Uma deliciosa bêbada na minha mão.

07 de Junho de 2014 challenger Contos Eróticos 26084

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Para nós homens, sair para uma balada e não conseguir beijar nenhuma mulher era com certeza uma noite de azar. Fui em duas casas noturnas, com alguns amigos e o queridão aqui, fora o único a não conseguir nada, nem as feias me queriam. A parte boa é que estava de carro, então não teria que "segurar vela" para ninguém. Me despedi dos amigos e quando estava chegando em casa, havia na rua uma grande festa. Tinha carro parado nos dois lados da rua e fui conferir o que rolava.

   A rua onde eu morava era bastante comprida e eu mal conhecia os vizinhos que moravam perto da minha casa, imagina nessa, onde estava acontecendo a festa e era bem longe do meu portão. Percebi que era uma festa de formandos do segundo grau. Por que esse pessoal bebe e grita tanto. Era um inferno de moleques sem camisa, com garrafas de whisky na mão, falando asneiras. Eu quando tinha essa idade, não passava vergonha assim. 

   Eu tenho 34 anos, sempre trabalhei e nunca tive muito tempo para festas na época dos meus 20 e poucos anos. Já aquela galera ali era um bando de bêbados que não sabiam farrear. Vide as meninas, com seus corpos bem desenvolvidos e nada na cabeça. Desci do meu carro, e junto dele, estava pensando em ir ou não para dentro daquela festa. Quando eu olhei para o lado, tive a visão mais gostosa da noite! Uma loirinha com seus 1,60 mais ou menos, com uma minisaia preta, com uma blusa com um belo decote de onça e um casaquinho que estava mal vestido. Ela falava bem baixinho que estava "no sal". Não sei de onde ela surgiu, pois estava longe da festa. Fiquei preocupado, pois ela cambaleava e trocava suas pernas num salto muito alto. Corri para ajudá-la. Foi quando ela me abraçou e com um bafo de todas as bebidas alcoólicas juntas. Cacete, dava para ficar tonto com seu bafo. 

   Perguntei aonde ela estava indo. Ela não falava coisa com coisa, estava totalmente fora de controle. Me olhava e me chamava de gato, ao mesmo tempo que dizia que estava perdida, que seu pai iria te matar, que ficaria de castigo para o resto da vida e blá blá blá. A coloquei dentro do meu carro e entrei, tentando ajudá-la. Ela estava "trilouca" e eu olhava seu decote e ficava maravilhado. Perguntava seu nome e ela me disse que era Sara, mas que para mim, eu poderia a chamar de Sarinha, porque era gostoso demais. E ficou me agarrando. Caracas, o que eu poderia fazer? Ela já estava no meu carro, completamente bêbada e louquinha. Pensei em ir na festa e coisa e tal, mas daria um puta trabalho. Procurei alguma bolsa ou carteira. Nada, ela não tinha nada com ela. Entre ela falando coisa com coisa e me agarrando, perguntei sua idade. Ela riu e disse para eu não me preocupar, que tinha 18 e que estava subindo pelas paredes. Perguntei se ela queria ir para a minha casa e ela aceitou. Ela não né? O alcoól respondeu por ela.

   Liguei o carro e fui para casa, a razão foi embora depois que vi uma chance maravilhosa te terminar a noite. Entrei na garagem de casa, tudo escuro. Lembrei que minha família tinha ido passar o final de semana no mato, numa chácara afastada da cidade. Ainda bem que eu não gostava de lugares assim. Abri a porta do passageiro e literalmente a carreguei para dentro de casa. A deixei no sofá e liguei a luz do abajur. Vi que era uma loirinha linda e gostosa. Quer saber? Foda-se!

   Sentei do lado daquela gostosa e comecei a beijá-la. Estava com um gosto horrível na boca. Então passei a beijá-la no pescoço. Percebi que ela estava suadinha, a alternei entre lambidas e sugadas. Minhas mãos estavam passeando por suas coxas. Abri suas pernas e enfiei minha mão bem fundo. Sua calcinha era bem macia e pequena e por dentro da sua minissaia, afastei a calcinha para o lado e enfiei meus dedos. Ela acordou de um jeito que levei um susto. Ela me olhou e começou a beijar meu pescoço, me chamando de gostoso. Suas mãos estavam paradas, me abraçando e eu olhava com mais desejo aquele decote. 

   Parei de enfiar meus dedos dentro da sua buceta e meio que de frente para ela, abaixei sua blusa. Que belos seios rosados e gostosos ela tinha. Puta que pariu. Agarrei seus seios, massageando-os com as mãos e depois comecei a comê-los, tentando engolir. Chupava tudo, passando a língua em volta, sugando seus bicos e modendo de leve. Gostosa, muito gostosa. Passou uma ideia pela minha cabeça. Me levantei e ela ficou me olhando enquanto tirava toda a minha roupa. A puxei mais para a beira do sofá e coloquei minha pica na sua boca. Ela me olhava com espanto e eu insistia em enfiar meu caralho dentro daquela boquinha de safada. Quando ela finalmente abriu, enfiei bem gostoso dentro. Ela deu uma engasgada, mas ficou com ele dentro. Comecei a estocar o meu pau dentro daquela boca com movimentos rápidos. Coloquei minha perna no sofá e segurei sua cabeça com minhas mãos. Fui forçanco mais meu pau dentro dela. Ela tentou segurar meu pau, mas eu não deixei. Fui metendo dentro dela, com uma mão forçando sua cabeça e a outra nos seus seios.

