O casado da casa de Praia

18 de Maio de 2014 Narceja Contos Eróticos 8223

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Por Narceja

Narceja se encontrava deitada na rede curtindo o vento da brisa do mar embaraçar seus cabelos lisos e se meterem por entre seus seios fazendo com que os delicados bicos rosados se enrijecessem não apenas com a brisa, mas também com os olhares indiscretos do vizinho casado. Era tudo o que ela queria para aquelas férias. Um adultério.
De óculos escuros escondendo os olhos cerrados, observava a saliva do vizinho escorrer pelo canto da boca enquanto ele a observava com um olhar tenso de predador. Ali estava ela, deitada no fundo da rede, vestida apenas com um micro biquíni com as cores da bandeira brasileira, largada na varanda de uma casa de praia do Rosa. As pernas se encontravam abertas e bem apoiadas, uma em cada canto da rede. Revelando um avantajado capô de fusca grande. Seu Lucas, o vizinho, ali em pé na frente da rede, observando-a dormir, comendo-a com as pupilas dos olhos e suas pulsadas penianas escondidas em uma bermuda colorida de estampas de flores brancas.
Era semana santa e os vizinhos, velhos amigos de outrora, reuniam-se todos no aluguel um casa de praia de 6, piscina e um mar vasto de mistérios licenciosos. Ao todo eram 4 famílias. Casais aposentados com seus filhos, netos, agregados encheram a casa.
Ela não era mais uma menina, já tinha passado dos 25 anos e estava ali a pedido da mãe. Há anos já não morava mais na vizinhança onde fora criada e em visita ao Brasil, resolvera aceitar o pedido de sua mãe e viajar com os velhos conhecidos da rua onde se tornara mulher.
Logo no último dia da organização da viagem, pousou os olhos sobre um moreno alto de peito largo e bermuda quadriculada. O problema era que o homem era casado e pai de 3 filhos. No dia da reunião, acompanhada de sua mãe, ficou um tempão perdida nos pensamentos daquela bermuda saliente do novo vizinho.
O montinho que se formava no meio do zíper do vestuário masculino do vizinho, terminava bem no fundo de ligação de suas pernas. Uma montanha alta no meio da pastagem de dos quadrados de sua bermuda levaram Narceja ao mundo dos prazeres e lá ficou durante um bom tempo, perdida dentro de sua bermuda.
Seu Lucas, era um homem de seus 40 anos de idade, era novo na rua. Engenheiro mecânico, casado com uma enfermeira. Fazia o papel de “sindico “ da rua. Suas feições eram rudes e possuía traços marcantes decorados com uma covinha no queixo. Seus olhos era caidinhos no canto e o sorriso branco como um comercial de pasta de dentes. Mas o que a pegou em cheio foi sem dúvidas a postura máscula com que tratava a mulher e os filhos. Era um macho no maior sentindo das palavras. Um procriador!
Nossa heroína gostava do jogo de gato e rato, dessa perseguição sem fim. Gostava de ser a presa nesse jogo sem fim de homens e mulheres.
Desde a reunião fez questão de ser notada pelo novato e tratou de puxar assunto com um de seus filho, um inocente de 5 anos. Tratou de ficar amiguinha do garotinho e em pouco tempo, trocava sorrisos com sua esposa. Objetivo alcançado, sua mãe o apresentara como sendo o “defensor” da rua.
Muitas masturbações depois, chegara o grande dia do passeio. Carros cheios de famílias partiram rumo a praia e uma vitória marcou nossos personagens. Um olhar indiscreto de seu Lucas lançado no shortinho jeans de Narceja marcara uma esperança de fulga do cotidiano miserável de nossa história.
Bem é verdade que Narceja jogara todas as suas cartas para cima de Lucas. Se exibira vulgarmente de todas as formas possíveis. Deixara a porta do quarto aberta enquanto se trocava, pediu-o para amarrar o biquíne enquanto sua mulher perdia tempo fofocando com as demais mulheres da casa, enfiara o biquíne no rego para em segundos depois tirá-lo enfiando os dedos fundos por entre suas nádegas... Foram muitos os pedidos de socorro.
