O Parceiro Certo - Capítulo 7

16 de Maio de 2014 Noel Contos Eróticos 1885

Reportagem especial (UOL)
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UM DIA DEPOIS...



 



  Acordo e me espreguiço na cama, minha irmã já, está olhando para mim em cima da cama dela.



- Bom dia, querida! – Exclamo.



- Bom dia, Joana! – Clara, responde. – Você sabe que dia é hoje?



- Não. – Digo, mas, logo, me lembro de que dia se trata. – É o primeiro dia de aula! – Corro para ver as horas – Meu Deus, já é 06h30min! – Tenho que me arrumar direito, ficar bem bonita, já que é o primeiro dia de aula, e também por um motivo muito especial.



- A mamãe comprou o seu uniforme novo, ela disse que está no seu armário...



- Obrigada! – Respondo.



Quando eu vejo o uniforme eu percebo, como a escola tem melhorado o gosto. Ele é preto e branco, com a blusa decotada e de gola rosa, e a saia um pouco acima do joelho.  Vou em direção ao banheiro, tomo um banho de aproximadamente 10min, me visto com o meu uniforme e me sento bem na frente do espelho para dar um jeito no meu cabelo, deixando-o com franja.



- Está linda, Joana. – Elogia minha irmã. - Vamos tomar café?



- Ah obrigada! Vamos sim, venha... – Pego meu fichário e vou para a cozinha com a Clara.



- Bom dia, filhas! Nossa Joana, você está linda! – Minha mãe me elogia e enfeita a mesa cheia de coisas gostosas.



- Obrigada mãe, olha, sobre ontem, eu... – Digo e pego uma maça para comer.



- Não precisa se desculpar Suzana já me explicou tudo. – Minha mãe me interrompe.



- Tudo o que?



- Que você, vive agora me chamando de algum animal, mas com respeito. – Suzana chega à cozinha, com uma aparência de abatida, como quem passou a noite na farra. Ela está de trança de novo, calça preta e jaqueta, também de cor preta. – E então pronta para irmos?



- Pronta. – Pego as minhas coisas, termino de tomar o meu suco e minha mãe diz:



- Tudo bem, vão com Deus, juízo as duas! – Despeço-me de Clara, desejando-a boa aula.



- Pode deixar! – Respondemos juntas.



- Nos vamos a pé, Joana?



- Claro! Só temos que andar uns minutos daqui até a escola.



- Tudo bem. – Fecho a porta da casa e Suzana, mais uma vez, me lança contra a parede.



- Vamos deixar uma coisa, bem clara, da próxima vez que você me chamar ou insinuar dizendo que eu sou uma galinha, eu não respondo por mim mesma. Entendeu?



- Já pode me soltar. – Ela me obedece e logo muda a expressão em seu rosto.



- Tudo bem, vamos para a escola...



  Andamos o caminho todo em silencio, até chegarmos à escola.



- Vamos combinar uma coisa, você não fica no meu pé, e nem eu fico no seu. Fechado? – Pergunto.



- Fechado!



  A minha escola, chamada de Jogos Olimpianos, tem muros descascados, salas encardidas, pias mais cinzentas do que negras e mapas geográficos esgarçados com continentes e nações já desbotadas e à deriva... As paredes são de duas cores, branco e marrom, como o biscoito do Trakinas, mas não existe nada doce na escola, só mesmo a campainha do final do dia, que, quando é acionada, parece querer gritar: Você jogou fora mais uma manhã entre estas paredes bicolores. Fuja!



  Entrando no portão, vejo minhas duas melhores amigas sorrindo para mim. Olho para trás para ver onde Suzana está, e por incrível que pareça, ela não está em lugar nenhum. Quando já estou perto das minhas amigas, elas correm em minha direção, abrindo os braços.



- Camila! Laura! Que saudades... – Exclamo.



- Oh amiga! Também sentimos a sua falta. – Diz Laura, com o rosto perfeito e cabelos castanhos cacheados, logo, pega o seu espelho dentro da mochila.



- Animadas para o novo ano letivo? – Pergunta Camila, a única amiga que eu tenho que usa óculos.



- Ah, estou bem animada! – Laura responde, arrumando o seu cabelo de frente ao seu pequeno espelho de bolso, com o rosto nada animado. – E aí Joana? Como foram as suas férias?



- Demais!



- Só isso que você tem a dizer “demais”? Eu quero detalhes.



- Tudo bem! Conheci um garoto novo, que por causa dele, deixei o armário cair em cima de mim, depois, esse mesmo garoto, me atropelou...



- É sério? Não acredito. E quem é ele?



- Bom ele se chama Henrique. Estava passando as férias dele em Natal. E me garantiu que também iria estudar aqui.



- Não brinca! E você já o viu? – Pergunta Camila.



- Ainda não, acho que ele não chegou.



- E ele é bonito? – Pergunta Laura.