   Meu pau estava muito duro e eu queria muito gozar naqueles seios. A puxei para levantá-la e a levei para meu quarto. Levantei sua minissaia e tirei sua calcinha. Deixei a luz acesa para conferir o corpo dela. Nossa, muito gostosa! Ainda de roupa e de salto, coloquei ela de quatro, e com minhas mãos na sua cintura, penetrei naquela buceta apertadinha. Ela soltou um gemido de dor. Fui metendo dentro dela, com tanto tesão que nem ligava para carinho nem nada. Ela me olhava quando eu a fodia de quatro. Olhava para mim com cara de dor e de vontade. Fui socando meu pau cada vez mais rápido. Que visão maravilhosa eu tinha. Branquinha, não era magra, nem gorda, era ideal. Ela rebolava com movimentos curtos e rápidos e eu metia cada vez mais rápido e fundo, segurei seus seios com minhas mão e fui fudendo com força. Ela gemia baixinho até que ouvi ela gemer por um longo tempo e cair na minha cama. A virei de barriga para cima, abri suas pernas e olhando para aqueles seios gostosos, penetrei de novo. Penetrava dentro dela muito rápido e falei no seu ouvido que iria gozar naqueles peitos. Ela disse sim e relaxou mais as pernas. Pronto para gozar, enfiava meu pau com força e bem fundo dentro dela, ela gemia e me olhava. Foi quando tirei rapidamente meu pau de dentro da sua buceta e mirei nos seus seios, gozando neles e na sua barriga. Eu gemia muito alto e caí ao seu lado.

    Depois de uns minutos, me levantei e fui tomar um banho. Voltei para o quarto e limpei seus seios com uma toalha úmida. Tirei toda a sua roupa, coloquei um cobertor e dormi ao seu lado. Deixei uma lâmpada do abajur acesa, para o caso de ela levantar ou qualquer coisa. A festa ainda estava rolando, pois ainda dava para ouvir músicas e uma galera gritando. Fiquei olhando o corpo daquela loirinha novinha por uns minutos quando meu pau endureceu de novo. Ela estava dormindo de barriga pra baixo, totalmente nua na minha cama. Subi em cima dela, afastei suas pernas e enfiei meu pau dentro daquela buceta também rosada. Comi ela naquela posição uns dez ou vinte minutos, depois a virei, coloquei suas pernas nos meus ombros e comi aquela bucetinha tão gostoso, que não consegui tirar e gozei gostoso dentro dela.

   Lá pelas onze da manhã, senti a cama mexendo, acordei com ela olhando assustada para o quarto, Ficou mais assustada quando descobriu que estava nua. E precisava ver a cara dela quando me viu levantar da cama pelado também. Dei bom dia e a beijei na boca. Ela estava chocada. E de novo se assustou quando meu pau endureceu na frente dela.

   -Bom dia Sarinha, durmiu bem?

   Ela gaguejava e não sabia o que responder. Depois disse que estava com dor de cabeça. Vesti minhas roupas, entreguei as dela e fui pegar um remédio. Dei um remédio e um copo d'água. Disse a ela que seria melhor tomar um banho quente, que iria melhorar quase 100%. A levei para o banheiro, entreguei uma toalha e fechei a porta. Ela agradeceu, mas senti que ela estava muito confusa e envergonhada. Ao sair do banho e vendo aquele ela com a roupa de ontem, me deixou excitado. A beijei de novo na boca, dei um copo com suco de goiaba e uns um pedaço de pão caseiro com uva passa. Ela comeu olhando sempre para baixo. Eu estava de short e ela percebeu que estava de pau duro, o que a deixavam mais embaraçada. Ela agradeceu pelo café da manhã e não sabia o que fazer. Mas eu sabia.

   Fui para perto dela, a agarrei pelos cabelos e comecei a beijá-la. A levantei da cadeira e a coloquei em cima da pia, ficando bem colado no seu corpo. Me ajoelhei, trouxe seu corpo mais para a beira, abri suas pernas, afastei sua calcinha para o lado e chupei aquele buceta limpinha. Abaixei sua blusa, e brinquei com minhas mãos nos seus peitos. Apertava seus biquinhos e comia sua buceta. Quando ela disse que estava gostoso, me levantei, abaixei meu short, abri mais um pouco suas pernas e enfiei meu pau dentro dela. A rapidinha foi tão gostosa que ela nos deixou de pernas bamabas. Nos arrumamos, a levei para o meu carro e a deixei na porta de casa. Ela me agradeceu dando mais um beijo na boca. Saiu do carro, e antes de fechar, pediu para eu passar meu número, com meu nome, que ela não lembrava, depois pediu desculpas.

   Depois de mais alguns encontros na minha casa, e de algumas sacanagens por aí, eu e Sarinha, assumimos nosso namoro.


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