Indistinguível

02 de Junho de 2014 GatsBaby Contos Eróticos 1504

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Rômulo: alto, charmoso, sedutor e másculo. Ruan: alto, charmoso,
sedutor e másculo.



Diferenças quase nulas e sim, realmente são a julgar que são
gêmeos idênticos. Rômulo de melhor conhecimento meu é bem tarado, assim digo,
pois nossa relação não é amizade nem namoro. Aquele "peguete" quando
dá vontade. Aquele quem nunca diz não ao sexo e vice-versa.



Certo dia, fui a sua casa como ligara para mim desesperado, não
podia negar consolo e conforto a um colega desses. Logo que cheguei nem foi
preciso chamar, pois já estava na varanda me esperando. Entramos em amassos.
Rômulo, sem dizer uma palavra que fosse, já levou-me para sala e me jogando no
sofá.



Sua determinação e ferocidade no sexo era algo que imensamente
me excitava, sem medidas de início a fim. Começava de tal maneira e sempre
diversificava. Uma de suas curiosidades era não gozar de imediato. Segurava
cada gota de sêmen tal maneira que alongava o sexo em horas de extrema loucura
e prazer.



Logo, retirou meu short, deu um tapinha na minha bucetinha e
colocou seu pau para fora. Rígido e majestoso. Não digo só em comprimento, mas
também sua sincronia com a largura e aquela cabeça grande e vermelha.
Aproximou-se e se sentou ao meu lado. Deu aquela batidinha rápida de punheta
enquanto masturbava-me com a outra mão e logo deu-me o aviso de liberado.



Posicionada, sentei naquela pica da qual já estava até com
saudades. Minha bucetinha de tão safadinha de primeira já a engoliu e começou a
contrair-se e latejar. Contrações intensas assim como a cavalgada que era feita
veloz e sem dó nem piedade, influenciada pelos tapas que recebia na bunda e os
dedos de Rômulo brincando com meu cuzinho.



Aquele vai e vem, vai e vem delicioso e alucinante lubrificado
pelo meu gozo que ativo estava. Meu clitóris trabalhava feito louco com toda
aquela pressão e quentura que nos envolvia. 



E ali ficamos por bastante tempo, até que Rômulo me mandou sair
e me deitar. Tão logo o fiz, ele subiu em mim, colocando-me cara a cabeça com
aquele pau lustroso. Não era preciso dizer o que era para fazer. 



De imediato, iniciei o trabalho de boqueteira do melhor modo que
pude. Sentia aquele pau molhada e quente na minha boca e a mistura de secreções
de ambos que facilitava ainda mais o ato de instinto natural. Parecia uma doce
criança com aqueles pirulitos que se chupa ao máximo até chegar ao chiclete,
mas de tão bom que é rezar para si que este numa acabe.



Com lambidas, mordiscadas e a mão de Rômulo acariciando meus
cabelos e olhando para mim com cara de satisfeito. Em seguida, saiu de cima de
mim e se posicionou na minha xana, quente e pedindo por mais pica tal pulsante
que Rômulo ao tocar com o dedo indicador conseguiu sentir.



Começou a massagear meu clitóris com o dedo e brincava com sua
língua quente que adentrava ainda mais minha bucetinha levando-me ao delírio.
Não foi possível contar as vezes que gozei já com ela encostando em meus lábios
(ambos os que pensara/ em cima e embaixo) e me adentrando com movimentos
rápidos que levavam ao contorcer de grande prazer investido.



Após degustá-la, colocou-se em posição e começou a socar com
toda a velocidade e força, tais quais chegavam a provocar uma certa dorzinha
que digo ser ardente quente.



Quando estava para tirar, o inevitável aconteceu. Bem na
portinha da minha grutinha, Rômulo deixou seu material expelido e espalhado,
respingando um pouco até no sofá.



Fomos ao banheiro e tomamos juntinhos aquele banho delicioso em
meios a beijos e toques deliciosos. Sempre ágil, Rômulo acabou antes que eu e
saiu do bainheiro, deixando-me lá (como de costume). 



Em pouco tempo, com toda aquela fumaça da água quente que o
chuveiro mandava, deixou os vidros do box embaçados. Só vi Rômulo entrando
novamente no banheiro (já nu) e junto comigo embaixo do chuveiro
novamente. 



Logo começou a tocar minha bucetinha e como diz a música
"Dizer segredos de liquidificador" em minha orelha. Empinei a bunda e
Rômulo posicionou-se e novamente começou a penetrar-me. 



Dessa vez era devagar, "caliente", suave e prazeroso
ao modo desconhecido. Tal ato não foi conclusivo, mas quase para saber que
aquele não podia ser Rômulo.



Enquanto, "Rômulo" administrava aos idas e vindas de
seu pau, eu constantemente ajudava-o rebolando e esfregando meu clitóris que
ainda com super carga estava inchadinho e pulsante. 



Naquela estufa (digamos assim), ficamos por mais tempo do que
imaginávamos. Desligamos o chuveiro e saímos. "Rômulo" abaixou a
tampa do vaso e se sentou. 



De
mansinho, cheguei próxima a ele que deu um beijo em minha barriguinha ainda um
tanto úmida e sentei naquele pau. Recomecei os movimentos de sobe e desce com
reboladas e atravancadas. Contraia agora por querer minha bucetinha, prendendo
aquela pica nela que a lubrificava cada vez mais com meu gozo que faltava. 



Senti,
contudo uma contração do pau diferente e de imediato sai sem incrivelmente ser
melada pelo gozo dele que seu pênis esguichava todo lindo e cheio de vida.
Acabei de secar meu corpo, arrumei-me e fui dar um beijo nele, que tomava outro
banho, antes de sair do banheiro e lhe dizendo a frase, que acho ser por ele
inesperado: "Tchau, Ruan. Foi boa nossa primeira vez.", deixando só
com uma piscada e um risinho de saída.



Logo
que saia da casa deles me depara no portão com Rômulo voltando do mercado e me
chamando para jantar com eles. Lógico que aceitei. Passei ali quase que o dia
todo para ser mais exata. Fui embora eram vinte e duas horas, pois Rômulo
levou-me em casa. Apesar de ambas as aventuras, bom mesmo foi deixar uma em
segredo que por si originou outras, até então desconhecidas.


Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


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