Cunhadinha. Conto 01 Salvador-Ba 1979

07 de Junho de 2014 Luiz Passos Contos Eróticos 3631

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Cunhadinha. Conto 01 Salvador-Ba 1979



Os contos são verídicos,
alguns nomes das pessoas envolvidas serão modificados.


Esse fato ocorreu quando eu
tinha 21 anos. 



Minha namorada 17 anos, e
minha cunhada 16 anos.



Cheguei um dia à casa da
namorada e ela não estava. Eu sabia que todos estavam viajando. Só não sabia
que a cunhada não tinha ido.



Ela atendeu a porta só de
blusa e biquíni.



- Oi. Tonha não ta.



Olhei para ela, olhei para o biquíni,
olhei para ela de novo.



- Beleza. Volto mais tarde.



- Não quer esperar ela aqui
não?



Se ela chega e me encontra
com a irmã de biquíni, dá merda. Adoooooooooooooooooooooro quando dá merda!



- Espero, claro.



A cunhadinha sentou comigo na
sala. Ainda de biquíni.



- Você e Tonha estão
namorando pra valer?



- Sim, por quê?



- Por nada,



Ela deitou no chão. De
barriga para baixo com as perninhas dobradinhas para o alto. Pés bonitos.
Pernas bonitas. E a bunda, que maliciosamente aparecia e sumia por baixo da blusa,
também era linda. Alias, bem mais que a da irmã.



Tive que comentar.



- Bunda bonita. A família
está de parabéns nesse quesito.



- Acho a minha feia. Muito
grande. A da minha irmã é mais bonita.



“Nem é.”



- Fico impressionado de uma
menina da sua idade ter uma bunda dessas. É biquíni que você está usando aí
embaixo?



- Sim.



- Ah ta.



- Quer ver?



- Melhor não. Sua irmã não ia
gostar.



- Não vou contar pra ela.



- Mesmo assim, é melhor não.



Ela foi puxando a blusa para
cima e olhando para mim com carinha de sapeca. Fiz-me de bobo e olhei pro outro
lado.



- Pára aí, Sinha. Sua irmã
vai chegar.



- Ouço o chaveiro dela na
porta. Dá tempo até de tomar banho se precisar.



- Ta pensando em se sujar com
o quê?



Já tava toda confiante, se
achando “a caçadora”.



- Vai vestir um short, vai.
Vai pegar mal você assim.



- To na minha casa. Fico do
jeito que eu quiser.



Tem truques que você manda
sabendo que não vai dar certo. Quer dizer, não deveriam dar.



- Bom, pelo menos tampa com a
blusa.



Jurando que estava sendo “do
contra”, ela tirou a blusa. Continuou deitada no chão. Agora, a parte de cima do
biquíni aparecia inteiro, insuficiente para cobrir a antiga marquinha.



- E agora? Ela vai reclamar
se chegar?



Fiquei de pau duro na hora,
mas precisava fazer pose.



- Você que sabe. Vou esperar
lá no quarto dela.



A ninfeta me segurou.



- Peraí. Fica aqui comigo. A
gente nunca conversa.



- Você não precisa ficar
pelada pra gente conversar.



- Foi mal. Queria ver o que
você ia fazer.



- Já viu?



- Já.



- Você não tem vergonha de
ficar assim na frente dos outros não?



- Na sua não.



- E por que na minha não?



- Porque já ouvi você e minha
irmã. Também já ouvi ela no telefone falando bem de você. Acabo me sentindo
sem-vergonha na sua frente.



- Cuidado com isso, hein?



Começou a desconfiar que
tivesse truque. Que a qualquer momento a namorada ia sair de trás de algum
móvel e lhe dar um susto.



Mas de qualquer forma, era
uma beleza de bundinha.



- Então mostra.



- Mostra o quê?



- A bunda. Vira e empina.



- Mudou de opinião, é?



- Vai mostrar essa porra ou
não? Anda logo.



- Ta.



A ninfeta empinou a bunda.
Comecei a suar.



- To com medo da minha irmã
chegar.



Comecei a alisar e debochar
um pouquinho.



- Se ela chegar a gente vai
ouvir o chaveiro. Dá até para gente tomar um banho se você quiser.



- Você é doido!



- Se não quer ver o gênio,
não esfregue a lâmpada. Atiçou, agora agüenta.



Segundo o instituto de
pesquisas Datafoda, nove entre dez meninas tem tesão no namorado da irmã. Seja
pela proximidade, pelo teor proibitivo ou mesmo pelo fato de que as mulheres
são inimigas naturais, a maior parte não pensaria duas vezes antes de pegar o
cunhado.



Comecei a passar a mão entre
as perninhas dela,



- Por que você ta fazendo
isso comigo?



- Eu é que devia ta perguntar
isso. Você é que me recebeu de biquíni.



- Achei que você fosse
amarelar.