Coçara a vagina rapidamente enquanto Lucas a observava tomar sol. Apertava os seios e passava a língua nos dentes no exato momento em que Lucas pousava na frente de seu quarto levando seu bebezinho de colo para tomar sol.
Enfim, fizera sua parte de mulher. Mas o predador não tomava qualquer atitude além de devorá-la com os olhos e até mesmo uma mexidinha em seu “pacote” para agradecer as ofertas da menina eram raras e minguadas.
Narceja estava cansada de se oferecer sem objetivo; Além disso, se estressou na hora do almoço com a mulher do vizinho. Que culpa teria ela de possui um corpo gostoso? Ao contrário da esposa de seu Lucas e das outras mulheres da casa, achava que seu biquíne não era coisa de outro mundo. Um modelo “fio dental” enfiado no reguinho e um biquíne cortininha com o objetivo falho de tapar os bicos dos seios era consideravelmente “ Normal “ em seu mundo.
Voltando a nossa rede; Percebera que Lucas a observava dormir, fizera questão de escancar as pernas ainda mais e coçar a boceta longamente enfiando os dedos por entre os lábios vaginais deixando um deles, uma pequena banda rosada de carne, a mostra ao tirar a mão de dentro da calcinha. Maior demonstração de safadeza não poderia existir e era exatamente esta a intenção.
Lucas ficava ali observando aquela meia lua de carne saltar do biquíne e inesperadamente se foi.
No final do dia, todos já estavam acordados papeando alegremente no jardim da casa. Alguns vizinhos ensaiavam uma cantoria ao som de um violão e as mães colocavam as crianças para dormir.
A casa estava bem triste agora para Narceja, que sentia-se rejeitada ao extremo. Mas não demonstrou contudo, sua decepção. Participava juntamente com as outras pessoas das conversinhas fúteis e comentários ineptos como se nada de importante houvesse nessa vida.
Lucas perdia-se em risadas e gracejos com as peripércias de seus filhos na varanda da casa, próximo a mesa de sinuca. Narceja evitava cruzar-lhe o olhar com o dele. Sentia-se humilhada, devorada por dentro. A maldição da rejeição machucava as mulheres vaidosas com uma intensidade sufocante, desesperadora.
Após os comes e bebes suburbanos tradicionais, alguns entraram e foram ver as novelas “sábias” da globo. Lucas se encontrava agora em uma das redes com a mulher e o filho mais novo no colo.
Vez por outra ela olhava em direção a rede com um lamento nos olhos e um gosto amargo na boca. Indisposta, foi deitar-se no quarto que dividia com a mãe, não sem antes abrir sua mochila com o intuito de buscar seu telefone quando encontrou um papel dobrado logo acima da bagunça de suas roupas.
Olhando para os lados o abriu receosa : “ Me encontre as duas da manhã no fundo da casa, perto da mangueira. Ass: L “
Seu sorriso abriu-se largamente e seu coração disparou acelerado e o frio na barriga se ativou quase que de repente. Não conseguiu se conter e correu para a cama para não despertar suspeitas maiores.
Dormir?! Não conseguiu, nem havia tentado. A felicidade era tanta que a entorpeceu durante toda a espera. Finalmente, a casa foi aos poucos ficando silenciosa. As luzes se apagando e os “ boas noites” ecoando gradativamente até cessarem.
Finalmente chegou o horário combinado. Levantou-se cautelosamente para não acordar a mãe e os outros que dormiam nos quartos. A sorte era que todas as portas dos quartos encontravam-se fechadas, facilitando assim, que escapasse sem levantar perceptíveis suspeitas.
Ao passar em frente do quarto de Lucas, imaginou se ele ainda estaria ali dentro. Abriu a porta central da casa cuidadosamente e sumi-se na escuridão descendo os 4 degraus e dando de encontro com a grama molhada e uma chuva fininha, assustou-se.
Um chinelinho de dedos e uma camisolinha de malha a acompanhava no trajeto até os fundos da casa. A luz do celular a guiava sem tropeços ou enganos maiores.
Avistou a vasta mangueira e bem ao lado notou uma movimentação suspeita. Era Lucas esperando-a para conversar. — Pensou.
