Bailarina Loirinha (Parte 1/3)

02 de Junho de 2014 Del Contos Eróticos 5374

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


"...loirinha de bunda fabulosa e sorriso metálico..."

O conteúdo a seguir será publicado em breve no site Contos Eróticos Aleatórios.

A personagem principal deste conto não é uma menina qualquer. Venho apresentar-lhes a professorinha de ballet, uma deliciosa bailarina profissional de 24 anos, loira natural com cabelos longos e lisos, 1,66 m de altura e 60 kg, corpo bem torneado, merecendo destaque especial suas coxas bem grossas e sua bundinha grande e arrebitada, graças aos longos anos dedicados à sua arte. Não tem o mais belo dos rostos, mas o aparelho em seus dentes lhe faz parecer ter menos idade, bem como sua voz suave e seu jeito sapeca, embora o costume de usar maquiagem exagerada seja um demérito. Seus seios são medianos e discretos, mas ela abusa dos decotes para dar volume, especialmente em fotos postadas nas redes sociais.

Conheci essa pequena delícia em uma viagem profissional ao interior do país. A operação que deveria durar duas semanas cresceu para quatro, e o pouco tempo livre que eu tinha precisava ser bem aproveitado. A cidade era pequena e, por conta disso, as únicas atrações locais (leia-se: lugar para encontrar bucetas) eram os Rodeios, e apesar de não ser muito fã desse tipo de atração, morro de tesão por mulheres de bota, calça jeans colada e chapéu de vaqueiro. Na intenção única de ver o nível das cowgirls locais, me arrisquei em um desses eventos, mais exatamente um show de uma dupla sertaneja conhecida por aquelas bandas, totalmente desconhecidos à minha pessoa.

Enquanto eu tomava umas cervejas para entrar no clima, três baixinhas com maquiagem super pesada, jeans colado, bota e chapéu de couro passaram por mim sorridentes, e fui obrigado a dizer alguns gracejos. As três olharam e demonstraram apreço por meu galanteio com sotaque carioca, e uma delas, loirinha de bunda fabulosa e sorriso metálico, despertou um desejo selvagem em mim e no little Del. Fui atrás da mocinha, sem pensar duas vezes.

Me apresentei, trocamos um papo em grupo e logo as outras nos deixaram em paz, dando-me espaço para galantear apenas a minha escolhida. A moça risonha falava pouco, mas com seu rosto ruborizado e a forma que a mocinha se derretia aos meus elogios, ficou claro que eu não terminaria aquela noite zerado. Mas antes de atacar a presa, perguntei sua idade, afinal seu rosto e sua altura nem de longe revela suas vinte e quatro primaveras. Completamente dentro da lei, puxei aquela delicinha pela cintura e tasquei um beijo vigoroso em seus lábios, extraindo profundamente seu aroma de morango do brilho labial.

Ousada, ela apertou minha retaguarda e mostrou que não estava para brincadeira, e eu já procurei um local aonde pudesse levar a loirinha e conhecer melhor seus encantos. Apertei sua bunda guardada na calça jeans e me impressionei com a dureza do local, pura musculatura! Viciei rapidamente em apertar forte aquele rabo, e a mocinha correspondia aos meus apertões com gemidinhos e mordidas em minha orelha. Minha piroca já pulsava frenética dentro da roupa, e a cowgirl percebeu, colocando suas mãos pequenas sobre o volume da minha calça e dizendo que eu era "um rapaz crescidinho".

Tudo parecia sugerir que em poucos instantes minha trosoba nervosa estaria cutucando o útero da loirinha, talvez encostados em uma árvore das redondezas ou jogados em um matagal qualquer. Porém, ela tinha uma surpresa para revelar: se eu quisesse algo com ela, teria que esperar acabar o show, pois ela era uma das bailarinas da dupla sertaneja que iria se apresentar dentro de 15 minutos. Fala sério! Eu não iria ficar esperando quase duas horas por ela, ainda mais tendo que ouvir sertanojo e, pior, sem poder pegar ninguém. Disse para ela que não iria rolar, mas que poderíamos trocar telefones e nos encontrar depois (ou seja, nunca).