- Sou inamarelável.



- To vendo.



- Rebola na minha mão.



De início achei que ela
estava ensopada de tesão, mas percebi que era suor mesmo. As perninhas tremiam
enquanto meus dedos passavam separando os lábios, puxando os pelinhos que saíam
pelo lado do biquíni.



Ouvimos o barulho do
chaveiro.



- Minha irmã chegou.



Quando ela tentou sair, agarrei-lhe
pelos pentelhos.



- Fica aí onde você está!



- Ta louco?!



- Quero que ela chegue e te
encontre assim.



- Pára!



- Você não queria? Agora não
quer mais?



- Me solta, ta machucando.



- Não vou soltar. Quero que ela
chegue e me pegue com a mão no meio das suas pernas.



- Você é doido? Me solta!



Passei a mão para dentro do biquíni
e agarrei. Ela parou de reclamar e começou a gemer. Falando baixinho, com a voz
sufocada, ela pedia.



- Deixa isso pra outra hora,
por favor. Vai dar merda.



- Quando eu começo, eu
termino. Quero ver você pelada.



- Ela ta entrando!



- Foda-se ela. O problema é
entre eu e você.



- Se você não me largar
agora, eu vou gritar!



- Hummmm… vai me deixar com
mais tesão ainda.



- Louco!



Ela se soltou e correu para o
banheiro.



- To batendo com o pau na
porta, ó:



Toc! Toc! Toc!



- Sai, seu tarado!



Toc! Toc! Toc!



A chave virou na primeira das
trancas da porta. Eram três.



- Sua irmã ta aí, ó. Se me
pegar de pau de fora aqui na porta do banheiro não vai entender nada.



Toc! Toc! Toc!



- Pára com isso! Por favor!
Ela vai ficar muito puta comigo.



A segunda tranca abriu. Ainda
tinha a segunda porta.



- To com o pau tãaaaao
durinho…



Toc! Toc! Toc!



- NÃO TÔ OUVINDO!



Resolvi guardar. A porta da
sala abriu.



- Oi Tonha. Tava esperando
você!



- Ué. Chegou faz tempo?



- Uns 20 minutos, meia hora
no máximo.



- Cadê Sinha?



- Só me atendeu e entrou no
banheiro. Não sei se já saiu.



Ela bateu na porta.



- Sinha? Ta aí? Oooooooi.



- Não demora não. Pre-ci-so
tomar um banho.



- Ta.



A voz da coitadinha tava
trêmula. A irmã nem deve ter se ligado. Quando entramos no quarto, foi tirando
a calça.



- Que isso?



- Tira a roupa!



- Ta doido? Minha irmã ta aí!



- Ta no banheiro. A gente vai
ouvir a porta abrindo. E ela não vai entrar aqui no seu quarto sem bater.



- Mas que fogo é esse de
repente?



- Saudade de você, anda, tira
a roupa logo.



Fui falando e enfiando a mão
por dentro da calcinha dela. Tinha seus mecanismos de persuasão. Ela foi
deixando.



- Ta tarado assim por quê? Ta
vindo de onde?



- De lugar nenhum. To aqui na
sua casa faz meia hora inclusive.



Vontade de rir.



- Hummmmmm… gostei.



- Sobe aqui na cama.



- Ta.



Enquanto pegava a namorada
por trás pelos cabelos, via a sombra da cunhada passando pelo espelho. O quarto
das duas tem uma porta em comum, por onde se pode passar de um para outro ou
simplesmente olhar para ver o que esta acontecendo.



A namorada gozava rápido. Eu,
no estado que estava, também não consegui segurar muito. Cada um com seu
orgasmo, eu cair na cama, ela foi para banheiro.



Assim que ouvi o banheiro
trancar, foi para a portinha que ligava os dois quartos. Ouvi o clássico
barulhinho de buceta molhada. De lá, vi pelas fechadura a cunhada se masturbando
deitada na cama. Abri sorrateiramente a porta, parei exatamente atrás da cabeça
dela, colei a boca em seu ouvido e disse:



- Tava ouvindo, né putinha?



A menina deu um pulo,
surpreendentemente, não parou o que estava fazendo.



- Aham.



- Gostou?



Respondeu afirmativamente com
a cabeça.



- Quer que eu faça igual com
você?



Perguntei enquanto apertava a
sua mão que estava dentro do biquíni. Os olhinhos virando foram resposta
suficiente.



Tirei o pau da calça e comecei
a passar no rosto da cunhada. A mão dentro do biquíni aumentou o ritmo de
entrada e saída. Enquanto eu batia com a pica em cada uma das bochechas, eu puxei
o biquíni para o lado. Pela primeira vez vi a buceta dela. Linda, como era de
se esperar. Assim que ela abriu a boca para gemer, enfie-lhe a pica tudo de uma
vez. Ela começou a se masturbar com as duas mãos. Eu entrava e saia de sua
boca, lhe dava tapinhas na cara e alisava os peitos que já espetavam a blusa.



