Mil e uma fantasias com ela (Conto Lésbico 2)

03 de Junho de 2014 Empalidecida Contos Eróticos 3833

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Já havia tido fantasias – secretas, e nunca contadas a ninguém. Estar com ela, poder tocá- la, é levar a imaginação ao infinito e além... Um toque, o cheiro é o suficiente para que outras cenas pudessem se formar em minha mente, tudo começou com uma brincadeira, saímos eu, ela e nossas amigas, estavamos em quatro,  eu como sempre bebi, encontrei meus amigos e dei muitas risadas, minha cabeça começou a ficar pesada e minha visão um pouco embaçada assim como meu jeito de falar, e mesmo assim ela era a unica coisa que insistiu em ficar na minha cabeça. Eu ficava ao lado dela, há abraçava, e tudo o que eu queria, era poder virar seu rosto e beijá-la. Quando fomos embora, todas estavamos alegres, e claro sempre rindo de mim, ela estava do meu lado, ela brincava comigo e eu apenas ria, queria poder uma vez não me importar com ela. Eu deitava em seu braços só pra poder senti-la, quando descemos do onibus, as meninas haviam ido embora, ficamos eu e ela no ponto, esperando para que eu pudesse ir embora. Ela me abraçava, pois eu estava com frio, mas aquilo já não era o suficiente, não pra mim. Eu sentia seu cheiro, passando a ponta do nariz em seu pescoço, ela pedia pra que eu parasse, mas eu não conseguia, provocá-la era bom demais para que eu pudesse parar. Por um momento, mesmo que sem querer puxei seu cabelo, fechei os olhos e imaginei tudo o que eu mais queria naquele momento, mesmo que não fosse o mais correto, mas imaginei o inicio de um beijo lento, mas com vontade, estavamos no muro da escola perto da casa dela, ela passava a mão pela minha cintura e apertava a mesma, aquilo me fazia sorrir, aquele sorriso malicioso, afinal, nunca foi do tipo de pessoa que possa se dizer que é santa.

Eu a beijava, beijava seu pescoço, apertava seu corpo no meu, como se não ligasse pra mais nada, ela levantou minha blusa, e abriu meu sutiã, foi quando começou a chover, mas continuavamos ali, a chuva só era mais um incentivo para que tudo pudesse rolar mais intensamente. Levantei uma das pernas em sua cintura e com a mesma à apertei em mim, eu conseguia mexer a cintura de um lado para o outro, a adrenalina do momento passava em cada centimetro da minha pele, e aquilo fazia eu me sentir melhor. Com uma das mãos eu acariciava a sua nuca, adorava sentir a sensação que fazia meu corpo formigar quando eu a tocava, o calor do seu corpo que exalava até ao meu. Ela passou um de seus dedos em meus labios, fiquei ali sentindo aquela sensação gostosa, aquela excitação, sem mover um só músculo. Passou a sua mão por cima dos meus braços, até encontrar os meus seios, por baixo da camisa,  todo o seu toque era muito leve, mas, mesmo assim, fiquei com medo dos meus seios ficarem com os bicos rijos, ou das minhas pernas ficarem arrepiadas. Um turbilhão de excitação parecia estar dentro de mim, como se meu sangue circulasse em grande velocidade.  Senti o calor da sua boca aproximar-se no meu pescoço, e depois senti um beijo leve. Arrepiei-me, e isso não dava para eu controlar. Ela deve ter percebido, e então começou a dar-me mais beijos no pescoço, agora já mais intensos. Sem qualquer palavra, nossas bocas se aproximaram, e nos beijamos. Sua boca era gostosa, e o beijo era intenso, como se nossas bocas combinassem. Ela levantou minha camisa, e desceu a língua pelo meu pescoço, até encontrar o meu peito, e ficou chupando, durante um bom tempo, enquanto acariciava o outro com sua mão lisa. Era delicioso sentir sua língua nos biquinhos das minhas mamas, sentir sua boca toda a mamá-lo. Enquanto chupava meus seios, com as mãos bem devagar ela foi abrindo meu short, e aos poucos abaixando, estava muio escuro e por causa da chuva não havia ninguém na rua, por isso não me importei muito, demorou bastante tempo, chupando meus dois seios. Depois desceu a língua, deslizando pelo meu corpo, e parou no meu umbigo. Ficou lambendo meu umbigo, e beijando minha barriga… Então ela desceu mais um pouco. Delicadamente, passou a ponta da língua no meu clitóris, e ficou fazendo movimentos muito curtos, passando a língua levemente, de cima para baixo. Depois começou a chupar toda a minha buceta, e foi aumentando a intensidade, como se quisesse colocá-la toda na sua boca. Eu estava cada vez mais excitada, e ficava com as mãos em seu cabelo forçando a minha buceta, fazendo meu clitóris encontrar sua boca. Ela enfiou a língua na minha buceta, e delirei de prazer. Depois ela veio com um dedo e começou a meter na minha buceta, enquanto sua língua continuava a acariciar meu clitóris. Logo a seguir meteu outro dedo. Comecei a dançar com aqueles dois dedos dela dentro de mim, seguindo movimentos cada vez mais velozes, até quando não resisti e gozei, quando se tratava dela não sabia realmente se iria aguentar muito tempo. Seu sorriso era de contentamento. Minha perna estava bamba, a sensação que ela me dava naquele momento não tinha comparação, eu sorri, encostei a cabeça no muro, e mesmo assim só aquilo para mim não era o suficiente, e parecia que pra ela também não. Como se não bastasse já ter gozado uma vez meu corpo pedia mais, eu queria que aquilo nunca terminasse. Ela me virou de costas com certa violência, aquilo não havia me machucado, e ver como ela se sentia ao me ver daquele jeito era ainda mais satisfatório para mim. Eu encostei minha cabeça em seu ombro, ela beijava e mordiscava meu pescoço de leve, e suas mãos estavam em meus seios, massageando e apertando, eu virei meu rosto para o dela, e gemia com a boca colada na sua, as gotas da chuva caía em nosso rosto, ela direcionou sua mão até minha buceta e ficou ali acariciando meu clitoris, envolvi meus braços em seu pescoço, arranhava o mesmo com força, puxava seu cabelo e gemia manhosa em seus ouvidos, para que somente ela pudesse ouvir,  ela penetrou dois dedos, com uma certa força, aquilo doia mas a dor era tão gostosa que eu já não me importava, e foi assim, aumentando a velocidade e a força que eu gozei pela segunda vez. Eu não sabia como ela conseguia fazer aquilo, talvez pelo fato de que eu a amasse e senti-la literalmente dentro de mim, era algo magnifico. Respirei fundo, levantei o short e ficamos ali, na chuva, abraçadas e satisfeitas.


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