No Quarto da Novinha

29 de Maio de 2014 Del Contos Eróticos 10298

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


"...aquela bundinha com formato moldado pelos deuses..."

Conteúdo originalmente publicado no site Contos Eróticos Aleatórios.

A personagem deste conto já é conhecida de vocês, queridos leitores, é a minha novinha preferida, e suas aventuras podem ser lidas aqui e aqui. Devido às circunstâncias de nossas vidas, planejar qualquer brincadeira é praticamente impossível, logo precisamos aproveitar qualquer oportunidade possível e transformar nosso desejo louco em uma foda inesquecível. E qualquer foda com essa deliciosa moreninha é inesquecível, mas se eu fosse relatar cada uma delas, o blog seria inteiramente dedicado à minha coelhinha novinha.

OBS: Como de costume, a parte de sexo se inicia na próxima frase em negrito.

Como vocês sabem, sou um grande amigo do primo da coelhinha, e uso da nossa amizade para estar sempre perto da novinha, que por sinal, ficou mais apegada à família do primo desde que comecei a aparecer na área. Certo dia acabei ruborizado quando a mãe do meu camarada comentou que a coelhinha só aparecia na casa dela quando eu estava por lá, e perguntou se estava rolando algum clima ou coisa do tipo. Tive que usar de minhas habilidades de enrolation plus para escapar da situação, embora não seria nada mal tomar a deliciosa mocinha de seu namorado velho, flácido e peludo.

Mas a minha ousadia se tornou tão grande, que aceitei o convite para uma churrascada no sítio do supracitado namorado rico da novinha. Graças às minhas habilidades no preparo de carnes, logo eu tinha a confiança do balofo com micropenia, que depois de algumas cervejas ficou mais animado, e inclusive tinha a audácia de falar mal de sua namorada novinha diante de mim, embora eu nunca prestasse atenção, afinal meu olhar ficava apenas na bundinha morena da coelhinha, que fazia questão de passar bem perto de mim com seu biquini comportado, mas desafiando sem dó os limites do meu autocontrole. Quanto ao corno branquelo e calvo, felizmente sua preocupação era comer, beber e de vez em quando secar as amigas de sua namorada novinha (que eu ignorava, apesar de deliciosas).

Metade do dia já tinha ido embora, e fora uma esfregada aqui e um beijo ali, nada de mais elaborado tinha acontecido entre eu e minha coelhinha morena, e aquilo já estava me tirando do sério. O sítio estava tão cheio de gente que era impossível achar um lugar a sós, até mesmo no meio do mato, local aonde dois caseiros do proprietário flácido quase flagraram a novinha com a mão dentro da minha sunga. Para disfarçar o fato de eu e ela estarmos sozinhos entre as árvores, aleguei que alguém chutou uma bola longe demais, e corremos juntos para buscar. Felizmente eles engoliram a história e foram embora, mas eu e a novinha decidimos que era mais sensato evadir dali também.

Chegamos ao final do dia no zero a zero, e eu já tinha perdido as esperanças de conseguir algo com a moreninha, ainda mais pelo fato de ter sido escalado para dormir na sala, visto que haviam dois quartos de hóspedes, e enquanto um foi definido como “quarto dos homens” o outro ficou como “quarto das mulheres”. Para não ser obrigado a passar a noite ao som de roncos e peidos de marmanjos, preferi dormir no sofá da sala, dividindo a companhia dos cachorros da casa. A coelhinha, para a minha surpresa, iria dormir sozinha em um quarto reservado para ela, apenas para manter a falsa imagem de menina recatada, enquanto o meu amigo balofo, depois de finalmente me deixar em paz após uma longa conversa sobre charutos, carros e mulheres, foi dormir em sua suíte particular.

Eu ainda estava acordado e zapeando os canais da TV, quando minha coelhinha surgiu na sala, trajando uma calça de moleton amarela e blusinha baby look. Devido ao fato de estar sem soutien, seus peitinhos empinados e pontudos elevavam a blusa, deixando à mostra seu umbigo e sua barriguinha naturalmente deliciosa. A calça era de um tecido bem fino, e estava totalmente colada ao corpo, deixando evidentes os volumes generosos de sua prexeca e daquela bunda sem igual. Transparente, a calça revelava com perfeição a calcinha branca que estava por baixo, tipo biquini, feita de algodão, do jeito que ela adorava usar.

Não perguntei nada, nem ela, a delicinha simplesmente sentou-se sobre uma das minhas pernas e beijou-me boca profundamente, enquanto minha mão já explorava o interior de sua blusa, dedilhando seus mamilos e manuseando aqueles seios deliciosos. Levantei sua blusa e chupei com vontade cada um daqueles peitinhos, enquanto minha coelhinha respirava ofegante e passava a unha devagar em minhas costas desnudas. Quando toquei sua bucetinha volumosa por cima da calça e tirei sua blusinha, ela notou o little Del atingir seu tamanho máximo debaixo do meu short, atraindo a menina a apertar firme o boneco rígido, fazendo-a elogiar o dito cujo enquanto sussurrava.

