Final - O troca-troca traumatizante.

30 de Maio de 2014 Inocente Contos Eróticos 49532

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Bom, como eu tinha prometido essa é a história de troca-troca, entre eu e um colega que até o momento não apareceu em nenhuma história que escrevi.
Isso marcou bastante e por isso me lembro de muitos detalhes até hoje.
Começou um dia que eu estava na casa dele. Os pais não estavam. Estávamos brincando com um ferrorama que ele tinha ganhado de presente (um XP1400). Não sei como me deu a ideia, mas simplesmente falei “eu ouvi sobre uma brincadeira que os moleques estavam falando”. Ele perguntou qual e respondi “É do pinto no cu”. No mesmo instante ele parou de brincar e começou a me olhar profundamente. “Como é essa brincadeira?” Respondi que um fica enfiando o pinto no cu do outro.
Na hora ele falou ”Vamos brincar então. Vamos agora”.
Ali começou um relacionamento que durou uns três anos. Nós não tínhamos nenhuma ideia de como fazer e que deveria ser feito. Simplesmente ficávamos pelados um na frente do outro. Hora um abria a bunda e deixava o outro vir com o pinto e depois trocávamos. Nessa época nossos paus nem ficavam duros, nem pelos nós tínhamos.
Quando aparecia oportunidade lá estavam nós dois pelados. Seja na minha casa ou na dele. Era a casa estar livre que rolava.
No começo era só mais uma esfregação, mas depois veio a ideia de um ficar chupando o pau do outro. Devagarinho ia aparecendo algo novo. Uma coisa que nunca fizemos na penetração era ficar enfiando e tirando. Não sabíamos que deveria fazer isso.
Depois começamos a sentar no pau um do outro.
Passou um pouco o tempo e o pau dele começou a ficar duro, mas não tanto. O meu demorou mais tempo.
Nisso eu comecei a reparar que o pau dele era bem maior que o meu.
Para se ter uma ideia, uma vez estávamos em um grupo de colegas e resolveram cada um medir o seu. O dele, para variar, era o maior do grupo. Ele mediu com uma régua e deu 10 cm. O meu deu 6 cm. Hoje o meu tem 16 cm ereto. Imagina o dele hoje em dia.
Quando o pau dele estava duro eu gostava de ficar chupando, mas não cabia na boca. Eu, na maioria das vezes, colocava um pouco mais da cabeça na boca. O pau dele era lisinho, branquinho, uma cabeça bem longa (nunca vi um desse tipo nem em fotos) e bem encurvado para a esquerda.
Ele percebia que eu mais chupava a cabeça e foi ai que ele começou a dar ordens. Colocou o dedo no meio do pau e falou “chupe até aqui”. Fiz o que ele pediu, quase engasgando, pois estava muito próximo da garganta. Ai ele fala “fique passando a língua na cabeça”. Fiz também. Eu ficava uns 5 minutos chupando. Ai ele tirava da minha boca e retornávamos na bunda, um do outro. Eu não sentia nada quando ele me chupava, por isso eu preferia sempre chupar o dele. Era muito mais gostoso.
As vezes ficávamos semanas sem fazer nada e depois íamos “brincar” de novo. Houve pouco intervalos desse tipo.
Mas todas as vezes que nos encontrávamos eu reparava duas coisas. O pau dele parecia que tinha crescido mais (era a idade passando, o corpo se desenvolvendo) e que ele estava muito mais sacana comigo.
Nossa criatividade não estava lá essas coisas. Repetíamos bastante o que fazíamos. Não é como hoje que todos tem internet e pode se basear em algo, nem revistinhas de sacanagem era fácil de conseguir.
Como eu disse ele estava cada vez mais sacana comigo e começou a me explorar mais, fazendo coisas que lhe dava vontade. Dessas coisas somente uma eu não fiz mesmo. Ele queria que nós dois nos beijássemos na boca igual a um casal. Eu tinha nojo de beijar outro homem. O resto sem problema.
Uma vez na casa dele estávamos assistindo tv. Ele foi no banheiro e quando voltou estava de pau duro e sem o short. Ficou na minha frente e falou “Vamos brincar. Chupe o meu pau agora”. Sem falar nada abocanhei o pau dele e após uns 10 segundos ele começou a dar risada e falou “meu pau estava todo lambuzado de mijo e você chupou tudo”, dando risada. Fiz cara de quem não gostou e fui embora.
