Quem eu era - O ultimo conto.

31 de Maio de 2014 Inocente Contos Eróticos 4248

Reportagem especial (UOL)
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Eu tinha escrito que haveria somente mais uma história (troca-troca traumatizante) e que terminaria os contos.

Mas esqueci de um.

Mas só uma coisa antes de iniciar. Até agora não falei como eu era fisicamente e o que acontecia para ser tão perseguido.

Não sei por que, mas todos que correram atrás de mim para me comer eram pintudos. Acreditem, mas os que eram normais ou pequenos não queriam saber de mim. Eram somente brincadeiras normais.

Eu sempre fui um moleque branquinho, com um corpo entre normal e magro. Minha mãe sempre me comprava short curto e justo com a minha bunda. Isso atiçava a mente dos moleques do bairro. As vezes era sair na rua e sempre tinha um que ficava olhando eu passar. Imagine um carinha branquinho, bundinha redonda e quase aparecendo o começo da bunda? Isso chamava atenção. Ainda mais que eu era bem inocente em relação a sexo. Minha mãe não queria saber de falar de sexo, pois era muito religiosa. Meu pai só queria saber de assistir TV e fumar cigarro. Nem se preocupava se eu chegava cedo ou tarde em casa. Ele só foi falar de sexo comigo quando eu já estava bem mais velho (e ainda tinha bebido para conseguir falar). O que eu aprendi sobre sexo foi nas ruas mesmo. E as vezes sendo a cobaia. Muitos marmanjos ficavam falando de sexo comigo, mas com a intenção de se aproveitar de mim. Uns até apalpavam minha bunda, querendo me mostrar como passar a mão, mas na verdade estavam tirando uma casquinha. Na época nem dava bola, não sabia que isso tinha a ver com sexo, que era normal alguém ensinar você na pratica.

Um deles, sempre a noite lá pelas 21:00h, quando me via passar me chamava para conversar. Ai começava a falar (inventar na verdade) que no dia anterior tinha ficado com um carinha, que ele ficava acariciando o pau dele, chupando, esfregando e tal. Estava tentando me seduzir com isso. Confesso que até dava vontade de experimentar (eu nem sabia direito o que era isso), mas não fui de vergonha e não tinha aquela química, intimidade e tal.

Tinha uma brincadeira chamada "pula-mula". Sempre o primeiro que pulava falava algo para todos fazerem, mas aquele que não conseguisse pular o cara (mula) tinha que ser a cobaia da brincadeira. Adivinha quem não conseguia pular? O cara que ficava como mula se levantava de propósito para eu não conseguir. Pronto. Era a festa para os moleques. Ai o cara pedia “colocar a linguiça na panela”. Quem era a panela? Eu. Mas tudo era feito sem tirar nenhuma roupa. Ai eles formavam a fila e cada um vinha-me encochar, colocar a linguiça na minha panela. Em outro pedido, chamado “escrever carta para mãe”, um era a mesa e outro o banco. Quem era o banco? Eu de novo. Ficava de quatro apoios no chão (joelhos e mãos) e o cara ia escrever a carta nas costas da mula. A caneta? Era o dedo do cara. Adivinha onde ele recarregava a ponta da caneta? Na minha bunda. Era uma dedada atrás da outra no meu cu. Ficava até ardido.

E outro pedido era “montar canoa”? O cara deitava no chão e o cara que não conseguia pular a mula sentava em cima do pau do cara e começava a ir para frente e para trás como se estivesse remando. Remei bastante de canoa em meio mundo. Eu percebia que tinha algo no meio da minha bunda e estava duro, mas nem ligava. Eu levava tudo na brincadeira. Normal aquilo.

Outra brincadeira se chamava “bate caixinha”. Um ficava sentado e os demais, em fila, ficavam agachados um atrás do outro. O cara que estava sentado falava "bate caixinha", e o de tras respondia "bate você", o cara sentado "então da um tapa na bunda e vai se esconder". E você acha que eles davam só um tapa na minha bunda? Enchiam a mão fazendo minha cueca quase entrar no meu cu. Uma vez um deles enfiou a mão por dentro do meu short e apalpou com gosto, até senti o dedo dele apertar a entrada do meu cu. Só falei "devagar ai". Bom, era para manter certa distancia do da frente, mas quem ficava atrás de mim sempre ficava colado na minha bunda, simplesmente juntava o pau na minha bunda mesmo. Tinha vez que dois se empurravam para ficar atrás de mim.



Agora chega.



Essa história (como eu disse sempre foram reais e nenhuma inventada) ocorreu em uma vez que eu sai com a minha mãe. Ela não quis me deixar em casa sozinho.

Ela resolveu ir à casa de uma manicure/pedicure em um bairro mais afastado. Fomos de ônibus.

Chegando lá eu percebi que ela tinha um filho, mais novo e baixo que eu. Estava andando pela casa só de cueca.

Enquanto minha mãe ficou com a manicure resolvi sair um pouco de dentro da casa. Olhei no corredor e tinha um monte de brinquedos no chão. O molequinho chegou perto e perguntou se eu queria brincar com ele. Falei que sim.

Sentei-me no chão e comecei a brincar. Ele se sentou bem na minha frente.

Passaram-se alguns minutos e sem querer reparei um volume grande na cueca dele. Imediatamente tirei os olhos daquilo. Continuei a brincar normalmente, mas pensando “o que seria aquilo?”.

De repente, do nada, ele se levanta, abaixa a cueca e coloca o pau duro para fora. Caramba! Naquela idade e era bem maior que o meu e ainda por cima estava cheio de veias saltadas! A cabeça estava roxa de dura!

Ai ele fala ”Engoli o meu pinto. Abre a boca. Engoli o meu pinto, abra a boca, abra a boca”.

Fiquei sem reação. Fiquei espantado com aquilo, sem me mexer. Ele veio em minha direção com aquilo certinho na direção da minha boca. Quando ele estendeu uma das mãos para agarrar a minha cabeça (a outra ele estava segurando o pau) eu comecei a ir para trás. Fui indo usando as duas mãos e pés. Ele estava dando a volta em mim para me pegar de lado. Nisso consegui me levantar e sai correndo como nunca. Dei a volta na casa. Olhei para onde estávamos sentados e ele não estava mais lá. Corri com tudo para a porta da cozinha e me agarrei em minha mãe. Ela até estranhou aquilo e perguntou o que foi. Respondi “nada”. Não sai mais de perto dela até acabar de fazer as unhas. Ai esse molequinho passou na minha frente com a maior cara de que nada aconteceu e foi para o quarto. Ainda assim fiquei mais uns quinze minutos grudado no braço da minha mãe. Quando terminou as unhas dos pés fomos embora. Ufa.

Até hoje eu queria saber o motivo dele ter falado aquilo, quem o ensinou isso e, novamente a duvida, por que todos os pintudos que olhavam para mim queriam me comer?

Aqui termino as minhas histórias. Nada foi inventado. Tudo realmente aconteceu comigo.
Depois disso só tive relação com mulheres, principalmente amantes. A ultima foi uma delicia, totalmente submissa.


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