Cheiro de sexo (+18)

16 de Maio de 2014 Saulo Alves Falcão Contos Eróticos 5475

Reportagem especial (UOL)
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Já era de manhã. O cheiro de cerveja ainda sondava o
quarto onde os dois passaram uma noite nunca tida antes. Os corpos nus estavam
cobertos apenas por um fino lençol de ceda. A barriga dela, ainda melada pela
ultima gozada dele já estava seca. Ele dormia com pau franzido pelo frio dos
vinte graus Celsius do ar condicionado. O cheiro de sexo se expandia no quarto,
até que ela acordou e com vontade de quero mais, retirou o lençol e subiu em
cima dele. Ele ainda cara de sono, não deu sinal de resistência e os corpos que
clamavam sexo não contiveram. Ele retirou o resto do lençol que o recobria e seu
amiguinho já animado, dava sinais de toque-toque na porta dela. Embora fosse
seis da manhã, o clima não poderia ser mais agradável e mais sacana. As trocas
de pernas, as mãos bobas, as línguas que se comunicavam, as salivas, as trocas
de fluidos tudo isso dava um tesão a mais na cena. Não tinham como controlar os
instintos, o foda ia rolar a todo custo.



Língua no mamilo, na bocetinha. Arrepios. Gemidos.
Boca nervosa. Chupada no pau, nas bolas. Cada vez a intensidade aumentava e o
tesão não era algo controlável. Nada era retrógrado, só a volta do movimento de
ida. Eles se beijavam, se lambiam, se comiam com os olhos. Nada era limpo e nem
arrumado. O local estava sujo, e o desejo de possuir também. ‘’Cai de boca’’,
foi o que ele disse a ela. Ela como boa obediente caiu sem esperar ele ordenar
outra vez. Os dois se combinavam, quimicamente falando. A cama ficou pequena
pra tento tesão. A cozinha, o banheiro e a sala não escaparam, foi foda em tudo
que é canto. ‘’Rebola’’, ele a disse enquanto se sentava no sofá com o pau durão.
Os tapas eram sonoramente bons de se escutar. ‘Bate mais vai. Quero mais, me
fode, cachorrão’’ dizia ela em tom de secura, em tom de desejo, em tom de quero
mais. Eles estavam além dos limites, mas peraí, quem disse que tem limite numa
foda? O limite acaba quando o prazer não é mútuo, mas isso estava longe de
acontecer, o prazer estava mútuo e recíproco, não tinham do que reclamar. Não
tinha dor nos cabelos puxados, nem choques nas mordidas. Tudo era troca. Desde
olhos por olhos até aos tapas nos rostos. Era ‘’minha puta’’ pra cá,
‘’cachorrão’’ pra lá, e assim eles terminaram mais uma sessão de sexo já
insinuando outra para mais tarde. Eles sabiam que tinham explodido de tesão
juntos e queria repetir mais vezes. Eles aprenderam que quem se limita, esfria.
E eles não queriam esfriar de forma alguma.


Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria

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