para lavar. Coisa bem simples
não é?! Principalmente quando se é como eu, ter unhas frágeis e ter que mexer
com água quando tenta deixá-las descer.



Minha mãe não estava mais em
casa, já saira para trabalhar a tempos e só me restou arrumar minha bagunça
noturna e fazer as tarefas domésticas básicas. Lá pelas dezesseis horas,
arrumei-me e foi para a casa de Verônica, também do nosso grupinho, que me
mandara um sms “urgente”.



Já toda arrumada, segui em
direção a casa dela que se afastava umas sete ruas da qual eu morava. Chegando
lá, esperava ser bem recebida, do modo como sempre fui: “Entra, a casa é sua!”.



Verônica mora sozinha e a casa
dela em questão é uma zoeira. Confesso que não sei como ela encontra as coisas
dela no meio de tanto treco espalhado daqui e dali. Ao entrar, deparo-me com
ela sentada no sofá comendo sardinha frita e assistindo Os mercenários 2 (DVD).
Só em me ver, ela parecia transtornada. Assustou-se (coisa fora do comum), saiu
pela casa cambaleando, pois nem equilíbrio tinha direito, e perguntou por que
não bati.



Sei que poderia ter dado uma bela
resposta para ela, entretanto a conheço e sabia muito bem o que se passava:
TPM. Ela não fica desesperada por nada, a não ser nessa época, na qual ela fica
mais frágil que minhas unhas.



Seguimos pelo corredor e entramos
em seu quarto. Sem palavras. Parecia ter o dobro de bagunça da sala e cozinha
juntas. Tenho pena da empregada que vem toda semana arrumar a casa dela...



Entramos e lá se foram mais
reclamações: “não tenho roupa para ir/ to com um pouco de dor de cabeça e
cólica também/ faça alguma coisa para ajudar”, entre outras. Simplesmente,
pus-me a sentar e procurar alguma roupa que ela pudesse usar e acima de tudo
aceitasse.



Depois de tentativas e mais
tentativas, finalmente ela aceitou vestir uma bermudinha jeans azul claro e uma
blusa branca com sandália rasteira. Lá se foi a primeira etapa, iniciando a
segunda, fazê-la parar de reclamar e ir tomar banho.



Até que essa não foi muito
difícil, se julgar em relação ao penteado e a maquiagem. Rabo de cavalo, coque,
solto para trás, para a direita, esquerda...



Quando eram vinte horas e um
pouquinho, pegamos seu carro e fomos. No mínimo, alívio para mim, ela estava
calma no transito, coisa incomum para uma mulher que vira um macho e xinga até
a décima geração de alguém que entre em seu caminho (literalmente).



Não demorou muito e chegamos ao
bar. O pessoal já estava todo reunido, com exceção de Camila , que não pudera
comparecer. Cervejinha rolando, papo vai e vem, sacanagenszinhas só para manter
a graça até que Pietro fez a proposta de relembrar os velhos tempos.



Seguimos pela areia da praia. As
ondas faziam um ótimo som, bem agradável. Após nos afastarmos um pouco do bar,
todos sentamos na areia e realizamos o famoso: Verdade ou Desafio, sendo que,
no nosso caso, tinha mais desafio que verdade.



Pietro acabou de tomar sua
cerveja e rodou o caso. A areia não ajudava muito, por isso colocamos um pedaço
de papelão, encontrado na hora, embaixo para facilitar o giro.



Giraram-se várias vezes e na
quinta ou sexta, rodada de Pietro, parou em mim. Escolhi desafio, além do mais,
o que mais pedíamos era um boquete ou lambidas nas áreas intimas, todavia,
Pietro não perdeu a chance de me jogar para a aba de David, propondo-me um
boquete.



Como já espera, naturalmente
pus-me a meu ofício de surpreender a todos com minhas artimanhas no causo. Fiz
tudo direitinho, lambi desde a glande até as bolas, mordiscando, beijando,
brincando com aquele pau e fazendo-o ficar ainda mais rígido.



Acabou o desafio, continuamos o
jogo. Rodadas e mais rodadas, ora cada um. Lá pelas uma hora, estávamos indo
embora, ficaram só Verônica, Pietro, eu, Antônio e David.



Antônio segui atrás de uma mulher
que passou na rua hora e lhe deu mole. Verônica, safada como é, não pode deixar
Pietro, seu antigo parceiro de sacanagem, ir embora sem um oralzinho sequer. O
casalzinho se afastou e restaram só eu e David.



Ficamos um tempo naquele papo de
chove não molha, até que entramos novamente da temática do jogo: sexo. Não
demorou muito e com seu charme, prometeu fazer-me delirar se o desse somente
uma chance. Eu fiz charminho, aquele papinho de quem ta gostando, fingindo não
gostar e enfim, aceitei.



Fomos para um canto, onde não
pegava muito a claridade do poste e tinha umas duas árvores. Apoiei-me em uma delas,
levantei minha saia e abaixei minha calcinha. Logo, David tirou seu membro
rígido ainda, de dentro das calças, mostrou-me e começou.



De início foi lento, como se
estivesse somente testando a elasticidade da minha bucetinha. Cerca de cinco a
dez minutos depois, começou a socar mais forte sem ser rápido e ao longo do
percurso, acelerando.



Ao mesmo tempo que ele penetrava,
acariciava e massageava os lábios da minha bucetinha dando ainda mais tesão e,
consequentemente, gozei.



Nesse momento em questão, acho
que sentido as contrações em seu pau, tirou-o, abaixou-se e pôs-se a explorar
ainda mais afundo minha grutinha com sua língua áspera e quente. Ficou ali, por
bastante tempo, deliciando-se com meu melzinho e me fazendo gozar com aquela
minha língua que majestosamente me penetrava.



Após bastantes lambidas, ele
levantou e voltou a me penetrar. Ficamos ali, grudados por um tempo, entre idas
e vindas daquele pau e mordiscadas nos ombros e pescoço por parte dele. Não
mudamos de posição, ficamos exatamente ao mesmo jeito, aquela transa ao som do
mar gostosa, quente e molhada.



Infelizmente, durante uns dos
movimentos dele, quebrei uma unha, sendo que naquele momento, aquilo era o que menos
importava. A prioridade estava sendo cumprida. Render-me ao delírio que David
me prometera de início e conseguira.



Lá pelas duas e pancada, paramos
pela ordem natural das coisas. David tirou instantaneamente seu pau de dentro
de mim quando sentiu que ia gozar e mirou para a árvore, deixando-a toda
esbranquiçada do seu material. Promovi-me a acalentar seu gozo e tê-lo para
mim, não obstante, ele disse: “Deixa isso para a próxima vez!”, piscou para
mim, arrumamo-nos e fomos.



Ao chegar ao bar, deparei-me com
Pietro e Verônica no maior amasso, segundo ela: “Esperando tu chegar”. Verônica
e eu saímos. Ela me deixou em casa e seguiu para a dela.



Pietro e David ficaram por mais uma semana na
cidade e depois retornaram a Fortaleza, contudo, o migrante voltara para casa
com mais três lembranças de transas com uma jovem pouco conhecida por ele,
porém muito pelo amigo, e que a deixara doida com suas táticas de sexo e vice


Reportagem especial (UOL)
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