As construções no bairro era o nosso lugar preferido para troca-troca, fosse de dia ou noite.
Durante uma tarde, nas construções, fomos “brincar”. Começamos devagar e foi esquentando.
Chegou uma hora que ele me mandou abaixar o short, ficar encurvado para frente, colocar as mãos nos joelhos e abrir bem a bunda. Eu já estava acostumado a fazer isso mesmo, sem problema.
Ele veio, mirou o meu cuzinho com aquele pau, me segurou pela cintura e foi forçando para entrar.
Essa foi a primeira vez que realmente eu senti algo entrando no meu cu. Senti o meu cu abrir e inchando por dentro. Fiquei espantado com aquilo. Nunca tinha sentido isso. De repente sinto algo forçando o meu intestino, lá no fundo. Nesse momento ele perguntou “está doendo?”. Respondi que não, mas aquilo estava me incomodando. Ele deu uma recuada e enfiou novamente tudo. Senti apertar mais ainda lá dentro, estava esticando o meu intestino mais ainda, comecei a serrilhar os dentes, pois estava começando a doer mais. Novamente ele perguntou “está doendo?”. Novamente respondi que não, não queria dar o braço a torcer, encher a bola dele com isso. E mais uma vez ele deu uma tirada até a metade e enfiou com tudo. Nossa... Sabe aquela abertura de boca que você dá quando algo dói mesmo? Imagine o dobro. E lá vem ele com aquela pergunta “Agora doeu?”. Respirei fundo e falei que não. Ai ele parou de ficar forçando para entrar mais no meu cu, mas mesmo assim ele não tirou e deixou tudo dentro lá no fundo. Ai eu percebi que a dor foi diminuindo. E comecei a dar uns apertões com cu com o pau dele dentro. Estava melhorando. Mas ai ele resolveu tirar. Fiquei com aquela dor lá no fundo a tarde toda, parecia que estava no meio da minha barriga.
Nos fundos das construções resolvemos fazer algo que ele tinha pedido. Mijar dentro do meu cu.
Era final de tarde. Estávamos em um local que ninguém poderia nos ver. Ai eu abaixei o short e ele, como sempre já de pauzão duro, veio e tentou enfiar. Ali ele ficou por um tempo. Eu perguntava “já mijou dentro” e ele respondia que ainda não tinha conseguido (mijar de pau duro sempre é difícil). Passou algum tempinho e ele falou ”agora vai”. Senti esquentar o meu cu, mas foi rápida a sensação.
Ele continuou a mijar, mas tudo estava escorrendo entre as minhas pernas, molhando até o meu short. Ele começou a dar risada alta e não parava de me mijar todo. Depois que ele parou vesti o short totalmente molhado de mijo. Ainda bem que estávamos nas construções. Nelas sempre tem aqueles tambores de 200 litros cheio de agua. Não tive escolha a não ser entrar em um deles e me lavar todo. E ele do meu lado ainda dando risada.
Outra vez, nas construções, eu estava com ele, eu estava encurvado para frente e ele veio por detrás para me comer, quando de repente um colega que mora perto da nossa casa passou nos fundos da construção e entre os vão do muro nos viu pela janela do quarto dos fundos. No mesmo instante me levantei e puxei meu short, mas mesmo assim ele viu e ficou espantado. Falei para o meu colega “o Ciclano nos viu. Corre atrás dele, rápido!”. Corremos para os fundos da construção e começamos a explicar a situação. Esse Ciclano não falou nada. Nisso o meu colega perguntou se ele queria fazer aquilo também. Não gostei nem um pouco disso. Nisso acabamos indo para uma pedreira mais para frente. O meu colega começou a “brincar” com o Ciclano. Eu fiquei ali sentado sem nenhuma vontade de participar. O meu colega bem que insistiu, mas não, sem chance. Mas essa foi a primeira e ultima vez que os dois “brincaram”.
Depois daquilo esfriou bastante os encontros. Ficamos, acho, que mais de um ano sem “brincar”.
Certo dia eu estava conversando com ele e falou-me “vamos brincar de novo?”. Concordei.