Como havia sido o costume daquele dia, um ruído nos separou, e a coelhinha se escondeu atrás do sofá maior, na lateral, mas não teve tempo de pegar sua blusa, que ficou no chão aos meus pés. O corredor com os quartos ficava de frente para o sofá aonde estávamos, e eu pude ver quando o namorado da novinha apareceu no corredor e cambaleava na direção da cozinha. Me ajeitei discretamente, fingi estar dormindo e ignorei sua presença, tentando evitar que ele viesse falar qualquer coisa inútil comigo, e encontrasse sua namoradinha seminua escondida atrás da estante.

Felizmente, depois de beber água, o perigo voltou para o seu quarto, e fiz sinal para a coelhinha de que estávamos seguros. Mas realmente ali não poderíamos levar à frente nossa brincadeira, então sugeri um dos banheiros, mas ela me lembrou de que os quartos coletivos não tinham banheiro, logo seria perigoso. Minha sugestão seguinte foi o meu carro, mas poderíamos ser gravados pelas câmeras externas ou vistos por algum caseiro insone, ou seja, também descartamos.

Na sua vez de sugerir algo, a novinha sugeriu que fôssemos para o quarto dela, mas teríamos que ser bem silenciosos pois a cama era barulhenta e seu quarto ficava exatamente entre os quartos coletivos, e aquele sítio ficava em uma região completamente silencioso durante a madrugada, logo qualquer gemido dela ou da cama seria ouvido a quilômetros de distância.

Andei furtivamente até o quarto da novinha e entrei primeiro, esperando poucos instantes até ela entrar depois e trancar a porta. Para não brincar com a sorte, tirei o colchão da cama de solteiro e coloquei no chão, com o máximo de cuidado possível para não fazer barulho, pois assim estaríamos livres dos rangidos daquela cama frágil. A coelhinha se deitou de ladinho no colchão, com aquela bundinha empinada e linda me convidando para uma inserção voraz. Tirei o short e me deitei por trás dela, na clássica conchinha, já com a trosoba fumegante em riste e pronta para visitar o íntimo profundo da moreninha.

Comecei a passar a mão pelo corpo da pequena delícia, deslizando os dedos por sua pele macia, pressionando sua barriga, apertando seu quadril e em seguida invadindo novamente sua blusa, em busca daqueles pequenos seios que me matavam de tesão. Enquanto isso eu mexia de leve o meu quadril colado ao seu, e ela podia sentir a pressão que minha trosoba fazia em sua bundinha vestida, rebolando gostoso conforme sentia minha virilidade a tentar rasgar sua roupa. Enquanto ela rebolava, eu respirava ofegante em seu ouvido, beijava seu pescoço e pegava firme em seus deliciosos peitinhos, mostrando para a doce novinha que ela estava prestes a sentir o meu vigoroso ímpeto sexual.

Ataquei primeiro sua calça, baixando-a até revelar toda aquela bundinha com formato moldado pelos deuses, e deliciosamente revestida por sua calcinha. Uma pena estarmos de luzes apagadas, pois a bunda da coelhinha é algo fenomenal, e merece ser apreciada sem pressa, degustada com os olhos como uma legítima obra de arte, antes de finalmente ser devorada. Aproximei novamente meu corpo ao da moreninha, deixando minha trosoba quente tocar-lhe a pele. Diante dessa sensação, a novinha ameaçou emitir um gemido, que eu rapidamente abafei, tapando sua boca.

Depois de alisar sua coxa macia e apertar suas nádegas firmes, separei as bandas de sua bundinha, fazendo a calcinha entrar totalmente em seu rabo e ao mesmo tempo deixei com que minha trosoba se acomodasse majestosamente naquela fenda deliciosa. Dedilhei a prexeca da coelhinha sobre o algodão da calcinha e senti que seu mel já se fazia presente, encharcando o tecido, e preparando o terreno para a minha virilidade rombuda. Masturbei sua bucetinha macia e tive que tapar sua boca com mais dedicação, evitando que seus gemidos incontroláveis se tornassem muito audíveis.

Minha trosoba pulsava em sua bunda e meus dedos frenéticos lhe masturbavam por cima da calcinha, que ficava cada vez mais melada, me convidando para um banho de língua naquela prexeca deliciosamente carnuda e depilada. Mas agora não tinha mais volta, a própria coelhinha se debateu e baixou sua calcinha o suficiente para liberar acesso a qualquer uma de suas portas da felicidade, e colocando a mão para trás, punhetou deliciosamente meu mastro, cuja cabeça estava apontada exatamente na direção daquele cuzinho espetacular...

Quer saber o que aconteceu depois? Continue lendo este delicioso conto no site Contos Eróticos Aleatórios.

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