- Eu poderia dizer não, sua fofoqueira. Mas vou te responder. Ele é um gato, tem lindos olhos verdes, um sorriso encantador e um corpo bem sarado.



- Oh-oh! Acho que alguém está apaixonada... – Diz Camila, rindo.



- Quem? – Questiono.



- Você, né amiga? Deixou até a baba cair. – Camila agora, passa a mão na minha boca.



- Caramba! Eu tenho as melhores amigas do mundo.



- Falamos isso, porque te amamos! – As duas novamente me abraçam.



  O sinal toca e a diretora redonda com cabelo de fogo, Dona Vilma, aparece bem na nossa frente.



- Sejam todos bem-vindos! Novo ano começou, espero que esse ano, vocês apreciem a escola de vocês, respeitando todos os funcionários desta instituição e mantendo a escola sempre limpa e organizada. Tenham um bom dia e agora vão todos para as suas salas.



- E então meninas, vamos? – Pergunto.



- Sim. – Diz Laura – Joana tem uma garota que não para de olhar para nós. Você a conhece? 



- Onde? – Olho em direção, onde Laura está apontando e já sei quem é a garota, ao perceber que estamos olhando para ela, Suzana se disfarça, e vai para a sua sala – Sei quem é, mas, depois eu conto para vocês quem é ela. Agora, vamos para a sala?



- Ótima ideia. Soube que a nossa primeira aula, vai ser com o velho professor Vicente, de Educação Física.



- Poxa, logo no primeiro tempo?



- Sim, por que amiga?



- Estou a fim de matar aula.



- Que ideia é essa agora, Joana? – Pergunta Camila.



- É isso mesmo que você ouviu. Eu irei matar a aula de Educação Física.



- Tá bom, garota rebelde. Mas nós vamos com você.



- Não vou deixar vocês fazerem isso.



- E por que não?



- Olha meninas, agradeço pelo apoio, mas não quero que vocês percam a aula por minha causa.



- Tem certeza, Joana?



- Tenho sim, vão para a sala, esperar pelo professor. – Exijo. – E agora.



- Olha, lá hem. Sabe onde você vai ficar?



- Sei sim, naquele mesmo depósito de sempre.



- Tem um detalhe, cuidado com a porta. Se bater forte você pode ficar presa, lá dentro. A maçaneta está quebrada. – Alerta-me Laura.



- Tá bom! Irei tomar cuidado. – Respondi. – Agora vão.



  Ao entrarem na sala de aula, corro pelos corredores, olhando de um lado para o outro, para ver se tem alguém me vigiando, tarefa concluída com sucesso, pois não há ninguém. Chego ao depósito, onde o pessoal da escola guarda tudo aquilo que não precisa mais; abrindo a porta, me lembro da Sala Precisa do Harry Potter. Deixo a porta meio aberta, e arrumo alguns caixotes para me deitar em cima. Fico imóvel por um tempo bem longo, até que alguém entra na sala.



- Socorro! Socorro! – A Pessoa berra.



- Pode entrar, só tenha cuidado para a porta não... – A porta se fecha e bate bem forte. – bater. – Me levanto e reconheço a voz sedutora, a voz do Henrique. Dessa vez, ele está com aparência de cansado, como, quem jogou bola, por muito tempo.



- Henrique, você está bem?



- Mais ou menos, espere aí, você me conhece?



- Claro que sim, não está me reconhecendo? Sou eu, Joana.



- Joana, como, é bom ouvir o som da sua voz. Desculpe, é que estive jogando vôlei lá na aula de Educação Física por muito tempo, e os meus olhos ficaram expostos ao sol e a poeira.



- Tudo bem. Mas você viu o que você fez? – Pergunto zangada. – E agora? Nós estamos presos aqui. Você não viu que a porta ia bater garoto?



- Será que você ainda não percebeu que eu estou cego?



- Já te vi antes, e sei que você não é cego! Não diga isso.



- Vou dizer, mais uma vez, eu fiquei assim de repente, eu estava jogando vôlei e tudo ficou escuro, comecei a esbarrar nas coisas e agora dou de cara com você. Você pode me ajudar?



- Está bem, eu não sabia! – Henrique anda, e começa a deixar as coisas caírem, o ajudo, segurando-o. Tropeçamos juntos e um galão branco cai no chão, e começa a derramar um líquido. - Senta aqui! – Pressiono Henrique e ele me obedece.



- Ah meu olho, está doendo muito.



- Muito é? – Pego o galão e coloco na instante preta, cheio de coisas velhas. – Você tem que lavar o seu olho, vem cá, deixa eu te ajudar. – Pego a mão dele e ajudo ele chegar até a pia cinzenta. Abro a torneira e deixo a água cair sobre os seus olhos.



- Ai, está doendo!



- Machucou é? Não está melhorando?



- Não, está doendo demais, para.



- Só mais um pouquinho. – Depois de uns instantes, fecho a torneira, e novamente ajudo a Henrique a se sentar.



