Loli, Minha Estagiária

27 de Maio de 2014 Del Contos Eróticos 8117

Reportagem especial (UOL)
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"...calcinha rosa de algodão, estilo menininha, camiseta baby-look branca, sem soutien..."

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Loli, minha estagiária, cometeu um erro primário que custou algumas horas de retrabalho da minha pessoa. Eu detesto trabalho administrativo, por isso tenho uma estagiária que cuida desses detalhes para que eu possa gastar minhas horas de labuta aprimorando minhas habilidades para as ações de campo. Mas quando ela erra, precisa ser punida.

Contar-lhe-eis como foi a primeira punição que a doce Loli levou, já não tão novinha no serviço, e já acostumada a satisfazer o chefe após o trabalho. Nunca havíamos transado em ambiente corporativo antes, mas problemas de trabalho se resolvem no trabalho.

No retorno do café, mandei que Loli fosse à minha sala no final do expediente do dia seguinte, pois precisávamos conversar. Mas dei algumas ordens específicas a ela sobre vestimenta, e ela achou que apenas transaríamos como loucos após o trabalho, como era costume, mas eu tinha algo mais em mente.

Na hora combinada, assim que Loli chegou, a deixei no meio da sala, enquanto eu andava em volta da menina, e tive mais uma oportunidade de observar a delícia que minha estagiária era, enquanto a deixava curiosa sobre o que eu iria fazer. Corpo branquinho, altura mediana, bunda e peitos na média, ambos empinados e deliciosamente moldados, redondos, sem imperfeições. Sua prexeca era tão carnuda que deixava aquele volume inconfudível na calcinha rosa. Aliás, calcinha rosa de algodão, estilo menininha, somada a uma camiseta baby-look branca, sem soutien por baixo. Com os cabelos presos estilo "maria-chiquinha", é assim que Loli consegue me levar ao delírio enquanto busca sua efetivação na empresa.

Já era a hora de começar a brincadeira. Amordacei Loli e, com a corda, amarrei suas mãos pra trás, como se fossem algemas. A coloquei de frente para minha mesa e deitei seu corpo nela, deixando aquela bundinha branca e perfeita empinada.

Mandei que ela não saísse da posição, ou seria pior. Ela estava com os pés no chão, então afastei seus pés, deixando na direção de cada pé da mesa. No dia anterior, mandei que ela levasse suas calcinhas prediletas na bolsa, e as usei para prender os pés da mocinha aos pés da mesa.

Terminados os preparativos, Loli estava amordaçada, com as mãos amarradas pra trás, o corpo deitado na mesa, as pernas afastadas e presas. Acho que ficou bem claro o que eu poderia fazer. Então comecei.

Coloquei a mão esquerda sobre as costas da menina, pressionando ela contra a mesa. Então enrolei sua calcinha na mão direita e puxei firme, rasgando ela de uma vez. Quando Loli arregalou os olhos, já era tarde, apenas ouvi o gemido reprimido dela.

Com o dedo busquei a prexequinha carnuda da Loli e senti o mel escorrendo. Brinquei um pouco com seu clitóris, ela estava apreensiva e isso a deixava com muito tesão.

Loli tentou levantar o corpo e olhar o que eu faria com ela. Devo fazer uma pausa para descrever novamente a cena, leitor. Uma menina deliciosa de pele branquinha, cabelos pretos bem lisos, com o tronco apoiado sobre uma mesa de bruços, com a bundinha empinada para cima e os pés presos e afastados.

Foi então que comecei a passar minha mão esquerda pelas costas da Loli, primeiro por cima da camiseta, depois por baixo, sentindo o calor de sua pele lisinha. Então pressionei mais seu tronco sobre a mesa e ela já esperava o pior. Rasguei sua camiseta baby look com facilidade, mas eu compensei qualquer dor causada à estagiária com um beijo bem molhado em sua nuca, dizendo em seu ouvido:

Del: "Você nunca se esquecerá desse dia sua putinha safada, vai aprender a lição."

