Amiguinho/a

14 de Maio de 2014 GatsBaby Contos Eróticos 5478

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Sempre fomos muito unidos. Desde
os dezesseis anos desconfiei da sua atração ao julgar juntamente comigo os
rapazes. Rosto, charme, altura, bumbum, belezas em geral.



Moramos um tão perto do outro,
somente afastados por quatro casas. Lembrar das nossas confidências, esperanças
e besteiras de adolescência.



Matheus, dezenove anos, esperto,
engraçado, um amor de pessoa, ótimo amigo e homossexual. Mesmo não sendo hétero,
aparenta ser. Alto, super bem vestido e vaidoso de natureza, atraia muitas
garotas ao passar com seus um metro e oitenta de puro charme e elegância.



Ficamos ainda mais unidos no
colegial, aos dezesseis anos quando ele, por motivos de saúde, repetiu o
segundo ano do ensino médio. Mesmo com muitas dificuldades, desaprovações por
parte paterna que só lhe criticavam, tanto pela opção sexual quanto pela vida
social desaprovada pelo pai ao escolher se formar em comunicações ao invés de
engenharia e seguir a tradição familiar.



Muito amado pela irmã adotiva e
pela mãe que o apoiavam em todos os momentos, bons e ruins, altos e baixos do
início de sua vida.



Íamos até o fim do mundo juntos,
sempre arrumando encrencas e sendo meu anjo protetor, um irmão que nunca tive.
Festas, baladas, de norte a sul e leste a oeste juntos.



Numa quinta, feriadão, todo mundo
saiu para curtir e nós também. Fomos até uma balada pouco longe de casa, uma a
qual nunca conhecera até o momento, contudo já muito freqüentada por ele.



Bebemos, dançamos, zuamos, divertimos
e arrumamos alguns lances por lá, no entanto, por aquelas briguinhas para ter
com quem transar no fim da noite, a festa parou e se instalou um clima de
intriga e hostilidade.



Em pouco tempo, a boate se
esvaziou e com todas as pessoas fomos eu e Matheus juntos. Entramos no carro e nos
direcionamos para casa. Fiquei um tanto preocupada dele dirigir, pois tinha
bebido bastante, bem mais do que eu, entretanto ainda conseguia raciocinar bem.



Chegamos e paramos em frente à
casa dele. Sua mãe estava no trabalho noturno de babá, o pai viajando e a irmã
sabe lá onde. A casa vazia só para nós.



Intimidade entre nós era algo
normal, total e de fato, sendo assim, logo que chegamos, Matheus já caminhou
pela em direção ao banheiro tirando as blusa e calças.



Enquanto a mim, entrei, fui a
cozinha e bebi água. Fui em direção ao seu quarto, o último no corredor, entrei
sendo recebida por aquele maravilhoso cheio de frutas. Sentei tirei os sapatos,
larguei a bolsa na mesa próxima ao computador e fui atender ao pedido sublime e
inesperado de Matheus que escoou por toda a casa.



Ele estava somente de sunga, debaixo
do chuveiro, e num golpe rápido puxou-me para junto dele. Ficamos ali rindo,
falando besteiras por um tempo até que surpreendentemente, Matheus agarrou-me
num beijo prazeroso e não muito longo.



Ao terminá-lo, olhei-o surpresa e
ele me deu aquele sorriso vergonhoso e também surpreso. Em segundos, abraçou e
falou bem baixinho no meu ouvido que queria minha ajuda para perder a
virgindade, pois até o momento, só recebia, não dava.



Fiquei receosa. Poderia ser
somente a aclamação vinda aos efeitos da bebida. Sai do Box rindo, peguei a
toalha, sequei-me e fui para seu quarto. Matheus veio logo em seguida ainda um molhado
e me beijou novamente.



Aclamava grandiosamente para
poder penetra-me pela primeira vez, querendo um favor e sentir a sensação de
não ser na ocasião o receptor. Em poucos, eficazes e ágeis gestos, colocou-me
contra a parede e começou a explorar seu outro lado, um lado talvez não
conhecido por ele, o lado hétero de seu ser.