Ela fez uma carinha triste e disse que tinha gostado de mim, que realmente queria ir mais além comigo naquela noite. Então pedi que ela me desse um motivo bem convincente para lhe esperar. A mocinha abriu um sorriso enorme e me puxou pela mão até o local dos camarins e vestiários, me levando para dentro de uma tenda improvisada que parecia servir de vestiário, mas estava escura e vazia. Fomos até o fundo do recinto, atrás de algumas caixas, aonde ela se abaixou diante de mim, olhou nos meus olhos, abriu um sorriso metálico e mandou eu colocar meu boneco para fora. Como assim? Rápido e direto desse jeito? Apaixonei!

Abri o zíper e deixei o little Del saltar animado para fora, diante da face da loira, que imediatamente pegou no mastro e iniciou uma apaixonante punheta, destilando elogios baratos às dimensões do meu camarada. Sua mão era bem pequena, uma das menores que já tocou em minha trosoba atômica, e a visão daqueles pequenos dedos branquinhos se esforçando para segurar minha jeba morena era algo que eu não esqueceria jamais. Sugeri que ela usasse as duas mãos, e assim ela o fez, masturbando-me com as duas mãos em uma sincronia quase profissional.

Sua habilidade para a punheta era ímpar, mas eu queria mesmo era sentir aquela boquinha tesuda abocanhar o salame e me levar ao delírio, mas apesar de manusear o instrumento bem próximo ao seu rosto e dar alguns beijinhos molhados na cabeça do menino, a bailarina safadinha não colocava o menino na boca. E que punheta fantástica era aquela? A loirinha era quase tão habilidosa quanto minha mão esquerda, e fazia algo que eu não conseguia fazer, que era usar as duas mãos com uma coordenação motora incrível. A sensação da punheta somada à visão daquele sorriso metálico e das mãozinhas pequenas em minha jeba só poderiam resultar em uma coisa: gozo.

Não tive nem tempo de pegar sua cabeça para lhe forçar a abocanhar minha trosoba ejaculante antes que minha essência sexual fosse lançada na atmosfera. Simplesmente fui dominado por um prazer visceral, que se traduziu em um prazer intenso espalhado por todo o meu corpo, culminando em pulsações desenfreadas de minha piroca e uma gozada viril, intensa, cujo primeiro jato de porra foi lançado a alguns metros de distância, e os restantes caíram um pouco mais próximos. A bailarina safadinha e habilidosa escapou de ser alvejada com meu magma seminal, e deu uma gargalhada ao ver quão longe meus gametas haviam voado.

Del: "O alvo era a sua garganta. Deixa de ser malvada e me chupa agora, me dá outra gozada dessas, vai..."

Bailarina: "Claro que não, se eu contar o final do filme no trailer, por que você iria pagar pra ver o resto? Vai me esperar ou não?"

Del: "Se não for propaganda enganosa..."

Bailarina: "Sua única opção, carioca, é esperar para ver..." - se levantou e saiu, rebolando sua deliciosa bundinha e me mandando um beijo assoprado de longe, acompanhado de um lindo sorriso.

Safadinha! Me seduziu o suficiente para eu manter minha palavra, e de quebra atiçou o meu tesão e minha curiosidade para o que ela poderia me oferecer em termos de serviços sexuais. Por falar em serviços, o que será que ela quis dizer com "pagar para ver o resto"? Talvez isso explicasse sua habilidade manual para lidar com meu boneco carnudo.

Gostou? Quer saber como continua esta deliciosa aventura sexual? O restante estará disponível em breve no site Contos Eróticos Aleatórios, e também será publicado aqui no Texton. Enquanto isso, se delicie com outros contos eróticos de qualidade abaixo:

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