Logo em seguida, deslizei a mão sobre o dorso da branquinha e toquei novamente em sua prexeca, sentindo o efeito da minha voz excitante no corpo daquela ninfeta. Loli é dessas meninas que, quando fica excitada, molha suas coxas e o lençol da cama. Por isso, encharquei meus dedos e chupei todo aquele mel. Encharquei novamente os dedos e levei para Loli chupar, liberando-a da mordaça por um instante.

Tirei a roupa por completo e Loli foi capaz de ver a minha virilidade em plena ebulição. Ela rebolava deitada na mesa, excitada pela visão do meu pau em ereção completa. Suas coxas já estavam totalmente molhadas na parte interna, Loli queria sexo, e muito sexo.

Del: "É isso que você quer?" - eu disse apontando pro meu pau.

Loli balançou a cabeça positivamente.

Primeiramente fui com o dedo indicador na portinha da prexeca carnuda da Loli, ela rebolava de tesão. Então eu aproximava meu dedo de seu clitóris mas tirava, o mesmo fazendo com seu cuzinho rosado e perfeitamente esculpido. A menina rebolava loucamente, pulava, gritava pela mordaça, mas eu não concluía nenhuma das investidas do meu dedo.

Então aumentei o nível de tortura, aproximei o rosto de sua bucetinha mas não lambi, apenas respirei próximo e de vez em quando encostava os lábios. Ela tentava de toda forma se mexer buscando minha língua, mas eu não permitia. Subi do clitóris até o cuzinho dela com uma lambida só, ela urrou e ficou ainda mais molhada, mas foi só aquilo que ela teria no momento. Para fazer com que ela sofresse mais, coloquei meu pau na porta de sua prexequinha enxarcada. Loli tentou ser esperta e empurrar o quadril pra trás, buscando ser penetrada, mas eu escapei e dei um tapa forte em sua bundinha, que ficou bem vermelha.

Del: "Menina malvada leva palmada na bunda."

Foi o suficiente pra Loli ficar ainda mais louca e tentar de todas as formas ser penetrada pelo meu pau. Eu apenas fugia, mantendo-o na portinha de sua buceta deliciosa. Cada vez que ela se aproximava, eu lhe dava um tapa mais forte na bunda, um de cada lado, e ela queria mais, pois não desistia de tentar ser invadida pelo little Del. Então soltei sua "maria-chiquinha" e a puxei forte pelo cabelo, levantando seu tronco e trazendo seu pescoço de encontro ao meu lábio. Meu pau se posicionou no meio de sua bundinha branquinha. Loli rebolava enquanto eu lambia seu pescoço e sua orelha esquerda. Minha mão direita puxava seu cabelo e a mão esquerda fazia o trajeto entre seus quadris e os seios, ora suavemente, ora apertando forte os locais por onde passava.

Ela já se debatia e mexia a bundinha insistentemente, Loli queria ser violentamente penetrada naquele momento, mas eu ainda queria torturar ela mais um pouco. Peguei o chantilly estratégico no frigobar e despejei nas costas da menina, lambendo logo em seguida. Loli rebolava de prazer, mexia a bunda de forma frenética. E confesso que minha vontade de enfiar o pau naquela prexeca maravilhosa já estava incontrolável. Então abri a bundinha dela e espalhei chantilly em toda a extensão.

Revezei-me em lambidas na prexeca e no cuzinho da Loli, que por sua vez urrava, se sacodia e balançava a cabeça, exacerbando todo o tesão que sentia. Tirei a mordaça da menina.

Loli: "Del, você é muito malvado, eu vou morrer de tesão."

Del: "Antes de você morrer, quero o seu boquete perfeito."

Ainda com a delicinha deitada sobre a mesa e amarrada, coloquei meu pau em sua boca e Loli iniciou seu boquete digno de aplausos. Mesmo com pouca mobilidade para a menina, havia algo em sua boca que despertava uma sensação indescritível no meu pau.