Levantou minha blusa, retirando
imediatamente meu sutiã e, ao olhar meus seios, começou a chupá-los velozmente.
Apesar de nunca ter transado com uma mulher, Matheus aparentava saber
exatamente o que fazer.



Dentre essa chupada dava
mordicadas nos biquinhos rosados de meus seios que consequentemente acabou por
machucar um pouco, mas a pressão e a veracidade como fazia aquilo, para era
surpreendente.



Após, pegou-me no colo e me
colocou sobre a cama. Tirou a toalha que rodeava a parte de trás de seu pescoço
e atirou sem olhar para o canto do quarto.



Tirou meu cinto e desabotoou
minha calça jeans tirando-a juntamente com minha calcinha nada comportada.
Pediu carinhosamente se podia e deixei. Novamente surpreendeu. Abriu minhas
pernas e fortemente lambia minha bucetinha sugando todo meu melzinho, chupava
os lábios, enfiava a língua dentro da minha grutinha e tirava junto com seu
dedo indicador direito curioso que o acompanhava.



Sua fase inicial tinha espetacular,
todavia veio a insegurança e o instinto de aprender. Tirou a sunga e mostrou
seu órgão duro, porém nem tanto. Nem muito grande nem pequeno, nem grosso nem
fino, regular com aquela cabeça enorme vermelha.



Nesse momento, mandei-o deitar,
beijei seu pescoço e lentamente desci para seu pau. Comecei lentamente um
boquete. Brincava com aquele pau, vendo-o olhar admirado para mim por render-me
a seus encantos carnais. Beijava-o, mordiscava, lambia até as bolas e voltava
do talo a ponta colocando o máximo possível deste na boca ouvindo dar baixos e
leves gemidos.



Subi novamente, beijei-o a boca,
posicionei-me e seu pau e leve e lentamente sentei sobre ele. De início movimentos
lentos com reboladas e mexidas acostumando sua pica na minha bucetinha quente e
já não mais virgem há tempos, seguidas daquele sentido entra e sai suave para
acomodação, os quais cada vez ficavam mais rápido e tensos.



Fiquei ali por um tempo, vendo-o
curtir cada segundo com minhas reboladas, até pedir para ele agir. Ficamos de
ladinho. Levantei e segurei minha perna direita, enquanto Matheus posicionava
seu pau na porta da minha grutinha.



Ao aprontar-se, começou o
movimento de entra e sai daquela pica assim como eu tinha feito: de início
lento, depois pegando mais rapidez e força. Dentre idas e vindas daquele pau, o
calor aumentava junto à excitação e força daquelas entocadas que faziam minha
bucetinha latejar e cada vez mais pedir pica e em seguida gozando loucamente.



Matheus por outro lado,
mantinha-se firme na posição atual de macho Apha e me penetrava arduamente
rápido e sagaz. Sentia aquela pica dentro de mim por milésimos de segundo num
entra e sai que prazeroso quase não sentido um segundo inteiro com o membro
dentro da minha grutinha que não parava um só momento de latejar.



Depois, mudamos para um papai e
mamãe. Mal conseguia me arrumar na cama, pois, veraz, Matheus me consumia de
uma forma não esperada ainda. Não sei se por algum desejo já oculto, mas de
toda forma, aquela era a transe mais inesperada que já tive.



Não demorou muito e após milhares
de gozadas minhas, chegou sua vez de ejacular e entrei em cena novamente com o
boquete, deixando parte daquela porra respingar sobre meu rosto.



Logo depois seu gozo, não demorou
nada e já estava sendo fudida novamente, porém de quatro como uma cadela,
gozando, rebolando e gemendo feito uma doida ou até uma ex-virgem atual.



Foram longas e aproveitadas horas
da madrugada naquele clima forte e quente envolvido e marcado por várias vais e
vens daquela pica deliciosa na minha bucetinha quente e fogosa. Ao fim da
transa, retornamos ao banheiro e tomamos um belo banho juntos repleto de toque
e masturbações ainda em clima quente e fervoroso.


Reportagem especial (UOL)
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