- Me mostra.



Ela levantou a blusa e voltou
a se masturbar. Os mamilos estavam enormes e convidativos, mas pela posição,
não teria como chupar e ser chupado ao mesmo tempo. Beliscava um depois o
outro, no mesmo ritmo em que a cabeça era engolida por ela. Alisava-lhe as
pernas abertas. Ela gemia ainda mais e me chupava com cada vez mais gosto.



Ouvi o chuveiro desligar.



- Termina sozinha. Tenho que
ir ali.



Sem olhar para trás, guardei
o pau nas calças e voltei para o quarto da namorada. Deitado na cama, ouvi um
ou outro gemido vindo do outro quarto. Bati na parede, só para ela se ligar.



A porta abriu.



- Demorei?



- Nada. Foi rapidinho.



- E que volume é esse aí
embaixo da coberta?



- É que eu tava aqui pensando
em você.



- Noooooossa… pensou bastante,
hein? Pode dizer fazendo o quê?



- Posso, claro.



Coloquei a namorada na mesma
posição da irmã na cama. Exatamente do mesmo jeito, comecei a esfregar na cara
dela.



- Hummmm… animadinho, hein?
Gostei.



- Se masturba pra eu ver?



- Aham.



A perfeita reprodução da cena
anterior. Em um só dia, da buceta de uma para a boca da outra e agora, na boca
da primeira. Será que valia tentar reunir?



Enquanto voava em devaneios,
a namorada chupava. Com menos carinho, mas com muito mais talento que a caçula.
Com o tesão acumulado que estava, esporrei a namorada do pescoço até os
cabelos.



- Porra? Já?



- Ooops!



- Pô, meu cabelo. Vou ter que
tomar banho de novo. Melou meu cabelo todo, é uma merda tirar isso.



- Então vai logo, antes que
seque. Não quero namorada de dread não.



- HAHAHAHAHAHAHA. Filho da
puta!



Mal ouvi o chuveiro ligar, a
mais nova batia na porta que ligava os quartos. Quando foi até lá, já a encontrei
ajoelhada, com a mão inteira entre as pernas.



- Goza na minha cara também.



- Tava olhando, né? Safadinha!



- Anda, ela já ta saindo do
banho.



A menina falava meio afobada,
meio em transe. Achei
melhor não contrariar. Enquanto ela sentava a mão em sua buceta, eu masturbava
e batia com o pau nela. Assim que senti que ia gozar, enfiei tudo na boca da
cunhada, que engasgou. Gozei sem que ela esperasse. Vendo sua cara de dúvida
com a boca cheia (por que é que a mulher nunca resolve o que fazer nessa hora
sozinha?), dei a dica.



- Deixa escorrer pelo queixo.
Você nem está engolindo, nem cuspindo.



Viu o filetinho branco
descendo pelo rosto da ninfeta. Digno de foto.



- Onde eu vou me limpar?



- Aqui na calcinha da sua
irmã. Já ta melada mesmo, ela nem vai reparar.



- Ta.



A cena da menina esfregando a
cara suja da porra na calcinha da própria irmã era surreal. Típica coisa que
faz com que todo mundo pense que o que eu escrevo não aconteceu de verdade.



Assim que ela acabou, lhe dei
um beijinho e um tapa na cara.



- Vai para o seu quarto, vai
putinha.



Assim que ela ameaçou levantar,
eu a agarrei pelos cabelos.



- Não levanta não. Vai de
quatro.



Enquanto ela foi devagarzinho
até a cama, viu pelo meio das pernas dela que eu não tinha sido o único a
gozar. Estava tão distraído que nem percebi que a namorada já estava na porta
do quarto.



Guardei o pau e sorrir.



- Oi. Limpinha?



- To sim, ó.



- Muito bem.



- Vamos sair pra comer?



- Pode ser. Bate aí no quarto
de Sinha e avisa que a gente ta indo?



- Claro.



Novamente com a pica na
porta.



Toc! Toc! Toc!



- Estamos indo, Sinha.



Tonha viu e caiu na
gargalhada.



- Você é doido.
Já pensou se Sinha abre?



“Claro que pensei. Você é que
não”.



Vontade de falar.



Já estavam na porta da rua quando
ela se lembrou de alguma coisa, voltou lá para dentro,



Retornou com um sorriso
sacana na cara.



- O que foi, Tonha?



- Ai, que mico, abri a porta
do quarto de Sinha, fui falar uma coisa, mas desisti,



- Fala, o que aconteceu?



- Deixa pra lá. Você nem
imagina o que Sinha tava fazendo quando eu abri a porta.



“Imagino sim. Você é que não
imagina o que ela estava fazendo antes”.



De novo, ô vontade de falar…

Skype: luiz.passos5


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