Aqueles segundos que se deram no decorrer dos passos molhados foram criando em sua cabeça um cenário mágico de esperanças e afetos...mal ditos.
— Psiu! Fez Lucas com o dedo indicador reto sobre os lábios.
— Fico feliz que veio! Eu estava...— Psiu! Interrompeu o homem casado pegando-a pela cintura e aproximando-a de seu corpo bruscamente sugando com ganância seu pescoço.
— Calma...Sussurrou Narceja.
Ouvindo apenas a respiração do seu almejado predador, sentiu seu corpo invadido por mãos e dedos grossos que se enfiaram dentro de sua vagina entrando precipitadamente fundo no vão de suas pernas.
Os seios foram desamarrados e a camisola ficou presa na cintura de Narceja que recebia de 3 a 4 dedos na vagina , mordidas e amassos fortes nos seios. Lucas parecia está fora de si, um animal atacando sua presa. A moça parecia assustada com cada reviravolta de Lucas, porém a vaidade lúdica de ter sido a escolhida entre as duas mulheres, mesmo que apenas naquele momento, era tanta que cegou-a por completo, fazendo com que recebesse as ordens de seu carrasco sem reclamar.
Sua nuca fora empurrada para baixo, e se viu num piscar de olhos sentada na grama molhada com um ferro apontado para sua boceta melada.
— Vai devagar... — Falou baixinho!
Lucas não emitia uma única palavra e se limitou a segurar a base de seu orgulho e enfiando de uma tacada só fundo dentro de Narceja que recebeu cada centimetro de ferro bravamente, sem fazer qualquer barulho. Ofegava prazeirosamente enquanto seu corpo era invadido por uma estaca forte e precisa.
Os quadris dançavam uma valsa sincronizada e silenciosa. Suas pernas se enlaçacam nos ombros de Lucas que cada vez mais empurrava seu pau com raiva dentro de Narceja.
Foderam por um longo tempo embora na realidade não passou de alguns míseros minutos.
A sensação de está ali deitada na grama, de pernas abertas e saciando um homem casado propocionou a Narceja um orgamos farto e dignos de um gemido sufocado, fazendo com que Lucas se empolgasse mais e metesse agora com violência e ódio mortal provocando dores fortes em sua vagina.
O engenheiro apressou a valsa de seus quadris e tirando seu ferro inchado de dentro de sua vitima, colocou-se acocorado em cima de seu rosto suado e sem aviso prévio enfiou seu pênis fundo na boca de Narceja.
Com a boca farta de carne e as bolas apertando suas narinas recebeu todo o gozo de Lucas com goles rápidos para não se afogar no montante de leite de pica . O quadril do carrasco tremeu intensamente e continuando sua última valsa fodeu sua boca até a última gotinha de seu sémem ser expulsa de sua vaidade, agora, murcha e ingrime.
O chefe de família, ficou um tempo ali acocorado com o pau em sua boca até amolecer por inteiro enquanto Narceja mamava desesperadamente, sugando a pele e as bolas secas. Era seu adeus aflito.
Tirando as bolas de dentro de sua boca aproximou-se de seu ouvido e disse:
— Sou casado e pai de 3 filhos! Aprenda a respeitar um homem de família! Vadia igual vocé eu como e gozo na boca! Agora volta para tua mãe com a boceta fodida e a barriga cheia de porra! Se mexer com a minha família te arrebento as pregas do cu! Putinha!
Ao levatar-se para ir embora, fora puxado pelas mãos frágeis de Narceja que penosamente buscava um beijo que fora imediatamente negado por Lucas, que se lavantou bruscamente e desapareceu na escuridão da noite.
Ela ficou ali jogada na grama molhada de pernas bambas, seios a mostra, calcinha no tornozelo esquerdo e um gosto de quiboa na boca se sentindo a mulher mais ordinária do mundo. Lavantou a cabeça apreciando a posição escancarada de suas pernas e a vagina aberta sentindo os pingos da chuva fininha que caía naquela noite tensa de primavera. A realidade era dura...

Minhas amigas leitoras, estou selecionando relatos de traição para escrever um livro. Me escrevam seus relatos e transformarei em um conto. Obrigada pelos e-mails .
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