- Obrigado! Será que agora você poderia me levar para casa?



- Não dá! Essa porta está ruim, ela não era para bater, por isso eu dei aquele grito histérico.



- Ótimo. Preso e cego  ! O que nós vamos fazer agora?



- O que qualquer um faria se estivesse nessa mesma situação. – Vou para a porta e começo a bater nela e gritar. – Socorro! Tem gente presa aqui dentro...  Ei! Alguém está me ouvindo?



  - É melhor a gente parar de gritar ninguém vai escutar. – Henrique se levanta, e derruba tudo aonde vai passando.



- Cuidado! Pera aí, eu vou te ajudar... – Seguro ele e peço para ficar parado, já que está derrubando muita coisa. – Cuidado com o cilindro. – Digo, e ele me obedece.



- Obrigado, viu! Você já me ajudou bastante. O problema agora, é que eu estou morrendo de fome.



- Você tem sorte que eu trouxe meu biscoito favorito; recheado com goiaba.



- Mini goiabinha? Boa garota.



Começamos a rir, abro o pacote e dividimos os biscoitinhos. As horas passam, e ninguém aparece para nos ajudar a sair daqui.



- Nossos pais já devem estar preocupados com a gente...



- Com certeza! A minha mãe então, deve estar subindo pelas paredes. – Digo.



- Nossa, ela é tão preocupada assim?



- Sim ela é tadinha... Poxa, e o seu olho?



- Continua doendo...



- É melhor você descansar um pouco, pera aí, eu vou fazer um apoio aqui para você. – Pego algumas roupas, que estavam estendidas e jogo-as no chão. Ajudo Henrique a se deitar sobre elas. Ele começa a puxar assunto, mas é interrompido quando as luzes do depósito se apagam.



- Ah meu Deus do céu! Henrique apagaram as luzes. - Corro em direção à porta e começo a gritar. – Ai, ai, ai!  Porque será que ninguém responde? Já deve estar tarde e o pessoal deve estar fechando a escola.



- O jeito é passar a noite aqui, e esperar até amanhã de manhã... Para ver se  tem alguém que possa vir salvar a gente.



- Okay. Então vou ter que achar alguma vela por aqui, ficar no escuro, é o que eu menos quero.



- Tudo bem, por mim, não precisa se incomodar.



- Engraçadinho. – Começo a andar pelo depósito, vasculhando as coisas, para encontrar uma vela. Acho algumas, começo a acender com os fósforos que restavam dentro de uma caixinha ao lado das velas, e coloco no chão, bem separadas para o lugar ficar bem iluminado.



- Pronto, já acendi todas que eu encontrei, agora eu vou procurar...



- Espera... – Henrique pega no meu braço. – Tem como fazer uma massagem para mim, estou com muita dor de cabeça.



- Tudo bem. – Obedeço a ele, pegando a cabeça dele e massageando levemente.



- Nossa, que mão de fadas.



- Para de falar isso, se não eu vou acabar acreditando...



- Vai querer bancar a modesta agora, pra cima de mim?



- Olha, eu sou bem diferente disso que você está vendo. – Henrique se levanta.



- Apesar de estar cego, preso e com dor de cabeça, eu estou gostando de ficar aqui com você, aliás, se eu estivesse sozinho, eu estaria numa pior. Eu posso agora, tocar no seu rosto?



- Pode.



Henrique começa a tocar no meu rosto, pelas minhas sobrancelhas, desce os seus dedos pelo meu nariz, até chegar à minha boca; nossos rostos já se aproximando, quando... Beijamo-nos. Sinto uma coisa dentro de mim, coisa que eu nunca senti antes, nem quando Stefano me beijou, eu senti isso. Mas esse é diferente, faz com que mexa mesmo algo dentro de mim, algo bom, que me faz querer mais beijar ele. Levanto a minha blusa, ficando só de sutiã, ele aproveita a oportunidade, e vai descendo os braços dele, bem lentamente, até os meus peitos; logo ele tira à camisa, deixando aquele tanquinho dele todo musculoso a mostra. Deixamos levar pela sensação maravilhosa e esbarro em alguma coisa, escuto algo cair no chão, mas não me importo, pois só estou me concentrando no beijo, Henrique põe os seus braços na minha cintura, e envolvo os meus no seu pescoço.



- Está tão quente aqui, que já estou até sentindo o cheiro da fumaça. – Diz Henrique.



A Sensação quente dentro de mim, cresce e se espalha para fora do meu peito, descendo pelo meu corpo, para fora ao longo dos meus braços e pernas, para as pontas do meu ser. Sinto que tem algo estranho e realmente não cheira bem.



- Que fumaça? – Tiro os meus braços do pescoço de Henrique e vejo o que está acontecendo de verdade. – FOGO, HENRIQUE, FOGO! O depósito está pegando fogo!


Continua...



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