Segredos de uma mulher casada XIV

07 de Junho de 2014 Aline Contos Eróticos 3323

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria





Aquela semana começou de forma diferente,  Claudio acordava sorrindo e cantando. No café
da manhã,  discutia assuntos mais
divertidos, hilariantes,  era um novo
homem,  a carranca que ele sempre
ostentou,  principalmente pelas
manhãs,  já não mais existia.  Percebi que ao me revelar ao Claudio,  proporcionei a ele a “janela” que precisava
para sem medo, sem traumas,  liberar-se
sexualmente,  sentindo prazeres que
certamente nunca sentiu.



Eu estava animadíssima com a idéia de levar o Claudio a
descobrir mais intensamente o sexo sem culpas, 
sem limites,  no fundo,  queria mesmo poder ter dois homens me
amando,  meu marido e meu amante Sidnei.



Numa tarde de quinta feira, 
Claudio ligou-me de seu trabalho e convidou-me para Jantar.  Fazia algum tempo que não tínhamos esse
instante só nosso.  A noite estava
agradável,  procurei vestir-me
sensualmente,  uma saia preta acima dos
joelhos,  um sapatinho de salto 17,  uma blusinha com decote mostrando uma parte
generosa de meus seios,  quando
caminhava,  sentia olhares sobre
mim,  sobretudo porque o sapatinho fazia
minha bunda ficar mais acentuada e certamente estava “causando”.  Confesso que ao vestir-me daquela forma,
ainda em casa,  esperava que Claudio
viesse a reclamar da ousadia,  o que era
normal diga-se de passagem naquele “outro homem”.  Não, 
ele não só não recriminou como teceu um rasgado elogio; “ Puxa voce esta
realmente muito bonita esta noite! “  E
então, sentados à mesa,  Carlos pega
minhas mãos e olhando em meus olhos diz; 
“ Eu não tive coragem de comentar com voce aquela nossa noite de
amor.  Na verdade voce me surpreendeu
mostrando conhecimentos e habilidades que eu jamais supunha que voce
tivesse.  Sei que ao longo de nossa vida
de casado,  meu trabalho ocupou parte
significativa de nossas vidas,  muitas
vezes tive que deixar voce para cumprir compromissos,  e sei que poderia te-la perdido por
isso.  Ver voce demonstrando tanta
experiência e ritmo,  se por um lado me
deixa feliz porque voce me proporcionou viver um sexo que só estava em minha
cabeça,  me deixa também preocupado por
imaginar que outros homens possam ter dotado voce desse grande
conhecimento...”  E continuou: “ Não
quero que voce fale qualquer coisa agora, 
poderia estragar essa nossa iniciação. 
Esse novo sentido que confesso esta me agradando muito.  Quero tentar ser mais aberto e receptivo as
experiências do sexo,  isso porque,  eu acredito, 
que mesmo que voce tenha tido alguma experiência,  eu continuei a ser importante mesmo sendo
rude e lhe dando pouca atenção,  caso
contrário,  certamente voce já teria me
deixado.  Assim,  vamos deixar que o tempo por si só apresente
as realidades que agora me despertam os sentidos e me proporcionam desejos e
querer mais,  sentir mais, conhecer
mais.”



Olhei em seus olhos, passei meus dedos levemente sobre seus
lábios e levantando o beijei intensamente. 
Foi minha resposta a esse novo homem que se consolidava como marido e
agora também amante.



Subitamente percebo que um casal se aproxima de nossa
mesa.  É o Valter e sua esposa,  amigos de Claudio.  Cumprimentos, 
abraços efusivos, convidamos para sentar e a Clara, sua esposa,  uma loira linda,  um corpo estupendo, logo me mostra ser
extrovertida e divertida.



Rimos muito embalados por uma musica agradável e pelas bebidas
que já faziam seus efeitos. Fomos dançar eu e Claudio, Valter e Clara,  era uma musica lenta,  Bee Gees, 
deliciosa,  Carlos me apertava e
suas mãos desciam suavemente sobre minha bunda e eu tinha a impressão de que
ele propositalmente fazia subir ligeiramente meu vestidinho,  mostrando um pouco mais de minhas coxas a
quem quisesse olhar.  De rabo de olho
percebo que ele fazia questão que Valter percebesse isso.  Um calafrio percorreu meu corpo,  pensei “ Será que Claudio já admite um
swing??  Será que seu despertar revelará
um devasso??  E pensando nisso a musica
acabou o retornamos à mesa.  Sentados,
conversando,  percebi que Valter, até
então um pouco distante de mim,  estava
mais próximo,  e nas risadas que se
seguiam,  suas pernas tocavam insistentemente
as minhas,  e em algum momento,  percebi que suas mãos me raspavam....  Claudio parecia estar em extase.  Sabe aquelas coisas de se falar tocando?  Então, Claudio falava, ria e buscava o
consentimento da Clara. Da Clara???  Sim,  eu não tinha percebido mas Claudio era
todinho pra Clara!!!  Falava, gesticulava
e “tum!  Tocava nela,  ora no braço, no seio?? Nossa eu confesso que
tava meio “altinha”  mas ainda tinha
plena consciência do que estava acontecendo... 
Tinha certeza de que Claudio também tinha,  estava se “aproveitando”  do clima e do momento.



E eis que as luzes ficam mais mornas e um som se inicia... “earl grant at the end of the
rainbow”  que musica linda!  Claudio levanta mas ao vir ao meu
encontro é convidado por Valter a dançar com Clara e eu, é claro,  estaria nas mãos de um outro homem...  Eu não disse nada de Valter mas ele era um
moreno alto,  forte,  musculoso, 
do meu tamanho,  um sorriso
brilhante,  dentes alvos,  um ótimo espécime masculino...  Pra variar, logo que nos juntamos em meio aos
que já dançavam  senti Valter me
apertando contra si,  inicialmente com as
mas em minhas costas,  mas gradualmente
foram descendo para a bunda e já estava a alisar o meu rego,  apertada sentia seu pinto,  e que pinto!!!! Me parecia um tronco generoso
a se insinuar na direção da minha buceta. Meu Deus,  lá estava eu novamente,  sendo bulinada por um outro homem,  na presença do meu marido que fingia nada
perceber mas que também estava bem insinuante sobre Clara.  Estávamos agarradinhos,  Valter provocava meus sentidos, alisava a
minha bunda me apertava contra o seu pinto e 
“prácabá”  começou a roçar o meu
pescoço.  Sua mão alisando a minha
bunda,  fazia subir meu vestidinho e
vezes ou outra eu sentia o toque de suas mãos diretamente em minhas carnes, não
é preciso dizer que eu estava “flutuando”.. estava!  Todos os meus sentidos eram sexo, minha
buceta devia estar “jorrando”  o líquido
dos desejos, eu nem sabia mais em que parte da musica estávamos,  e, de repente, subitamente, Valter toca o meu
rosto e ao virar sou pega em um beijo, que tentei desviar, afinal meu marido
estava ali, mas me faltava forças, sua língua habilmente entrou em minha
boca,  sua saliva agridoce brindou minha
língua e chupando-a,  roçando minha bunda
e apertando-me contra a sua tora, 
gozei....  foi a primeira vez que
gozei de pé...



Acabada a musica, 
voltamos nos recompondo,  me
pareceu que Claudio estava com a sua calça manchada na frente,  será que ele gozou nas calças???  Seria possível???



Sentamos,  percebi que
Clara já o dominava,  a partir daquela
canção, tínhamos praticamente trocado os maridos...



continua




Reportagem especial (UOL)
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