Fomos então para aquela pedreira no meio do mato. Chegando lá falei que um chuparia o pau do outro. Jogamos impar ou par e ele perdeu, mas eu falei que quem ganhasse iria chupar o pau do outro (é lógico que eu estava louco para chupar aquilo). Quando ele tirou para fora eu vi que aquele pau não era mais o mesmo desde a ultima vez que eu o vi. O negocio cresceu, engrossou, ficou mais moreno e tinha umas veias saltadas! Então fui abocanhar, mas aonde eu chegava com a boca não tinha mais como. Não entrava nem a metade. Fiquei chupando bastante com a língua. Ai ele falou “chega desse negocio de chupar. Vamos por no cu”.
Fui o primeiro. Tinha uma pedra cortada, um pouco só inclinada, perfeita para se apoiar o corpo todo.
Abri a bunda com as mão, afastei as pernas e dei uma empinada na bunda e ele veio. Forçou o meu cu, mas escapou, ficou entre as minhas pernas e enfiou. Ele não percebeu isso e ficou ali. Depois foi a minha vez. E novamente ele em mim, mas dessa vez ele percebeu que não estava no meu cu e me mandou abrir novamente. Ai ele acertou. Senti o meu cu dar uma laceada e mais nada. Na terceira vez toda a história mudou. Fui novamente para a pedra, abri a bunda para ele daquele jeito, ele veio e encostou a cabeça no meu cu. O meu cu deveria estar todo suado e meio frouxo de tanto que ele tentou forçar a entrada nas duas primeiras vezes. Lá estava eu com as mãos abrindo minha bunda, ele veio com aquela cabeçona inchada e colocou bem na entrada do meu cu. Soltei as mãos da bunda e apoiei na pedra. Nisso senti novamente aquela sensação de inchaço por dentro. Não deu tempo de mais nada, eu estava preso entre ele e a pedra. Aquilo foi fundo demais, parecia que tinha me atravessado, nunca imaginei que aquilo faria gritar com eu gritei. Mesmo eu estando de pé onde a bunda forma um obstáculo (rouba alguns centímetros) foi até onde meu intestino poderia se esticar, parecia que tinha cutucado meu umbigo. Eu devia ter imaginado quando eu vi aquele pau duro no momento em que fui chupar. Não tinha mais condições de “brincarmos”. Ele estava em um nível acima do meu.
Nesse momento em dei um grito muito alto, usei os braços para me empurrar da pedra e ele saiu de dentro de mim. Sai correndo da pedreira, puxando os hort. E ele correndo atrás de mim. Enquanto eu corria fui passando o dedo no cu e olhando para ver se não estava sangrando. Em um dado momento ele gritou “a noite eu passo na sua casa para continuarmos”.
Chegando em casa fui direto ao banho. Fiquei passando o dedo no cu e olhava se tinha machucado ou se estava sangrando. Nada encontrei. Ufa!
E não é que a noite ele foi em casa? Eu estava no meu quarto e só escutei a minha mãe falar “O meu filho está no quarto, pode ir lá”. Gelei! Sentei-me na cama, puxei os dois joelhos com o meu peito e o esperei. Ele se sentou bem na cama da frente e falou “Vamos continuar? Quero comer mais o seu cu”.
Respondi que não e não falei mais nada. Ele tentou insistir, mas sempre neguei. Eu estava paralisado de medo daquele pau. Eu estava quase chorando de medo. Nisso ele desistiu e foi embora.
Após isso dificilmente ele perguntava se queríamos “brincar”. Um tempinho depois voltou a perguntar, mas eu respondia que não podia, pois estava fazendo primeira comunhão e isso era pecado.
Uma vez, depois de uns quatro anos, ele foi dormir na minha casa. Dormimos no mesmo quarto. Confesso que eu estava louco para chupar aquele pau, mas somente chupar. Quando eu acordei no outro dia o meu pau estava todo gozado. Sonhei cada coisa com aquele pau.
Passou-se muitos anos quando, do nada, ele voltou a se insinuar para mim.
Eu estava na garagem vendo o carro que eu tinha comprado e ele chegou. Depois de umas conversas ele falou “me empresta o seu isqueiro?”. Tirei do bolso e ofereci. Nisso ele falou “não é esse isqueiro que eu quero, é outro”. Entendi no ato e respondi “Não dá. Já tem dono”. Ele só respondeu “safadão”.
Depois disso terminou tudo. Nunca mais falamos disso. Hoje moramos em cidades diferentes.


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