Incrível como o boquete da Loli me faz chegar rápido ao orgasmo, mas ainda queria mais brincadeira antes disso. Passei para a retaguarda da mocinha e coloquei meu pau na direção de sua prexeca. O little Del ía se agasalhando aos poucos e eu podia sentir a cabeça deste abrindo caminho no interior quente e apertado da branquinha. Loli se contorcia e gemia, caprichando nos elogios à minha pessoa.

Eu enfiava meu pau na prexeca da ninfeta branca em ritmo vagaroso, sentindo ela pulsar a musculatura vaginal e espremer meu pau, um verdadeiro absurdo de tesão. Ela pedia o pau inteiro mas fazia parte da tortura enfiar só até a metade. Com a mão esquerda eu puxava seu cabelo e com a mão direita eu estapeava sua bundinha tesuda.

Del: "Sabe que vou comer seu cuzinho né? Vou te fazer sofrer."

Loli: "Não Del, por favor..."

Foi tarde quando Loli negou, posicionei meu pau ereto como nunca na porta de seu cuzinho rosado e forcei. Não entrou. Despejei um pouco de saliva no cuzinho dela e no meu pau, deixando-o completamente tomado por uma mistura de cuspe e baba da buceta da estagiária. Nova tentativa e agora pude assistir meu pau abrindo aquela obra de arte rósea. Primeiro entrou a cabeça e Loli já gritava e tentava escapar. Eu recoloquei sua mordaça e peguei em seu quadril. Comecei uma ida e vinda vagarosa, para aquele cuzinho se acostumar ao intruso.

De surpresa, abri a bundinha da Loli e enterrei toda a envergadura possível do meu pau em seu cuzinho. Ela se curvou e começou a se debater na mesa enquanto seus gritos eram abafados pela mordaça. Então comecei a socar, e orquestrado pelos gemidos abafados eu enfiava mais fundo e mais forte, Loli já via a dor se transformando em tesão e logo já estava tremendo e se desfalecendo sobre a mesa. Eu continuei metendo enquanto dava tapas na bunda da menina e puxava com força seus cabelos.

Eu tirei o pau do cuzinho da Loli e observei a circunferência agora vermelha daquele cuzinho anteriormente rosado. E piscava loucamente, uma delícia. Enfiei dois ou três dedos, preparando o caminho para uma nova inserção do little Del. Com caminho livre, posicionei na portinha e enfiei de uma vez, a segurando forte pelo quadril, fazendo Loli voltar a emitir sua sinfonia de gemidos amordaçados.

Eu já estava no auge do tesão, e depois de algumas enfiadas gozei gostoso dentro do cu da estagiária safadinha. Em seguida tirei a mordaça da menina e pude ouvi-la gemendo ao sentir meu mastro pulsando dentro do seu cu, cuspindo os últimos jatos de gozo em seu interior.

Meu pau heroico começou a entregar os pontos, mas Loli começou a rebolar e dizer que estava prestes a gozar de novo, que estava louca. Aquela situação me fez voltar a socar a piroca, mesmo amolecida, e senti que o little Del estava voltando à ativa. Quando o boneco estava totalmente acordado, tirei e enfiei o pau inteiro de uma vez na estagiária, que se contorceu mas rebolou, usando a linguagem corporal daquela bunda enorme para pedir mais. Então eu meti com violência naquele cuzinho, ela rebolava muito e gemia de uma forma espetacular, me fazendo socar com cada vez mais força. Continuei metendo na moça até gozar novamente, enchendo o cuzinho dela de porra, vendo a satisfação em seu rosto quando eu terminei.

Loli: "Del, você é demais."

Desamarrei a mocinha e me deitei no chão mesmo, para relaxar após toda aquela sodomia com minha doce estagiária. Loli se deitou por cima de mim me abraçando e logo adormecemos. Não tive escolha a não ser perdoá-la pelo erro e encaminhar seu pedido de efetivação para o RH.

OBS: Conteúdo fictício. Todos os nomes e locais não possuem relação com a realidade.


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