Eu 16. Ela 26. (l.c.9°)

07 de Junho de 2014 challenger Contos Eróticos 3445

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Ouvir um "eu te amo" aos 16 anos e da sua própria tia, depois de uma rapidinha gostosa no sofá, foi a realização de um sonho. Não, não, minto. Comer a minha tia de todas as formas e ela ainda me amar, isso sim que é maravilhoso. Digo que depois de ouvir a declaração da minha tia, tivemos uma noite muito romântica, com palavras carinhosas, beijos apaixonados e olhares que diziam tudo. Confesso que não me excitei a noite toda, fora os beijos que recebia, não conseguia ficar com vontade. Sei lá, comecei a ficar preocupado e perguntei a ela se não tinha problema de ficar gozando dentro, no qual ela me respondeu que não poderia ter filhos. Acreditar em palavras de mulheres pode ser um perigo.

   Tomamos banho, separados, nos arrumamos e fomos para uma creperia. Eram umas oito da noite e eu estava "morto" de fome! Quem ela via na rua e era perguntada (com segundas intenções) quem eu era, logo respondia que era seu sobrinho e que tinha namorada. Enquanto estávamos sentados, esperando nosso pedido, uma amiga apareceu e começaram a conversar. Pensa numa morena grande, com uma bunda de parar o trânsito! E o que mais me chamou a atenção era a desproporção, tipo, um rabo socado numa calça jeans clara e um par de seios bem pequenos num tomara que caia. Fora o cabelão ondulado quase até a cintura.

   Meu pau rapidamente endureceu quando eu imaginei ter aquelas duas na cama. Será que eu daria conta de duas gostosas? Uma loira e uma morena. E fiquei imaginando eu chupando a bucetinha de uma, enquanto a outra se divertia com a minha rola. Imaginei as duas me chupando. Caracas, como eu queria comer aquela morena, com a minha tia junto. Acho que comia agora, era só eu a colocar de bunda empinada, tirar suas roupas e comer. Do jeito que meu pau estava, comecei a ficar incomodado, pois estava mal posicionado dentro da cueca. Nisso, coloquei minha mão debaixo da mesa para arrumá-lo, quando tive a ideia de puxar a mão da minha tia em cima da calça. Lembrei do trato, mas ela não. E começou uns apertos e carinhos que tive vontade de me contorcer. 

   A amiga foi embora uns minutos depois quando nosso crepe havia chegado na mesa. E vi aquele rabão indo embora, rebolando até o final da rua. Minha tia estava me fuzilando com os olhos. Que maravilha, ela ficou morrendo de ciúmes. Uma loira gostosa como ela e literalmente de "quatro" para mim. Satisfeitos com o lanche, fomos para o carro. Ela usava um vestido de manga longa, era um rosa escuro, muito bonito, com uma calça legging por baixo e botas. Estava linda e cheirosa, como sempre. Ela estacionou seu carro uma rua abaixo da creperia e não disse uma só palavra até o carro. Perguntei o que tinha acontecido (eu sabia a razão) e ela disse que nada, estava tudo bem. Entramos no carro, a rua estava deserta e quando ela estava colocando a bolsa atrás do meu banco, peguei sua mão direita e coloquei em cima do meu pau, ela tirando rapidamente.

   -Aqui não, quando chegarmos em casa tudo bem, mas na rua não.

    Meu sangue subiu na hora. A peguei bruscamente no rosto e aproximei até o meu, dei um tapa forte e afastei seus cabelos. Olhei nos seus olhos e disse:

   -Se você me ama, me ama em casa e na rua! Pois é isso que eu sinto por você!

   E tasquei um beijo naquela boca. Afastei novamente seu rosto bruscamente e voltei para o banco, colocando meu cinto.

   -Vamos embora. Falei "sorrindo por dentro".

   Ela se derretou toda para mim, pedindo mil desculpas e querendo me abraçar, me beijar e eu só negando. Sabia que isso daria certo. Quando saímos finalmente de carro, passando algumas outras ruas, com ela acariciando minhas pernas e minha rola, parou o carro numa rua perto da praça. Estávamos debaixo de uma árvore, que escurecia tudo. Desligou o carro e apagou todas as luzes possíveis. O carro tinha película, mas estávamos na frente e na frente o vidro era normal.

   -Desculpa meu amor, fiquei com ciúmes de você e acabei descontando a minha raiva. 

   E foi me beijando no rosto, na boca, no pescoço, passando suas unhas nas minhas coxas e acariciando, por cima da calça, minha rola.

   -Ah, eu te desculpo sim. Abri rapidamente a minha calça e coloquei meu pau para fora da cueca. Peguei sua cabeça e sem forçar nada, levei sua boca de encontro. Ela "caiu de boca", me chupando e sugando meu pau. Engolia até o final e fazia com tanta rapidez que eu começava a suar. Na minha mente imaginava que estava sendo chupado por sua amiga morena. Meu pau tremia de tesão dentro daquela boca. Tirava sua boca e batia no seu rosto com o meu cacete e enfiava de volta. Colocava minha mão por dentro do seu vestido e acariciava seus seios. Estava demorando para gozar, então fui mais bruto. Levantei seu rosto, a chamei da vagabunda e desci cerca de uns dez tapas na cara dela.

   -Me chupa sua puta, me faz gozar! Quero gozar agora! Vai cadela!

   Foi quando ela começou a bater uma punheta para mim e lambia minha barriga. Ela sabia como me satisfazer. Enquanto usava suas mãos, falava todo tipo de putaria, o que me deixava muito louco de tesão. Estava quase gozando, quando um carro passou na rua e nos assustamos. Caralho! Estava quase lá. Descidimos que teríamos que ir para casa. Mas antes que ela ligasse o carro, ainda com o pau para fora da calça, a puxei com força de novo para continuar me chupando. Levei uns dez a quinze minutos. Ela chupava tão gostoso e fazia de uma forma que eu esqueci a morena. Fui jorrando porra para dentro da boca dela que deu uma engasgada, mas continuava a engulir e a me chupar. Meu corpo todo tremia. Olhei para ela se arrumando e se deliciando com os restos da minha porra. Que safada! A mulher perfeita eu encontrei, com alguns anos de diferença, é verdade.

   Ela ligou o carro e eu só pensava em retribuir. Ao entrarmos em casa, a segui para seu quarto, quando a empurrei para a cama, tirei suas botas, sua calça legging e calcinha. Olhei para ela, disse que a amava e passei uma grande parte da noite chupando aquela buceta deliciosa até experimentar sua goza.


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